Amizade não correspondida existe?


Outro dia, um colega me perguntou se pode existir uma amizade mesmo quando a outra pessoa não corresponda ao sentimento, e justificou explicando que seria um tipo de amigo virtual ou platônico. Eu nem pensei no assunto, imediatamente disse que “não”, porque acredito que a amizade é, antes de tudo, um sentimento partilhado. É o amigo que nos ajuda a ser quem realmente somos porque nos conhece profundamente e o conhecimento é fruto da partilha e companheirismo, o qual não se dá de uma hora para outra, muito menos se a segunda pessoa em questão não está disposta a viver a experiência.

Amigo é alguém que dar mais brilho e cor para tudo que vivemos, porque conhece nossas capacidades e limites e nos faz ir além do que imaginamos conseguir. Faz-nos rir e, às vezes, chorar; diz o que gostaríamos de ouvir e também o que não gostaríamos, mas está sempre conosco e é isso que o torna tão importante. Para o amigo não exitem segredos nem mistérios, somos livres e, portanto, plenos e felizes ao seu lado. Estão aí algumas das razões pelas quais eu não posso afirmar que uma amizade não correspondida seja real. Entre os milhares que nos seguem pelas redes sociais, por exemplo, alguns são amigos, mas não posso afirmar que todos o são, pois amizade é coisa séria e exigente, necessita de cultivo e dedicação, vai além do virtual, tem suas raízes na realidade do que sou. Em Eclesiático 6, 6, lemos: “Dá-te bem com muitos, mas escolhe para conselheiro um entre mil. Se adquirires um amigo, adquire-o na provação, não confies nele tão depressa… Um amigo fiel é uma poderosa proteção: quem o achou, descobriu um tesouro”.

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Quando comparo a amizade com uma árvore, consigo definir melhor este sentimento, pois ambas necessitam de cuidados especiais para lançar raízes, crescer, florescer e dar frutos.

Observo que, com o passar do tempo e o desenrolar dos acontecimentos, as raízes que traçam o chão da minha história e me sustentam firme durante os ventos e vendavais da vida são provas de que verdadeiros amigos, ao passarem por mim, deixam marcas que nem o tempo nem a distância conseguem apagar. Quem não se lembra, por exemplo, daquele amiguinho da escola, cúmplice em todas as horas? Ou da turma do bairro, aqueles com os quais dividíamos sonhos, lanches, brinquedos, lágrimas e sorrisos?

Amigo de verdade é uma espécie de irmão! Ao seu lado é fácil ser feliz. Mesmo em momentos difíceis, o amigo tem o dom de trazer leveza aos nossos sentimentos. É alguém que dá e não espera retorno, ou melhor, se dá sem esperar recompensas. Sente o que sentimos, compreende o que pensamos, mesmo quando nem nós conseguimos expressar. O amigo é o sol que enxuga nossas lágrimas. É aquele que percebe, pelo olhar, nossos desejos, disfarces, alegrias e medos. Tem a palavra certa na hora certa, ou o silêncio certo na hora certa. Além disso, tem também o dom de nos fazer ser quem somos, nos conhece tanto que nos leva sempre de volta à nossa essência.

É difícil continuar definindo a amizade, mas isso não vem ao caso agora. Basta saber que cada amigo é um dom de Deus em qualquer tempo e lugar. Quando viajo e conheço lugares bonitos, por exemplo, em fração de segundos, vou identificando, em algum recanto das minhas lembranças, a presença de meus amigos. Lembro-me dos que se identificariam com aquele lugar, aquele clima, entre outros. Sinto vontade de tê-los ao meu lado nas diversas fases da vida e vou procurando um jeito para isso, já que a vida segue seu rumo. De vez em quando alguma cena, música, flor, fase da lua, mar, comida, paisagem tornam-se meios para avivar a lembrança de meus amigos.

E você gosta de cultivar suas amizades? Que lugar este sentimento ocupa em suas lembranças?

Hoje talvez seja um dia propício para identificar as raízes da verdadeira amizade que estão dentro de cada um de nós. É dia de agradecer a Deus por cada amigo que temos, e agradecer a cada amigo por tornar nossa vida melhor. Expressar nosso afeto, quebrar a distância, reavivar a chama do amor puro e sincero, próprio da amizade.

