Ilhéus seleciona voluntários para o Revezamento da Tocha Olímpica


Cidade base da rota do Revezamento da Tocha Olímpica no Brasil, que começa no dia 3 de maio, Ilhéus precisará de voluntários para contribuir com a festa durante a passagem do fogo olímpico, que chegará por aqui no dia 21 de maio. Por isso, estão abertas as inscrições para quem quer participar do ato e dar aquela força durante a cerimônia local.

Para participar é necessário ter 16 anos completos ou mais. As inscrições são coordenadas pela Secretaria de Turismo e Esportes (Setur) de Ilhéus e vão até o dia 15 de maio, na plataforma de eventos Sympla (https://goo.gl/g1mBRr). Os voluntários atuarão no apoio às mais diversas atividades que vão ocorrer durante o dia do revezamento.

Tocha vai percorrer principais pontos de Ilheus. Foto Alfredo Filho Secom Ilheus

Goleiro Lomba está confiante


marcelo lomba
Marcelo Lomba   Foto: divulgação

Capitão da equipe, o goleiro Marcelo Lomba deixou o gramado da Arena Castelão extremamente satisfeito com o triunfo do Tricolor de Aço sobre o Fortaleza por 2 a 1, no confronto de ida das quartas de final da Copa do Nordeste.

Para o camisa 1, o time do Bahia fez uma grande partida e demonstrou maturidade durante os 90 minutos, principalmente na etapa final.

“Nosso time foi bem. Gostei muito da nossa postura madura, principalmente na etapa final, conseguindo criar jogadas e sabendo ter a posse de bola”, comentou.

Marcelo Lomba aproveitou a manutenção do 100% de aproveitamento no regional para convocar os tricolores para o segundo jogo, no domingo (3), às 16h, na Arena Fonte Nova.

“Nós esperamos que o torcedor compareça, lote o estádio e nos ajude a confirmar esta vaga na semifinal”, completou.

Ilhéus: 30 marcas mostram o chocolate sul baiano


Variedade de chocolate encanta o público no Aleluia Ilhéus Festival. Foto Alfredo Filho Secom Ilheus (1)
Fotos: Alfredo Filho

Espaço consolidado nas edições anteriores, o Pavilhão do Chocolate é um dos setores mais visitados no Aleluia Ilhéus Festival, que começou na quarta-feira, 23, e segue até este sábado, 26, na Avenida Soares Lopes, centro da cidade. Nesses quatro dias de festa, mais de 30 marcas da região, produtoras de chocolate e outros derivados do cacau, expõem seus produtos ao público.

O coordenador do pavilhão, Caio Alves, destaca que a intenção do espaço é “firmar cada vez mais a cidade de Ilhéus como a terra do cacau e chocolate e dar visibilidade aos produtores regionais, além de fazer com que os próprios ilheenses conheçam o que é produzido aqui”. Ainda segundo o coordenador, são esperadas aproximadamente sessenta mil pessoas visitando essa sessão durante os quatro dias.

Os expositores trouxeram para o Aleluia Ilhéus Festival uma variedade de chocolates que agrada a todos os gostos. Desde aqueles com quantidade superior a 80% de cacau, que garante um tom amargo bastante acentuado, até aqueles para quem procura um sabor mais doce, com 48% da amêndoa, e ao leite. Os valores e tamanho de barras e bombons variam de 2 a 20 reais.

Prefeito Jabes RIbeiro visita estande de venda de chocolates no Aleluia Ilhéus Festival - 23.03.16 - Foto Alfredo Filho Secom Ilheus (1)

Para Marilene Silva, uma das expositoras do Pavilhão do Chocoloate,  que trabalha com cacau há mais de 20 anos, esse espaço dentro do Aleluia Ilhéus “serve como vitrine para pessoas que trabalham de forma artesanal e valoriza o trabalho dos pequenos produtores de Ilhéus.” A vendedora Ana Valéria, que visitou o pavilhão, achou o lugar “muito interessante, com variedade e qualidade nos produtos”.

O Pavilhão do Chocolate, assim como os demais espaços do Aleluia Ilhéus, abre ao público a partir das 17 horas. A festa prossegue até sábado, 26. A grande atração dessa noite de sexta-feira será o cantor Jorge Vercillo, que sobe ao palco às 20h30min. Antes, haverá Tributo à MPB, na voz de cantores regionais. No último dia, 27, será a vez do Paralamas do Sucesso, que serão precedidos de show em homenagem ao pop rock.

