PM da Bahia será nosso representante em competição no exterior


Campeão de duas etapas do Campeonato Brasileiro de Tiro Prático há uma semana, o major PM César Castro conseguiu um feito ainda maior. Na tarde de ontem (27), durante Seletiva Nacional de Tiro, realizada em Palmas (Tocantins), o baiano conquistou o primeiro lugar e representará o Brasil nos Jogos Mundiais Policiais, que serão realizados em novembro deste ano, na cidade de Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos.

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Major Cesar Castro Foto: Alberto Maraux

 O policial baiano competiu com integrantes das polícias Federal e estaduais de outros estados. Foram dez estágios exigindo disparos em curtos espaços de tempo, com alvos parados e em movimento, além de diversas posições.

 “Com muito orgulho representarei a Polícia Militar, a Bahia e o Brasil nesse torneio mundial. Agora vou focar nos treinamentos, participar de outras competições para chegar bem preparado. Será um grande desafio”, comentou Castro.

Operação desarticula quadrilha de assaltantes de veículos


Bahia – Durante abordagens a veículos suspeitos, equipes da Operação Apolo da Polícia Militar prenderam em flagrante, na noite de ontem (9), em Campinas de Pirajá,Edmundo Santana Rodrigues, 29 anos, e Lucas da Silva Reis, 31. Na mesma ocasião, três menores foram apreendidos e encaminhados a Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI).

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Residente do bairro de Vista Alegre, os grupo que estava em um carro modelo Fiat Uno, confessou tentar roubar um veículo Gol em Campinas de Pirajá e que pretendia cometer outros assaltos a veículos.

Com a quadrilha foram encontrados um revólver calibre 38 com três munições picotadas, uma pistola calibre 7.65, quatro aparelhos celulares, um relógio, dois pinos de uma substância semelhante a cocaína e a chave do veículo que os indivíduos tentaram roubar. Após a confissão, Edmundo e Lucas foram conduzidos à Central de Flagrantes.

 

Homem espanca ex e a mata a facadas após prisão por Lei Maria da Penha


Preso na última terça-feira, 25, em Barra Bonita, no interior de São Paulo, o desempregado Carlos Alexandre Messias, de 24 anos, confessou ter matado a ex-mulher, Dayane Gianetty, de 27, porque ela o havia denunciado à polícia por agressões anteriores.Messias já havia agredido várias vezes a mulher e foi preso quando tentava matá-la, na Rodovia Raposo Tavares, em Ipauçu. As denúncias, com base na Lei Maria da Penha, fizeram com que ele ficasse quatro meses na prisão. Assim que foi libertado, Messias decidiu se vingar.

Messias já havia agredido várias vezes a mulher e foi preso quando tentava matá-la, na Rodovia Raposo Tavares, em Ipauçu. As denúncias, com base na Lei Maria da Penha, fizeram com que ele ficasse quatro meses na prisão. Assim que foi libertado, Messias decidiu se vingar.

No mesmo dia, ele foi atrás da mulher e a agrediu na frente dos dois filhos, mas parentes dela intervieram em defesa dela. A Justiça deu medida protetiva impedindo que o agressor se aproximasse a menos de 500 metros da ex-mulher.

Assassinato. Com medo das ameaças de morte, Dayane deixou o emprego de frentista e se mudou de casa com os dois filhos. De nada adiantou a medida protetiva dada pela Justiça. No dia 21 de março, Messias foi atrás da vítima e a localizou caminhando à margem do lago de um parque municipal.

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Dayane Gianette, reprodução do Facebook

Ele a obrigou a entrar no carro e dirigiu até um canavial, na rodovia que liga Ipauçu a Bernardino de Campos. Dayane foi espancada até desmaiar e depois foi morta a golpes de faca. Ele ainda passou com o carro sobre o corpo. Antes de fugir, o homem ligou para o pai, disse o que tinha feito e indicou onde estava o corpo da vítima.

