Viola Davis interpretará Michele Obama em série


Viola Davis, a  protagonista de How to get Away with Murder foi escalada para interpretar a ex-primeira dama Michelle Obama no novo drama da Showtime, First Ladies.viola davis

A atração, em formato de antologia, focará na vida dessas figuras, que muita das vezes, exercem grande influência na política e no cotidiano dos Estados Unidos. A primeira temporada mostrará Eleanor Roosevelt, Betty Ford e Michelle Obama.

O autor Aaron Cooley (Four Seats: A Thriller of the Supreme Court) vai escrever o roteiro, e atuará como produtor executivo ao lado de Davis e o marido Julius Tennon. A vencedora do Oscar Cathy Schulman (Crash – No Limite) também está no time de produtores, junto com Jeff Gaspin (LA’s Finest) e Brad Kaplan. A Lionsgate é o estúdio responsável pelas filmagens.

Dia da Visibilidade Lésbica foi assunto da ação oferecida pela Agência do Trabalho


1A Agência do Trabalho realizou no último dia (28), um dia especial em alusão ao dia da Visibilidade Lésbica, que vem trazendo desde 1996 discussões pertinentes frente à uma sociedade marcada pelo conservadorismo, tendo o dia 29 de agosto um marco histórico para o movimento lésbico no Brasil. A data celebra o 1ª seminário Nacional de Visibilidade Lésbica, que abordou temas englobando a violência sofrida devida à orientação sexual das mulheres.
Para ajudar no fortalecimento de um cenário ainda invisibilizado, a Agência do Trabalho trouxe na sua programação a palestra sobre: Os desafios enfrentados pela mulheres lésbicas e bissexuais no mercado de trabalho, bem como o documentário, CHARQUE ATTACK – episódio do programa “Coletivos Jovens” do Canal Futura, produção da coletiva de mesmo nome, e conduz reflexões sobre os desafios e as possibilidades de utilizar a comunicação visual como estratégia de articulação política e fortalecimento em rede para mulheres lésbicas e bissexuais, além de oferecer serviços como 15 fichas para emissão da CTPS (Carteira de Trabalho e Previdência Social) para mulheres e atendimento preferencial à trabalhadoras. O evento oferecido foi aberto ao público em geral das 8h às 13h30, na Agência do Trabalho da Boa vista.

Romero Ferro lança álbum e lyric video


O cantor e compositor, pernambucano, Romero Ferro lança o seu segundo álbum: Ferro. “Esse é um trabalho em que realmente permiti que meu coração fosse aberto de forma muito honesta, falando sobre meus sentimentos, minha sexualidade, meus posicionamentos políticos sem medo”, diz Romero.

Romero Ferro Foto: Lana Pinho
Romero Ferro Foto: Lana Pinho

Em porções acentuadas de funk, rock e r&b, com Arsênico (produzido pelo baixista e guitarrista carioca Diogo Strausz, com co-produção do pianista e tecladista pernambucano Amaro Freitas) Romero abriu nova trilha no pop na vertente brega, que expande consideravelmente no segundo álbum. Repleto de hits potenciais, este é bem mais eletrônico e dançante (ainda que o primeiro também o fosse), com maior diversidade rítmica e grande soma de referências que incluem David Bowie, Kraftwerk, Depeche Mode, Reginaldo Rossi, Ritchie, axé music, tecnopop, reggaeton, bolero, house, tecnomelody, funk, pagode, trap e Zezé di Camargo & Luciano.

Em cinco das nove composições autorais e inéditas, Romero conta com parceiros: os conterrâneos Barro, Duda Beat e Leo D. (também responsável pela mixagem e masterização do álbum), além do paraense Felipe Cordeiro. Há também uma reinterpretação estilosa de “Você Vai Ver” (Elias Muniz e Carlos Colla), lançada por Zezé di Camargo e Luciano em 1994, que remete à infância de Romero. Além de Otto, Duda Beat (outra expoente da brega wave), a cantora trans Mel (Banda Uó) e o rapper gay baiano Hiran dividem os vocais com ele em outras duas canções. A música de trabalho Música de trabalho traz manifesto em lyric video com participações de MEL e Hiran.

“Não prometi nada a Moro” afirma Bolsonaro


No último 31, o presidente Jair Bolsonaro deu declarações a um grupo de seis jornalistas que o aguardavam almoçar do lado de fora do Quartel General do Exército, em Brasília. Ele ordenou que sua equipe convidasse os repórteres para o almoço, sentou-se à mesa com eles e falou durante cerca de uma hora e meia. Na ocasião, foi proibida a entrada de celulares e gravadores.

Questionado sobre as possibilidades de Moro ser indicado ministro do STF, Bolsonaro afirmou que não havia assumido compromisso algum com Sérgio Moro. “Durante a campanha, o que prometi foi indicar alguém do perfil do Moro”, ele se referia sobre a vaga no Supremo.