Que venha o Alma Sacra


Você já ouviu falar no  Alma Sacra? Ainda não? Bem, trata-se de um projeto multicultural/multimídia, ousado, que abrange vários seguimentos, pretendendo dessa forma unir vários polos da arte, fazendo um link entre a música, a literatura, e todas as outras ramificações artístico-culturais que englobam o projeto.

Para conhecer melhor a proposta, bem como, seus executores, o Blog Carvalho News decidiu ouvir o idealizador do projeto, o músico, compositor e produtor cultural Richie Harald, que atua no cenário carioca desde 1993, e os demais membros do grupo: Rafael Rocha, Mauro Oruam (Deadly Fate), Bil Martins (Hellish War/Dark Witch) e Alexandre Cannes (Out of Reality).

Blog Carvalho News – Como surgiu a oportunidade de integrar o Alma Sacra e quais expectativas com o projeto?

Alan Flexa: recebi o convite do Richie, para compor o time dos tecladistas, havia me perguntado se eu toparia entrar em um projeto audacioso. Não pensei duas vezes! Aceitei o convite e me senti muito honrado em fazer parte desta grande família que é o Alma Sacra. O Richie é uma pessoa visionária. Não tem medo De dar cara a tapa. Juntou grandes músicos nesse projeto. Fiquei imensamente feliz quando ele me chamou para produzir juntamente com Daniel Parente. Estamos escrevendo uma grande história na pagina de nossas vidas.

Oruam – conheci o idealizador deste projeto em um show do Deadly Fate em Natal, tivemos muita afinidade e então ele me convidou para participar da empreitada. Richie é um grande artista, sensível, guerreiro e com ideias extraordinárias, acredito que o Alma Sacra será um marco no cenário do Heavy Metal Mundial.

Alexandre Cannes – conheço o Richie já faz alguns anos, tocávamos juntos na cena aqui do Rio de Janeiro. Na época ele ainda integrava a banda Fatal Portrait e eu o Out of Reality. Ele já conhecia o meu trabalho, aí pude receber o convite diretamente.

Bill Martins –  certo dia o Richie entrou em contato comigo pelo facebook, trocamos umas ideias e ele fez o convite, que foi aceito no mesmo instante, pois achei muito interessante a proposta e eu também nunca havia participado de um projeto parecido com este.

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Richie Harald               foto: Ladyhammer

CN – Por que o nome “Alma Sacra”?

Richie Harald – O nome surgiu em decorrência de um livro que estou desenvolvendo, que conta a história de um Santuário (Alma Sacra) onde habitam seres que prestaram grandes feitos a humanidade. Neste livro, as almas que desencarnaram do plano terrestre formam uma espécie de cúpula em defesa da Terra e de invasões malignas. Na verdade, o nome é uma mesclagem da língua portuguesa com a Italiana. Muitos me perguntam se a banda é de cunho religioso, mas na verdade a história do Alma Sacra engloba religião, filosofia, psicologia, espiritismos e alguns assuntos  científicos. Trata-se de um trabalho musical em que a parte literária se intercala com a parte musical formando um trabalho conceitual e é por isso que é chamado Alma Sacra Project – Ópera rock. Cada vocalista representa um personagem como de uma ópera.

CN – Quem são os demais músicos que compõem o Alma Sacra?

Richie Harald – Daniel Parente (Clawgrinder) Guitarra/ Vocal – Ce ; Arthur Pessoa (SteelGard) PE – Vocal; Fábio Caldeira (Maestrick) SP – Vocal; Fábio Schneider (Dreadnox) RJ – Vocal; – Vocal; André Larbelle (Ex – Fatal Portrait – BR) RJ – Vocal; Mário Kohn – (Eyes of Gaia) SP – Vocal; Kleber Marcelino – (Mustang 65) RJ – Guitarra; Léo Barcellos – (Gato de Louça) RJ – Baixo. Rafael Rocha – Guitarra – RJ; Gabrielle Gabriels – (Vivaldi Metal Project/ Gabriels) Itália – Teclados, Matheus Lisboa – ( Victms of Fate) teclados,Irlanda. Erivelto Santos – ( Solo/Victm of Fate) Guitarras e Teclados- SP; Lúcio Amaral ( Arcanys, Frequencia Am) Guitarra – RN . Além dos demais músicos que estão participando da entrevista. Mas aguardem que teremos muitas surpresas nas gravações!

