Mais idosos no mercado formal de trabalho


O número de pessoas entre 50 e 64 anos no mercado formal de trabalho cresceu cerca de 30% entre 2010 e 2015. Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgados pelo Ministério do Trabalho, em 2010 havia 5,8 milhões trabalhadores com carteira assinada nessa faixa etária, e o número passou para 7,6 milhões em 2015.

Também foi registrado um aumento na participação de trabalhadores com mais de 65 anos, que passou de 361,3 mil em 2010 para 574,1 mil em 2015, um aumento de 58,8%.idoso-trabalhando

Dados da Rais mostram que o setor de serviço é o que tem mais receptividade aos trabalhadores mais velhos. Quase 2,6 milhões de trabalhadores entre 50 a 64 anos estavam empregados com carteira de trabalho nesse segmento em 2015. Outros 200,4 mil tinham mais de 65 anos. No mesmo ano, a administração pública empregava 2,5 milhões de pessoas entre 50 e 64 anos, seguido da indústria de transformação, com 923 mil empregados nessa faixa etária, e do comércio, com 864 mil trabalhadores.

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mais de 2 milhões de pessoas de 50 a 64 anos e 99,2 mil com mais de 65 anos perderam o emprego nos últimos 12 meses. No mesmo período, houve 931,4 mil contratações de pessoas nas duas faixas etárias.

O Ministério do Trabalho está estudando a criação de uma nova divisão para cuidar de questões de discriminação, entre elas contra idosos no mercado de trabalho. A expectativa é dar uma atenção maior ao combate ao preconceito no ambiente de trabalho.

Exame para certificar conclusão de ensino médio será em outubro


O Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) será realizado no dia 8 de outubro em todo o país. Neste ano, a prova também será usada pelos alunos para obter o certificado de conclusão do ensino médio.

Até o ano passado, os estudantes com mais de 18 anos poderiam usar o desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para receber o diploma do ensino médio. Agora, a certificação será feita exclusivamente pelo Encceja, que atualmente é aplicado no Brasil e no exterior para a certificação de conclusão do ensino fundamental.

A inscrição para o Encceja será gratuita e deverá ser feita entre os dias 7 e 18 de agosto. A prova, que será elaborada e aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), terá 30 questões de múltipla escolha, com quatro alternativas de resposta. O aluno deverá atingir pelo menos 50% de acertos em cada prova, e pelo menos 5 pontos na redação. O custo estimado do Encceja é de R$ 40 por aluno.ENCCEJA-2018

Segundo o Inep, o Encceja é o instrumento mais adequado para avaliar as pessoas que não tiveram oportunidade de concluir os estudos em idade apropriada. “O Enem, na sua estrutura, não é um exame para a certificação do ensino médio. Ele se caracteriza muito mais para o acesso ao ensino superior. O Encceja é preparado para fazer esse tipo de avaliação, das pessoas que não tiveram acesso na idade certa”, disse hoje (26) a presidente do Inep, Maria Inês Fini. Menos de 10% das pessoas que fazem o Enem com o objetivo de certificação conseguem o diploma do ensino médio, informou.

O Encceja pode ser feito por pessoas com pelo menos 15 anos, no caso da certificação do ensino fundamental, e 18 anos para a certificação do ensino médio. O Inep espera que 222 mil alunos do ensino fundamental participem da prova e 815 mil, do ensino médio. O exame também será aplicado para presos e para brasileiros que moram no exterior.

Encceja-2017

Avaliação de escolas

A partir deste ano, o Enem não será mais utilizado como avaliação das escolas. Agora, as escolas serão avaliadas pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). A presidente do Inep, Maria Inês Fini, explicou que o Saeb faz uma avaliação mais ajustada das instituições de ensino médio.

