Talentos brasileiros das HQs


Conheça melhor a arte de nossos quadrinistas:

 

 A arte de Rafael Oliveira –   

A arte de José Wilson Magalhães –

 

As cores de Carlos Lopez –

 

Mais talentos brasileiros das HQs


Conheça um pouco mais da arte destes talentos brasileiros das HQs:

 

A arte de Elyan Lopes –

 

A arte de Marcio Fiorito

Saiba mais:

José Wilson

https://finalmentearte.blogspot.com.br

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https://www.facebook.com/josewilson.magalhaes.1

 

Carlos Lopes

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Márcio Fiorito

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Elya Lopes

[email protected]

https://www.facebook.com/meu.heroi?fref=ts

Suzana Vieira e Sandro Pedroso não falam mais a mesma língua


O bicho está pegando entre Susanita Vieira e o mágico Sandro Pedroso.

O moço falou no programa do Gugu que a polêmica atriz terminou com ele do nada, depois de seis anos de relacionamento, o acusou de interesseiro e o colocou para fora de casa.

Indignada, Susana deu as seguintes declarações ao site Ego, ligado à Globo:

“Como eu me sinto? O que eu acho? Eu estou chocada! Ou melhor, chocada, magoada, triste e decepcionada. Essas são as palavras que me definem no momento. Realmente não entendo o que leva uma pessoa se sujeitar a isso! Dar uma entrevista onde todas as declarações a respeito do término de uma relação, que sempre foi de muito respeito e cumplicidade, com
mentiras é inadmissível”.

“Nada do que foi dito é verdade e ele sabe disso! É realmente lamentável ver que você não reconhece mais a pessoa que você amou e se relacionou um dia. Que mesmo após o término da relação, passou o réveillon comigo e com a minha família em Angra dos Reis. Pessoa esta, que nunca deixou de frequentar a minha casa, que sempre esteve presente nas festas e almoços de família, inclusive nos churrascos durante a última copa do mundo.  E que sempre teve o meu apoio moral, emocional e até financeiro mesmo após a separação. Apoio este que foi estendido a ele e à família dele”.

“Quanto ao término, ele sabe bem quais foram os motivos. Motivos estes que me sinto constrangida em expor publicamente até em respeito à minha família, que, assim como eu, está indignada , magoada e decepcionada com tamanha crueldade e ingratidão”.

Previdência e Trabalho podem mudar com Temer


É bom estarmos preparados. O eventual governo de Michel Temer planeja fazer reformas de impacto nas áreas da Previdência Social e Trabalho. As mudanças já antecipadas pelos prováveis colaboradores do novo presidente da República mostram que ele, assim que assumir, deve mandar para o Congresso Nacional de imediato propostas de modificações nas regras de concessão de benefícios previdenciários e assistenciais, de vinculação dos benefícios com o salário mínimo e flexibilização da Consolidação das Leis de Trabalho (CLT).

A principal alteração deverá ser na Previdência Social. Apesar de adversário de Dilma, se assumir em seu lugar Temer vai encaminhar ao Congresso a proposta que a equipe econômica que a presidente petista tentou aprovar: a exigência de idade mínima de 65 anos para aposentadoria de homens e mulheres. A proposta está no documento “Uma ponte para o futuro”, divulgado ano passado pelo PMDB.

Hoje a aposentadoria por idade é de 65 anos para homens e 60 para mulheres, e o trabalhador também pode aposentar por tempo de contribuição pela Fórmula 85/95, que soma esse tempo com a sua idade. A proposta de Temer deve incluir regras de transição de cinco a dez anos para quem já está no mercado de trabalho.

08-temer

Autor de estudo que mostra que 75% do gasto público da União são de repasses para programas sociais, funcionalismo público e previdência, o economista Raul Velloso, especialista em contas públicas, vê a adoção da idade mínima para aposentadoria como essencial para que o governo evite a insolvência.