CN – As pessoas têm em mente que os roqueiros são revolucionários e politizados. Esse é o perfil dos integrantes da Alma Sacra?

Alan flexa – no meu caso posso dizer que sou um cara revolucionário, pela musica que faço. Não tenho regras para compor, sempre gosto de mesclar estilos além do metal, do qual sou eternamente grato.  Trabalho musica vanguardista eletrônica, musica medieval e folk

Oruam – Sim, somos formadores de opinião e não podemos ser alienados para assim transmitir o melhor da gente através da música.

Alexandre Cannes – Acho muito importante e saudável, que tenhamos conhecimento do quadro político que nos rodeia, pelo menos uma noção do que está acontecendo. Quanto ao revolucionário, não só no rock, mas em todas as instâncias da música, em estilos diversos a crítica política esteve presentem desde ‘Rage Agasint The Machine’ até ‘Nina Simone’. Pessoalmente, vejo mais o lado artístico, abordando temas mais emocionais.

Bill Martins – não me sinto revolucionário e politizado.

Richie Harald – não me envolvo em política, mas o termo ‘revolução’ aplico na tentativa de unir músicos de outros estados do Brasil e do exterior. No entanto, não tenho nada contra quem usa a arte como veículo revolucionário como nos casos dos artistas: Caetano Veloso, Gilberto Gil e Nina Simone. O foco do meu projeto não é este. Meu objetivo com esta obra é usar a música para fazer as pessoas curtirem a magia de seu conteúdo, apreciando a interpretação dos cantores e a forma como é tocada pelos músicos que constam no trabalho.

Rafael Rocha – A historia tem mostrado isso, muitas bandas nasceram com essa veia política, aqui mesmo no Brasil temos e tivemos bandas com esse conceito, o próprio Cazuza o Barão Vermelho na década de 80, o Alma Sacra já nasceu revolucionário. Todo o conceito da banda e os músicos envolvidos, a ideia sempre foi agregar e unir um movimento que estava bem segregado e fazer disso um carro chefe para futuras bandas.

Alma Sacra - Medalha
                                      Arte: Richie Harald

CN – Vocês mesmos compõem suas músicas? Como é o processo de composição?

Alan Flexa – como todo músico preciso de inspiração. Tenho uma teoria sobre o meu processo de composição : minhas musicas 90% são recebidas de algum lugar entre as esferas e assim canalizadas e transformadas e canções.

Oruam – não existe um critério, mas normalmente uma melodia chega pronta na minha mente. Em momentos de inspiração, que normalmente será o tema ou refrão da música, tento compor o restante baseado nisso, no final tento encaixar uma letra.

Alexandre Cannes – sempre penso no assunto e nas letras, que inspiram as melodias e a interpretação. Isso tudo é desenvolvido em cima da base instrumental, que é o que me define o tema da composição.

Rafael Rocha – Sim, temos um time muito competente, como a álbum é conceitual toda a história musical e dividida entre os membros, estamos diariamente conversando via Messenger e definindo cada passo e andamento das musicas.

Richie Harald – cada música é feita em cima dos capítulos do livro de uma forma resumida onde é passado o clima, cena e o enredo aos músicos, será assim nos três volumes do CD. Uma vez feito isso é feito os ensaios, faremos a pré-produção e a gravação onde os produtores Daniel Parente e Alan Flexa direcionarão para o que é produto final esteja dentro do conceito que é o rock progressivo heavy metal com acentuações de música medieval. Aproveito para apresentar o nosso line up de alguns estados do país e do exterior

CN – quais suas bandas prediletas?

Alan Flexa – tenho influencia de grandes bandas e músicos como: Vangelins, André Matos, Corccioli, Queen, Dio, Ozzy, Yes. Como produtor, sou bastante influenciado por Trevon Horn (ex – Yyes), Chirs Lord, George Matin (rip), charlie Bauerfeind e sascha Paeth.

Oruam – Scorpions, Vangelis, Wasp, Iron Maiden, Accept, Rhapsody of Fire, Helloween, Blind Guardian…

Alexandre Cannes – pô, são muitas! Mas posso dizer as principais, Iron Maiden, Bon Jovi, Helloween, Symphony X, Black Sabbath, Dio, Ozzy, Angra, Megadeth… a lista segue!