“O desempenho dos alunos é um dado importantíssimo para compor a avaliação das escolas, mas não é o único. Dados contextuais são importantes para caracterizar melhor essa avaliação. Além disso, as provas que compõem esse sistema são bastante detalhadas naquilo que se diz oficialmente que deveria ter sido ensinado. Por isso, muito mais justiça na avaliação se pratica no Saeb”, afirmou.

A estimativa do Inep é que 114,8 mil escolas sejam avaliadas por meio do Saeb neste ano. Agora, todas as escolas públicas e privadas que ofereçam ensino médio serão avaliadas. Até o ano passado, a avaliação da etapa era feita por amostragem.

A adesão das escolas será feita entre 27 de junho e 14 de julho, em sistema on-line, disponibilizado no portal do Inep. A taxa de inscrição varia entre R$ 400 e R$ 4 mil, de acordo com o número de alunos. A aplicação dos testes e questionários em todas as escolas ocorrerá entre 23 de outubro e 3 de novembro. Os resultados devem ser divulgados em agosto do ano que vem.

Enem

O Inep também informou que, até o momento, 6,73 milhões de inscrições foram confirmadas para o Enem de 2017, que será realizado nos dias 5 e 12 de novembro. O número ainda pode aumentar, porque novas inscrições podem ser confirmadas por decisão judicial.

No ano passado, o Enem teve 8,6 milhões de pessoas inscritas. Para o Inep, a diferença pode ser explicada pelo número de estudantes que deixarão de fazer o exame este ano para obter a certificação do ensino médio.

DPVAT: menos indenizações em 2016


O DPVAT (Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) pagou mais de 434 mil indenizações às vítimas de acidentes de trânsito no ano passado, em todo o país, alcançando valor total de R$ 1,7 bilhão. Os dados foram divulgados hoje (27), pela Seguradora Líder-Dpvat, responsável pela operação do seguro. A quantidade de indenizações pagas em 2016, entretanto, foi 33,4% menor que no ano anterior.

A seguradora atribui a redução do número de indenizações às campanhas de conscientização do trânsito, a maior fiscalização da Lei Seca, elevação do valor das multas e o combate à fraude no recebimento do DPVAT. O diretor-presidente da Líder-DPVAT, Ismar Torres, salientou que a meta é reduzir ainda mais esse número, em 2017.

Para isso, o Consórcio DPVAT está trabalhando para uma maior conscientização da população por meio da prevenção e educação do cidadão. No caso dos condutores de motos da Região Nordeste, em especial, tem sido estimulado o uso do capacete, que é um equipamento de segurança ainda não absorvido pela cultura local. “Dirigir descalço ou com chinelo de dedo também não é adequado. Moto não tem para-choque e, se tiver um acidente, a pessoa fica muito vulnerável”, advertiu.

No caso de automóveis, Torres salientou a necessidade de se trabalhar mais no sentido da conscientização do uso do cinto de segurança no banco traseiro. “Hoje, eu diria que a população em geral já tem a cultura de usar o cinto no banco dianteiro. Entretanto, a terceira causa morte de acidente de carro continua sendo o passageiro do banco de trás que não usa cinto de segurança”.

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Motociclistas

De acordo com a seguradora, do total de indenizações, 33.547 foram pagas por morte, 346.060 mil por invalidez permanente e 54.639 por reembolso de despesas médicas. A maioria dos acidentes de trânsito com vítima envolve pessoas na faixa etária entre 18 e 44 anos, com prevalência de homens, que respondem por 75% dos sinistros. As indenizações por região brasileira, englobando todos os veículos, ocorreram na seguinte proporção: 29% no Nordeste e Sudeste, cada; 21% no Sul; 12% no Centro-Oeste; e 9% no Norte.

Por tipo de vítima, as indenizações foram pagas a 246.455 motoristas (57% do total), 124.131 pedestres (28%) e a 63.660 passageiros (15%). Do total de motoristas indenizados pelo Dpvat, 217.767, ou o correspondente a 88%, eram motociclistas. Considerando todos os tipos de vítimas (motoristas, pedestres e passageiros), os acidentes envolvendo motocicletas resultaram em 16.009 indenizações por morte (65%) e 275.345 por invalidez (91%).