O presidente afirmou que é preciso ” avaliar o dia a dia e como o Senado irá avaliar o Moro em uma sabatina”. Ele acredita que Moro seja “extremamente técnico”, mas “ingênuo” politicamente, pois lhe “falta malícia”. Foto: Sérgio Lima/PODER 360

CPI da ‘Lava Toga’ pode sair do papel


Na última quinta-feira, 29/08, um grupo de senadores conseguiu reunir as assinaturas necessárias para protocolar um novo pedido de criação da chamada C omissão Parlamentar de Inquérito PI da ‘Lava Toga’.  Eram  necessárias um terço da Casa para a instalação de uma CPI para investigar integrantes do Supremo.

O ministro Dias Toffoli é o principal alvo do novo requerimento, além da abertura do inquérito das fake news.

Segundo o senador Alessandro Viera (Cidadania), o pedido deve ser protocolado na próxima terça, 3/9. Vieira assina o requerimento e encabeça a lista dos parlamentares que pedem a investigação. Caberá ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) autorizar a comissão.

Esta é a terceira tentativa dos senadores de aprovar uma investigação do Supremo. Em outras ocasiões, Alcolumbre engavetou a proposta, apesar de existir o apoio necessário na Casa.

O novo texto apresenta como principal motivação para instalação da CPI a atuação de Toffoli na abertura do inquérito das fake news. A investigação que apura supostas notícias falsas contra autoridades é conduzida pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.

A tentativa de criar a CPI ressuscitou no Senado a partir de uma decisão de Alexandre, tomada no âmbito da investigação das fake news. No início do mês o ministro decidiu suspender fiscalizações da Receita sobre 133 contribuintes por indícios de irregularidades e afastar dois servidores do Fisco por ‘indevida quebra de sigilo’.

A decisão é uma das ‘ilegalidades’ apontadas pelos senadores. Eles mencionam ainda as determinações de retirada de matérias que citavam Toffoli e de envio de cópia do inquérito da Operação Spoofing.

Veja abaixo quais senadores solicitarão ao CPI do Supremo:

Alessandro Vieira (Cidadania)

Eduardo Girão (Podemos)

Marcos do Val (Podemos)

Jorge Kajuru (Patriota)

Oriovisto Guimarães (Podemos)

Styvenson Valentim (Podemos)

Plínio Valério (PSDB)

Carlos Viana (PSD)

Juíza Selma Arruda (PSL)

Reguffe (sem partido)

Leila Barros (PSB)

Randolfe Rodrigues (Rede)

Major Olímpio (PSL)

Lasier Martins (Podemos)

Alvaro Dias (Podemos)

Fabiano Contarato (Rede)

Espiridião Amin (PP)

Jarbas Vasconcelos (MDB)

Luis Carlos Heinze (PP)

Soraya Thronicke (PSL)

Rodrigo Cunha (PSDB)

Arolde de Oliveira (PSD)

Flávio Arns (Rede)

Izalci Lucas (PSDB)

Jorginho Mello (PL)

Maria do Carmo (DEM)

Mara Gabrilli (PSDB)

 

Itabuna: Pedrão, ex-prefeito de Itapé sofre tentativa de assalto


O ex-prefeito de Itapé, Pedro Jackson Brandão (Pedrão), passou por momentos de terror. Ele sofreu uma tentativa de assalto no dia de hoje, 19/08, no bairro Califórnia, Itabuna (BA). De acordo com o líder político, um indivíduo o abordou em seu estabelecimento comercial, com uma pistola em punho, no intuito de assalta-lo.
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” Ele me apontou uma pistola, mas felizmente um grupo de pessoas chegou até a porta para ver o que ocorria… ele se assustou, virou-se para ameaçar essas pessoas e eu aproveitei a oportunidade para fugir”, conta ele, que se considera uma pessoa abençoada, “graças a Deus, sou abençoado, nada ocorreu comigo e está tudo em paz”, finalizada aliviado. Foto: divulgação

Gilmar Mendes define Lava Jato como organização criminosa


Em entrevista ao jornal Correio Braziliense, publicada hoje (04/08), o ministro do STF Gilmar Mendes, criticou ainda mais duramente a operação Lava Jato. Mendes frequentemente critica a operação. Segundo ele, a “Vaza Jato” revela a existência de uma organização criminosa atuante no seio da operação, principalmente com as últimas revelações de que Deltan Dallagnol investigou Toffoli e esposa para retaliar decisões contrárias à Lava Jato.

“A impressão que eu tenho é que se criou no Brasil um estado paralelo, se a gente olhar esse episódio (do Deltan e Toffoli), para ficarmos ainda nas referências que o procurador faz. Dizer ‘eu tenho uma fonte na Receita e já estou tratando do tema’, significa o quê? Significa ‘estou quebrando o sigilo dele’. No fundo, um jogo de compadres. É uma organização criminosa para investigar pessoas. Não são eles que gostam muito da expressão Orcrim?”, declarou o ministro.