Bill Martins – são muitas, mas as que eu tenho escutado mais atualmente são Dio, Bathory, Iced Earth, Grand Magus e Ereb Altor.

Rafael Rocha – Particularmente eu escuto muitos estilos diferentes de 14 bis, Milton Nascimento a bandas como Winger, Metallica, Angra, Avantasia, Mirath , Sonata Arctica e Symphony X.

Richie Harald – são várias, dentro deste segmento atual do nosso trabalho, tem Angra, Sepultura, Symphony X, Iron Maiden, Black Sabbath entre outros.

CN – O perfil das bandas de rock brasileiras mudou nas últimas décadas?

Alan Flexa – sim. De uns tempos pra cá, percebemos mudanças, mas certamente sem nenhum avanço. Antes se agregavam valores culturais, hoje os valores são comerciais. Há tantas bandas magnificas nos escombros  dessa mídia que a cada dia nos empurram porcarias.

Oruam – temos grandes bandas, mas percebo poucas mudanças.

Alexandre Cannes – Mudou sim, vejo que a preocupação com uma boa produção, tanto do som, na sua elaboração, quanto ao material de apoio.

Bill Martins – creio que sim, e isso se deve muito a mudança do mercado fonográfico também,internet,MP3,etc…  Acho que,  atualmente, as bandas têm uma visão mais empresarial sobre a música, não é mais apenas algo   passional e inocente. Quem não investe no profissionalismo acaba ficando para trás. Mas uma coisa que não muda  é que quem faz Metal é porque ama realmente, e quem é verdadeiro continua firme sempre.

Rafael Rocha – não só as brasileiras, muitas bandas ao longo do tempo tiveram que se reinventar para poder seguir em frente, a cada dia surge um novo seguimento ou elemento musical e com a quantidade de informação disponível é necessário se reinventar a cada dia.

CN – Como vocês avaliam o atual cenário musical brasileiro?

Rafael Rocha – felizmente, vivemos em uma era digital então temos mais facilidade em divulgar nosso trabalho e o alcance ao publico é maior, na década de 90 e inicio dos anos 2000 era bastante difícil principalmente nosso estilo de opera rock tínhamos poucos veículos especializados, então acredito que mudou muito.

Alan Flexa – estamos a mercê, das grandes multinacionais da musica. Um Brasil tomado pelo funk e sertanejo ( infelizmente é o que vende nas rádios) e vem crescendo absurdamente a cada ciclo.

Oruam – a cena está cada vez mais competente, porém sinto um pouco de desunião entre os estilos diferentes, acho uma pena, pois estamos no mesmo barco. Já na Europa, por exemplo isso não existe, todos tocam no mesmo palco e se respeitam, bandas de Black Metal, Nu Metal, Thrash Metal, Hard Rock, Doom Metal, Folk Metal, White Metal, Metal Tradicional, etc. O pessoal é bastante unido…

Bill Martins – a nível de bandas o cenário vai muito bem ao meu ver, com varias bandas realmente boas, mostrando materiais cada vez mais profissionais. Por outro lado ainda falta espaço pra essa galera mostrar seu trabalho, como casas de shows que abram mais espaço pra som autoral.

Richie Harald  – o Brasil é um país com muitas influências de outros estilos musicais oriundas de musicas em torno mundo e esta mistura de culturas criou o desenvolvimento de músicos excepcionais, porém ainda é muito difícil ter o apoio de imediato do público e dos empresários deste nosso ramo, mas sou otimista quando se tem algo diversificado e que tenha música de conteúdo, perseverança e amor no que se faz!

Alma Sacra Medalha 2

Agricultores familiares expõem no Aleluia Ilhéus Festival


Agricultura familiar presente no Aleluia Ilhéus Festival. Foto Alfredo Filho Secom Ilheus
Agricultura familiar presente no Aleluia Ilhéus Festival. Foto Alfredo Filho e Hilquias Santos

A terceira edição do Aleluia Ilhéus Festival representa mais uma oportunidade de negócios para pequenos agricultores da região e integrantes do segmento conhecido como economia criativa. Numa parceria entre a Companhia de Ação Regional (Car), secretarias de Agricultura da Bahia e de Ilhéus, BahiaPesca e cooperativas, cerca de 35 expositores apresentam seus produtos até o próximo sábado, último dia do evento.

