Movimentação de passageiros cresce 180% no aeroporto de Lençóis


Para atender a demanda dos viajantes que chegam à região, o aeroporto de Lençóis conta com voos semanais vindos de Salvador e Belo Horizonte (MG). De janeiro a abril deste ano, o terminal registrou aumento na movimentação de passageiros. A média do crescimento dos quatro primeiros meses de 2016 corresponde a 182%.

Em janeiro, o aeroporto contabilizou 2127 embarques e desembarques, um aumento de aproximadamente 220% na movimentação de passageiros se comparado ao mesmo período de 2015. Com a ampliação da malha aérea, entre Lençóis e a capital mineira, e tarifas a preços competitivos, o terminal alcançou crescimento de voos. Tendo embarques às quintas-feiras e aos domingos, é possível encontrar passagens por R$169,90, o trecho, no site da companhia Azul Linhas Aéreas.

Foto: Ulgo Oliveira
Foto: Ulgo Oliveira

Voos extras feriado

Durante o feriadão de Corpus Christi, entre os dias 26 e 29 de maio, a Azul disponibilizou 24 voos extras para três aeroportos baianos, nas cidades de Porto Seguro, Ilhéus e Salvador.  No total são mais de 100 voos extras para atender a todos os destinos nacionais, com mais de 12 mil assentos complementares, e picos de viagem na quarta-feira (25/05) e domingo (29/05).

Entidades pedem recriação de grupo instituído para propor cotas em pós-graduação


Organizações não governamentais ligadas à educação pedem que governo reconvoque o grupo de trabalho criado em setembro de 2015 para propor políticas afirmativas que favoreçam a inclusão de estudantes pretos, pardos, indígenas ou com necessidades especiais nos cursos de pós-graduação.

Composto por representantes da sociedade civil e do governo federal sem remuneração, o grupo de trabalho foi dissolvido no último dia 12, por meio da Portaria nº 66 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), publicada no Diário Oficial da Uniãono dia seguinte.

Representantes de organizações não governamentais convidados na gestão de Aloizio  Mercadante para compor o grupo de trabalho afirmam que foram pegos de surpresa, já que ainda tinham mais quatro meses de trabalho pela frente.

“Fomos informados do encerramento das atividades do grupo por meio de um e-mail, no dia 18 de maio”, afirmou à Agência Brasil a representante do Fórum Nacional de Educação Inclusiva, Meire Cavalcante. “Entendo que o grupo de trabalho foi criado para analisar e propor mecanismos de inclusão de estudantes em programas de mestrado e doutorado e que, portanto, ele não cumpriu integralmente seus objetivos”, disse a jornalista e mestre em educação. Para Meire, o fim das atividades do grupo é um “equívoco lamentável”

“Teríamos ainda mais quatro meses de trabalho. Seria interessante continuarmos trabalhando para traçar os mecanismos necessários e as estratégias subsidiárias à elaboração dessa política pública. Acompanharíamos as sugestões das entidades de ensino, que têm 90 dias para apresentá-las ao MEC. Essa participação da sociedade civil seria fundamental durante a análise das sugestões das entidades, para pensarmos conjuntamente os próximos passos. É isso o que a portaria inicial [do MEC] estabelece: que o grupo de trabalho deve analisar e propor os mecanismos de inclusão. Por isso, em março, os trabalhos do grupo foram prorrogados. Porque ainda não tínhamos concluído o objetivo”.

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Para Frei David Raimundo Santos, da organização não governamental Educafro, a Capes se precipitou. “O novo ministro da Educação [Mendonça Filho] está dizendo que tudo aquilo que for bom deve ser continuado. Por isso, estamos propondo ao MEC e à Capes que reconvoque o grupo de trabalho até que uma metodologia, um plano de trabalho, para a implementação dos mecanismos necessários à inclusão de estudantes pretos, pardos, indígenas e com alguma necessidade especial em programas de mestrado e doutorado seja apresentado, discutido e pactuado com todas as universidades e com a sociedade. Esse trabalho não pode vir de cima para baixo”, disse Frei David.

Segundo ele, a Educafro já enviou e-mails ao ministério e à Capes manifestando sua insatisfação e espanto diante da decisão.