Conquistar novos amigos é bom e importante; ter muitos seguidores virtuais nas redes sociais e cultivar um relacionamento sadio com cada um também tem seus méritos, porém, amizade, como dom de Deus, vai além disso. É arvore que um dia era semente e germinou no solo do nosso coração, foi cultivada e cresceu. Lançou raízes no solo da nossa história, por isso, faz parte de nós.

Aproveite este dia para fortalecer os laços de amizade que fazem parte da sua história, agradeça aos seus amigos pelo bem que lhe fazem sem se esquecer de lhes dizer o quanto são importantes.

Edson Henrique é enfermeiro e ministra palestras sobre comportamento humano.

Sempre é hora de ajudar ao próximo


Hoje, 19 de julho, comemoramos o Dia da Caridade. Há quem a considere um sentimento, outros uma virtude. Para falar a verdade, não estou muito preocupado com a definição da palavra. O mais importante é descobrir como podemos exercitar a nossa benevolência diariamente.

Acredito que todas as religiões estimulem atos de solidariedade. E não poderia ser de outra forma. É dever moral de todos os indivíduos compartilhar o bem aos que precisam de nossa ajuda. Sem esperar qualquer tipo de reconhecimento ou retribuição pela ação. Afinal, temos tanto a agradecer a Deus pelas graças que recebemos a todo o momento, mas nem sempre nos damos conta disso.

Artigo Caridade

Irmã Dulce, Madre Thereza de Calcutá, Chico Xavier são algumas referências quando o assunto é caridade, seguindo o exemplo de Jesus. Essas pessoas dedicaram suas vidas ao próximo literalmente e tudo por amor. Isso só vem comprovar a máxima de que o desejo de amar o próximo deve vir de dentro do coração.

De acordo com informações da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), ainda existem 20 milhões de brasileiros que vivem na mais extrema pobreza. Sendo uma oportunidade para por em pratica projetos assistenciais.

Então, que tal exercitar sua solidariedade?  Voce pode começar com pequenas ações. Há um mundo de possibilidades para escolher. Pode ser, por exemplo, visitas a asilos para conversar um pouco com idosos, a hospitais e orfanatos. Garanto que em todos esses lugares, haverá os que aguardam ansiosos por um pouco carinho e atenção. E uma coisa é certa quem ganha é você.

Marcelo Carvalho é jornalista profissional especializado em Marketing Empresarial e Comunicação Corporativa.

A violência psicológica e afetiva e algumas das suas consequências


Violência psicológica é um tipo de agressão que, em vez de machucar o corpo da vítima, traz danos a seu psíquico e emocional, fere o equilíbrio afetivo, a capacidade de tomar decisões e o estado de bem-estar necessário que para que o indivíduo possa viver com dignidade.Esse tipo de hostilidade não deixa sinais físicos, por isso não é tão perceptível, mas, por vezes, imprime marcas negativas tão profundas em quem a sofre, que abalam e traumatizam pelo resto da vida.

Um fator que está geralmente ligado à violência psicológica é a dependência afetiva da vítima. De alguma forma, o agredido vê, na brutalidade do agressor, um tipo de segurança para ele. A carência afetiva o faz manter uma certa cumplicidade com tais sofrimentos, associa que o parceiro com temperamento explosivo é o protetor, o ciume patológico como demonstração de quem quer manter o relacionamento a todo custo e as ameaças como que gestos desesperados de amor.

Outro ponto é que a pessoa dominada, na maioria das vezes, tem baixa autoestima, um provável reflexo de opressões e angústias vivenciados em seu histórico.

A violência psicológica é crime, está lá no artigo 7º da lei Maria da Penha: “Constrangimentos, ridicularização e perseguição, entre outras ações causadoras de danos emocionais”. Contudo, a complexidade em definir, por exemplo, o que é uma crise de relacionamento da agressão moral e psíquica, torna difícil trazer à tona provas que a identifiquem.