Já o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, filiado à Força Sindical, Carlos Ortiz, critica a proposta para a Previdência. “Somos contra o aumento de idade para aposentadoria das mulheres e a desvinculação dos benefícios do mínimo. Seja qual for o governo, Dilma ou Temer, não permitiremos que garantias conquistadas sejam retiradas”, diz Ortiz.

Nas alterações das relações de trabalho, empresas e sindicatos poderão negociar livremente parcelamentos, formas de pagamentos, redução de salários e de jornadas de trabalho. Essas propostas também constam do documento do PMDB.

Segundo o cientista político e vice-presidente da Arko Advice, Cristiano Noronha, a grande mudança na área trabalhista proposta por Temer é a flexibilização da CLT, com a sobreposição do negociado sobre o legislado.

Outra proposta polêmica de Temer é a desvinculação dos benefícios previdenciários e assistenciais para deficientes e idosos de baixa renda do salário mínimo. Nela, os benefícios passariam a ser corrigidos anualmente apenas pela inflação. Hoje em dia, os salários dos aposentados são vinculados ao mínimo.

Todas essas propostas encontram forte reação da Central Única dos Trabalhadores (CUT). “O que eles querem é tirar as garantias dos trabalhadores. E isso não vamos permitir”, afirma Vagner Freitas, presidente da CUT.

Fonte: O Dia

 

Processo de impeachment de Dilma é anulado pelo presidente interino da Câmara


E o que parecia impossível aconteceu. O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), anulou nesta segunda-feira a tramitação do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, cuja abertura foi aprovada pelo plenário da Câmara no dia 17 de abril. Realizado pela Advocacia-Geral da União (AGU), o pedido de suspensão pleiteava a anulação da sessão realizada nos dias 15, 16 e 17 de abril, segundo nota divulgada pela assessoria da presidência da Câmara. A Secretaria geral da Câmara divulgou que ainda não foi informada da decisão de Maranhão, porém o Senado a recebeu às 11h37. É aguardada a chegada do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), para decidir o encaminhamento.

waldir Maranhao

Maranhão considerou, a partir da petição da AGU, que ocorreram “alguns vícios que tornaram nula de pleno direito a sessão em questão”, diz o texto. Ainda, segundo Maranhão, os partidos não poderiam ter fechado questão ou firmado orientação para que os parlamentares votassem de um jeito ou de outro, mas deveriam votar de acordo com suas convicções pessoais.

Os deputados também não poderiam, segundo a decisão, ter anunciado seus votos, o que para ele caracteriza “prejulgamento e clara ofensa ao amplo direito de defesa”. Além disso, Maranhão argumenta que a defesa da presidente teria de falar por último no momento da votação e não o relator Jovair Arantes (PTB-GO), como foi o caso.

Em outro ponto, Maranhão argumenta que o resultado da votação deveria ter sido formalizado por resolução, de acordo com o regimento interno da Câmara e o rito previsto no processo de impeachment do ex-presidente Fernando Collor.

Na petição encaminhada à Câmara, o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, sustenta a ocorrência de “várias ilegalidades” que “acabaram por viciar” a tramitação. Entre os pontos apresentados, está a orientação de voto por parte de líderes de bancadas. “No âmbito internacional, decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos afirmam, categoricamente, que julgamentos políticos realizados pelo Congresso estão também obrigados a respeitar a imparcialidade, que é uma garantia derivada do princípio do devido processo legal. Nesse sentido, ter-se um posicionamento derivado de orientação partidária, antes das alegações, ofende o devido processo legal e nulifica o julgamento, por impedir a imparcialidade”.