“O grupo de trabalho tem condições de participar da elaboração de um trabalho qualificado que, com a chancela do MEC, da Capes e da sociedade civil, subsidie essa política pública”, destacou Frei David.

Portarias

O grupo de trabalho foi dissolvido no último dia 12, por meio de portaria da Capes.

No mesmo dia, foi publicado no Diário Oficial portaria normativa do MEC, assinada pelo então ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que concedeu prazo de 90 dias para que universidades e institutos federais apresentassem propostas de como implementar políticas inclusivas nos seus cursos de mestrado, mestrado profissional e doutorado.

Mercadante foi substituído por Mendonça Filho que assumiu o cargo garantindo a manutenção da política de cotas.

A portaria do MEC estabelece que as propostas de políticas de ações afirmativas devem respeitar a autonomia dos estabelecimentos de ensino e os “princípios de méritos inerentes ao desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação”.

Além disso, as instituições federais deverão criar comissões próprias com a finalidade de dar continuidade ao processo de discussão e aperfeiçoamento das propostas. A Portaria Normativa nº 13 também estabelece que o MEC deverá instituir grupo de trabalho para acompanhar e monitorar as ações.

Por meio de sua assessoria, a Capes informou à reportagem que o fim do grupo de trabalho se deu em consequência da publicação da última portaria assinada por Mercadante. Segundo a Capes, a Portaria Normativa nº 13 (que estabelece o prazo de 90 dias para apresentação de propostas pelas universidades e prevê a criação, pelo MEC, de um novo grupo de trabalho) se sobrepõe à portaria Capes 149, de novembro de 2015, que implementou as regras da portaria MEC de setembro de 2015 que instituiu o grupo.

Para Meire Cavalcante, as duas portarias são complementares e não conflitantes. “Em momento algum, a portaria do ministro Aloizio Mercadante diz que compete à Capes dissolver o grupo de trabalho ou designar novos membros. Não vejo em que a última portaria do MEC impede o grupo inicial de continuar trabalhando, principalmente se considerarmos que a apresentação das propostas dos estabelecimentos de ensino terá desdobramentos cujo acompanhamento por parte do grupo dissolvido é importante.”

Campanha é lançada para prevenir tráfico de pessoas durante os Jogos


A proximidade dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 aumentou a preocupação de um grupo de entidades da sociedade civil com tráfico de pessoas. Para prevenir esse tipo de crime durante o evento, as organizações lançaram hoje (31) uma campanha de mobilização no Cristo Redentor.

Participam da ação o Movimento Nacional dos Direitos Humanos, o Núcleo Rede um Grito Pela Vida/RJ e o Centro dos Direitos Humanos da Diocese de Nova Iguaçu.

Rio de Janeiro - Lançamento, no Cristo Redentor, da campanha: "Jogue a Favor da Vida" que tem como objetivo dar visibilidade a uma das mais graves violações de direitos humanos que é o tráfico de pessoas, o trabalho escravo, a exploração sexual e a comercialização de órgãos humanos ( Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Rio de Janeiro – Lançamento da campanha: “Jogue a Favor da Vida” Fotos: Tânia Rego

Além do crime de tráfico de pessoas, a campanha quer chamar a atenção para outros crimes que costumam estar relacionados, como o trabalho escravo, a exploração sexual e a comercialização de órgãos humanos.

O superintende de promoção dos Direitos Humanos da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro, Miguel Mesquita, participou do evento e afirmou que representantes de diversos órgãos estarão atentos a violações nos locais de competição no período dos jogos. O governo também deve investir em campanhas publicitárias no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim. No final de julho, o governo do estado também deve trabalhar na mobilização em uma semana nacional contra o tráfico de pessoas, em parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc).

Mesquita defende que é preciso alertar a população: “O tráfico de pessoas é um crime muito escondido. As pessoas não sabem que existe, não sabem como acontece. É tudo muito misterioso. As pessoas envolvidas são muito articuladas e contam com o envolvimento de indivíduos de classes mais altas”, disse ele que recomenda denunciar ou buscar orientação quando se deparar com ofertas de emprego boas demais, convites de viagem e propostas de casamento no exterior. “O tráfico vai trabalhar sempre com a vulnerabilização. Se a pessoa quer um emprego, quer realizar um sonho, precisa sair de uma situação de guerra”.

