“Se é arte, estou dentro”


Ele é de Camacã (BA), foi modelo, é arquiteto, artista plástico, pintor, bailarino e ator de cinema. Antônio Carlos Moura é um dos muitos talentos baianos que com muito estudo e esforço vem marcando presença no cenário brasileiro. “A gente não vê uma grande valorização do trabalho do artista”, lamenta. Moura se prepara para a próxima exposição “Ave Avis Rara” e também para mais uma produção cinematográfica: ‘Um velho amigo do mar’, no qual dará vida a um velho pescador. Quer conhecer melhor esse artista? Então não perca mais tempo e leia a entrevista abaixo.

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Blog Carvalho News – Você foi modelo, é artista plástico, ator, bailarino e fotógrafo. Quando descobriu que possuía esses múltiplos talentos?

Antônio Carlos Moura – Como artista sempre fui autodidata. Desde criança  gostava de pintar, desenhar e procurei por conta própria adquirir livros que ensinavam técnicas de desenho e pintura. Sou uma pessoa muito curiosa em relação à arte. Costumo dizer que se é arte eu estou dentro.

BCN – Morar distante de grandes centros urbanos é empecilho à carreira artística?

Antônio Carlos Moura – Um pouco porque no interior a gente não sente uma grande valorização ao trabalho do artista até pelo fato da nossa região, passar por uma situação econômica complicada devido a crise. Há também a crise motivada pelo declínio do cacau, a maior riqueza econômica dos municípios do Sul baiano. Outro empecilho, às vezes,  é a falta de visão dos políticos que consideram sempre a arte algo supérfluo. Infelizmente, já tive a oportunidade de escutar um dirigente político falar que o importante é educação e saúde e arte é supérfluo. E não é bem assim, pois a arte direciona caminhos, cura, é o retrato da cultura de um povo, que é conhecido pelo o que ele realiza a nível cultural e isso podemos observar em países europeus e na América do Norte onde a cultura é extremamente valorizada.

BCN – Você é autodidata em pintura. De onde vem sua inspiração? E como é seu processo criativo?

Antônio Carlos Moura – Em pintura sou autodidata. Em artes, sou curioso e gosto de tentar várias técnicas, mas encontrei na colagem minha expressão artísticas por isso venho trabalhando com ela. A inspiração vem  de tudo. Seja a beleza, alguma mensagem que se gostaria de passar. Eu gosto sempre de realizar uma exposição com um tema, um conceito. No “Faces da Beleza Negra e Mestiça”, escolhi esse tema porque foi um dos primeiros trabalhos, que realizei em colagem, colagem arte como eu chamo. A beleza negra e a mestiça são uma beleza de traços raros e marcantes e a gente passa um momento, a nível mundial, onde evoluímos muito no sentido científico e tecnológico, mas nas relações humanas e sociais ou paramos de evoluir ou retrocedemos. Hoje em dia, vemos pessoas negras sendo humilhadas em redes sociais e estádios de futebol. Onde fica a evolução do ser humano? A gente sabe que a base de toda relação humana é o respeito. Se você quer ser respeitado, tem que respeitar o seu próximo.

 

Mais da carreira de Antônio Carlos Moura

BCN – Em 2015, você lançou a  exposição “Faces da Beleza Negra e Mestiça”. Como surgiu a ideia de apresentar suas peças de arte desta forma?

Antônio Carlos Moura – Vi alguns trabalhos de Derek Gores, Anderson Thieves e Vik Muniz e resolvi experimentar. Acabei descobrindo a minha maneira de trabalhar com a colagem, que é diferente das desses artistas. Acho que cada artista tem a sua forma de trabalhar e a minha colagem é diferente de todos os outros. Acredito que a colagem tem  um colorido vibrante, algo que nenhuma outra técnica oferece. Por isso que a escolhi para desenvolver minhas obras.

BCN – É possível viver exclusivamente da arte no Brasil?

Antônio Carlos Moura – Existem alguns poucos que conseguem viver, mas infelizmente aqui na nossa região ainda não é uma realidade. Eu, por exemplo, não conseguiria viver exclusivamente da arte aqui no momento, mas isso não me desanima. A gente sabe que é um caminho longo a ser percorrido. Quando você tem o talento reconhecido ai pode alcançar esse status e conseguir viver exclusivamente de arte.

BCN – Sabemos que você integra o elenco de uma produção cinematográfica. O que pode nos falar desse novo personagem?