Ismar Torres, salientou que os acidentes com motocicletas corresponderam a 76% do total. O número é alarmante, segundo ele, tendo em vista que motos correspondem a 27% da frota de veículos automotores em circulação no Brasil. A Região Nordeste se destaca entre os acidentes com motos. “A frota de motos no Nordeste é muito elevada. Em alguns estados, ela representa 50% a 60% dos veículos. Na verdade, o que aconteceu foi que o jegue no Nordeste foi transformado em moto”, disse Torres à Agência Brasil.

O Nordeste detém 17% da frota nacional de veículos automotores. Torres destacou, entretanto, que as indenizações do Nordeste se equivalem às do Sudeste, que responde por 49% da frota. “É da ordem de 29% do total, cada região”, destaca. Em números, os acidentes por tipo de veículo, no ano passado atingiram, em primeiro lugar, as motos, com 330.130 ocorrências (76% do total); os automóveis, com 83.542 (19%); caminhões e picapes, 12.515 (3%), ônibus, micro-ônibus e vans, 7.712 (1,9%); ciclomotores (veículos de duas rodas de até 50 cilindradas), 347 (0,1%).

A seguradora recomenda que o pedido de indenização seja feito diretamente pelo beneficiário da operação, evitando dessa forma a intermediação de terceiros. Beneficiários são as vítimas ou os herdeiros legais dos interessados envolvidos nos acidentes e incluem a esposa ou filhos definidos na legislação. “Nós queremos ter uma relação direta com nossos beneficiários”, afirmou.

Ministério da Saúde quer reduzir açúcar dos alimentos


O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse hoje (27) que o governo pretende assinar um acordo com a indústria para reduzir a quantidade de açúcar em alimentos processados, como ocorreu com o sódio. Desde 2011, a indústria retirou mais de 17,2 mil toneladas de sal dos alimentos, segundo balanço divulgado em junho.informaçãonutricional

“Assim como a diminuição do sódio, esse semestre ainda assinaremos o acordo de redução de açúcar, e a educação será feita a partir da portaria interministerial Saúde na escola e isso vai nos permitir melhorar o controle da obesidade através do ensino de melhores hábitos de consumo e também da conscientização para o exercício físico”, disse Barros em um painel sobre consumo de açúcar durante o Ethanol Summit 2017, em São Paulo. O evento discute energias renováveis, particularmente o etanol e produtos derivados da cana-de-açúcar.

Segundo Barros, o ministério também trabalha para melhorar a rotulagem dos alimentos industrializados em relação às quantidades de açúcar e sal dos produtos. “Melhorar a rotulagem, com dosador de sal e açúcar, pois é preciso que as pessoas entendam com clareza o quanto adicionam [sal e açúcar] na comida.” Outra ação da pasta, em parceira com a Associação das Indústrias da Alimentação (Abia), será a proibição do refil de refrigerante em lanchonetes de fast food.

“A verdade está lá fora”


Você acredita na existência de extraterrestres? Já viu algum óvni ou disco voador? O assunto ufologia é envolto em mistério e desperta emoções diversas. Uns levam a serio e outros fazem chacota. Entretanto, uma coisa deve ser levada em consideração: há pessoas de credibilidade estudando esses fenômenos e muita coisa estranha já foi descoberta. A reportagem do Blog Carvalho News decidiu se aprofundar um pouco mais neste tema no mínimo interessante. Afinal, já dizia o famoso escritor inglês William Shakespeare: “há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha a sua vã filosofia”.