Não somente os casais vivem esse tipo de problema, mas crianças, pessoas deficientes e idosos que dependem dos cuidados de outros. Estes, não raramente, sofrem por negligência, impaciência e intolerância dos seus responsáveis. Também eles podem sofrer os tipos de violência abaixo relatados.

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Fotos: divulgação

Agressões

– Violência verbal: caracteriza-se por proferir xingamentos, obscenidades ou palavras que desclassificam e julgam o outro incapaz.

– Indiferença: é o comportamento neutro, a omissão ou o descaso com a vida e as necessidades do outro, o que, por vezes, machuca mais do que o ódio declarado.

– Intolerância ou discriminação: despreza as características, a cultura, os valores e a crença do outro.

– Perseguição: disposição em causar dano ou mesmo só o escárnio a alguém de forma sequencial, quando não basta agredir ou ridicularizar apenas uma vez. Numa palavra mais moderna, é o famoso bullying.

– Chantagem: condicionar o bem que se pode fazer ao outro, isentá-lo de punição ou suprir uma de suas necessidades mediante uma retribuição ou satisfação imoral para o agressor.

– Causar dependência do outro: acontece quando uma pessoa identifica (ainda que inconscientemente) a carência afetiva do outro e usa disso para oprimir, sufocar e impor suas vontades na vida dele. Não esqueçamos que angustia termina quando partimos para a ação.

Partir para a ação ou não só depende de você

Edson Henrique é enfermeiro e ministra palestras sobre comportamento humano.

Você quer morar sozinho?


Com disciplina, força de vontade e organização tudo fica bem mais fácil

Já pensou em ter seu próprio espaço? Não estou falando do seu quarto não meus amigos (as) leitores (as). Refiro-me a um apartamento ou casa que seja só sua. Independente de ser própria ou não. Onde você ficará responsável pelas despesas, manutenção etc. Bem, acho que poucos são os que não sonham ou já pensaram em morar só. Mas, essa inciativa é tão simples como se pensa? Podem ter certeza que não meus caros leitores.solteiro

 

Quando o assunto é morar sozinho, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nos mostra que, em 2014, eram 70 milhões de brasileiros, detalhe 43,4% dessas pessoas tem mais de 60 anos. Em 2004, eram 56,2 milhões de brasileiros que moravam sós. Ainda segundo o Instituto, ao longo de dez anos, a proporção de jovens entre 20 e 29 que mora só caiu de 1,4% para 9,6% em 2014. Já na faixa etária, entre 25 e 34 anos, essa proporção subiu ao passar de 21,2% em 2004, para 24,3% em 2014.

Estatísticas a parte, ao decidir pela moradia solitária é importante se preparar tanto financeiramente como psicologicamente. Uma pessoa oriunda de uma família relativamente grande vai estranhar com certeza uma casa vazia. Se com o passar do tempo, ela vai se adaptar a nova realidade aí já é outra história.

Falando no campo monetário é importante se organizar para conseguir arcar com os gastos com aluguel e até de condomínio. Lembre-se que também haverá gastos com alimentação e até com diarista, isso se você não gostar muito de serviços domésticos. Ou seja, você terá que manter as finanças bem controladas.

Para colaborar com esse divisor de águas, separamos algumas dicas que serão bem úteis. Veja abaixo:

  • Respeite seu lar – cuide bem do seu cantinho e reserve um tempo na sua agenda para se dedicar a ele, ou seja, mantenha-o sempre limpo, arejado e bem iluminado;
  • Cuidado com estranhos – não convém levar pessoas estranhas para a sua casa. Lembre-se que a violência está maior a cada dia e nunca se sabe o que vai ao coração e na mente dos outros;
  • Não abuse dos fast foods da vida – esses alimentos são extremamente gordurosos, não alimentam e podem gerar doenças como úlceras, gastrites etc. Dê preferência a comidas mais saudáveis como, por exemplo, saladas, bifes grelhados e sopas;
  • Evite se isolar – morar sozinho (a) não precisa ser sinônimo de abandono e solidão. Você pode, por exemplo, escolher um dia da semana para convidar os para um almoço ou jantar em sua casa. Ou, então, tirar um dia para ir até a casa dos seus pais, por exemplo, para matar a saudade e por os assuntos em dia. O que acha da ideia?
  • Cuide da saúde – Estipule horários para alimentação, descanso, passeios, estudos etc. Essa rotina ajuda muito ao organismo manter-se saudável.