Antônio Carlos Moura – Trabalhei como gestor de Cultura aqui em Camacã, de 2013 a 2015. Nesse período, participei de alguns fóruns de cultura pela região até Feira de Santana. Nesses eventos, em algumas mesas de trabalho você desenvolve alguns temas e depois tem que apresentar. Em um deles também participava o diretor J. Melo de Ubaitaba. Ele viu minha apresentação, gostou muito e de início me convidou para fazer uma ponta no filme. Depois ele sentiu um certo potencial em mim e me convidou para fazer o vilão do filme “Cobiçado coração de um homem“. J.Melo realiza um filme todo o ano, com tema e atores regionais. O que ele quer? Que as pessoas que assistem a produção se identifiquem com a estória, que reflitam sobre a realidade deles e se identifiquem com os personagens. Esse  ano ele me convidou para trabalhar na produção “Um velho amigo do mar” no qual irei interpretar um velho pescador, para isso estou deixando crescer a barba para ajudar a compor o personagem. É muito legal trabalhar com ele… Trabalhamos de forma voluntária. Ele consegue apoio das prefeituras onde se passa as filmagens e de alguns empresários. A gente aprende muito. Ele também consegue apoio de muitos jovens que trabalham no filme. É uma forma de exercitar o comprometimento, a disciplina, realizar alguma coisa. Isso é muito importante para a formação do jovem.

 

BCN – Já ganhou algum tipo de prêmio como ator?

Antônio Carlos Moura – Ganhei o prêmio de ator revelação com o filme “Cobiçado coração de um homem”. Esse ano estou me preparando para concorrer ao Prêmio de Melhor Ator.

BCN – Quais os projetos futuros?

Antônio Carlos Moura – Tem a minha próxima exposição, Ave Avis Rara, devo fazer o circuito Shopping Jequitibá, Fundação Itabunence de Cidadania e Cultura, Universidade UFSB a fazer o circuito  . Tenho um convite também para expor na Assembleia Legislativa de Salvador, e isso deve ocorrer mais para o final do ano e também vou atuar no filme do J. Melo, “Meu Amigo do Mar”. Eu tenho o meu instagran @antoniocarlosmoura e através dele uma pessoa da Ilha de Sardenha,Itália, gostou do meu trabalho e encomendou quatro telas em colagem, que vou encaminha até maio e isso pode abrir um caminho para o mercado europeu. Quem sabe.

BCN – Qual o conselho que daria para os iniciantes no mundo das artes?

Antônio Carlos Moura – Não desista e invista em você. Invista em conhecimento, técnica em aprimorar o que você faz para que faça cada vez melhor. Dessa maneira você será reconhecido e terá sucesso. É um mundo complicado com grande concorrência. A gente sabe que nem sempre os mais talentosos chegam ao reconhecimento. Arte é vida e  enquanto a  gente viver sente a necessidade de produzir arte e que as pessoas gostem e apreciem o nosso trabalho.

 

 

Um talento baiano


A emoção de dançar ao lado de Áquila Silva

“Foi meio que por acaso… Áquila é uma menina que nasceu normal, mas em fase de crescimento pegou uma virose que a deixou com uma série de sequelas… inclusive um coágulo no cérebro. Ela é assistida pelo CRAS local e, ano passado, uma amiga em comum me convidou para realizarmos uma festa de aniversário para ela. Como toda menina gosta.. e teria uma dança.. então um dos facilitadores do CRAS seria o parceiro de dança de Áquila… mas ele faltou.. e de última hora me colocaram.. já que eu havia dançado eu um espetáculo. Topei por que Áquila é muito especial cativante. Fizemos tanto sucesso, que depois fomos convidados a nos apresentarmos em diversos eventos, inclusive em municípios vizinhos.. foram umas seis apresentações e esse ano já fizemos duas! O que a gente passa com nossa apresentação é que tudo pode ser superado.. você pode romper limitações com amor, carinho e dedicação”, Antônio Carlos Moura.

Thiago Matheus


Ele é paulista, tem 22 anos, é torcedor do São Paulo, sua comida preferida é a argentina e compõe desde os 16 e três dos seus vídeos já ultrapassaram a marca de 10 milhões de visualizações. Sim! Estamos nos referindo ao cantor Thiago Matheus. Quer conhecer um pouco melhor esse artista? Então leia a entrevista abaixo.

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Blog Carvalho News – Você compôs os hits: “Mãe, Tô Na Balada” do Trio Bravana, “I Love You” da dupla Marcos e Belutti, “Meia Noite e Meia” de Guilherme e Santiago e muitos outros. Sendo um dos compositores que mais arrecadam direito autorais no Brasil. Como é o seu processo de criação? De onde vem sua inspiração?

Thiago Matheus – Costumo iniciar uma composição a partir de histórias que meus amigos e familiares contam pra mim. Se eu acho engraçada, ou diferente, eu já anoto, porque ai quando eu estiver inspirado pra compor, faço as histórias virarem músicas.

CN  – “Pai tô em Marte” e “Catra para Presidente” superaram facilmente as 900 mil visualizações no Youtube. Qual o segredo?

Thiago Matheus – Elas foram minhas primeiras músicas. Na época nem banda eu tinha, nunca tinha subido em um palco. Hoje meus 3 clipes, “Pai Tô Em Marte”, “Catra Presidente” e “Moon Álcool” somados, passam a marca de 10 Milhões de Views, e isso me traz confiança pra seguir nesse caminho de lançar músicas diferentes e clipes mais diferentes ainda.

