A Sabrina voltou


O mundo sombrio de sabrinaNova série da Netflix e Warner dá uma

repaginada numa personagem

bem conhecida da gente

É incrível como a programação da TV Aberta está ruim e desinteressante. Poucos programas se salvam, o que nos leva a procurar refúgio nas tvs por assinatura, que também deixam a desejar em vários aspectos e na Netflix. Está última tem nos oferecido várias opções, a maioria delas bem interessantes. E, felizmente, é isso que tem salvado os que não têm condições de fazer um programinha fora de casa.

Algumas séries estrearam nesta plataforma esta semana, entre elas: “Chilling Adventures of Sabrina” ou no português “O mundo sombrio de Sabrina”. Podemos dizer que este programa é um remake de “Sabrina, the Teeenage Wich”, para nós “Sabrina, aprendiz de feiticeira”, que teve como estrela a atriz americana Melissa Joan Hart. A bruxinha já havia sido retratada na telinha, através do desenho produzido pela Filmation, Sabrina. Essa produção fez um enorme sucesso na década de 1970 e é considerada um spin-off do seriado de Melissa.

Mas, vamos ao “O mundo sombrio de Sabrina”, que é, desculpe a expressão, ‘trevoso mesmo’. A atração foi idealizada para ser uma espécie de irmã da elogiada Riverdale. A personagem principal ganha traços mais realistas, bem diferente das suas antecessoras. Temas como bullying, discriminação, adultério e segredos familiares são utilizados como ingredientes para enriquecer o já denso enredo. O perfil psicológico dos personagens também chama a atenção. Em especial os das tias de Sabrina, Hilda e Zelda, sendo a primeira doce e quase infantil. Já a segunda, dominadora e um tanto cruel. Há também o primo afro americano, Ambrose, que é bissexual. E o gato Salem, que abandonou de vez aquele ar fofinho. A série vale com certeza uma conferida, entretanto, pode chocar um pouco aos religiosos de plantão. Fotos: divulgação