A defesa da presidente cita ainda a fala do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na abertura da sessão, afirmando que a orientação de voto não seria colocada no painel, porque “não cabe orientação”. O ministro José Eduardo Cardozo elenca declarações dos líderes Antonio Imbassahy (PSDB), Aguinaldo Ribeiro (PP), Rogério Rosso (PSD) e Pauderney Avelino (DEM-AM) para sustentar que houve orientação de voto para as bancadas. Cardozo usa os exemplos dos votos dos deputados Pompeo de Mattos (PDT-RS), Mário Negromonte Jr. (PP-BA) e Sebastião Oliveira (PR-PE), que justificaram a decisão favorável ao impeachment com base nas decisões partidárias.

Segundo o blog do Moreno é provável que a decisão do presidente interino da Câmara tenha tido participação do governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB). Dino teria vencido Eduardo Cunha na disputa pelo apoio do deputado. Um grupo de deputados do PP acionou a Executiva da legenda para pedir a imediata expulsão de Maranhão do PP. Com isto, o partido deve também pedir o afastamento de Maranhão da presidência da Câmara, já que a vaga de vice é de indicação do PP. O argumento é que ele já havia contrariado a decisão do PP de fechar questão a favor do impeachment e, agora, voltou a confrontar o partido.

dilma rossef

‘TENHAM CAUTELA’, DIZ DILMA

A notícia de que o processo de impeachment teria sido anulado pelo presidente interino da Câmara gerou euforia no Planalto, em cerimônia de anúncio de novas universidades, na manhã desta segunda-feira. A presidente Dilma Rousseff reforçou que está em curso um golpe de Estado.

– Não é oficial, não sei as consequências. Por favor, tenham cautela – ponderou Dilma, em seu discurso.

– Nós temos pela frente uma disputa dura, cheia de dificuldades. Peço aos senhores parlamentares uma certa tranquilidade para lidar com isso – complementou a presidente.

Assessores do Planalto e do Ministério da Educação abraçam-se efusivos. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, foi interrompido em seu discurso pela plateia aos gritos. Ele pediu calma, mas riu.

– Uh, é Maranhão! – gritam os presentes, em alusão ao presidente interino da Câmara.

ANULAÇÃO MOVIMENTA MERCADO

A divulgação da anulação do processo de impeachment repercutiu no mercado financeiro. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) passou a despencar 3,44%, abaixo dos 50 mil pontos, e o dólar dispara 4,67%, para R$ 3,669. As principais ações passaram a despencar com força, como o tombo de 10% da Petrobras.

O clima no início do pregão já era negativo como resultado do desapontamento dos investidores com números sobre a economia chinesa divulgados no fim de semana. A queda do petróleo no mercado internacional também contribui para o mau humor do mercado.

Confira a nota de Waldir Maranhão

  1. O Presidente da Comissão Especial do Impeachment do Senado Federal, Senador Raimundo Lira, no dia 27 de abril do corrente ano, encaminhou à Câmara dos Deputados, ofício em que indagava sobre o andamento de recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União contra a decisãi que autorizou a instauração do processo de impeachment contra a Sra. Presidente da República, Dilma Rousseff.
  2. Ao tomar conhecimento desse ofício, tomei ciência da existência de petição dirigida pela Sra, Presidente da República, por meio da Advocacia-Geral da União, em que pleiteava a anulação da Sessão realizada pela Câmara dos Deputados, nos dias 15, 16 e 17 de abril. Nessa sessão, como todos sabem, o Plenário desta Casa aprovou parecer encaminhado pela Comissão Especial que propunha fosse encaminhada ao Senado Federal para a eventual abertura de processo contra a Sra. Presidente da República, Dilma Rousseff, por crime de responsabilidade.
  3. Como a petição não havia sido ainda decidida, eu a examinei e decidi acolher em parte as ponderações nela contidas. Desacolhi a arguição de nulidade feita em relação aos motivos apresentados pelos Srs. Deputados no momento de votação, por entender que não ocorreram quaisquer vícios naquelas declarações de votos. Todavia, acolhi as demais arguições, por entender que efetivamente ocorreram vícios que tornaram nula de pleno direito a sessão em questão. Não poderiam os partidos políticos ter fechado questão ou firmado orientação para que os parlamentares votasse, de um modo ou de outro, uma vez que, no caso deveriam votar de acordo com as suas convicções pessoais e livremente. Não poderiam os senhores parlamentares antes da conclusão da votação terem anunciado publicamente os seus votos, na medida em que isso caracteriza prejulgamento e clara ofensa ao amplo direito de defesa que está consagrado na Constituição. Do mesmo modo, não poderia a defesa da Sra. Presidente da República ter deixado de falar por último no momento da votação, como acabou ocorrendo.
  4. Também considero que o resultado da votação deveria ter sido formalizado por Resolução, por ser o que dispõe o Regimento Interno da Câmara dos Deputados e o que estava originalmente previsto no processamento do impeachment do Presidente Collor, tomando como paradigma pelo STF para o processamento do presente pedido de impeachment.
  5. Por estas razões, anulei a sessão realizada nos dias 15, 16 e 17 e determinei que uma nova sessão seja realizada para deliberar sobre a matéria no prazo de 5 sessões contados da data em que o processo for devolvido pelo Senado à Câmara dos Deputados.
  6. Para cumprimento de minha decisão, encaminhei ofício ao Presidente do Senado para que os autos do processo de impeachment sejam devolvidos à Câmara dos Deputados.