CN – Você é fã de Michael Jackson. O que mais admirava neste astro, e de que forma ele influenciou a sua carreira?

Thiago Matheus – Tudo o que Michael Jackson fazia era genial! E o que chamava muito minha atenção eram seus shows, por isso acho que me preocupo tanto com meu show. Desde a abertura até o encerramento existem coisas inovadoras. Nós queremos que o fã que assistiu ao show nunca se esqueça do que viu e ouviu naquele dia.

CN – “Moon Álcool” é seu primeiro cd e com certeza tem um valor especial para sua carreira, que só está começando e muito bem.  Como foi sua rotina durante a produção das faixas?

Thiago Matheus – O CD foi feito com muita calma, a gente foi aos poucos acrescentando mais músicas. Na medida em que a gente escrevia músicas que acreditávamos, a gente já ia pro estúdio gravar, e o processo de gravação é mais rápido, pois meu pai é meu produtor musical e o nosso estúdio é em casa.

CN – Seu pai é o produtor musical Giuliano Matheus, que já o auxiliou na composição de diversas músicas. Como é trabalhar ao lado do pai?

Thiago Matheus – É muito bom. Além de me ajudar nas composições de uma forma brilhante, ele também gerencia minha carreira, e isso me dá tranquilidade para trabalhar, porque eu só meu preocupo em cantar e compor, o resto ele faz, rs.

CN – Qual a importância da família na sua vida?

Thiago Matheus  – Total, moro com meus pais, e quando não estou viajando passo o dia todo com eles e com meu irmão, além da Bibi, nossa cachorrinha, rs. Aqui em casa todo mundo gosta de música e trabalha em prol da minha carreira. Acho isso muito legal!

CN – Você é um universitário de Publicidade e Propaganda. Gosta de estudar? Como consegue conciliar as aulas com sua carreira musical?

Thiago Matheus – Eu estou no meu último semestre, gosto da parte prática, de criar campanhas e etc. Confesso que teoria me dá sono, rs. Hoje faço aula só 2 dias na semana, por causa doa compromissos da carreira musical, mas esse ano me formo, eu prometi pra mim, rs.

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CN – Quais seus cantores preferidos?

Thiago Matheus – Michael Jackson, Guilherme e Santiago e Celine Dion.

CN – Além do sertanejo, quais os seus estilos musicais preferidos?

Thiago Matheus  – Eu gosto de música. Eu gosto de ouvir de tudo, absolutamente tudo! Gosto de forró, funk, reggae, axé, rock, pagode e todos os outros estilos.

CN – Sua parceria com o Mr. Catra foi inusitada, mas um sucesso. Existem algumas outras já previstas?

Thiago Matheus – Sim! Tenho muitos amigos na música, e muitos de outros estilos, então a galera pode esperar muita música boa e cheia de mistura!

CN – O que costuma fazer nas horas de folga?

Thiago Matheus – Procuro sempre estar estudando música e canto. Depois disso vou me divertir.

CN – Quais seus passatempos preferidos?

Thiago Matheus – Gosto de  jogar poker, jogar futebol, e assistir aos jogos do meu time, além de correr de kart. Essas são minhas paixões.

CN – Que tipo de mulher te atrai?

Thiago Matheus – Mulher simples, bem humorada, educada, e que se preocupa com as coisas que o ser humano realmente deveria se importar.

Que venha o Alma Sacra


Você já ouviu falar no  Alma Sacra? Ainda não? Bem, trata-se de um projeto multicultural/multimídia, ousado, que abrange vários seguimentos, pretendendo dessa forma unir vários polos da arte, fazendo um link entre a música, a literatura, e todas as outras ramificações artístico-culturais que englobam o projeto.

Para conhecer melhor a proposta, bem como, seus executores, o Blog Carvalho News decidiu ouvir o idealizador do projeto, o músico, compositor e produtor cultural Richie Harald, que atua no cenário carioca desde 1993, e os demais membros do grupo: Rafael Rocha, Mauro Oruam (Deadly Fate), Bil Martins (Hellish War/Dark Witch) e Alexandre Cannes (Out of Reality).

Blog Carvalho News – Como surgiu a oportunidade de integrar o Alma Sacra e quais expectativas com o projeto?

Alan Flexa: recebi o convite do Richie, para compor o time dos tecladistas, havia me perguntado se eu toparia entrar em um projeto audacioso. Não pensei duas vezes! Aceitei o convite e me senti muito honrado em fazer parte desta grande família que é o Alma Sacra. O Richie é uma pessoa visionária. Não tem medo De dar cara a tapa. Juntou grandes músicos nesse projeto. Fiquei imensamente feliz quando ele me chamou para produzir juntamente com Daniel Parente. Estamos escrevendo uma grande história na pagina de nossas vidas.

Oruam – conheci o idealizador deste projeto em um show do Deadly Fate em Natal, tivemos muita afinidade e então ele me convidou para participar da empreitada. Richie é um grande artista, sensível, guerreiro e com ideias extraordinárias, acredito que o Alma Sacra será um marco no cenário do Heavy Metal Mundial.