A Justiça decretou a prisão temporária do suspeito – ele era procurado. Messias foi localizado pela Polícia Militar escondido na casa de uma tia. A Polícia Civil o autuou por feminicídio, crime praticado contra a mulher por razões da condição de sexo feminino. O autor do crime foi levado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Bauru.

Baleia Azul: Polícia Civil segue rastros de quadrilha


Após instaurar inquérito para apurar o aliciamento de crianças e adolescentes para o jogo ‘Baleia Azul’ no Rio, a Polícia Civil começa a desvendar rastros da quadrilha que tenta convencer as vítimas a tirar a própria vida. Cruzamento de dados iniciado pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) em redes sociais já permitiu à especializada obter indícios preliminares sobre os criminosos que estão por trás da rede de incentivo ao suicídio.

A delegada responsável Fernanda Fernandes mantém as informações sobre os suspeitos em sigilo para não atrapalhar as investigações. Mas ela já sabe que o primeiro contato dos aliciadores com as vítimas — a maioria delas tem de 12 a 14 anos — ocorre como um convite inocente para um jogo desafiador, por meio de redes sociais, sobretudo o Facebook. Ludibriados pela promessa de experimentar uma simples aventura virtual, os menores não sabem que estão sendo caçados por uma associação criminosa.

Segundo a delegada, uma vez capturado, o jovem é submetido ao perigo de uma profunda pressão psicológica. A vítima é coagida a cometer atos de automutilação, como desenhar uma baleia com objeto cortante no braço, entre outros desafios muito perigosos. A tarefa final, seria atentar contra a própria vida.

“Há relatos de que há uma coação para as vítimas não desistirem do jogo. Os relatos são de pressão psicológica mesmo, de que se a vítima não se matar, ela vai ser morta de qualquer jeito, ou então eles ameaçam parentes próximos. Enfim, há toda uma coação para convencer a vítima a entrar e não sair”, explica a delegada.

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Dois casos suspeitos no Rio de Janeiro foram identificados pela DRCI e fazem parte do inquérito. A investigação foi aberta no estado após a mãe de um menino de 12 anos denunciar que o filho foi convidado a participar do jogo pelo Facebook. A delegada comprovou que o jovem não chegou a jogar.

Ela investiga agora uma informação que recebeu, e ainda não confirmou, de problemas com uma menina de 12 anos na semana passada. Fernanda Fernandes quer saber se a menina teria agido induzida pelo jogo.

Após aceitar participar pelo Facebook, menor é ‘orientado’ pelo WhatsApp

A delegada disse não ter informações sobre um aplicativo específico do jogo. As pistas levantadas até agora indicam que, após o convite para o “desafio”, os curadores (como se autointitulam os organizadores do esquema) passam as tarefas diariamente para as vítimas por meio das próprias redes sociais. “Se a pessoa aceita participar do jogo, sai do Facebook e vai para o WhatsApp. Durante essa conversa, o menor deve passar todos os dados que identifiquem e que o localizem, assim como dos familiares”.

No Facebook, há diversas comunidades sobre o ‘Baleia Azul’. Nelas, perfis com fotos de criança pedem orientações para participar. “Oi, como posso jogar?”, questionou um menino. Uma internauta alertou: “Se entrar no jogo, não pode mais sair”.

Em escolas e grupos de mães no Rio, o assunto já preocupa. “Estou horrorizada e conversei muito com minha filha. Fiz ela ler e expliquei. Meu Deus, o que estão fazendo com nossas crianças? Só muita conversa e acompanhar de perto o que fazem na internet”, disse Anie Kesseli, mãe de uma menina de 11 anos.

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Pais devem aumentar diálogo e vigilância

Para o psiquiatra Jorge Jaber, da Associação Brasileira de Psiquiatria, os pais devem estabelecer diálogo aberto para entender o que se passa na vida do filho. “É importante que não tenham atitude persecutória. O jovem tende a rejeitar tom de briga”.

Mãe de uma menina de 10 anos, Kátia Monique de Oliveira, 37 anos, disse que já orientou a filha, que já compartilha informações do risco do jogo com colegas. “Estou com muito medo. Já ouvi falar de outros jogos perigosos para jovens”, disse.