(Colaboraram Marco Grillo, Marlen Couto e Marina Brandão)

Casa das Artes recebe programação voltada ao universo cênico


De 10 a 13 de maio a Secult e a Fundação Cultural do Pará (FCP), através de suas gerências de artes cênicas e Coordenadoria de Linguagem Corporal, promovem a primeira de uma série de atividades de aprimoramento acerca do pensamento e de práticas teatrais contemporâneas. O inicio da programação será com uma Oficina de Crítica Teatral, com Kil Abreu, seguida de um bate-papo com representantes da cena local e mediação do convidado.

Com extenso currículo, Kil Abreu foi coordenador pedagógico da Escola Livre de Teatro de Santo André, dirigiu o Departamento de Teatros da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, foi crítico de teatro do jornal Folha de S. Paulo e da revista Bravo!. Foi jurado do prêmio Shell de teatro por oito anos e curador dos Festivais de Teatro de Curitiba, Recife, Fortaleza e Festival internacional de Teatro de São José do Rio Preto.

A oficina ocorrerá na Casa das Artes da FCP, de 10 a 13 de maio, iniciando pelo exercício de assistir, no dia 10 (terça-feira), às 20h, ao espetáculo “Jantar Zumbi”, no Teatro Margarida Schivasappa. “Esse será o ponto de partida da oficina por oferecer material em comum sobre o qual os participantes possam trabalhar sua escrita na oficina”, explica o diretor de Artes Cênicas da Secult, Nando Lima.

Em três encontros posteriores, a oficina abordará um breve histórico da crítica de teatro no Brasil, fará introdução aos métodos de análise, modos e impasses da crítica teatral contemporânea e exercícios de escrita. O instrutor, que tem artigos e ensaios publicados em diversos jornais e revistas especializadas no Brasil e no exterior, sendo crítico do site “Teatrojornal”, especializado em teatro, ainda deve compartilhar muito de sua experiência com os participantes.

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Bob Sousa Foto: divulgação

Circulo de Debate – Cidade

A programação também estreia na Casa das Artes o “Círculo de Debate em Artes da Cena – CIDADE”, que ocorre dia 11 de maio, às 19h, com acesso livre e gratuito. Nele, haverá uma conversa com Kil Abreu, atuando como mediador, e artistas de três linguagens diferentes das artes cênicas, entre eles, Mayrla Andrade, da Cia de Dança Ribalta, e o performer Pedro Olaia.