Alexandre Cannes – conheço o Richie já faz alguns anos, tocávamos juntos na cena aqui do Rio de Janeiro. Na época ele ainda integrava a banda Fatal Portrait e eu o Out of Reality. Ele já conhecia o meu trabalho, aí pude receber o convite diretamente.

Bill Martins –  certo dia o Richie entrou em contato comigo pelo facebook, trocamos umas ideias e ele fez o convite, que foi aceito no mesmo instante, pois achei muito interessante a proposta e eu também nunca havia participado de um projeto parecido com este.

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Richie Harald               foto: Ladyhammer

CN – Por que o nome “Alma Sacra”?

Richie Harald – O nome surgiu em decorrência de um livro que estou desenvolvendo, que conta a história de um Santuário (Alma Sacra) onde habitam seres que prestaram grandes feitos a humanidade. Neste livro, as almas que desencarnaram do plano terrestre formam uma espécie de cúpula em defesa da Terra e de invasões malignas. Na verdade, o nome é uma mesclagem da língua portuguesa com a Italiana. Muitos me perguntam se a banda é de cunho religioso, mas na verdade a história do Alma Sacra engloba religião, filosofia, psicologia, espiritismos e alguns assuntos  científicos. Trata-se de um trabalho musical em que a parte literária se intercala com a parte musical formando um trabalho conceitual e é por isso que é chamado Alma Sacra Project – Ópera rock. Cada vocalista representa um personagem como de uma ópera.

CN – Quem são os demais músicos que compõem o Alma Sacra?

Richie Harald – Daniel Parente (Clawgrinder) Guitarra/ Vocal – Ce ; Arthur Pessoa (SteelGard) PE – Vocal; Fábio Caldeira (Maestrick) SP – Vocal; Fábio Schneider (Dreadnox) RJ – Vocal; – Vocal; André Larbelle (Ex – Fatal Portrait – BR) RJ – Vocal; Mário Kohn – (Eyes of Gaia) SP – Vocal; Kleber Marcelino – (Mustang 65) RJ – Guitarra; Léo Barcellos – (Gato de Louça) RJ – Baixo. Rafael Rocha – Guitarra – RJ; Gabrielle Gabriels – (Vivaldi Metal Project/ Gabriels) Itália – Teclados, Matheus Lisboa – ( Victms of Fate) teclados,Irlanda. Erivelto Santos – ( Solo/Victm of Fate) Guitarras e Teclados- SP; Lúcio Amaral ( Arcanys, Frequencia Am) Guitarra – RN . Além dos demais músicos que estão participando da entrevista. Mas aguardem que teremos muitas surpresas nas gravações!

CN – As pessoas têm em mente que os roqueiros são revolucionários e politizados. Esse é o perfil dos integrantes da Alma Sacra?

Alan flexa – no meu caso posso dizer que sou um cara revolucionário, pela musica que faço. Não tenho regras para compor, sempre gosto de mesclar estilos além do metal, do qual sou eternamente grato.  Trabalho musica vanguardista eletrônica, musica medieval e folk

Oruam – Sim, somos formadores de opinião e não podemos ser alienados para assim transmitir o melhor da gente através da música.

Alexandre Cannes – Acho muito importante e saudável, que tenhamos conhecimento do quadro político que nos rodeia, pelo menos uma noção do que está acontecendo. Quanto ao revolucionário, não só no rock, mas em todas as instâncias da música, em estilos diversos a crítica política esteve presentem desde ‘Rage Agasint The Machine’ até ‘Nina Simone’. Pessoalmente, vejo mais o lado artístico, abordando temas mais emocionais.

Bill Martins – não me sinto revolucionário e politizado.

Richie Harald – não me envolvo em política, mas o termo ‘revolução’ aplico na tentativa de unir músicos de outros estados do Brasil e do exterior. No entanto, não tenho nada contra quem usa a arte como veículo revolucionário como nos casos dos artistas: Caetano Veloso, Gilberto Gil e Nina Simone. O foco do meu projeto não é este. Meu objetivo com esta obra é usar a música para fazer as pessoas curtirem a magia de seu conteúdo, apreciando a interpretação dos cantores e a forma como é tocada pelos músicos que constam no trabalho.

Rafael Rocha – A historia tem mostrado isso, muitas bandas nasceram com essa veia política, aqui mesmo no Brasil temos e tivemos bandas com esse conceito, o próprio Cazuza o Barão Vermelho na década de 80, o Alma Sacra já nasceu revolucionário. Todo o conceito da banda e os músicos envolvidos, a ideia sempre foi agregar e unir um movimento que estava bem segregado e fazer disso um carro chefe para futuras bandas.

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                                      Arte: Richie Harald

CN – Vocês mesmos compõem suas músicas? Como é o processo de composição?

Alan Flexa – como todo músico preciso de inspiração. Tenho uma teoria sobre o meu processo de composição : minhas musicas 90% são recebidas de algum lugar entre as esferas e assim canalizadas e transformadas e canções.