Seja por pura necessidade ou apenas por opção, morar sozinho pode ser uma experiência enriquecedora. Basta criar algumas regras básicas e agir com disciplina. Assim as possibilidades de êxito são maiores.

 

Marcelo Carvalho é jornalista profissional especializado em Marketing Empresarial e Comunicação Corporativa.

Traição: um dos flagelos de toda relação


Ah, o amor está no ar! E, principalmente quando o Dia dos Namorados está próximo. Sentir-se apaixonado (a) é mesmo uma das melhores sensações da vida. Tanto que, quem ainda não está geralmente sonha em ficar. Mas, nem tudo são flores numa relação, pois existem alguns flagelos que podem ofuscar seu brilho. A traição talvez seja um dos mais cruéis. E como podemos evitar que ela ocorra? Se comprovada como devemos agir? Trair e ser traído (a) é normal? Muitos são os questionamentos.

A traição é mesmo um assunto atemporal.  Segundo especialistas em relacionamentos, 60% dos casais atravessam uma crise que podem estimular uma famosa “pulada de cerca” de um deles ou até de ambos. Essa situação é um tanto complicada. Afinal, quem trai uma vez pode gostar experiência e decidir incluí-la em suas atividades rotineiras.

Enganar o parceiro (a) é uma ação pouco louvável, para a maioria das pessoas. Entretanto, dificilmente tenta-se descobrir o que leva uma alguém a ser infiel. Normalmente, as justificativas são, perdoe-me a sinceridade, um tanto absurdas. Entre elas, destaca-se: curiosidade, busca por aventura, autoafirmação, oportunidade, impulso, carência, para dar o troco, variar e chamar a atenção.

Além dos prejuízos à relação, uma “pulada de cerca” também pode trazer consequências negativas à saúde. Há muitos casos de contaminação com (DST) doenças sexualmente transmissíveis originados por encontros extraconjugais. Sem falar nos crimes passionais motivados pela desconfiança ou pela comprovação de traições.

Portrait of young woman and man outdoor on street having relationship problems

Fui traído (a) e agora?

O importante é manter a calma. Não dá para imaginar qual o impacto que tal acontecimento causará a sua relação. Há casos que a união pode ficar tão desgastada que o único remédio seja realmente cada um seguir o seu caminho. Há quem garanta que tal descoberta pode servir de incentivo para que a relação melhore.

Uma coisa é certa: o casal precisa conversar francamente sobre o ocorrido. Quem errou precisa assumir o engano e a outra parte perdoar se for do seu interesse. Sem isso, não é possível seguir em frente.

Algumas dicas para quem decidiu superar uma traição

  • Não jogue a culpa no outro;
  • Questione a responsabilidade;
  • Descarte a amnésia;
  • Não se vitimize;
  • Filtre a opinião dos amigos;
  • Fuja do efeito chiclete;
  • Evite a paranoia;
  • Fuja de filmes românticos;
  • Preserve-se;
  • Não se baseie em experiências alheias;
  • Cuide da própria vida;
  • Aposte em mudanças;
  • Invista na autoestima,
  • Acredite no amor.

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Lembre-se que perdoar pode não ser o suficiente para superar uma traição. Entretanto, talvez seja o ponto de partida para virar a página, elevando seu relacionamento para um patamar ainda mais digno e feliz. Cabe a vocês decidirem se vale a pena tentar.

Fotos: divulgação

Corretor de imóveis: saiba escolher o seu


Apesar a crise econômica  que afeta o nosso país, o número de pessoas em busca da casa própria cresce cada vez mais. Mesmo com todas as estatísticas positivas, a compra de um imóvel é uma realização que, na maioria das vezes, acontece apenas uma vez na vida de um brasileiro, e para que este momento tão sonhado não se transforme em pesadelo, é necessário tomar uma série de cuidados antes de fechar um negócio.