Muitos especialistas defendem que o primeiro relato “oficial” de aparição de óvni foi feito pelo piloto americano Kenneth Arnold, que teria avistado nove objetos em formação, semelhantes a discos, movendo-se velozmente. Esse fato ocorreu em 24 de junho de 1947, enquanto, Arnold sobrevoava o monte Rainier, em Washington (EUA). Coincidentemente, neste mesmo ano, mas especificamente, em 23 de julho, um suposto óvni teria descido na colônia “Goio-Bang, município de Pitanga, atualmente comunidade de Campina do Amoral, município de Luiziana, na região do Campo Mourão, Paraná.

alberto francisco do carmo
Ufólogo Alberto Francisco do Carmo Foto: divulgação

De acordo com informações do CUB (Centro de Ufologia Brasileiro), ocorreram relatos de um objeto voador estranho que teria descido próximo a uma estrada à luz do dia. O fato foi testemunhado por uma equipe de topógrafos, liderados pelo agrimensor José Higgins que, ao contrário de seus colegas que fugiram, permaneceu no local e viu três seres bizarros com aproximadamente dois metros de altura, que manifestaram sinais, sons agudos e altos. Dois deles teriam vasculhado a área, retirando amostras do solo.

Recentemente, o governo federal disponibilizou relatórios sigilosos para consulta no Arquivo Nacional, em Brasília. Nesses documentos há revelações interessantes sobre anos de investigação envolvendo a ação de extraterrestres em terras brasileiras. Para se ter uma ideia, a Aeronáutica teve um departamento específico de estudos sobre UFOs entre 1969 e 1972. Denominado Sioani (Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados) funcionava nas instalações do IV Comar, em São Paulo. Era composto por pesquisadores civis e autoridades militares. O Sioani saía à procura de casos pelo País.

Discos voadores
Ovnis Foto: divulgação

Você já ouviu falar da Operação Prato? Ela ocorreu em plena floresta amazônica, no Pará. Dezenas de oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB) fizeram parte de uma investigação de óvnis (objetos voadores não identificados). A Prato foi realizada secretamente nos quatro últimos meses de 1977. Na época os envolvidos garantiram ter presenciado – mais de uma vez – UFOs cruzando o céu da Amazônia.Leia também: mais surpresas estão por vir

De acordo com o pesquisador e autor, Alberto Francisco do Carmo, no passado era muito mais fácil avistar um óvni. Nos dias de hoje, há uma espécie de escassez de aparições que, na opinião do especialista, comprova a capacidade destes seres evoluírem. “A atitude principal desse fenômeno sempre foi a furtividade”, ressalta o pesquisador que participou do grupo pioneiro na Ufologia de Minas Gerais, o CICOANI de Belo Horizonte, dirigido pelo ufologista mineiro Húlvio Brant Aleixo.

Muitas surpresas estão por vir


Andre Rocha
André Rocha Foto: divulgação

O especialista em tratamento de imagens, André Rocha admite ser atraído por assuntos ligados à ufologia. “Sempre fui curioso sobre estas questões, lia a respeito desde jovem e gostava de saber os detalhes dos casos ufológicos, vultos, fenômenos inexplicáveis. Mas, somente comecei a pesquisar a fundo sobre discos voadores, após ser testemunha ocular de uma aparição de um ufo, quando tinha 18 anos”, afirma. Para Rocha, aos poucos mais e mais pessoas passarão a crer na existência dos extraterrestres. “As pessoas não acreditavam tanto no passado, hoje a cada ano que passa, são levantadas várias questões sobre a nossa origem e, com isso, os óvnis são também questionados quanto a sua existência., tudo faz parte da nossa evolução. quanto mais pessoas irão acreditar que de alguma forma e por algum motivo existam óvnis sobre nossas cabeças”, acredita. Veja também: A verdade está lá fora

O caso do ET de Varginha é um dos mais notáveis da ufologia brasileira. O evento tornou a cidade conhecida mundialmente e até hoje continua envolto em mistério. Há quem acredite que duas criaturas de outro planeta foram capturadas e conduzidas para análise em hospitais e necropsia em Campinas (SP). Para o Exército tudo isso não passa de especulação e muita fantasia.