Oruam – não existe um critério, mas normalmente uma melodia chega pronta na minha mente. Em momentos de inspiração, que normalmente será o tema ou refrão da música, tento compor o restante baseado nisso, no final tento encaixar uma letra.

Alexandre Cannes – sempre penso no assunto e nas letras, que inspiram as melodias e a interpretação. Isso tudo é desenvolvido em cima da base instrumental, que é o que me define o tema da composição.

Rafael Rocha – Sim, temos um time muito competente, como a álbum é conceitual toda a história musical e dividida entre os membros, estamos diariamente conversando via Messenger e definindo cada passo e andamento das musicas.

Richie Harald – cada música é feita em cima dos capítulos do livro de uma forma resumida onde é passado o clima, cena e o enredo aos músicos, será assim nos três volumes do CD. Uma vez feito isso é feito os ensaios, faremos a pré-produção e a gravação onde os produtores Daniel Parente e Alan Flexa direcionarão para o que é produto final esteja dentro do conceito que é o rock progressivo heavy metal com acentuações de música medieval. Aproveito para apresentar o nosso line up de alguns estados do país e do exterior

CN – quais suas bandas prediletas?

Alan Flexa – tenho influencia de grandes bandas e músicos como: Vangelins, André Matos, Corccioli, Queen, Dio, Ozzy, Yes. Como produtor, sou bastante influenciado por Trevon Horn (ex – Yyes), Chirs Lord, George Matin (rip), charlie Bauerfeind e sascha Paeth.

Oruam – Scorpions, Vangelis, Wasp, Iron Maiden, Accept, Rhapsody of Fire, Helloween, Blind Guardian…

Alexandre Cannes – pô, são muitas! Mas posso dizer as principais, Iron Maiden, Bon Jovi, Helloween, Symphony X, Black Sabbath, Dio, Ozzy, Angra, Megadeth… a lista segue!

Bill Martins – são muitas, mas as que eu tenho escutado mais atualmente são Dio, Bathory, Iced Earth, Grand Magus e Ereb Altor.

Rafael Rocha – Particularmente eu escuto muitos estilos diferentes de 14 bis, Milton Nascimento a bandas como Winger, Metallica, Angra, Avantasia, Mirath , Sonata Arctica e Symphony X.

Richie Harald – são várias, dentro deste segmento atual do nosso trabalho, tem Angra, Sepultura, Symphony X, Iron Maiden, Black Sabbath entre outros.

CN – O perfil das bandas de rock brasileiras mudou nas últimas décadas?

Alan Flexa – sim. De uns tempos pra cá, percebemos mudanças, mas certamente sem nenhum avanço. Antes se agregavam valores culturais, hoje os valores são comerciais. Há tantas bandas magnificas nos escombros  dessa mídia que a cada dia nos empurram porcarias.

Oruam – temos grandes bandas, mas percebo poucas mudanças.

Alexandre Cannes – Mudou sim, vejo que a preocupação com uma boa produção, tanto do som, na sua elaboração, quanto ao material de apoio.

Bill Martins – creio que sim, e isso se deve muito a mudança do mercado fonográfico também,internet,MP3,etc…  Acho que,  atualmente, as bandas têm uma visão mais empresarial sobre a música, não é mais apenas algo   passional e inocente. Quem não investe no profissionalismo acaba ficando para trás. Mas uma coisa que não muda  é que quem faz Metal é porque ama realmente, e quem é verdadeiro continua firme sempre.

Rafael Rocha – não só as brasileiras, muitas bandas ao longo do tempo tiveram que se reinventar para poder seguir em frente, a cada dia surge um novo seguimento ou elemento musical e com a quantidade de informação disponível é necessário se reinventar a cada dia.

CN – Como vocês avaliam o atual cenário musical brasileiro?

Rafael Rocha – felizmente, vivemos em uma era digital então temos mais facilidade em divulgar nosso trabalho e o alcance ao publico é maior, na década de 90 e inicio dos anos 2000 era bastante difícil principalmente nosso estilo de opera rock tínhamos poucos veículos especializados, então acredito que mudou muito.

Alan Flexa – estamos a mercê, das grandes multinacionais da musica. Um Brasil tomado pelo funk e sertanejo ( infelizmente é o que vende nas rádios) e vem crescendo absurdamente a cada ciclo.

Oruam – a cena está cada vez mais competente, porém sinto um pouco de desunião entre os estilos diferentes, acho uma pena, pois estamos no mesmo barco. Já na Europa, por exemplo isso não existe, todos tocam no mesmo palco e se respeitam, bandas de Black Metal, Nu Metal, Thrash Metal, Hard Rock, Doom Metal, Folk Metal, White Metal, Metal Tradicional, etc. O pessoal é bastante unido…

Bill Martins – a nível de bandas o cenário vai muito bem ao meu ver, com varias bandas realmente boas, mostrando materiais cada vez mais profissionais. Por outro lado ainda falta espaço pra essa galera mostrar seu trabalho, como casas de shows que abram mais espaço pra som autoral.