O superintendente afirmou que as religiões podem ter um papel positivo no combate a esse tipo de crime, se trabalharem na conscientização dos seus fiéis. Coordenador da comissão de combate à intolerância religiosa na Secretaria de Direitos Humanos, o balaô Ivanir dos Santos destacou que religiões afrobrasileiras, por exemplo, podem lembrar sua própria história para contribuir com o debate.

“Um religioso que professa uma religião que vem daqueles que foram traficados para o Brasil não pode ficar insensível a um apelo como esse. Temos que conscientizar primeiro a sociedade civil, e o Estado tem que ser o seu papel”, explicou o balaô.

Mantida em condições de trabalho escravo no Brasil, a peruana Sara chegou ao Rio de Janeiro com a promessa de que trabalharia em um restaurante em Copacabana. No Brasil, foi mantida a portas fechadas em uma cozinha, quando conseguiu fugir, foi acolhida pela Pastoral do Imigrante, da Igreja Católica. “Durante um mês, eu fiquei presa. Pensei que minha vida tinha acabado”, disse.

Fonte: Agência Brasil

Bope liberta grávida de 8 meses e força-tarefa da SSP prende criminoso


Procurado há mais de dois anos pela Força-Tarefa da Secretaria da Segurança Pública por cometer diversos crimes contra instituições bancárias, tráfico de drogas e assassinato de policiais, Juarez Nascimento dos Santos Júnior, 29 anos, conhecido como Cipan manteve a companheira grávida de oito meses, Daíza Daiane Batista de Matos, 20 anos, refém por mais de 19 horas, em uma casa em Porto de Sauípe. Considerado de alta periculosidade, o criminoso entrou em confronto com policiais ao fugir da abordagem e acabou utilizando a esposa sob ameaça durante toda a madrugada.

De acordo com o coordenador da Força-Tarefa, major PM Marcelo Barreto, o Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar foi acionado para comandar a negociação de saída da dupla, que teve início às 16 horas de ontem (30) e só chegou ao fim por volta das 11 horas desta terça-feira (31). Após o resgate de Daíza, que já perdia líquido e apresentava sangramentos, os policiais apreenderam duas pistolas com Cipan.

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“A negociação para a libertação de um refém é um trabalho lento e cauteloso, que demanda muito preparo”, destaca o major PM Cledson Conceição Sousa, subcomandante do Bope. Segundo ele, durante a negociação, Cipan apresentava variações de comportamento constantes, entre ameaças e ponderações sobre a possibilidade de rendição. Ainda segundo o major, a energia do imóvel precisou ser cortada. Uma ambulância foi disponibilizada para o atendimento imediato a Júnior, que apresentava um ferimento antigo no joelho, e da refém.

Cipan, que está sendo ouvido na Delegacia Territorial de Entre Rios, já foi condenado por tráfico de drogas, mas respondia em regime aberto concedido pela Justiça em 2012. Nos últimos dois anos, segundo as investigações da força-tarefa, integrava uma quadrilha responsável por diversos assaltos a bancos, entre eles os das cidades de Gandu, Tancredo Neves, Camamu, de uma agência dos Correios da cidade de Grapiúna e de um seqüestro a um empresário do município de Ipiau. Daíza também tem passagem pela polícia por porte ilegal de armas e coletes balísticos e será investigada.

Desemprego chega a 11,2% em abril


A taxa de desemprego voltou a subir no trimestre móvel encerrado em abril, atingindo 11,2%. O resultado é 1,7 ponto percentual maior que o do trimestre móvel encerrado em janeiro (9,5%). A taxa é a maior desde o início da pesquisa, em janeiro de 2012.

No mesmo trimestre móvel de 2015 (de novembro a janeiro), o desemprego foi de 8%, 3,2 pontos percentuais menor. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio Contínua (Pnad Contínua) e foram divulgados hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a pesquisa, em abril havia 11,4 milhões de trabalhadores desempregados, número que mostra um crescimento de 18,6%, em comparação ao trimestre móvel encerrado em janeiro deste ano – o equivalente a mais 1,8 milhão de pessoas fora do mercado de trabalho.