JacksonCamargo
Jackson Camargo do CIPEX Foto: Divulgação

O ufólogo Jackson Luiz Camargo é um dos membros do CIPEX (Centro de Investigação e Pesquisa Exobiológica), fundado em 1982 para investigar casos ufológicos ou sobrenaturais ocorridos especialmente nos estados do Paraná e Santa Catarina, mas também já realizou pesquisas em outros estados. Camargo é o responsável pelas atividades on line do centro. Ele pesquisa e investiga casos ligados a ETs desde 1993.

O especialista defende que o caso de Varginha é um dos mais importantes. “Existem várias centenas de testemunhas tanto na cidade de Varginha, como de outros lugares que presenciaram fatos relacionados ao ocorrido, a movimentação das autoridades militares bem como, as manobras de ocultamento e outros atos estranhos lá naquela região, também foram comprovadas várias mentiras de autoridades civis e militares que estavam tentando negar o caso, deixando-o em segredo”, afirma Camargo.

André Rocha também acredita na veracidade do ET de Varginha. “É claramente a história de criaturas que caíram no nosso planeta acidentalmente perto da cidade e o exército os rastreou, capturando-os… o que foi feito deles só o tempo irá dizer”, acredita.

PaollaArnoni
Paolla Arnoni              Foto:arquivo pessoal

A jornalista Paolla Arnoni é apaixonada por ufologia. “Desde criança leio e indago sobre esse tema, mas comecei a ser mais ativa nesse setor em 2007 com a tese de conclusão de curso da minha faculdade de comunicação social… abordei o tema “A Imprensa e a Ufologia” e desde então tive contato mais próximos com outros ufólogos e casos mais concretos”, conta.

Paolla se mostra otimista com a liberação por parte do Governo Federal de arquivos, outrora secretos, que tratam de aparições de OVNIs.  “É o  caminho para que a ufologia tenha credibilidade, pois vindo com o aval de militares terá a fé publica”, acredita.

et varginha
Et de Varginha ilustração

O ufólogo Alberto Francisco do Carmo critica a postura da comunidade científica em relação aos fenômenos ufológicos. “Nossa ciência oficial está muito acomodada e arrogante em não encarar o fenômeno de frente. Por outro lado, os militares -numa espécie de corporativismo- temem admitir que são impotentes na sua missão de defender nossos espaços aéreos. Outro problema é a idealização mística de que temos nos óvnis seres “superiores”, afirma o pesquisador. Leia também: Histórias de OVNIs

Na opinião do pesquisador, os grupos ufológicos, em sua esmagadora maioria não possuem formação necessária para estudar e tirar alguma conclusão sobre os fenômenos que ocorrem. “Isso deveria ter começado há uns 40 anos pelo menos, mas não há estímulo, nem fundos para tal empreitada”, lamenta.

Ainda há muito que estudar pesquisar e descobrir sobre fenômenos ufológicos. Só tempo vai dizer se os pesquisadores conseguirão ou não comprovar a existência desses seres. Depois de ouvir a opinião desses especialista, nos diga qual a sua em relação ao assunto. Você acredita ou não na existência de extraterrestres?

Histórias de ETs


Conheça alguns relatos de aparições que ocorrem em terras brasileiros.

Pânico no céu

“Um tripulante de um avião comercial brasileiro, em voo noturno, rota São Paulo/Teresina relatou que a tripulação passou um tremendo aperto diante da súbita aparição de algo do formato de uma arraia gigante ( mais de 100 m de envergadura) que chegou a menos de 100m de teto do avião. O Centro Integrado de Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA) não detectou o objeto e a tripulação foi aconselhada a ficar de boca fechada. Ele então desabafou num blogspot onde sua identificação não é clara. Identifiquei de forma detetivesca o nome completo do tripulante, companhia, horário e tudo mais, mas ele morre de medo de perder o emprego e o CMA, certificado médico aeronáutico”