Richie Harald  – o Brasil é um país com muitas influências de outros estilos musicais oriundas de musicas em torno mundo e esta mistura de culturas criou o desenvolvimento de músicos excepcionais, porém ainda é muito difícil ter o apoio de imediato do público e dos empresários deste nosso ramo, mas sou otimista quando se tem algo diversificado e que tenha música de conteúdo, perseverança e amor no que se faz!

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Luiz Caldas


Ele nasceu em Feira de Santana (BA), participa de shows desde os 10 anos e é considerado um dos grandes divulgadores da música baiana. Estamos falando de Luiz Caldas, cantor e compositor, que atravessa décadas sempre apresentando músicas que agitam multidões. O “Pai do Axé”, como é carinhosamente reconhecido, falou com a reportagem do Carvalho News sobre carreira, vida pessoal e outros temas interessantes. Quer saber mais? Então não perca tempo e leia a entrevista abaixo.

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Fotos: Divulgação

 

Carvalho News – Nas últimas décadas, temos observado o surgimento de muitos cantores (as) e bandas, mas também notamos o desaparecimento de muitos desses artistas. Por que isso ocorre?

Luiz Caldas – É o fenômeno da indústria cultural, que tem que lançar novidades para se movimentar. Isso é uma questão histórica

CN – O povo do Sudeste sentiu muito a sua falta durante algum tempo. O que houve?

Luiz Caldas – Eu me recolhi para reconstruir a minha produção musical e hoje me orgulho de lançar um disco por mês, e já são mais de três anos lançando canções inéditas. A prova está no meu site www.luizcaldas.com.br  Nesse período eu continuei trabalhando em outras regiões do Brasil, que é um país continental.

CN – Em 2010, você lançou o álbum “Tupi – Nheengara Recé Taba. Qual o seu vínculo com a nação indígena brasileira?

Luiz Caldas – Os índios são os verdadeiros descobridores do Brasil. Este disco em tupi é para dizer que aqui já existia um Brasil, bem antes da chegada dos portugueses. O meu vínculo com os índios é de reconhecimento e de gratidão por tudo que eles semearam, como as palavras que estão presentes na nossa língua corrente.

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CN – Você é um artista antenado com o cenário musical brasileiro. Qual sua avaliação do nosso atual momento, em relação às possibilidades de surgirem novas estrelas e astros da nossa música?

Luiz Caldas – Um Brasil é um país aberto às novas possibilidades porque somos musicais desde sempre. A avaliação é das mais positivas, porque temos as ferramentas tecnológicas para desaguar as novíssimas produções, por conta da Internet e das redes sociais, por exemplo. Além do mais, o público espera pelo novo e o novo existe em cada um de nós.

CN – O que significa para você ser o “Pai do Axé”?

Luiz Caldas – Reconhecimento por tudo que fiz para a música gerada na Bahia.

CN – Você é de origem pobre e teve que se esforçar muito para chegar onde está. Qual a melhor lembrança que guarda de sua infância?

Luiz Caldas – Brincar com a imaginação, transformando objetos em instrumentos musicais, como latas e cabo de vassoura.

CN – Quais os momentos mais marcantes da sua carreira?

Luiz Caldas – Todos os momentos valem para sempre, mas as apresentações no programa do Chacrinha, por exemplo, continuam presentes, pois Chacrinha além de acolher a minha musicalidade me disse, no camarim, que eu estava reinventando a música baiana. Ele estava fazendo uma premunição que terminou acontecendo.

CN – O que é sucesso para você?

Luiz Caldas – Sucesso é estar feliz com o que se faz. Eu faço um disco por mês e em estilo diferente e já são mais de 15 milhões de downloads desses discos. O sucesso, para mim, é isso, e passa pela minha felicidade.

CN – Fale-nos um pouco sobre o seu projeto atual: Malê no Mali.

Luiz Caldas – Malê no Mali é um disco de Axé Music que mostra que a alegria da Axé Music reina dentro de mim, desde sempre. Esta canção que batiza o disco é uma parceria com o poeta e escritor César Rasec, que também faz as capas dos meus discos mensais. Malê no Mali é um caminho para mostrar que a música não tem fronteiras e que a Bahia e a África estão unidas desde sempre.

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CN – O Luiz Caldas é politizado? O que tem achado das descobertas feitas pela Polícia Federal em relação à Operação Lava Jato, por exemplo?

Luiz Caldas – Sou totalmente politizado, mas deixo essa politização silenciosa dentro de mim.

CN -Como você tem encarado todo esse movimento de “moralização” do Brasil, que vem ocorrendo nos últimos anos?

Luiz Caldas – São etapas da democracia. São avanços que se consumam gradualmente.

CN – Quais seus projetos futuros?