Vários fatores influenciam na escolha do imóvel no momento da compra. Preço, região e tamanho são algumas das preocupações da maioria da população, mas todas elas podem ser compartilhadas e facilitadas com uma ajuda fundamental: do corretor de imóveis.

Escolher o profissional que vai acompanhar esse momento é importante para ter a melhor assistência e evitar transtornos com os trâmites das negociações. Um bom corretor vai além do processo de compra e venda do imóvel: ele defende o interesse do comprador, facilita a negociação e oferece a maior tranquilidade para que este importante momento seja o mais prazeroso possível.

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Ao buscar pelo profissional ideal neste processo, tenha em mente alguns requisitos:

  • Especialista na região: um corretor que conhece profundamente a região onde o imóvel está localizado estará apto a esclarecer todas as questões relevantes, tanto sobre o preço de mercado da região, a arquitetura do prédio e localização de pontos estratégicos, como mercados, farmácias e hospitais;
  • Disponibilidade e experiência: cada pessoa tem necessidades diferentes. É dever do corretor entendê-las e ter disponibilidade para ajudar em qualquer dúvida. Um bom corretor irá perguntar, por exemplo: Porque você precisa vender seu imóvel? Qual o seu tempo para a negociação? Quanto você tem para investir? O que está motivando a locar um imóvel?;
  • Acesso a tecnologias avançadas: um software de gestão oferece organização, agilidade e estatísticas, que otimizam as tarefas do bom corretor de imóveis e influenciam diretamente na qualidade de seu trabalho. Quanto mais recursos o profissional tiver, melhores serviços serão oferecidos aos seus clientes;
  • Certificação e referências: o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) promove cursos que certificam os profissionais. Educação e experiência são recomendações preciosas. Se informe se o profissional possui o número de inscrição do Creci e busque referências;
  • Relação de confiança: transparência das informações, tanto sobre os imóveis tanto quanto sobre a metodologia de seu trabalho, é a palavra chave para conduzir o processo sem estresse e ter certeza que as boas decisões serão tomadas;
  • Consultoria completa: um bom profissional dever ter a capacidade de fornecer atendimento personalizado, envio de feedbacks, produtos financeiros e apoio jurídico, entre outros;
  • Atendimento pós-venda: a função de um bom consultor é de também obter a certeza que seus negócios acontecem de uma maneira eficaz, desde o primeiro contato até a conclusão da venda. É importante que o corretor esteja disponível para ajudar com detalhes sobre como e onde encontrar determinados serviços após a mudança.

 

Tomar certos cuidados pode reduzir e muito as chances de ter dores de cabeças e prejuízos futuros com a contratação de uma pessoa mal intencionada para auxiliá-lo na sua transação imobiliária. Boa sorte!

 

 

A arte de elogiar


Do mesmo modo como é fundamental perceber suas limitações e aprender a lidar com o não, ser reconhecido por ter realizado algo positivo é importante para a criança desenvolver sua auto-imagem positiva e saber que é capaz de produzir coisas boas. Os elogios aumentam a confiança e servem para mostrar habilidades que devem ser constantemente melhoradas.

Por Márcia Mattos

Muito se fala sobre a importância do “não” para a formação da criança – sem dúvida não se pode crescer sem a noção dos limites, sem entender que não se pode tudo o tempo todo, e isso é aprendido através da delimitação de regras. Hoje, porém, vamos abordar outro elemento também necessário na educação dos filhos: o elogio.

Do mesmo modo como é fundamental perceber suas limitações e aprender a lidar com o não, ser reconhecido por ter realizado algo positivo é importante para a criança desenvolver sua auto-imagem positiva e saber que é capaz de produzir coisas boas. Os elogios aumentam a confiança e servem para mostrar habilidades que devem ser constantemente melhoradas.

A cultura de valorizar as qualidades e as atitudes positivas deve ser incorporada à prática familiar. O elogio serve como uma injeção de ânimo para continuar melhorando. Mas quantas vezes não se perde a oportunidade de elogiar, de valorizar uma atitude do filho, porque nosso olhar já está “viciado” somente para os erros? E criticar, para alguns, é bem mais fácil!