A criação do Circulo de Debates, proposta da Coordenadoria de Linguagem Corporal da FCP, nasceu da necessidade de proporcionar aos artistas um espaço de discussão sobre a prática cênica, de modo que os debates levados possam acrescentar outras perspectivas. “É uma oportunidade de questionar a respeito do fazer cênico em nossa cidade, contribuindo de forma ímpar, na construção da cena na contemporaneidade”, destaca a técnica em gestão cultural/teatro da FCP, Keila Sodrack.

A intenção da instituição é manter uma programação periódica do “Cidade”, com pelo menos mais três encontros neste semestre. “Kil é um dos grandes nomes críticos da cena atual, perito em fazer análises dessa dramaturgia da contemporaneidade. Além disso, já esteve em vários eventos em Belém, então consegue traçar uma visão interessante, tem amplo arcabouço teórico e prático para debater com os artistas”, considera Keila.

Serviço: Oficina de Crítica Teatral, com Kil Abreu. Pré-inscrições abertas até 09/05 através dos e-mails: [email protected] [email protected]. É necessário uma carta de intenção e um breve currículo dos interessados, os selecionados para a oficina receberão comunicado de confirmação através do e-mail. Toda a programação é gratuita.

Mãe: alguém muito especial


No próximo domingo (08/05), comemoraremos o Dia das Mães.  No Brasil, a celebração ocorre sempre no segundo domingo de maio (de acordo com decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas). É uma data especial, pois as mães recebem presentes e lembranças de seus filhos. Já se tornou uma tradição. Aproveite a oportunidade para dizer e demonstrar a sua mãezinha o quanto ela é importante para voce!

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A história do Dia das Mães

Encontramos na Grécia Antiga os primeiros indícios de comemoração desta data. Os gregos prestavam homenagens à deusa Reia, mãe comum de todos os seres. Neste dia, os gregos faziam ofertas, oferecendo presentes, além de prestarem homenagens à deusa.

Os romanos, que também eram politeístas e seguiam uma religião muita parecida com a grega, faziam este tipo de celebração. Em Roma, durava cerca de três dias ( entre 15 a 18 de março). Também eram realizadas festas em homenagem a Cibele, mãe dos deuses.

Porém, a comemoração tomou um caráter cristão somente nos primórdios do cristianismo. Era uma celebração realizada em homenagem a Virgem Maria, a mãe de Jesus.MariaEnsinaJesus2

Mas uma comemoração mais semelhante a dos dias atuais podemos encontrar na Inglaterra do século XVII. Era o “Domingo das Mães”.  Durante as missas, os filhos entregavam presentes para suas mães. Aqueles filhos que trabalhavam longe de casa, ganhavam o dia para poderem visitar suas mães. Portanto, era um dia destinado a visitar as mães e dar presentes, muito parecido com que fazemos atualmente.

Nos Estados Unidos, a ideia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta, em 1904, por Anna Jarvis. A meta era criar um dia em reverência a sua mãe que havia sido um exemplo de mulher, pois havia prestado serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte-Americano. A lei, que declarou o Dia das Mães como festa nacional, foi aprovada pelo presidente Woodrow Wilson. Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário.

Após estes eventos, a data espalhou-se pelo mundo todo, porém ganhando um caráter comercial. A essência da comemoração estava sendo esquecida e o foco passou a ser a compra de presentes, ditado pelas lojas como objetivos meramente comerciais. Este fato desagradou Anna Jarvis, que estava muito desapontada em ver que o caráter de solidariedade e amor da data estavam se perdendo. Ela tentou modificar tudo isso. Em 1923, liderou uma campanha contra a comercialização do dia. Embora com muita repercussão, a campanha pouco conseguiu mudar.

Veja a nossa homenagem às mamães

Mãe romântica

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Mãe pop

Mãe Soul, funk, hip hop

 

 

Quando a ignorância vence a solidariedade


O discurso de ódio fez uma mãe desistir do caminho mais eficiente para reencontrar a filha: a divulgação da informação e pedido de ajuda através dos meios de comunicação.