Luiz Caldas – Manter a produção de um disco por mês, e não tenho prazo para dar um ponto final neste projeto musical, que é um projeto de vida. Creio que, no mundo, não tenha um artista com tantos lançamentos de canções inéditas como eu e em estilos diferentes. A cada dia, é fato, este projeto atinge outras pessoas e mais outras pessoas e o mundo saberá que um brasileiro se doou à música por amar a música e por ser música. O tempo está se encarregando de tudo. Vem agora em março um disco experimental com canções sensoriais ligadas aos elementos da natureza. Eu fico me reinventando a cada mês e agradeço a Deus por me dar essa capacidade de reinvenção.

 

Pablo


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Divulgação

Ele tem 30 anos, 15 de carreira, já lançou 13 CDs, 4 Dvds e possui uma agenda concorrida que lhe garante 25 apresentações mensais. Estamos falando do inventor do Arrocha, Agenor Apolinário dos Santos Neto, mas conhecido como Pablo A Voz Romântica. O cantor deu uma pequena parada e, gentilmente, recebeu a reportagem do Blog Carvalho News para uma entrevista. Você sabia, por exemplo, que ele admira o Esporte Clube Bahia, mas não torce para nenhum time de futebol? Saiba um pouco mais sobre Pablo lendo a entrevista a seguir.

 

Blog Carvalho News – Você atravessa um período de consolidação da carreira a nível nacional. Tem feito participações em programas importantes como, por exemplo, Altas Horas, Encontro, Estrelas e até novelas. Suas canções são executadas em todo o Brasil, além de fazer muitos shows. Enfim, Pablo se tornou sinônimo de sucesso. Esse era seu objetivo? Imaginava que isso aconteceria?

Pablo – Todo artista batalha na busca de reconhecimento. Graças a Deus, o público brasileiro e até do exterior abraçaram meu trabalho, minha carreira… Isso é gratificante!

 

BCN – O que o Pablo costuma ouvir? Quais seus cantores e  cantoras preferidos? Com quem gostaria de gravar uma música?

Pablo – Meu sonho era gravar com meus ídolos Zezé Di Camargo e Luciano.  Deus me deu essa oportunidade de conseguir. Temos a faixa “Chora não bebê”, desse trabalho atual.

 

BCN – São 13 cds, quatro dvds e, muitas músicas que são executadas frequentemente nas rádios. Como você seleciona o seu repertório?

Pablo –  Tenho parceiros que já sabem o que eu gosto e o que combina comigo. Meu escritório faz a seleção das músicas. Recebemos muitas canções.

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Ao lado dos ídolos Zezé de Camargo e Luciano                         foto: Magaly Moraes

 

BCN – Qual o maior desafio que você enfrenta ou enfrentou ao longo de sua carreira?

Pablo – O começo de tudo é sempre bem complicado. Chegar até o topo é difícil. Mas, manter nas paradas é mais difícil. Lutamos para isso acontecer.

 

BCN – Quais foram as principais pessoas que o auxiliaram para que chegasse onde está atualmente?

Pablo – Sem dúvidas os fãs. Sem eles não estaria aqui nunca. Eu costumo dizer que eles são os principais responsáveis pelo meu sucesso. A imprensa que nos ajuda muito. A família que entende a distância e a saudade. Minha equipe, por que ninguém chega sozinho a lugar nenhum. E também ao meu empresário, Josué.

 

BCN – Qual a melhor lembrança que você guarda da sua infância? Como era a vida do Agenor antes do sucesso?

Pablo – Eu não tive infância. Tinha que ajudar em casa. Desde muito cedo eu toco com meu pai nos bares de Candeias e região.  Era uma vida muito simples e pacata, com muita humildade. E graças a Deus, pude alcançar coisas muito boas e ajudar a  minha família.

 

BCN – O que costuma fazer quando não está se apresentando?

Pablo – Gosto de ficar em casa, pois sou muito caseiro. Curtir a esposa e os filhos pra mim, é o que eu preciso para recarregar as energias.

 

BCN – Quais suas perspectivas pessoais e profissionais?

Pablo – Eu sou grato por tudo que conquistei até aqui. Penso no lado profissional em gravar um DVD.

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No Programa da Sabrina   Foto: Divulgação

 

BCN – Há alguma diferença entre os públicos do Sudeste, Norte e Nordeste? Já  passou por alguma situação engraçada ou curiosa envolvendo público?

Pablo – O púbico é bem caloroso comigo. Independente da região. Claro que, eu gosto de cantar em casa. Amo fazer show na Bahia, e no meu Nordeste.

 

BCN –  Já se apresentou no exterior?

Pablo – Tivemos uma procura boa, mas não concretizou.

 

BCN – Já sofreu algum tipo de discriminação?

Pablo – Nunca

 

BCN – O Pablo é politizado? Como você avalia a situação política do Brasil?

Pablo – Vou confessar que eu sou alheio a isso. Claro que, sei das corrupções e da crise que o Brasil enfrenta na economia. Mas, é o que leio e assisto nos noticiários.

 

BCN – O que você espera para nosso país nessa próxima década?