Na comparação com o trimestre móvel encerrado em janeiro do ano passado, o número de desempregados chega a 3,4 milhões, com crescimento de 42,1%.

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Foto: divulgação

Carteira assinada
Os dados da Pnad Contínua indicam que a população ocupada do país, que fechou o trimestre móvel encerrado em abril em 90,6 milhões de pessoas, recuou 1,1% em relação ao trimestre encerrado em janeiro de 2015 e 1,7% – ou menos 1,5 milhão de pessoas trabalhando – quando comparada a igual período de 2015.

Em consequência, o número de pessoas empregadas no setor privado com carteira assinada recuou em ambas as comparações, caindo 1,8% em relação ao trimestre encerrado em janeiro de 2016 e 4,3% em relação ao mesmo trimestre do ano passado – o equivalente a menos cerca de 1,5 milhão de pessoas.

Os números do IBGE indicam ainda que o rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas ficou em R$ 1.962, valor estatisticamente estável em relação ao trimestre móvel encerrado em janeiro de 2016, que foi de R$ 1.977. Em relação ao trimestre encerrado em janeiro do ano passado (R$ 2.030), a queda no rendimento médio real habitual chegou a 3,3%.

Indústria

Os setores da indústria geral, construção e comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas foram, por grupamento de atividades, os que mais puxaram a taxa de desemprego de 11,2% no trimestre móvel encerrado em abril, na comparação com janeiro deste ano.

Segundo os dados da Pnad Contínua, na Indústria geral, a queda de 3,9% no número de empregos significou menos 473 mil pessoas no mercado de trabalho; na construção, a queda foi de 5,1%, ou menos 400 mil pessoas; no comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, a retração chegou a 1,7%, ou menos 302 mil pessoas empregadas. Segundo o IBGE, nos demais grupamentos não houve variação significativa.

Metodologia

Os indicadores da Pnad Contínua são calculados para trimestres móveis, utilizando-se as informações dos últimos três meses consecutivos da pesquisa. A taxa do trimestre móvel encerrado em abril de 2016 foi calculada a partir das informações coletadas em fevereiro, março e abril deste ano.

Fonte: Agência Brasil

Itabuna: Prefeitura apoia Shopping Empreendedor


Com o apoio da Prefeitura de Itabuna, num dos campi da Unime, o projeto “Shopping Unime Empreendedor, com a temática ‘Gestão Estratégica: Desafios e Oportunidades'”. Iniciativa dos estudantes do curso de Administração da instituição de ensino superior, o evento é aberto a toda a comunidade, no Campus II, sempre a partir das 7 da noite, até o próximo dia 2 de junho.

Desenvolvido com suporte da Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo, o Shopping Empreendedor é um projeto interdisciplinar, uma atividade que busca aprofundar a percepção e a identificação dos alunos do curso sobre o empreendedorismo, com sua atuação em atividades características aos profissionais de Administração, desenvolvidas e operacionalizadas por meio de uma exposição aberta.

Marcas criadas para as empresas desenvolvidas pelos estudantes da Unime
Marcas criadas para as empresas desenvolvidas pelos estudantes da Unime

A coordenadora do curso de Administração, professora Tatiane Moraes, afirma que o foco principal da iniciativa é a execução de projetos voltados ao empreendedorismo e à inovação. “Esse trabalho é desenvolvido por meio de construção participativa que visa oferecer uma resposta às expectativas dos alunos em integrar a teoria à prática às necessidades de mercado”, explica.

INOVAÇÃO

A meta é desenvolver o potencial empreendedor dos discentes do Curso de Administração da Unime, com ênfase na inovação e na criatividade e colocar em prática os conhecimentos teóricos com experiência em gestão de empresas. Neste ano, a professora Tatiana destaca, como mais uma importante condição para o sucesso da iniciativa, o fato de Itabuna ter sido escolhida pelo Sebrae como Cidade Empreendedora da Bahia, o que fortalece o empreendedorismo local.

A referência da professa Tatiane Moraes é o prêmio recentemente recebido pelo prefeito Claudevane Leite, concedido pelo Sebrae, que o reconheceu como o melhor entre os 417 prefeitos do estado, na categoria “Desburocratização e Formalização” dos pequenos negócios da Bahia.