Nos estandes, os visitantes podem conferir artesanatos em argilas, produtos desidratados – que aumenta o prazo de validade, cocadas, arte decoração, além de uma variedade de frutas cultivadas no interior do município de Ilhéus e de cidades vizinhas, “o que demonstra a riqueza de nosso solo”, afirmou o secretário municipal de Agricultura, Sebastião Vivas.

Alberto Matos, 54 anos, que cultiva banana na zona rural de Ilhéus, conta que antes costumava perder boa parte da produção porque não tinha como escoar. “Depois que tivemos acesso à técnica de desidratar a fruta, garantimos maior prazo de validade, evitamos perdas e agora podemos vender, principalmente para a alimentação escolar”.

A variedade de produtos atrai a atenção dos visitantes. Miguel Veigda que é chileno e visitava os estandes na noite desta quinta-feira, 24, afirmou que é ‘interessante celebrar uma festa religiosa, o município tem padrão santo religioso, e chama atenção que há muito que ver, comprar, principalmente relacionado à agricultura familiar e ao chocolate”.

Pesca –Durante o Aleluia Ilhéus Festival, a BahiaPesca, empresa vinculada à Secretaria de Agricultura, realizará a doação de alevinos (filhotes de peixes) e cadastrará os pescadores e aquicultores em programas sociais e de crédito dos governos estadual e federal.

Dentre as atividades desenvolvidas no estande da Bahia Pesca está o cadastramento dos pescadores e aquicultores no CadCidadão, sistema que registra a situação social e econômica dos profissionais e encaminha-os para diversos serviços públicos de assistência e crédito, a exemplo do Vida Melhor.

 

O Aleluia Ilhéus Festival é uma realização da Prefeitura Municipal de Ilhéus e do Governo do Estado da Bahia com apoio do Sebrae, Bahiagás, Bahiapesca, Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Supermercados Meira, Ilhéus Convention Bureau, Associação de Turismo de Ilhéus (Atil), Bahiatursa e Secretaria Estadual de Turismo.

Ilhéus: show de Jorge Vercillo reúne 15 mil pessoas


Nem a forte chuva que caiu em Ilhéus, a partir das 23 horas, na noite desta sexta-feira, 25, afastou o grande público que prestigiou o show do cantor Jorge Vercillo, um dos mais esperados da terceira edição do Aleluia Ilhéus Festival, e de artistas locais, durante o evento realizado na avenida Soares Lopes. Por volta das 23h20min, o violonista e compositor Jorge Vercillo entrou no palco do Festival para apresentar o primeiro show dessa turnê, cantando músicas de seu novo trabalho, denominado “Vida é Arte”, como as belas “Pra Valer”, “Muamba” e “Talismã Sem Par”.

Durante o show, o artista carioca, que já vendeu mais de 1 milhão de CDs e DVDs, elogiou o Aleluia Festival e afirmou: “É um prazer começar esse trabalho, que deve rodar todo o país, em uma cidade tão bonita”. Segundo ele, o novo trabalho marca uma fase diferente na sua carreira. “E isso acontece porque estão presentes neste espetáculo os velhos sucessos. No entanto, pela primeira vez, estarei apresentando em um show várias músicas de um novo CD”, explicou o cantor. Segundo os organizadores da terceira edição do ‘Aleluia Festival’, cerca de 15 mil pessoas foram à avenida Soares Lopes na noite de 25 de março.

Jorge Vercillo lembrou que trazer para o palco músicas novas, que foram sendo lançadas na Internet desde o ano passado, é um risco. “Apesar disso, felizmente, já na passagem de som, que aconteceu horas antes do show, deu pra perceber a generosidade e a musicalidade do público ilheense”, reconheceu, e acrescentou: “o CD e a turnê trazem uma canção chamada ‘Noite dos Jangadeiros’, que fala da Festa de Iemanjá, celebração que tem tudo a ver com Ilhéus, a Bahia e Jorge Amado”.

Ao se referir ao evento, Vercillo comentou que o Aleluia Ilhéus Festival dinamiza diversos aspectos da vida cotidiana das pessoas. “Contudo, uma das coisas que mais me chamaram atenção foi o plano espiritual. Fico muito feliz cada vez que a igreja e os órgãos públicos se colocam como instrumentos de renovação, de estar junto da sociedade e de relembrar os bons valores. Então, uma festa dessa, na minha opinião, promove e reforça tudo isso”, avaliou. Durante o show, como Jorge Vercillo já havia anunciado, o público pôde cantar e se emocionar com seus velhos sucessos, como “Que Nem Maré”, “Homem Aranha” e “Encontro das Águas”.