Pablo – Que tenhamos governantes a nossa altura. Chega de fazer o pobre sofrer na saúde, na educação, nos transportes. Eu tenho fé que tudo vai ficar bem.

 

BCN – Se não fosse cantor e compositor, o que seria?

Pablo – Homem do campo. Sou bicho do mato.

 

BCN – Qual sua cor preferida?

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No Programa Encontro Foto: Divulgação

Pablo – Branca.

 

BCN – Tem um livro de cabeceira?

Pablo – A Bíblia.

 

BCN – Qual seu prato preferido?

Pablo – Comida baiana.

 

BCN – Qual o seu time de coração?

Pablo – Não torço para ninguém. Não ligo para futebol. Sou admirador do Bahia.

 

BCN – Qual a mensagem que gostaria de deixar para o seu público?

Pablo – Gostaria de agradecer o carinho ao longo desses anos e dizer obrigado por tudo.

 

 

Gisele Bündchen assina o maior contrato de toda sua carreira


Que a modelo gaúcha e brasileiríssima Gisele Bündchen é a mais bem paga do mundo, isso todo mundo já sabe — no mês passado, a revista Forbes estimou seus lucros em 47 milhões de dólares, valor que garantiu seu nome do topo da lista pelo oitavo ano consecutivo. Agora, Gisele assinou mais um contrato milionário com a marca esportiva Under Armour.
Nunca ouviu falar? Não tem problema — eles ainda são novos no Brasil, mas extremamente populares nos Estados Unidos. Recentemente, a marca anunciou planos para expandir o seu domínio em território brasileiro (podendo, inclusive, fechar um contrato com o São Paulo Futebol Clube para a próxima temporada).

Kate Middleton está grávida do segundo filho


A família real britânica anunciou nesta segunda-feira que a duquesa de Cambridge, Kate Middleton, está grávida do seu segundo filho.
O primeiro filho de Kate e do príncipe William, George, nasceu em julho de 2013.
Em um comunicado oficial, a família real afirmou que a rainha Elizabeth 2ª e todos os familiares estão contentes com a notícia.William e George estão na linha direta de sucessão ao trono real, depois do príncipe Charles. O novo filho entraria também na linha de sucessão, no quarto lugar, atrás de Charles, William e George.

Kate Middleton está sofrendo com fortes enjoos, a exemplo do que aconteceu na sua primeira gravidez. Ela está sob os cuidados dos médicos do Palácio de Kensington.
Os fortes enjoos fizeram com que Kate antecipasse o anúncio da gravidez em alguns dias, antes do período de 12 semanas, como é costumeiro na Grã-Bretanha. Isso já havia acontecido na primeira gravidez.
Kate Middleton sofre com uma condição conhecida como “hyperemesis gravidarum”, que afeta apenas 3,5 em cada mil casos de gravidez. A doença provoca forte desidratação, perda de peso e vômito.
A família real temia que a presença dos médicos no Palácio alimentassem boatos falsos sobre sua saúde, por isso resolveram anunciar logo a gravidez.
O premiê britânico, David Cameron, disse, em sua conta no Twitter, que está “encantado com a notícia feliz de que eles estão esperando outro bebê”.
O anúncio foi feito a poucos dias de um referendo na Escócia decidir sobre a independência da nação em relação ao Reino Unido. A rainha Elizabeth 2ª teria manifestado insatisfação com uma pesquisa recente, que aponta que os escoceses aprovarão a independência nas urnas.
Para analistas, o anúncio do novo bebê real deve agora ofuscar, na imprensa britânica, a cobertura sobre a relação entre a rainha e o referendo.

JK Iguatemi terá feirinha com barracas de restaurantes badalados


Como não poderia deixar de ser, o evento do luxuoso shopping vai contemplar expositores mais requintados (veja a lista completa abaixo), com presença predominante de restaurantes.O variado Spot, que tem uma unidade no próprio local, vai servir, entre as receitas, um pernil de porco ladeado por risoto de limão-siciliano (R$ 18,00). Já o Le French, de Pinheiros, marcará presença com os mexilhões ao vinho branco mais batatas fritas (R$ 20,00).Misto de restaurante italiano e casa de panini, o Forneria San Paolo oferece massas, caso do capellacci recheado de burrata coberto por molho de camarão, tomate fresco e manjericão (R$ 20,00).
Como não poderia deixar de ser, o evento do luxuoso shopping vai contemplar expositores mais requintados (veja a lista completa abaixo), com presença predominante de restaurantes.O variado Spot, que tem uma unidade no próprio local, vai servir, entre as receitas, um pernil de porco ladeado por risoto de limão-siciliano (R$ 18,00). Já o Le French, de Pinheiros, marcará presença com os mexilhões ao vinho branco mais batatas fritas (R$ 20,00).Misto de restaurante italiano e casa de panini, o Forneria San Paolo oferece massas, caso do capellacci recheado de burrata coberto por molho de camarão, tomate fresco e manjericão (R$ 20,00).