Todo mundo gosta e precisa receber elogios, pois “faz bem ao ego”. No entanto, é preciso cuidado para não banalizar esta prática, pois como diz o ditado: “tudo o que é demais enjoa” e eu acrescentaria: pode estragar!

Quem nunca ouviu que é importante elogiar os desenhos ou qualquer outra produção da criança? Sem dúvida é importante para o seu crescimento, reconhecer-se capaz de produzir coisas bacanas, correndo o risco de travar sua criatividade e iniciativa caso ouça críticas severas, mas o elogio deve ser na medida, sem exageros, e acima de tudo: verdadeiro. A criança não é boba, ela mesma sabe quando o que fez não está lá essas coisas!

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Por incrível que pareça, elogio em excesso e por tudo pode atrapalhar. Em determinadas situações, ao invés de funcionar como estímulo, pode até despertar algum tipo de constrangimento ou ainda a autocobrança excessiva. A criança pode tornar-se dependente dele e exigir aprovação o tempo todo. Também pode, de tanto receber elogio, se achar superesperta e especial, chegando a ponto de aborrecer os outros com sua arrogância!

Portanto, tenha cautela! Algumas atitudes que já são esperadas da criança como: arrumar o quarto, guardar seus brinquedos, tomar banho no horário determinado, fazer o dever etc, quando realizadas com autonomia podem ser valorizadas e reconhecidas, mas dispensam elogios excessivos e diários, afinal, não se pode supervalorizar comportamentos básicos e que foram combinados previamente.

Use e abuse dos elogios para os momentos especiais como os de demonstração de aprendizagem dos valores, da filosofia da família e não para os momentos de demonstração de obediência. Por exemplo, imagine que seus filhos estão brigando na sala pelo controle remoto e você pede que João dê o controle à Luis porque este chegou primeiro. João te obedece. Legal! Mas não há necessidade de se rasgar em elogios por isso.

Mas, seu filho está na sala assistindo a um programa que adora, chega sua avó querendo assistir outra coisa e ele, sem que ninguém peça (ou mande) cede, gentilmente, o controle. Aí vale o reconhecimento orgulhoso dos pais por perceberem que seu filho aprendeu a respeitar os mais velhos, a receber bem as pessoas em sua casa etc. Esse elogio é extremamente válido, importante e sem dúvida, verdadeiro.

Não perca a oportunidade de falar de seu orgulho e admiração por determinada atitude de seu filho, mas na medida.

Márcia Mattos é psicopedagoga da Clínica Apprendere

Voce é sincero mesmo ou apenas grosseiro?


Estava no Facebook conferindo e curtindo as postagens de meus amigos, quando me deparei com um post que dizia o seguinte: “Sinceridade é uma arma perigosa. Se você usa demais, as pessoas se afastam. Se utiliza pouco, os falsos se aproximam.” A mensagem ficou um tempo em minha mente, me obrigando a refletir sobre o que seria de verdade a sinceridade, e da sua real importância em nossas vidas.

Garanto que você já ouviu algumas pessoas fazendo a seguinte afirmação: “Sou franco e falo tudo na cara.” Bem, quem sou eu para criticar as pessoas que costumam dizer a verdade sem temer as consequências? Entretanto, devemos tomar muito cuidado, pois ser sincero é necessário, mas saber como falar é demonstração de amadurecimento emocional e intelectual.

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Está comprovado, que as palavras possuem uma força muito grande. Elas podem levar um indivíduo ao céu ou jogá-lo no chão, dependendo da forma que são disparadas. Mas, voltando a minha pergunta inicial: “Voce é sincero mesmo ou apenas grosseiro”? Por que na maioria das vezes quem afirma, com orgulho, ser sincero, o faz nos momentos mais inoportunos possíveis? Atitudes assim acabam levando os demais a ter a certeza de que o tal sincero é na verdade deselegante, agressivo, arrogante e descontrolado, entre outros “predicados” nada edificantes.