Tributo à MPB – Antes do show de Jorge Vercillo, o Ilhéus Aleluia Festival abriu espaço para os talentos musicais do Sul da Bahia através de um grande tributo à Música Popular Brasileira (MPB). Pelo palco da Soares Lopes, passaram Jane Poeta, Keketa, Itassucy, Robson Carvalho, Nado, Leonardo Léo, Bebeto, Djalma Assis e Anne de Cidra. Para este sábado, 26, último dia do Aleluia Ilhéus Festival 2016, o evento reserva um belo Tributo ao Pop Rock e um grande e aguardado show com o Paralamas do Sucesso.

Acompanhando a passagem de som de Jorge Vercillo, o ilheense Moisés Vieira, que possui 32 anos e mora no Outeiro de São Sebastião, elogiou bastante a festa. “Evento fantástico, estrutura maravilhosa e atrações ainda melhores. Tudo lindo”, opinou, parabenizando o governo municipal pela realização, que, segundo ele, não só possibilita opções importantes de lazer e de cultura para o povo, como, também, auxilia o turismo.

Aleluia – Além de grandes nomes da música nacional, como Jorge Vercillo e Paralamas do Sucesso, o Aleluia Ilhéus Festival, que acontece na avenida Soares Lopes até este sábado, dia 26, também é marcado por uma série de atividades, como exposições literárias, pavilhão de marcas de chocolate, vernissages de artistas plásticos baianos, e exposição de agricultura familiar e de artes e feiras de economia criativa.

O Aleluia Ilhéus Festival, maior evento de artes integradas do Estado da Bahia, é uma realização da Prefeitura Municipal de Ilhéus, do Convention Bureau Costa do Cacau e Associação de Turismo de Ilhéus (Atil), com o patrocínio do Governo do Estado, através da, Secretaria de Turismo da Bahia, Bahiatursa, Bahiagás, Bahiapesca, Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (Car), Sebrae, Supermercados Meira, entre outros parceiros institucionais. (Fotos: Alfredo Filho)

Ilhéus: encenação da Paixão de Cristo nas escadarias da Catedral emociona


Um dos momentos mais belos, reflexivos e emocionantes do Aleluia Ilhéus Festival, considerado como o maior evento da Semana Santa na Bahia, aconteceu na noite desta última sexta-feira, dia 25. Na oportunidade, a praça Dom Eduardo, na avenida Soares Lopes, ficou lotada para a encenação da Paixão de Cristo, espetáculo realizado há 27 anos pelo Grupo Jovens em Cristo, de Itabuna. A apresentação do espetáculo teatral foi um compromisso do prefeito Jabes Ribeiro, ao final da última edição do Aleluia Ilhéus.

“Em 2014, durante a segunda edição do evento, sentimos a necessidade de termos um produto que aproximasse ainda mais o Aleluia de toda a religiosidade que caracteriza a Semana Santa. Além disso, o espetáculo representa um resgate das nossas tradições cristãs e espirituais”, comentou o prefeito ilheense, que assistiu ao espetáculo ao lado da primeira dama Adryana Ribeiro, da filha Bárbara e outros familiares, além do vice-prefeito Carlos Machado, que também esteve acompanhado de sua esposa, Dean Machado.

O diretor do espetáculo, Márcio Oliveira, informou que a encenação da Paixão de Cristo já passou por diversas cidades baianas, como Itajuípe, Una e Canavieiras. Segundo ele, “para participarmos do Aleluia Ilhéus Festival, reunimos 98 pessoas, sendo 30 atores e 68 figurantes”, disse. Ele acrescentou que a encenação ao ar livre dura cerca de 1 hora e meia e retrata as últimas 12 horas da vida de Jesus, incluindo o  nascimento, a vida, a pregação pública, os milagres, a morte e, por fim, a ressurreição.

Ao falar sobre a encenação da Paixão de Cristo no âmbito do Aleluia Ilhéus Festival, Márcio Oliveira elogiou a festa e a iniciativa do prefeito Jabes Ribeiro. “É um belo evento, mas que também mostra a sua preocupação com o plano espiritual. Afinal de contas, ainda estamos na quaresma, período que marca os 40 dias de sofrimento de Jesus no deserto e todas as dores que Ele suportou na cruz do calvário”, lembrou o diretor.