Se há mudança comportamental, a recomendação é procurar um profissional de saúde. “Proibir o acesso às redes é muito difícil. Por isso, os pais precisam ficar atentos aos conteúdos que os filhos acessam”, recomenda a psicóloga Ana Café.

O Facebook diz que proíbe o cadastro de menores de 13 anos e, se os perfis forem denunciados, podem ser removidos. Desde junho, a rede social disponibiliza ferramenta que incentiva amigos a relatar publicações de caráter depressivo. O autor recebe notificação com orientações para procurar ajuda.

Quatro suicídios relacionados ao Baleia Azul são investigados no Brasil, em Mato Grosso, Goiás, Paraíba e Minas Gerais. Na Rússia, mais de 100 casos foram relatados desde 2015. A orientação da delegada aos pais é procurar a DRCI sem denunciar o perfil suspeito ao Facebook, para evitar que a página seja excluída, o que dificulta o rastreio da polícia.

 

Rede Colaborativa de Informações será implantada em breve


No mundo moderno ter informação permite planejar ações, executá-las e alcançar os resultados com mais rapidez e precisão. Pensando nisso, representantes de secretarias, autarquias, entre outras organizações se reuniram, na manhã desta quarta-feira (05/17), no Centro de Operações e Inteligência da Secretaria da Segurança Pública e deram início ao processo para criação da Rede Colaborativa de Informações. O intuito principal é o compartilhamento dos bancos de dados.

O superintendente de Gestão Integrada da Ação Policial (Siap) da SSP, André Barreto, ressaltou a importância do projeto para que as decisões sejam tomadas com maior conhecimento de causa. “No âmbito policial, se percebemos num determinado bairro a participação maior de adolescentes na criminalidade, acessando a Rede, saberemos quantos estão matriculados em escolas, se estão frequentando as aulas, se os pais dele estão empregados, se recebem algum benefício do governo e, diante deste e de outros dados, agirmos”, explicou o delegado.

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Participaram deste primeiro encontro conceitual representantes das secretarias estaduais da Segurança Pública, Planejamento, Saúde, Educação e Justiça, Cidadania, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, além de integrantes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Ibge). Consta também no projeto, presente no Plano Estratégico do Sistema Estadual da Segurança Pública (Planesp – 2016/2015), a participação da sociedade civil através de Ongs, Conselhos Comunitários, entre outros.

Trata-se de uma iniciativa inovadora. A união promoverá a transversalidade na geração do conhecimento, além da difusão da cultura do compartilhamento em prol da cidadania”, explicou o gerente do projeto, estatístico da SSP Evaldo Simões. A previsão inicial é que a Rede seja implantada em 2018.

PMs da CIPE/Pólo Industrial arrecadam dinheiro e compram tatame


Lutas são protagonistas nas atividades de rotina dos policiais da Companhia Independente de Policiamento Especializado/Pólo Industrial (Cipe/PI). Com a necessidade de melhorar a estrutura para a prática de boxe, jiu-jitsu e karatê, os militares organizaram uma rifa, que teve como prêmio um colete tático, com objetivo de arrecadar dinheiro para comprar um tatame, já que os treinos aconteciam, na área verde (gramado) da unidade. A estratégia deu certo! Os treinos com a nova estrutura já estão acontecendo semanalmente, com duração de duas horas.

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Boxe, jiu-jitsu e karatê fazem parte do dia a dia físico dos militares Fotos: Alberto Maraux

Segundo o comandante da Cipe/PI, major PM Orlando Rodrigues Filho, quanto mais aperfeiçoada a técnica de imobilização, golpe comum no jiu-jitsu, menos vulneráveis ficam os militares. “Todo policial precisa estar bem condicionado fisicamente e as lutas auxiliam nesse quesito”, afirmou.

O major ressaltou que o engajamento do grupo é visível para melhoria da execução dos treinos. O ganhador do prêmio está rifando novamente o colete para a aquisição de outros materiais. “A inserção de atividades físicas faz parte do plano de comando e o que mais me motiva é a receptividade da tropa, eles abraçaram a ideia”, concluiu.