Alguém pode até questionar: “Então devo ser falso para agradar?”. Claro que não! Seja apenas cortez e diplomático. Você conseguirá dizer a verdade e ser franco, sem fazer uso de doses desnecessárias de agressividade ao falar.  É óbvio que em algumas situações será necessário pegar pesado e dizer o que se pensa sem rodeios. Porém, isso não acontecerá muito. Espero !

Marcelo Carvalho é jornalista profissional especializado em Marketing Empresarial e Comunicação Corporativa.

 

E aí? Já reciclou seu lixo hoje?


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Somos o terceiro país no mundo que mais gera lixo (Estados Unidos estão em primeiro lugar, seguidos da China). Estatísticas falam em 220 milhões de toneladas/dia, em torno de 1,2 quilo diário por pessoa. E os estudos mostram que só 58,% do lixo recolhido têm destinação adequada; 41,7% vão para 1.569 lixões e “aterros controlados” em 3.344 municípios. São Paulo gera 18 mil toneladas diárias de resíduos.

O que fazer com o lixo produzido diariamente nas cidades? Esse continua sendo um dos grandes desafios da humanidade. Uma saída inteligente é investir na reciclagem, que pode gerar renda e empregos além de uma melhor qualidade de vida para população.

Reciclar é transformar objetos e materiais usados em novos produtos para o consumo. Esta necessidade  foi despertada pelos seres humanos, a partir do momento em que se verificou os benefícios que este procedimento trás para o planeta Terra.

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No processo de reciclagem, os materiais mais recuperados são o vidro, o alumínio, o papel e o plástico. Esta ação contribui para a redução significativa da poluição do solo, da água e do ar. Muitas indústrias estão reciclando materiais como uma forma de reduzir os custos de produção.

Um outro benefício da reciclagem é a quantidade de empregos que ela tem gerado nas grandes cidades. Muitos desempregados estão buscando trabalho neste setor e conseguindo renda para manterem suas famílias. Cooperativas de catadores de papel e alumínio já são uma boa realidade nos centros urbanos do Brasil.

O alumínio, por exemplo, pode ser reciclado com um nível de reaproveitamento de quase 100%. Derretido, ele retorna para as linhas de produção das indústrias de embalagens, reduzindo os custos para as empresas. De acordo com informações da  Associação Brasileira do Alumínio – ABAL e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade – ABRALATAS, reciclamos 289,5 mil toneladas de latas de alumínio para bebidas, das 294,2 mil toneladas disponíveis no mercado em 2014, crescimento de 12,5% em relação ao ano anterior. Com isso, o índice de reciclagem de latas de alumínio para bebidas atingiu 98,4%, mantendo o Brasil na liderança mundial desde 2001. Segundo dados das duas entidades, foram recicladas no ano passado 22,9 bilhões de embalagens, o que corresponde a 62,7 milhões/dia, ou 2,6 milhões/hora.reciclagem (1)

Muitas campanhas educativas têm despertado a atenção para o problema do lixo nas grandes cidades. Cada vez mais, os centros urbanos, com grande crescimento populacional, tem encontrado dificuldades em conseguir locais para instalarem depósitos de lixo. Portanto, a reciclagem é uma solução viável economicamente, além de ser ambientalmente correta. Nas escolas, muitos alunos são orientados pelos professores a separarem o lixo em suas residências. Outro dado interessante é que já é comum nos grandes condomínios a reciclagem do lixo.

Polícia de Paris testa aeronaves a controle remoto para combater o crime


A polícia da capital da França, Paris, vai testar o uso de aeronaves operadas por controle remoto para monitorar áreas consideradas perigosas.
A secretaria de Segurança Pública parisiense já lançou uma licitação para fabricantes que queiram participar dos testes.
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MH370: drone submarino fará buscas no fundo do marEntre as possíveis aplicações dos drones estariam coleta de provas sobre tráfico de drogas, localização de fugitivos e observação de manifestações.
Inicialmente, o potencial dos drones deve ser testado em operações específicas. A primeira experiência deve acontecer em um estádio esportivo nos arredores de Paris.
“Poderemos utilizar os drones para recuperar informações em zonas de risco”, disse Philippe Caron, da direção operacional de serviços técnicos e logísticos da polícia parisiense.