Opiniões – Na opinião do ator Edelvan de Jesus, que interpretou Pôncio Pilatos e o Rei Herodes, o espetáculo simboliza o amor de Cristo pelos seres humanos e, sobretudo, a sua imensa misericórdia pela humanidade. “Por isso, é fundamental que trabalhos como esse estejam presentes em todo o mundo. As novas gerações precisam conhecer o sacrifício expiatório e redentor de Jesus”, enfatizou Edelvan.

Bastante emocionada, a dona de casa Valdecy Aragão, de 67 anos, que reside no bairro Conquista, declarou que a encenação da Paixão de Cristo foi uma das coisas mais bonitas que ela já viu em Ilhéus. “A juventude precisa se divertir. Mas também precisa conhecer a história do homem mais importante que já veio a este mundo”, salientou.

Aleluia – Além de grandes nomes da música nacional, como Jorge Vercillo e Paralamas do Sucesso, o Aleluia Ilhéus Festival, que acontece na avenida Soares Lopes até este sábado, dia 26, também é marcado por uma série de atividades, como exposições literárias, pavilhão de marcas de chocolate, vernissages de artistas plásticos         baianos, e exposição de agricultura familiar e de artes e feiras de economia criativa.

O Aleluia Ilhéus Festival, maior evento de artes integradas do Estado da Bahia, é uma realização da Prefeitura Municipal de Ilhéus, do Convention Bureau Costa do Cacau e Associação de Turismo de Ilhéus (Atil), com o patrocínio do Governo do Estado, através da, Secretaria de Turismo da Bahia, Bahiatursa, Bahiagás, Bahiapesca, Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (Car), Sebrae, Supermercados Meira, entre outros parceiros institucionais. (Fotos: Alfredo Filho)

Polícia Militar apreende 3.300 explosivos no município de Ibitiara


 

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Quatro guarnições da 29ª Companhia Independente da Polícia Militar da cidade de Seabra, após denúncia anônima, apreenderam no povoado de Aguada, no município de Ibitiara, 3.300 artefatos explosivos. As “bananas de dinamite” foram encontradas na residência de Lildenir Vieira de Macedo da Silva, 42 anos. Durante depoimento, a mulher indicou que o material pertence a seu irmão José Vieira de Macedo, mais conhecido com “Zé Baiano” e a um homem de prenome Rogério. Ambos não estavam na residência na hora da ação policial.

A grande quantidade de explosivos estavam divididos em 81 sacos com artefatos granulados, 47 sacos emulsificados (cada um contendo mais ou menos 70 explosivos), além de 11 rolos de cordel (utilizado como estopim) e uma caixa com 1.000 espoletas de detonação. Lildenir e todo o material foram apresentados na 13ª Coordenadoria de Polícia do Interior (13ª Coorpin), com sede em Seabra.

“Agradecemos a população pela confiança na polícia, através da denúncia anônima. A questão da segurança pública é um dever de todos. Investigamos diuturnamente as quadrilhas especializadas na prática de roubos a bancos e chegaremos ao verdadeiros donos desses explosivos”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa.

O Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) auxiliará a 13ª Coorpin nas investigações, juntamente com a Superintendência de Inteligência da SSP. Outras informações podem ser transmitidas através do Disque-Denúncia (3235-0000).

 

Brasil quer derrubar Uruguai nas eliminatórias


Juntos, eles já fizeram 47 gols pelo Barcelona no atual Campeonato Espanhol. Uma parceria de sucesso que passou por cima da rivalidade entre Brasil e Uruguai e não limitou-se às quatro linhas. Na festa do retorno de Suárez à Celeste após quase dois anos de suspensão, às 21h45, em Recife, o amigo Neymar será anfitrião, mas não pretende fazer as honras da casa.

O camisa 10 da Seleção só pensa em encerrar o jejum com a Amarelinha. Ele ficou de fora dos dois primeiros jogos das Eliminatórias para a Copa de 2018 por conta da suspensão que recebeu na Copa América do ano passado e passou em branco nas partidas contra Argentina e Peru.

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Foto: divulgação

O craque não balança as redes pela seleção brasileira desde o dia 8 de setembro, quando entrou no segundo tempo e guardou dois no amistoso contra os EUA.