Espancamento de menor por segurança do Habib’s teve testemunha


A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte do adolescente João Victor Souza de Carvalho, de 13 anos. Segundo informações da catadora de material reciclado, Silvia Helena Troti, de 59 anos, o menor foi agredido por um funcionário do Habib’s, desmaiando em seguida. A testemunha afirmou que viu o homem segurar o garoto pela gola da camisa e dar um soco na cabeça dele. O fato ocorreu à Avenida Itaberaba, na Vila Nova Cachoeirinha, Zona Norte de São Paulo.

Silvia também afirmou que se ofereceu para prestar depoimento na delegacia no dia dos fatos. Porém, segundo ela, os policiais militares que atenderam a ocorrência não quiseram ouvi-la, por achar que ela era “nóia”. Hoje, durante o depoimento, ela foi acompanhada pelo advogado Ariel de Castro Alves, do Conselho Estadual de Defesa da Pessoa Humana (Condepe), que vai acompanhar as investigações. “Se os PMs estivessem dado crédito à testemunha, os autores desse crime bárbaro poderiam estar presos”, afirmou Castro. Os pais de João Victor também prestaram depoimento na delegacia.

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Família de vítima exige justiça Foto: reprodução de internet

Relembre o caso

João Victor morreu na noite de domingo depois de fugir de seguranças do Habib’s, da unidade localizada na Avenida Itaberaba. Segundo a família dele, o garoto costumava pedir esmolas aos clientes, mesmo contra a vontade dos pais.

Na versão do gerente e do supervisor da unidade, o garoto estava “importunando os clientes, inclusive com um pedaço de madeira”. “O adolescente ameaçava quebrar o vidro da loja e chegou a jogar pedras contra carros e um dos funcionários”. Ainda segundo os representantes, um gerente e um supervisor, quando os funcionários foram repreendê-lo, o garoto “saiu correndo e, neste instante, teve um mal súbito”. O menino caiu no meio da rua, de acordo com esta versão. Os seguranças envolvidos não foram ouvidos pelo delegado Julio Siqueira Gomes, do 13º DP (Casa Verde), onde o caso foi registrado. Em nota, o Habib’s informou que lamenta o caso e que vai colaborar com as investigações.

Fonte: O Estado de São Paulo

Rio: dois envolvidos em estupro coletivo são condenados


Dois envolvidos em um estupro coletivo contra uma adolescente de 16 anos, no Morro do Barão, na Praça Seca, Zona Oeste do Rio, foram condenados a 15 anos de prisão nesta segunda-feira. Inicialmente, Raí de Souza e Raphael Assis Duarte Belo terão que cumprir a pena em regime fechado, além de pagar 306 dias-multa.

De acordo com relatos, 30 pessoas teriam participado do crime em maio do ano passado. No entanto, após a perícia, esse número não foi confirmado e sete pessoas foram indiciadas. Sérgio Luiz da Silva e Moisés Camilo de Lucena, conhecido como Canário, também foram denunciados pelo Ministério Público. No entanto, Canário continua foragido.

Raí e Raphael foram enquadrados nos crimes previstos no artigo 217- A, §1.º, do Código Penal (estupro de vulnerável) e artigo 240 do Estatuto da Criança e do Adolescente (produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente).

acusados de estupro coletivo no rio
Acusados de estupro coletivo no Rio de Janeiro Foto:divulgação

Celular foi fundamental no caso

O celular de Raí foi fundamental para resolução do caso. Segundo a delegada Cristiana Bento, foi através da perícia no aparelho que o caso foi desvendado.

Na fim do mês de maio, um vídeo que mostrava uma jovem de 16 anos desacordada aparentemente após ser vítima de estupro foi publicado no Twitter e chocou os internautas. Devido a repercussão das imagens, que geraram comoção nas redes sociais e campanhas repudiando a violência contra a mulher, o caso passou a ser investigado pela polícia.