Há três anos e meio, quando assumiu a prefeitura de Itabuna, Vane encontrou formalizados apenas 999 trabalhadores. Foi o primeiro prefeito do anterior a implantar a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, a nomear um Agente de Desenvolvimento Municipal e a implantar a Sala do Empreendedor.

Atualmente, o município ultrapassou a marca de sete mil formalizações, um recorde nacional. “Enxergamos na cidade o perfil empreendedor e construímos um diferencial que nos permitiu dar as mãos às estas pessoas e mostrar o quanto é importante investir no pequeno negócio, que é quem mais emprega e gera dividendos para a cidade”, conceitua o secretário municipal de Indústria, Comércio e Turismo, José Humberto Martins.

O PROJETO

Para esse ano foram desenvolvidas e criadas oito empresas virtuais que formarão a 4ª edição do Shopping:

O Restaurante Anauá tem a culinária chinesa e mexicana como principais produtos. É do segmento de Alimentos. Seu slogan é “Venha Conhecer um novo conceito na culinária internacional”. Com um ambiente caracterizado a turma do 8º semestre estará ofertando yakisoba e tortilhas mexicanas.

A Crepazza é do segmento de Alimentos. Seu slogan é “A sua melhor pedida”. A turma estará ofertando crepes e panquecas, proporcionando um ambiente agradável e um atendimento diferenciado.

A Eco Rancho é do segmento de Entretenimento. “Vem pra diversão sô” é o seu slogan. Com um ambiente caracterizado, as turmas do 2º e 3º semestres (matutino), estarão trabalhando com touro mecânico, jogos caipiras, além da venda de mudas que auxiliam no combate ao mosquito Aedes Aegypti, na conscientização e combate a doenças oriundas do mosquito. Desperta os clientes para uma conscientização socioambiental.

A empresa Beleza Chick é do segmento de Beleza e Cosméticos. Seu slogan é “A transformação que realça o seu charme”, com produtos de beleza e serviços diferenciados. A turma do 2º semestre (noturno) entra na concorrência com uma diversidade de produtos à disposição dos clientes.

A Unity Paintball é do segmento de entretenimento. “Você tem coragem”? Então seu lugar é aqui! É o slogan criado pela turma do 3º semestre (noturno). A ideia proporciona adrenalina e aventura com um ambiente diferenciado e muito divertido.

Universo Feminino é do segmento de Beleza e Cosméticos. Seu slogan é “Sua beleza inspira”. No espaço você encontrará curso de maquiagem, esmalteria, cosméticos, estética e muito mais com a turma do 4º semestre.

A Esplendore Estética é do segmento de Estética. Seu slogan é: “Os cuidados que você precisa, nas mãos de quem entende”. A turma do 5º semestre trabalhará com designer de sobrancelha, depilação entre outros. Atende tato o público feminino quanto o masculino.

A Urbana Chic é do segmento Confecções. Seu slogan é “Um novo conceito em roupas”. Com várias opções, a turma do 6º semestre apresenta roupas customizadas, com muito glamour e transformação, repaginando diversas peças de roupas. Proporciona inovação e diferenciação.

Ilhéus: Prefeitura realiza serviços de manutenção no centro e zona sul


O “Ilhéus em Ação – Cidade de Todos”, programa municipal que alcança vários setores governamentais, incrementa seu calendário de atividades na área de serviços urbanos. Esta semana, as equipes da Secretaria de Serviços Urbanos (Secsurb) atuam na avenida Lomanto Júnior e nas ruas Miguel Calmon, na Conquista, e Amélia Nunes (popularmente conhecida como rua das Oficinas), artéria que dá acesso à ponte centro-zona sul da cidade.

De acordo com o secretário de Serviços Urbanos, César Benevides, o trabalho nas três localidades envolve uma série de serviços. Entre eles, limpeza, roçagem, capinagem, poda de árvores, pintura de meios-fios e melhorias nos sistemas de iluminação pública.