 Antônio Francisco do Carmo

ilustração disco voador
Fotos ilustrativas

 

Olhem para o céu

“Numa tarde de verão de 1998, estava numa praça da localidade de Mar Grande na Ilha de Itaparica, na Bahia. Era por volta de umas 16h30, talvez mais um pouco, quando meu irmão Ricardo, que estava comigo e alguns amigos sentados nesta praça e, de repente, meu irmão se levantou e me chamou sorrateiro e falando baixo no meu ouvido: ‘André, eu acho que estou vendo um disco voador’. No momento não me preocupei, mas como ele tinha me chamado reservadamente, então lhe perguntei: onde?. Ele apontou para o horizonte sobre a copa de vários Iotizeiros gigantes, e lá ao fundo, bem distante havia algo que se assemelhava há uma nuvem solitária. Considerando a distância que a aparente nuvem se encontrava então considerávamos algo realmente gigantesco. Pois bem, eu olhava, olhava, olhava e aquela aparente nuvem não se mexia mas de repente ela começou a se movimentar lentamente em diversas direções, o que me fez realmente crer ser um OVNI. O que me chamou atenção também é que acontecia um fenômeno engraçado quando observávamos, simplesmente quando olhávamos direto para o objeto, ele sumia, mas quando olhávamos levemente para os lados, víamos claramente o seu contorno, e não mais uma aparente nuvem. Eu fiquei em êxtase com meu irmão e até chamei alguns dos amigos para ver também, mas eles acharam que se tratava de uma brincadeira e não se importaram. Esta observação durou aproximadamente uns 2 minutos, quando de repente o objeto veio numa velocidade incrível na nossa direção passando por cima da gente, e neste momento, até os nossos amigos viraram rapidamente a cabeça tentando acompanhar o movimento por ter percebido um vulto passar pelo céu de Mar Grande em uma velocidade que nem sei mensurar ou comparar com algo da terra. Foi uma grande experiência, mas não foi a única.”.

André Rocha      

disco voador gigante

 

 O dourado reluzente

“Tive muitos aviltamentos. O primeiro deles é um dos mais interessantes que presenciei. Foi a curta distância quando vi um objeto no formato esférico todo dourado reluzente com alguns metros de diâmetro flutuando bem silenciosamente o sobre à casa da minha vó na época no interior do Paraná era uma região sem luz sem energia elétrica em nada então era tudo escuro e eu tinha saído de casa para urinar na frente de casa aquela casinha longe da casa principal. Quando me virei para voltar para casa, avistei um objeto que estava em cima da casa de minha vó e ficou um tempo parado, depois sumiu numa velocidade muito alta em direção ao céu e daí desapareceu”.

Jackson Luiz Camargo

Nosso judô é bi de Copa Internacional de forma invicta


A Seleção Brasileira conquistou o bicampeonato da Copa Internacional de Seleções, ao vencer a Rússia por 5 a 2 na final, disputada  nesta quinta-feira, 15, no Centro Pan-americano de Judô (CPJ), em Lauro de Freitas. Itália e Holanda ficaram com a medalha de bronze, depois de vencerem a Grã-bretanha e a França, respectivamente.

O Brasil abriu o placar com um wazari de Kainan Pires (60kg) contra Ivan Dolgikh. Em seguida, o estreante Michael Marcelino (66kg) conseguiu o golpe perfeito contra Arsen Abduev, e ampliou a vantagem brasileira para dois a zero.