Se Neymar não marca há mais de seis meses com a Amarelinha, Suárez sequer veste a Celeste há quase dois anos. A fatídica mordida no italiano Chiellini, na última partida da primeira fase pelo Grupo D da Copa de 2014, rendeu um gancho de nove jogos com seleção hermana, pela qual ele não atua desde 24 de junho de 2014.

De lá para cá, Súarez foi contratado pelo Barcelona e passou a formar o mais poderoso trio de ataque do mundo, juntamente com Neymar e Messi. Os dois primeiros ganharam mais prestígio na Espanha depois de conseguirem manter o time no caminho das vitórias enquanto Messi ficou afastado por lesão.

Logo mais, o entrosamento da dupla terá que ficar fora do campo e a rivalidade entre Brasil e Uruguai voltará a permear o relacionamento entre eles. Tudo, porém, na medida certa e sem mordidas.

“Estávamos falando que um sentiria falta do outro durante o aquecimento. Formamos uma grande amizade, eu, o Suárez e o Messi. Além de dar certo dentro de campo, demos certo fora também. Dentro de campo as coisas fluem, um quer ajudar o outro. Respeito muito meu amigo Suárez, mas quero vencê-lo e vou fazer de tudo para que minha equipe possa vencer”, disse Neymar, logo após o treinamento na Arena Pernambuco.

Curiosamente, a Seleção fará sua estreia no estádio, enquanto os uruguaios já atuaram lá duas vezes durante a Copa das Confederações de 2013.

Manutenção de blindados e helicópteros não está garantida para as Olimpíadas


Faltando pouco mais de quatro meses para as Olimpíadas, o uso de helicópteros e dos mais modernos blindados da Polícia Civil ainda não está garantido durante a realização dos Jogos, em agosto. Por conta da crise financeira do estado, a corporação ainda não sabe como vai pagar a manutenção das duas aeronaves usadas pelo Serviço Aeropolicial (Saer) após o fim do contrato atual, custeado pela Casa Civil. Já os dois caveirões Maverick, comprados pela Secretaria de Segurança em 2013 para os grandes eventos que o Rio iria sediar, terão a garantia expirada também até o fim do semestre. A Polícia Civil ainda não encontrou mecânicos capacitados para fazer a manutenção dos veículos, de fabricação sul-africana.

No último dia 10, o governador Luiz Fernando Pezão publicou, no Diário Oficial, um despacho transferindo da Casa Civil para a polícia a “responsabilidade pela execução da manutenção de todas as aeronaves que integram a sua frota”. Entretanto, segundo Rodrigo Oliveira, delegado da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) — à qual o Saer é subordinado — a Polícia Civil não tem condições financeiras de manter o contrato.

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Contrato de manutenção de aeronaves vai passar a ser custeado pela Polícia Civil Foto: Fernando Quevedo / Agencia O Globo

— Sem manutenção, as aeronaves não voam. Até o fim do semestre, com o contrato atual, os voos estão garantidos. Depois disso, será a Polícia Civil que vai ter que arcar as despesas, mas não temos verba — afirma Oliveira.

Já a manutenção dos blindados é feita por mecânicos sul-africanos, que vão morar no Rio até acabar o prazo da garantia. Depois, voltam para seu país. Enquanto a corporação não encontra uma saída, os blindados, que são os mais modernos da polícia, seguem na garagem, enquanto os mais antigos são usados.
A Polícia Civil possui dois helicópteros operacionais: um Huey ll blindado e outro do modelo Esquilo. Segundo agentes ouvidos pelo EXTRA, as aeronaves são as únicas no estado que fazem voos baixos, fundamentais em grandes operações. “Sem os helicópteros, vamos cancelar 90% das nossas operações. Não vou colocar meus homens em risco”, afirma o delegado Ronaldo Oliveira, diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada.
Já os caveirões Maverick custaram R$ 6,65 milhões, ou R$ 831 mil por unidade, à Secretaria de Segurança. Ao todo, oito foram comprados em 2013: quatro para o Batalhão de Operações Especiais (Bope), dois para o Batalhão de Choque (BPChq) — com torre com jato de água, para controle de distúrbios — e dois para a Core. É capaz de transportar 12 homens e resiste a disparos de metralhadoras calibre ponto 30 e fuzis 7.62 mm.