Limpeza da antiga Rua das Oficinas, no centro de Ilhéus - Foto Roberto Santos Secom Ilheus
Foto: Roberto Santos

Ainda no âmbito do “Ilhéus em Ação”, Benevides reiterou na manhã desta segunda-feira, 30, que já se encontra concluída a limpeza no canal principal do bairro Hernani Sá, situado na avenida Sílvio Silva (Eixo Coletor). “A limpeza dos demais canais do bairro será realizada nos próximos dias”, informa o secretário de Serviços Urbanos.

Sobre esta ação, que frequentemente também é executada no canal a céu aberto do Malhado, localizado nas proximidades da central de abastecimento, o prefeito em exercício e coordenador do programa, Carlos Machado (Cacá), lembra que a intervenção contribui de forma decisiva para a melhoria do dia a dia dos moradores. “Com a limpeza dos canais, eliminamos uma série de problemas, como odor desagradável e a proliferação de insetos”, acrescenta Cacá.

Sula Miranda


A corinthiana, Suely Brito de Miranda, completa 30 anos de uma carreira sólida como cantora. Sula, como é mais conhecida, acumula prêmios como o Troféu Imprensa de melhor cantora de música sertaneja e o Troféu Talento de Melhor Revelação Gospel, “são frutos de minha determinação”, simplifica a também empresária e apresentadora. Sula conversou com o Carvalho News para falar da carreira, projetos e muito mais.

Blog Carvalho News – Seu cd mais atual foi batizado de Inabalável. Por que escolheu esse nome?

Sula Miranda – Por dois motivos. É o titulo de uma das musicas e me identifiquei pelo fato de estar este ano comemorando 30 anos de carreira e para conquistar isso você precisa se colocar numa posição INABALAVEL para superar todas as dificuldades.

CN – Por que optou pelo estilo sertanejo?

Sula – Por que me identifico, gosto de cantar o dia a dia, o amor de forma simples.

CN – Podemos afirmar que você vem de uma família de artistas. Sempre teve a convicção que seria uma cantora de sucesso?

Sula – Só assumi esta posição quando decidi pela minha carreira solo. Posso dizer que determinei isso em minha vida

CN – Em relação aos estudos, você fez alguma graduação?

Sula – Sim sou formada em Educação Artística pela faculdade de Belas Artes de São Paulo. Depois disso fiz cursos de decoração, especialização nesta área como AutoCAD entre outros .

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Fotos: Fernando Lima

CN – O que significa para você ter feito parte das Melindrosas?

Sula – A melhor fase da minha adolescência. Sonho de menina. Ser famosa.

CN – Como você avalia o mercado fonográfico atual?

Sula -Temos que acompanhar, não é o meu sonho de consumo, se perderam muitos valores e hoje artistas são muito fabricados, o que vale mais é o investimento que tem em cima, antes era na raça. Mas isso é a evolução . Faz parte do show de hoje em dia.

CN – Você também é uma empresária bem sucedida. Qual foi a maior dificuldade que enfrentou para se adaptar a essa nova realidade?

Sula – Confesso que ainda não me adaptei muito. Vou me reinventando, atuo em varias áreas para gerar meu sustento. Gostaria de poder realizar mais artisticamente, hoje se não estiver engajada num dos “esquemas”  de trabalho e divulgação em um grande escritório, tem muito pouco espaço. Sobrevivo da minha credibilidade, conduta, e historia.

CN – Locutora, apresentadora, empresária e cantora. Qual dessas facetas te atrai mais?

Sula – A cantora é minha base, sem ela nada existiria. Mas o meu lado empreendedor é que me fez uma marca forte.

CN – Você migrou para o estilo Gospel, mas tarde retornou para o estilo Sertanejo. Por que fez essa opção?

Sula – Porque o Gospel não é estilo musical para mim e sim escolha de modo de viver, sou cristã e faço isso para professar minha fé .Entendi depois de gravar o gospel , porque queria adorar a DEUS que nada me impede de exercer minha profissão e ter meu sustento como cantora sertaneja

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CN – Você já ganhou um Troféu Imprensa como a melhor cantora de música sertaneja e mais tarde o Troféu Talento de Melhor Revelação Gospel. O que esses prêmios significaram para você e como impactaram sua carreira?

Sula – Reconhecimento do que planto…. são os frutos da minha disciplina e determinação

CN – Quais os cantores ou cantoras que você mais aprecia?

Sula – Amo o trabalho de Ana Carolina, tenho regravado suas composições. Sempre curti e gravei também musicas do Peninha. No sertanejo atual curto Luan Santana e as composições do Jorge e Matheus.

Nos meus shows sempre coloco musicas de quem admiro e dou uma nova roupagem.

CN – O que gosta de ouvir nos momentos de folga?

Sula -Na verdade ouço musica gospel. Davi Saccer, Fernanda Brum, lazaro, Soraia Moraes , toque no altar entre outros.O sertanejo ouço para me atualizar e curtir as românticas.

CN – Como cidadã, como você avalia a atual fase política do nosso país?

Sula – Sem comentários…. muito triste o que vemos

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CN – Você entrou no grupo crescente de artistas que tentaram um cargo público nas eleições e não obtiveram êxito. Já conseguiu entender o que houve?

Sula – Não entendi e depois da experiência preferi nem saber mesmo. É um mundo que só farei parte talvez um dia se realmente for para beneficiar as pessoas e poder atuar na minha área que é o transporte. Mas pretendo realizar estes meus projetos sem ter que ter um cargo.

CN – Como é a Suely fora dos palcos?

Sula – Normal. Rsrsrs. Caseira, tranquila, divertida, comprometida, disciplinada e focada.

CN – Quais os projetos futuros?

Sula – Gravar meu primeiro DVD de carreira e comemorar meus 30 anos de estrada

CN – Como você define sucesso e felicidade?

Sula – Ter a paz que excede TODO entendimento….. Conquistei isso pela minha fé.

Dinheiro, fama , sucesso , glamour não são ruins, mas não são o principal, pois perdem completamente o valor se tirarem de alguma forma sua paz.

Estupro coletivo no Rio de Janeiro choca o Brasil


Um estupro coletivo de uma jovem de 16 anos chocou o Rio de Janeiro e causou comoção nas redes sociais após imagens do crime terem sido divulgadas pelos próprios suspeitos dele no Twitter.

O vídeo que foi amplamente compartilhado nas redes sociais tem cerca de 40 segundos de duração e mostra a garota deitada e desacordada enquanto os rapazes conversam ao fundo. “Engravidou de 30”, diz um deles. Em uma das fotos divulgadas também pelo Twitter é possível até ver o rosto de um deles, que posa para a câmera em frente à menina.

O fato é ainda mais chocante porque revela a certeza da impunidade de estupradores, segundo a promotora de Justiça e coordenadora do Grupo Especial de Enfrentamento à Violência contra a Mulher (GEVID), do Ministério Público do Estado de São Paulo, Silvia Chakian, que é especialista no tema.

“Mostra a certeza total da impunidade desses criminosos, que agem em grupo e que gravam e publicam a própria prova do crime que praticaram. Mostra o descaso pra eventuais responsabilizações, descaso com a Justiça”, afirma à BBC Brasil.

“Um deles revela até a autoria, o rosto. Qual é a mensagem que ele está passando? É de ‘eu não acredito na lei, na polícia, na Justiça, eu não tô nem aí’. Essa mensagem não pode ficar para sociedade.”

Chakian opina que a maneira como o vídeo foi compartilhado pelos suspeitos do estupro, que mostravam “orgulho” pelo crime praticado, é um sinal de como a “violência contra a mulher é naturalizada no Brasil”.

“O (episódio) mostra que praticar crime dessa natureza é motivo de vaidade, de ser ostentado”, diz.

“Não tem 30 monstros juntos. Não tem patologia nisso. É uma questão cultural. São 30 pessoas que participaram do crime e nenhuma delas agiu para evitar que aquele crime acontecesse. Isso revela uma sociedade criminosa e violenta contra a mulher. Que enxerga que o corpo da mulher é feito para o homem usufruir.”

O crime foi bastante agravado, segundo a promotora, pela exposição das imagens da garota na web.

“A impunidade anda de mãos dadas com a violência. Precisa haver uma punição exemplar e essa punição tem que ser divulgada para que a sociedade saiba. Temos que conscientizar essa sociedade de que quem compartilha, quem faz piada, (está agindo de modo) tão grave quanto ao do estuprador.”