No terceiro combate, David Lima (73kg) forçou uma punição ao russo Vladislav Nakpaev no golden score e marcou o terceiro ponto brasileiro no duelo. A Rússia reagiu na quarta luta, quando Aleksei Fetisov (81kg) venceu Tiago Pinho no golden score forçando uma punição ao brasileiro. No quinto combate, Daniel Andrade (90kg) foi desclassificado por hansokumake na luta contra Ekubzhon Nazirov e a Rússia diminuiu a desvantagem para três a dois. Na sexta luta, Gabriel Souza (100kg) fez confronto equilibrado com Denis Bakanov e venceu com um wazari no golden score, garantindo o quarto e decisivo ponto para o Brasil.

judocampeao2017

Renan Nunes (+100kg), no último combate, venceu por ippon e fechou o placar em cinco a dois para os anfitriões. “A experiência dos nossos atletas neste tipo de competição fez a diferença. O grupo é muito bom e unido, assimila bem as instruções, por isso, alcançamos esse resultado”, avaliou Marcelo Theotônio, gestor das categorias de base da Confederação Brasileira de Judô.

O Brasil chegou à final da competição superando primeiro a França, por 6 a 1 nas quartas-de-final. Em seguida venceu a Itália, na semifinal, desta vez em duelo muito equilibrado encerrado em 4 a 3 para os anfitriões.

Fonte: A Tarde

Sexo sem edredon em reality


Pelo jeito, liberou geral mesmo. Ficou surpreso com as cenas çalientes entre os participantes Marcos e Emily, na última edição do Big Brother Brasil? Você não viu nada ainda amigo. Na Sérvia uma dupla literalmente ousada agitou a casa do “Couple”, um reality bem parecido com o da TV Globo.

De acordo, com o tabloide inglês “The Sun” Nikola Lakic e Zerina Hero fizeram sexo em um quarto onde havia outros participantes dormindo. Segundo a publicação, o barulho foi tão alto que os colegas de confinamento precisaram repreendê-los. O momento íntimo durou mais de uma hora e ocorreu após uma festa regada a bebidas alcoólicas.

servia sexo
Reprodução

 

Liesa avisa que não haverá desfile de escolas no RJ em 2018


O Carnaval do Rio de Janeiro de 2018 não contará com o tradicional desfile das escolas de samba.  Quem garante é a Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba). A instituição divulgou uma nota no final da noite do dia 14 último, em sua página no Facebook .  A medida é uma reação a decisão do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, de cortar pela metade os recursos da subvenção destinados às escolas de samba.

A decisão da Liesa foi tomada durante uma reunião na sede da entidade com a participação de presidentes das escolas de samba. Segundo a nota, presidentes das escolas de samba e a Liesa  aguardam o agendamento de uma audiência já solicitada para tentar “encontrar uma solução para o problema”.

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Desfile no Sambódromo do Rio Foto: divulgação

Na nota, a Liesa destaca os “benefícios econômicos, financeiros, de geração e renda, além da valorização da imagem da cidade do Rio de Janeiro e do Brasil” e o aumento substancial da arrecadação de impostos e receitas diretas e indiretas “proporcionadas durante o período de preparação e realização dos desfiles carnavalescos”.

Segundo a Liesa, o corte de 50% dos recursos “trará graves consequências para produção do espetáculo” e tornará os desfiles inviáveis de serem feitos com a mesma qualidade com que estavam sendo produzidos.  A entidade também destacou que Crivella, enquanto candidato, visitou a sede da Liesa e firmou um compromisso de manter o subsídio aos desfiles, com perspectiva de aumentar os recursos.

Prefeitura

A prefeitura do Rio divulgou, na segunda-feira (12), a decisão do corte e informou que os recursos destinados às escolas de samba seriam transferidos para aumentar o repasse de manutenção de creches conveniadas com o município. De acordo com a prefeitura, as agremiações receberam cerca de R$ 24 milhões para os desfiles de 2017, e, agora, 50% do valor serão revertidos para melhorar a alimentação e o material escolar das crianças.

Quando a decisão foi divulgada, a prefeitura garantiu que o remanejamento não significa que as escolas de samba ficariam sem recursos. A ideia oficial é fazer investimentos diretamente nas agremiações por meio do Conselho de Turismo com a utilização de um fundo setorial ou por cadernos de encargos.