O ministro também considerou que são necessárias medidas “correcionais” para frear o avanço abusivo da Lava Jato. “Coisas como essas não ocorrem se o sistema tem um modelo de autoproteção e de correção. O que faltou aqui? Faltaram os órgãos correcionais. O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) não funcionou bem, o CJF (Conselho de Justiça Federal) não funcionou bem, o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) não funcionou bem. Faltou chefia, supervisão”, disse.

Gilmar considerou que os envolvidos na Vaza Jato são “um grupo de deslumbrados”, mas evitou “personalizar” ao ser questionado se ele incluía o ministro da Justiça Sérgio Moro nesse rol. “Não quero fazer personalizações, nem falar de nomes. Mas, na verdade, aquilo é um erro coletivo, a Lava-Jato como um todo, e que já tinha se manifestado em outras operações”, avaliou.

 

Itabuna: município deve R$ 74,9 milhões ao FGTS


O município de Itabuna (BA), no sul baiano, ocupa a 12ª posição, entre os maiores devedores do Fundo Garantia Por Tempo de Serviço (FGTS). O montante da dívida chega a R$ 74,9 milhões. Segundo informações do Portal G1, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) registrou que a dívida total sobre o benefício chega a R$ 32 bilhões e atinge mais de 8 milhões de trabalhadores.

Em torno de 225 mil empregadores têm dívidas relacionadas ao Fundo. Na semana passada, o governo anunciou a liberação do FGTS para trabalhadores com saldo, tanto em contas ativas como inativas. O FGTS é um direito do trabalhador com carteira assinada.

Os empregadores precisam depositar até o dia 7 de cada mês 8% do salário do funcionário em contas abertas na Caixa Econômica Federal, em nome dos empregados. O FGTS não impõe desconto no salário. É uma obrigação do empregador.

Tratamento dentário de Feliciano custou R$ 157 mil aos cofres públicos


Já pensou em um tratamento dentário custando R$ 157 mil? Esse é o valor do procedimento ao qual o polêmico pastor Marco Feliciano (Podemos-SP) foi submetido.  O detalhe é que esse custo saiu dos cofres públicos. A quantia foi reembolsada ao parlamentar pela Câmara dos Deputados.

Segundo o pastor, por sofrer de bruxismo, precisou fazer uma correção na mandíbula e implante de coroas. As informações são do jornal Estado de S.Paulo. Feliciano ressaltou que o tratamento era necessário: “Não desejo para ninguém. Sou político e pregador. Minha boca é minha ferramenta”. O plano médico dos deputados é ligado à Caixa Econômica Federal. Logo, despesas com serviços médicos e odontológicos podem ser reembolsadas.

O deputado apontou ainda que “não há crime”, mas reconheceu que o valor do tratamento ficou “caro”. “É um tratamento caro, mas foi para saúde, e não para estética. Foi para poder trabalhar. Como sou empregado, e onde trabalho há esta alternativa, eu precisava do tratamento”, concluiu. O tratamento odontológico foi realizado em uma clínica em Luziânia (GO).

Terras desapropriadas podem ser devolvidas


O governo Bolsonaro prepara um mutirão para fechar acordos de conciliação com fazendeiros que questionam na Justiça a tomada de suas terras para a Reforma Agrária. São casos em que os proprietários defendem que o espaço é produtivo e não deveria ser desapropriado ou argumentam que receberam pouco pelos terrenos. Secretário de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura, Luiz Antônio Nabhan Garcia afirma que o objetivo é iniciar a investida ainda neste semestre. Com isso, será possível “destravar” investimentos no campo e a reforma agrária de Bolsonaro, diz ele.

O governo espera que as conciliações permitam, por exemplo, a devolução de uma terra desapropriada, ou parte dela, aos fazendeiros. Há casos em que a disputa judicial se arrasta há décadas e envolve milhões, segundo Nabhan.  Aliado de Bolsonaro desde a campanha e um de seus principais conselheiros na área rural, Nabhan é presidente licenciado da UDR (União Democrática Ruralista) que rivaliza com MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra).

O secretário afirma que seu alinhamento aos ruralistas não vai enviesar os acordos e nega que haja intenção de beneficiar produtores rurais, grupo que apoia o Planalto. Segundo ele, com o mutirão, o governo espera resolver dois problemas: reduzir o acúmulo de litígios com proprietários de terra e a falta de dinheiro em caixa para realizar novos assentamentos.

Ao fechar um acordo, diz o secretário, o governo vai recuperar recursos que foram depositados em juízo pela União para a compra do terreno em disputa. Além disso, a parte da propriedade que será, enfim, desapropriada pode se tornar assentamento para famílias que aguardam na fila do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária).