A volta do Capitão 7


A revista Alfa – A Primeira Ordem, história em quadrinhos que reunirá um time de super-heróis brasileiros na mesma aventura ganhou um reforço de peso para o elenco de personagens participantes da saga. Trata-se de ninguém menos que o Capitão 7, o primeiro super-herói brasileiro, criado em 1954 e considerado a versão tupiniquim do Superman.

O Capitão 7 foi interpretado pelo cantor de rádio e campeão de boxe Ayres de Campos, que personificou o herói no programa de TV As Aventuras do Capitão 7, exibido pela Rede Record (de onde o herói tirou o 7 de seu nome, numa alusão ao número do canal, em São Paulo).  Posteriormente, virou uma revista em quadrinhos, em 1959, que durou mais de 50 edições.Capitão_7 Jaime Cortez

O herói também virou marca de uma fábrica de fantasias infantis na década de 1960, após o término do seriado. Com o tempo, o Capitão 7 perdeu sua popularidade, mas nunca caiu em total esquecimento. Com a morte de seu criador em 2003, os direitos do personagem foram licenciados raríssimas vezes – a última delas foi em 2006, para a revista Triplik, publicação oficial das marcas de roupas infantis Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre, escrita e desenhada por Danyael Lopes.

Dez anos depois, o Capitão 7 retorna como convidado da revista Alfa, A Primeira Ordem. Segundo Elenildo Lopes, o idealizador do projeto, a participação do Capitão 7 é fruto de negociações com os herdeiros de Ayres Campos. “Sempre foi um sonho reunir oficialmente os super-heróis clássicos com os dessa nova geração e agora ele se torna realidade.” comemora Lopes.

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A HQ é uma reformulação de um projeto antigo chamado apenas A Ordem, que esteve no site Catarse em 2014 para captação de recursos, mas não conseguiu o montante desejado. A ideia foi reformulada e volta com um novo nome: Alfa – A Primeira Ordem. A trama reúne os maiores e mais clássicos super-heróis brasileiros atuando em conjunto numa saga cósmica, diferente de Protocolo: A Ordem, lançada em 2016, onde os heróis se reuniram para conter uma invasão espacial. Porém, os eventos serão uma sequência desta história.

O projeto Alfa entrará no Catarse em breve e a previsão de lançamento é para o segundo semestre de 2017. A presença de Capitão 7 na história, com certeza será um fator que despertará o interesse dos leitores, pois o personagem é um dos mais importantes da mitologia de super-heróis brasileiros – talvez o mais importante, já que é o pioneiro – e faz parte da história da televisão e da infância de muita gente.

USP oferece 27 cursos gratuitos e online


Que tal fazer um curso numa das melhores universidades da América Latina? Bom não é mesmo? E se eu disser que você poderá realizar os estudos em sua própria casa e sem gastar um tostão com matrículas e material didático? Muito bom não é? Pois a Universidade de São Paulo (USP) está oferecendo 27 cursos através da plataforma online Veduca. Os cursos a abrangem várias áreas do conhecimento, como ciências, política, engenharia, gestão, recursos humanos, meio ambiente, estatística, oceanografia, libras, administração,história e diversas outras.

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4.Princípios de Sustentabilidade e Tecnologias Portadoras de Inovação
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5.Gestão do Desenvolvimento de Produtos e Serviços
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6.Liderança, Gestão de Pessoas e do Conhecimento para Inovação
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7.Gestão da Inovação
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8.Medicina do Sono
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9.Oceanografia – Sistema Bentônico
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10.Eletromagnetismo
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11.Probabilidade & Estatística
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12.Sistemas Terra
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13.Produção mais Limpa (P+L) e Ecologia Industrial
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14.Instrumentos de Política e Sistemas de Gestão Ambiental
http://www.veduca.com.br/assistir/instrumentos-de-politica-e-sistemas-de-gestao-ambiental

15.Fundamentos de Administração
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16. Visões do Brasil, Século XIX
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17.Escrita Científica: Produção de Artigos de Alto Impacto
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18.Escrita Científica
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19.Tópicos de Epistemologia e Didática
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20.Atualidade de Sérgio Buarque de Holanda
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21.Economia Monetária – Moeda e Bancos
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22.Empirismo e Pragmatismo Contemporâneos
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23.Filosofia e Intuição Poética na Modernidade
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24.Ciência Política: Qualidade da Democracia
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25.História do Brasil Colonial II
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26.Enunciação
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27. Libras
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3ª Edição do Anime Star é realizada no RJ


O Clube dos Suboficiais e Sargentos da Aeronáutica (Sargento de Cascadura) serviu de sede para  3ª Edição do Anime Star. O evento foi realizado no último dia 13, entre 11h e 19h, e reuniu fãs de animes, youtubers entre outros. Foi um dia com muita diversão com vários games, concurso de Cosplay, animes, k-pop, card games, youtubers, música, estandes e muito mais.

Entre as atrações estavam : Dani russo, Player Tauz , Muca Muriçoca, La fênix, Dublador: Marcos Ribeiro, Player Solo, Minecraft (Afreim Taafuck e Minguado), Gabriel – The king of zueira, Diegho San (bi campeão mundial just dance), Nelson casa do kame. Renan Montezano do Canal Montezando, Renan Montezano, foi um dos que marcaram presença.”Eventos como este são super importantes para unir a galera que curte animes, séries, filmes e quadrinhos em um só lugar”, afirma o youtuber.

 

 

Que venham “os Defensores”


 

A Marvel definitivamente decidiu investir em séries com seus fantásticos super-heróis. Em 2017, mais uma produção será lançada: “Os Defensores”. Uma equipe formada pelos já conhecidos Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Punhos de Ferro (Finn Jones).

Há poucas informações sobre a nova série, que está sendo produzida em parceria com a Netflix. Para se ter uma ideia, a atriz Sigourney Weaver interpretará uma vilã cujo o nove ainda não foi divulgado. Tudo indica que serão oito ou 13 episódios ao todo. Uma aura de sigilo paira sobre a atração, resta aguardar a estreia.

 

Arigato gozaimasu Japão


Nissei, sansei, suchi, miojo, sachimi. Você já parou para pensar como somos influenciados pela cultura japonesa diariamente? Nosso país abriga a maior comunidade nipônica fora da “terra do sol nascente”: são mais de 1,6 milhão de japoneses e descendentes. Essas informações são da Central Intelligence Agency (CIA). Os japoneses começaram a deixar sua terra natal em busca de uma vida melhor para suas famílias. Grande parte desta imigração aconteceu a partir de 1868, com picos em 1912 e em 1946 no Pós-Segunda Guerra Mundial.

Foi em 18 de junho de 1908, que chegou ao Porto de Santos o “Kasato Maru”, navio que trouxe 165 famílias de japoneses. Porém, com a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, ao lado dos aliados, declarando guerra aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão), a imigração foi temporariamente interrompida no decorrer do conflito (1939-1945).

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Primeiros imigrantes japoneses do Brasil           Foto: acervo histórico
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Historiadora Mariana Oliveira

De acordo com a historiadora, graduada pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Mariana Oliveira, no começo do século XX, o Brasil buscava mão de obra para as lavouras de café, enquanto o Japão passava por um crescimento demográfico e não possuía empregos suficientes. “Foi a união do útil ao agradável. As nações selaram um acordo imigratório denominado “Tratado de Amizade”, iniciando assim, a chegada maciça dos Japoneses ao Brasil”, explica a especialista.

A pesquisadora também revela, que durante os anos da guerra a imigração de japoneses para o Brasil foi proibida e vários atos do governo brasileiro os prejudicaram e a seus descendentes. A maioria dos japoneses trabalhou em plantações de café no interior de São Paulo e posteriormente no norte do Paraná, explicando o grande número de comunidades em Sampa. “Um bom exemplo é o bairro da Liberdade que reuni culinária, música, religião e festividades da cultura japonesa, unindo milhares nikkeis (cidadãos brasileiros com descendência japonesa), atraindo turistas do mundo inteiro”, lembra Mariana. Clique aqui e saiba mais sobre a influência japonesa no Brasil

 

Cultura pop japonesa no Brasil


Foto: divulgação
Ultraman  Foto: divulgação

Apesar das dificuldades, os imigrantes japoneses se adaptaram perfeitamente ao nosso país. Na opinião do Cônsul do Japão no Recife, Yasuhiro Mitsui, o Japão e o Brasil têm características bastante diferentes. Mas, mesmo assim, os dois países combinam muito bem e, os descendentes dos japoneses, que já tem muitas características brasileiras, contribuem para fortalecer ainda mais está boa relação. “Eram muitos os problemas a enfrentar, tais como o idioma, cultura, diferenças nas condições de trabalho com o que foi assinado no contrato de trabalho etc. Entretanto, apesar de todos os obstáculos, eles sempre se esforçaram para superar e conseguir resolver as demandas da melhor forma possível, sem se abater ou desistir”, afirma Mitsui.

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Consul do Japão Yasuhiro Mitsui Foto: divulgação

O cônsul esclarece que, além dos serviços consulares, tais como emissão de visto, passaporte para japoneses etc., o consulado do Japão no Recife também realiza e apoia eventos culturais japoneses, oferece bolsas de estudo pelo MEXT (Ministério da Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia) do Governo do Japão, entre outros serviços. (http://www.br.emb-japan.go.jp/itpr_pt/recife.html)

Muito da “Terra do Sol Nascente” já faz parte do nosso cotidiano. Um bom exemplo são os seriados e desenhos nipônicos, que fazem um imenso sucesso também aqui no Brasil. O blogueiro Alexandre Nagado é um dos que comprovam esse êxito. Neto de japoneses, Nagado conta que possui uma criação cristã, mas também teve acesso as filosofias orientais. “Meu avô que ajudou a me criar me passou muitos valores que trouxe do Japão, especificamente da região de Okinawa. Acho que tenho uma mistura de culturas que convivem bem em minha cabeça”, garante Nagado.

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Alexandre Nagado Foto: divulgação

O blogueiro não esconde que aprecia a música japonesa, além das séries de efeitos especiais (tokusatsu), animes e os mangás. “Os personagens japoneses são emotivos, perseverantes nunca desistem de lutar pelos seus objetivos. Outro segredo para o sucesso são as técnicas narrativas que são muito avançadas”, avalia o especialista.Clique aqui e saiba mais sobre a influência japonesa no Brasil

 

Comic Con 2016 traz atrações da cultura pop nipônica


Nagado é o editor do blog Sushi POP (http://nagado.blogspot.com.br/), que fala da cultura japonesa em suas diversas manifestações. No veículo são apresentadas resenhas de mangás publicados no Brasil, reportagens sobre séries clássicas, comentários sobre aspectos do mercado, dicas musicais e muito mais. “É bem eclético na visão da cultura pop”, garante.

“Tudo me atrai na cultura nipônica”, quem afirma é o guarda municipal da Prefeitura de Londrina(PR), Wladmir Oliveira. O interesse pela cultura, segundo ele, surgiu com a paixão pelos filmes que assistia e as artes marciais que começava a praticar. “Costumo aplicar os ensinamentos orientais no meu dia a dia. Essa sabedoria é milenar e sempre possui alguma informação que é útil para nosso cotidiano”, afirma o funcionário público.

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Wladmir Oliveira Foto: arquivo pessoal

Atualmente, existem muitos eventos que são um verdadeiro ponto de encontro para os admiradores da cultura pop japonesa. Por exemplo, a Comic Con (http://www.ccxp.com.br/) que será realizada em São Paulo, entre 1º e 4 de dezembro. Segundo Ivan Costa, sócio fundador da CCXP, a edição deste ano será a maior com o dobro da área ocupada em 2015, passando para 100 mil m2. A expectativa é que a marca de 180 mil visitantes seja atingida. “Isso colocará a CCXP como o maior comic con do mundo em público visitante maior comic con do mundo em público visitante, imediatamente atrás das tradicionais New York Comic Con e da San Diego Comic Com”, acredita Costa .

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Ivan Costa        Foto: divulgação

De acordo com o organizador, o evento contará com a presença das maiores empresas do setor de entretenimento e cultura pop e atrações nacionais e estrangeiras de quadrinhos, cinema, TV, literatura e cosplay (um hobby onde os participantes se fantasiam de personagens fictícios da cultura pop japonesa) em quatro dias para ficarem na memória de todos os fãs.

Ivan Costa declara que a Comic Con deste ano contará com a presença de Tsutomo Nihei, criador dos mangás Knights of Sidonia e Blame! “O primeiro já transformado em animação e a segunda recém-anunciada também ambas pela Netflix. Ele estará numa área da CCXP exclusiva de cultura japonesa, com estandes e exposições entre outras atividades”, finaliza.

03/12/2015 – Auditório Cinemark, coletiva de imprensa da Comic Con Experience 2015 na São Paulo Expo em São Paulo, capital. Foto: Flavio Battaiola
Comic Con Experience 2015  Foto: Flavio Battaiola
06/12/2015 –Auditorio Cinemark da Comic Con Experience 2015 na São Paulo Expo em São Paulo, capital. Foto: Gustavo Scatena
Adam Sandler – Comic Con Experience 2015 Foto: Gustavo Scatena

 

Orientação vocacional: aliada na escolha da carreira


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Psicóloga Joanna Oliveira   Foto: divulgação

A prática profissional pode ser considerada como uma das atividades de maior importância na vida de um indivíduo jovem, sendo que é na adolescência a fase na qual surgem os interesses profissionais e se intensificam as dúvidas a respeito do futuro.

Nesse processo de escolha profissional, questões como identificação, aptidões, situações  familiares e perspectivas para o futuro são  importantes elementos de investigação. Sob essa perspectiva, a Psicologia oferece seus instrumentos, visando proporcionar reflexão e autoconhecimento por meio da Orientação Profissional (OP).

O conceito orientação profissional, na perspectiva psicológica significa a ajuda prestada a uma pessoa com vistas à solução de problemas relativos à escolha de uma profissão. Assim, o objetivo da OP seria  levar o sujeito a se conhecer, no sentido de possibilitar uma escolha mais   lucidas  e de acordo com as  suas habilidades .

De certo que para um conjunto de habilidades que um indivíduo possui, existe um conjunto de opções profissionais em que ele poderia se dar muito bem e por isso a importância de se considerar os valores, aspirações, nível socioeconômico e estilo de vida que o indivíduo deseja ter.

Por fim, os interesses não determinam necessariamente a escolha de uma carreira, uma vez que outros fatores como os sociais, físicos, educativos e financeiros podem interferir nesse processo. Os pais também têm um papel importante para essa escolha. É fundamental que eles compartilhem suas experiências com a profissão, como foi a sua entrada no mercado de trabalho, as habilidades que identificam em seus filhos, mas sem impor a sua vontade.

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O que podemos extrair disso tudo é que a orientação profissional é todo o processo de orientação para as tomadas de decisões, que abrange desde estudos sobre mercado de trabalho e oportunidades de emprego, até uma orientação individual sobre interesses de carreira.

Para ajudar   os jovens indecisos  no momento de escolher a profissão, surgem os testes vocacionais. Os referidos testes,  consistem em questionário cujo objetivo é medir características psicológicas dos indivíduos, interesses e aptidões, delimitando a área de atuação mais favorável ao seu perfil.

Além de considerar questões racionais, o teste vocacional leva em conta aquilo que o individuo  gosta de fazer, o tipo de atividade que trará realização pessoal e profissional. Por isso, ele é tão importante. Vocação é uma palavra latina que significa chamar para exercer uma determinada profissão ou um talento (aptidão natural) para executar algo.

Os testes vocacionais on lines  são ótimas ferramentas para auxiliar na escolha da sua carreira, mas se você busca uma análise mais profunda do seu perfil profissional, é interessante pensar em fazer um teste vocacional pessoalmente com um psicólogo. Esse profissional vai de fato analisar seu perfil, suas preferências e te sugerir opções com maior precisão, além de te aconselhar na escolha da carreira

E necessário ressaltar que também que o teste vocacional não é exato, mas sim um indicativo, uma sugestão, baseada nas respostas que o individuo dá a perguntas pré-selecionadas. O teste pode ajudar a descobrir qual área tem a ver com os seus interesses, pois vai associar os seus gostos aos cursos e profissões. Porém, não se deve  encarar como um veredito definitivo sobre o seu futuro, é apenas uma orientação.

Joanna Oliveira é formada em Psicologia e Pós- Graduada em Psicopedagogia. Contato: [email protected]

Igreja da Penha merece uma visita


 

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O Rio de Janeiro possui muitos locais considerados “cartões postais”. Um deles é a Igreja Nossa Senhora da Penha de França ou, simplesmente, Igreja da Penha como é mais conhecida. O santuário está localizado no bairro da Penha, Zona Norte da cidade Maravilhosa e atrai milhares de pessoas durante o ano.

Construída no alto de uma pedra, em 1728, a igreja é famosa pelos 382 degraus da escadaria principal, onde muitos fiéis pagam promessas, subindo a pé ou até mesmo de joelhos. O Santuário possui também um funicular (carro de cabos que circula sobre trilho), recentemente reformado, com capacidade para transportar cerca de quinhentas pessoas por hora, gratuitamente.

Anualmente o santuário realiza os festejos da padroeira, no mês de outubro, promovendo a celebração de missas de hora em hora aos domingos, shows religiosos, procissões luminosas, missas campais, apresentação de grupos folclóricos e de corais e a festa na ladeira de subida ao santuário com as tradicionais barracas de comidas típicas, doces diversos e música ambiente.

A basílica tem recebido muitas melhorias. No pátio foram construídos novos banheiros; e uma Concha Acústica dotada de ótima estrutura para eventos culturais, numa área para 30 mil pessoas

No dia 16 de junho de 2016, o Papa Francisco, atendendo aos pedidos do Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, elevou o Santuário Arquidiocesano Mariano de Nossa Senhora da Penha à categoria de Basílica Menor. (Fotos: Marcelo Carvalho)

Cineasta Marcelo Paes de Carvalho


Com muitos projetos e planos de morar no continente europeu, o cineasta carioca Marcelo Paes de Carvalho faz um balanço do atual cenário cultural brasileiro. Conheça um melhor esse empreendedor, bem como seus posicionamentos nesta rica entrevista.

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Blog Carvalho News – Fale-nos do seu longa documentário “Incêndio no Circo – Das Trevas à Luz”.

Marcelo Paes de Carvalho – O filme, um longa documentário, conta a tragédia que ocorreu em 1951, com o incêndio do Gran Circus Norte Americano, em Niterói, onde morreram 317 pessoas e mais de 500 feridos. Mas o filme fala não só sobre a tragédia em si, mas sobre como várias pessoas se destacaram no processo de recuperação daqueles enfermos, como a população se engajou, etc.

CN – Como funciona o seu processo para escolha de elenco?

Marcelo – Meu processo, na maioria das vezes, tem várias etapas, primeiro buscando conhecer os trabalhos anteriores daquele ator/atriz. Se eu acho legal, chamo para um teste, para ver se o personagem encaixa com aquele artista, pois muitas vezes temos atores/atrizes muito bons mas que não encaixam no personagem, e isso é o mais importante, precisa passar verdade, precisa de identificação, precisa de sangue no olho. Outras vezes, embora raramente, um personagem já é escrito pensando um determinado ator ou atriz, nesse caso, o processo é basicamente um convite.

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Marcelo com o cacique Pataxó em Porto Seguro (BA)           Foto: arquivo pessoal

CN – O que provocou a estagnação do cinema nacional?

Marcelo – Eu acho que a estagnação já passou. Com a retomada, muita coisa legal vem acontecendo, e o cinema brasileiro vive uma efervescência criativa. Nosso problema é outro, gravíssimo: A falta de público interessado em assistir o filme brasileiro que não seja a comédia, os filmes que já tem bilheteria certa. E mais importante do que discutir problema, é debater solução, que nesse caso, passa pela formação de plateia, desde crianças, a formação na área audiovisual, para que mais pessoas produzam, etc.

CN – Como você avalia o atual momento do cinema em nosso país?

Marcelo – Eu acho o cinema brasileiro lindo. Mas para isso, para constatar minha afirmação, é preciso sair do óbvio, é ir atrás de títulos diferenciados, é buscar o cinema que está sendo feito e não está sendo assistido, é buscar os novos nomes, os curta-metragistas, a galera que está respirando audiovisual por amor à causa. Para essas pessoas é que precisamos de mais políticas públicas, e não para o cinema comercial que já inclusive, poderia sobreviver sem as leis de incentivo.

CN – O Brasil vive um período complicado tanto na economia, quanto na política. Como tudo isso vem afetando suas produções?

Marcelo – Nós somos afetados pelo mundo que nos cerca o tempo todo, então vemos com olhos bastante atentos o que está acontecendo no país, na política, nos bastidores, essa crise de representação e até mesmo de identidade pela qual estamos passando, é olhar um congresso e não se reconhecer ali, embora reconheça ali também uma parcela da sociedade, e isso tudo é muito inquietante, e acaba influenciando até mesmo na nossa criatividade. E antes que me esqueça #FORATEMER.

CN – Voce é o presidente do Instituto Incartaz de Cultura, Educação e Inclusão Social. Qual a proposta dessa entidade?

Marcelo – O Instituto InCartaz surgiu em 2008 para dar vazão as nossas propostas e projetos de capacitação, principalmente em audiovisual. São projetos sociais, cursos, workshops, etc., tudo buscando uma maior inclusão social e a capacitação profissional nas artes.

CN – Quais seus projetos a médio prazo?

Marcelo – Estou indo morar na Europa, olhar o Brasil um pouco de fora, então à partir de 2017, passarei sempre 6 meses lá, 6 aqui, já que não consigo imaginar viver sem minhas andanças por esse país que tanto amo. E a meta é, além de finalizar os projetos em andamento (filmes, séries, etc) é fortalecer cada vez mais o projeto FILMINBRASIL, que capacita pessoas para trabalhar na área audiovisual em todo o país, com vários parceiros, em vários estados.

CN – Qual a mensagem que gostaria de deixar para os leitores do blog?

Marcelo – O que eu quero para os leitores é que olhem a arte como algo não só belo, mas necessário. Nesse momento estranho que estamos vivendo, onde chegamos a ver pessoas afirmando que os artistas eram apenas vagabundos (sendo que eu trabalho em média 18h por dia), precisamos incentivar a produção cultural brasileira mais do que nunca. A arte é sempre algo visto como secundário, quando não é. A arte realmente salva vidas. Esqueça os livros, a teoria, o pensamento, achando que isso é algo apenas subjetivo, pois não é. Uso sempre um exemplo que vivi para isso: Um dia, eu estava entrevistando pessoas, usuários de um hospital psiquiátrico, e elas tinham através de um projeto lindo da ECOAR – Educando com Arte (outra entidade da qual faço parte da diretoria), acesso a oficinas de dança. Uma senhorazinha, quando entrevistada, me deu o seguinte depoimento: “Sabe, meu filho… Ontem à noite, eu estava pensando em me suicidar… Mas aí, lembrei que hoje tinha aula de dança… Então, deixei para amanhã.” Pensem nisso, com carinho.