Fonte: Jornal O Dia

 

Espírito Santo: 703 policiais são indiciados por revolta


A Polícia Militar do Espírito Santo indiciou 703 policiais militares (PMs) pelo crime de revolta. Se condenados, a pena é de 8 a 20 anos de detenção em presídio militar e a expulsão da corporação. Esses policiais tiveram o ponto cortado desde sábado (4) e não vão receber salário. O secretário de Segurança Pública, André Garcia, informou que eles foram indiciados pelo crime militar de revolta por estarem armados e aquartelados nos batalhões.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Nylton Rodrigues, disse que o número de indiciamentos “com certeza” irá aumentar muito. Segundo ele, o Comando da Polícia Militar identificou que os homens que estão participando do movimento grevista são os que têm menos tempo de serviço na corporação.

“Esse movimento é realizado pelos praças [soldado, cabo, sargento e subtenente]. Não é um movimento dos oficiais”, afirmou o comandante-geral, em entrevista à imprensa na sede da Secretaria de Segurança Pública. “Nossa tropa escolheu a forma errada [de negociação]. Não se negocia com a arma na cabeça.”

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Foto: Tânia Rego

O secretário de Segurança também afirmou que o governo está identificando, por meio de imagens, as mulheres e os parentes dos policiais que estão participando das manifestações e bloqueiam a entrada dos quartéis para evitar a saída das viaturas. O objetivo é responsabilizar civilmente essas pessoas. A relação dos parentes que estão à frente do movimento será encaminhada para o Ministério Público Federal.

“Essas pessoas vão pagar os custos da mobilização das tropas federais do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. O recado está dado para os familiares. Não vão sair isentos desse processo”, disse Garcia.

O secretário de Segurança Pública disse que as tropas das Forças Armadas e da Força Nacional não serão mobilizadas em um primeiro momento para retirar as mulheres que bloqueiam a entrada dos batalhões, mas não descartou essa possibilidade.

A cúpula da segurança pública anunciou as ações que serão tomadas após reunião de negociação com o movimento grevista da Polícia Militar. O encontro entre os secretários do governo do Espírito Santo e representantes das mulheres e das associações de classe dos policiais militares terminou sem acordo no início da madrugada desta quarta-feira após dez horas de reunião.

Desde segunda-feira (6), o patrulhamento no estado tem sido feito pelas Forças Armadas e pela Força Nacional. O Ministério da Defesa anunciou ontem (9) o reforço na segurança em todo o estado. O comandante da força-tarefa da Operação Capixaba, general Adilson Katibe, disse que, até o fim de semana, o número total de militares deve chegar a 3 mil homens. A força-tarefa conta atualmente com 1.783 homens, sendo 1 mil do Exército, 373 da Marinha, 110 da Força Aérea e 300 da Força Nacional.

Itabuna: Jovem de 12 anos é espancado e pai é o principal suspeito


Mais um caso de violência contra menor. O pedreiro Ivanildo de Jesus da Silva, de 43 anos, foi preso no último domingo (29), suspeito de espancar o próprio filho de 12 anos, com uma mangueira de nível, no município de Itabuna, sul da Bahia.

De acordo com informações da Polícia Militar, o adolescente sofreu diversas lesões no corpo e foi socorrido com cortes nas costas, nos braços e no pescoço ao Hospital Pediátrico Manoel Novaes, no mesmo município, onde ficou internado.

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Menor é espancado em Itabuna (BA) Foto: divulgação

Ainda segundo a polícia, na manhã desta segunda-feira (30), o jovem teve alta da unidade de saúde e realizou exame de corpo de delito no Departamento de Polícia Técnica (DPT) da região.

A mãe do menino disse que  o marido a mandou lavar os pratos, “mas estava com cólicas, sentindo muitas dores, então mandei o menino, mas ele demorou, estava assistindo televisão, por isso, pai não gostou e começou a bater no menino”, revelou a esposa em depoimento.

O pai do adolescente foi encaminhado para a Delegacia de Itabuna, onde foi autuado por crime de tortura, e está à disposição da Justiça. Não há informações sobre o que teria levado o suspeito a agredir o filho. O caso será investigado pela Polícia Civil.