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Comoção
O vídeo começou a ser compartilhado nas redes sociais na noite da última quarta-feira e logo despertou uma enxurrada de comentários – alguns em tom de comoção e revolta, e outros em tom jocoso.

A exposição do caso na web, porém, também fez com que centenas de pessoas se mobilizassem para reportar os autores do vídeo ao Ministério Público do Rio de Janeiro. Até a manhã desta quinta-feira, o órgão já havia recebido mais de 800 denúncias relacionadas ao episódio.

“O lado positivo nesse mar de crueldade é que foi graças à revolta da internet, dos usuários, que as denúncias chegaram em um número muito grande ao Ministério Público”, o que pode ajudar a polícia na identificação de responsáveis, disse Chakian. Segundo a TV Globo, a polícia civil do Rio já identificou um suspeito do crime e outros dois de terem divulgado as imagens online.

“A internet não pode ser encarada só no aspecto negativo. Ela também é usada como veículo de empoderamento das pessoas para denunciar. As pessoas conseguiram denunciar com a mesma velocidade com que o vídeo foi divulgado.”

Além da busca pelos suspeitos, a polícia do Rio de Janeiro está identificando também as pessoas que compartilharam o vídeo e endossaram o crime nas redes sociais. Segundo a promotora de São Paulo, não existe tipificação específica para o ato de compartilhar vídeos íntimos na internet, mas casos assim podem ser encaixados em “apologia ao crime” ou “crime contra a honra”.

“É bem verdade que a nossa legislação não acompanhou a evolução tecnológica. Mas esse caso pode se encaixar em violação da privacidade, que é crime mais grave no Estatuto da Criança e do Adolescente. É apologia ao crime, é crime contra a honra.”

“As pessoas têm que entender que os que compartilharam são tão criminosos e conduta deles foi tão violenta quanto à do estupro em si”, opinou Chakian.

‘A Índia é aqui’
Além do episódio no Rio de Janeiro, vieram a público recentemente também outros dois casos de estupro coletivo – ambos no Piauí, um no ano passado e outro na última semana. A promotora de São Paulo explicou que crimes graves contra a mulher como esses tendem a ser mais comuns em países onde a desigualdade de gênero é mais acentuada.

“As pessoas falam da Índia e se chocam a cada caso de estupro lá, mas a Índia é aqui. Gerou repercussão o caso de lá, mas a nossa realidade é similar”, disse.

No Brasil, uma mulher é estuprada a cada 11 minutos, segundo os dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública no final do ano passado. Em 2015, o país registrou 47.646 casos de estupros.

“Por tudo isso, esse caso precisa de uma punição exemplar. E acima de tudo, precisamos fazer um trabalho de educação de gênero, de respeito ao corpo da mulher e aos direitos dela.”

Sisu oferecerá 56,4 mil vagas para o segundo semestre


O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) vai oferecer 56.422 vagas em 65 instituições públicas de ensino superior para o segundo semestre deste ano. As inscrições poderão ser feitas de segunda-feira (30) até o dia 2 de junho na internet, no site do Sisu. As vagas já estão disponíveis para consulta.

O número de vagas aumentou 1,5% em relação às cerca de 55,6 mil ofertadas no segundo semestre do ano passado. Podem participar do Sisu os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 e não tiraram zero na redação.

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Vagas remanescentes

Segundo a secretária executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena Guimarães de Castro, atualmente há mais de 1 milhão de vagas remanescentes de processos anteriores do Sisu. O ex-ministro da Educação Aloizio Mercadante havia anunciado a criação do Sisu das vagas remanescentes para ocupar pelo menos 150 mil vagas ociosas nas redes federal e estadual de ensino superior.

Perguntada se a pasta manterá a proposta, Maria Helena disse que a questão está sob análise. De acordo com a ministra, cerca de 110 mil dessas vagas foram ocupadas no remanejamento.

“O que faremos é analisar quais são as áreas em que é possível abrir o remanejamento de vagas. O Brasil é um dos mais atrasados do mundo em relação a remanejamento de vagas no ensino superior”, afirmou Maria Helena. “O ministro anterior abriu esse sistema apenas para a área de formação de professores. Pode ser que não seja suficiente para absorver as vagas existentes. O que vamos analisar é como podemos otimizar”, acrescentou.