A menor de 15 anos desapareceu de casa no último dia 4. Desesperada, a família entrou em contato com o jornal e pediu ajuda. Imediatamente, o Extra publicou a notícia e os telefones para quem tivesse informações. A reação de parte dos internautas foi chocante: muitos leitores atacaram a menina pelo fato de ela ter uma namorada.

A mãe da garota fez um apelo:

“Boa tarde gente aqui é a mãe da adolescente,acho desnecessário os comentários de ofensa ela é uma menina de família criada na igreja,ela esta desorientada,ninguém sabe o que esta acontecendo sou uma mãe desesperada”.

Uma das leitoras do Extra sugeriu que o jornal suprimisse a informação de que a menina poderia estar com a namorada.

“Ana Clara Jabur Legal, Jornal Extra, expondo uma pessoa com menos de 18 anos pro Brasil inteiro com essa manchete em troca de um par de comentários criminosos que só disseminam ódio.”

É importante ressaltar: a leitora sustentou sua posição com argumentos e não com ofensas ou preconceito. Apenas discordou da linha editorial. O jornal, por sua vez, discordou da leitora. Entendeu que omitir a informação seria adotar o mesmo procedimento que está na raiz dos comentários que ofenderam a família, o preconceito. E mais: como a família sabe onde a suposta namorada mora, a informação poderia ser importante na localização. O jornal respondeu:

“Jornal Extra Oi, Ana Clara Jabur.  Tudo bem? Estamos expondo a foto e a história a pedido da família, para facilitar a busca. Nós noticiaríamos exatamente do mesmo jeito caso ela tivesse fugido com um namorado, ou com um amigo, ou com uma amiga, ou…. Enfim. Mas, infelizmente, não podemos conter o olhar homofóbico das pessoas.”

Muitos leitores apoiaram a postura da família em não ter vergonha ou preconceito em divulgar a informação. Mas no final da tarde, a mãe jogou a toalha. Assustada com os comentários agressivos a família pediu para tirar a reportagem que noticiava o desaparecimento do ar.

– Lamentamos ter que tirar a matéria do ar por causa de ataques de homofobia, por causa das agressões que estamos sofrendo – disse o padrasto.

O Extra, mais uma vez, atendeu ao pedido da família e retirou a matéria do ar.

Fonte: Jornal Extra

Dilma diz que Temer é ‘cúmplice’ de Eduardo Cunha


A presidente Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira que o vice-presidente Michel Temer é “cúmplice” de Eduardo Cunha e do “golpe”, pois beneficia-se do processo de impeachment. Dilma associou Temer a Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afastado do mandato de deputado federal – e, por tabela, da presidência da Casa – pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Dilma anunciou, em cerimônia no Planalto, a contratação de 25 unidades habitacionais do Minha Casa Minha Vida.
— O pecado original desse processo não pode ficar escondido. Todos aqueles que são beneficiários desse processo, o senhor vice-presidente da República, são cúmplices de um processo extremamente grave — disse Dilma, referindo-se diretamente a Eduardo Cunha como “pecado original” por várias vezes no discurso.

Em tom de ameaça, a presidente falou a uma plateia de beneficiários do programa que o eventual governo Temer – que pode assumir a Presidência já na semana que vem, caso o plenário do Senado votar pelo afastamento de Dilma – vai tirar 36 milhões de pessoas do Bolsa Família. Disse também que esse possível governo usa “desculpas” para cortar programas sociais.
— A tese é que se você pagar só para 5%, o que dá 10 milhões de pessoas, você gastaria menos. O Bolsa Família hoje contempla 47 milhões de pessoas. Seria como, então, para fazer só com 10 milhões, tirar 36 milhões e deixá-los à margem – declarou, insinuando que o eventual governo vai adotar o discurso de “Assim que eles conseguirem uma ocupação, eles que se virem”.

Temer e Cunha Foto: André Coelho
Temer e Cunha                             Foto: André Coelho

Dilma aproveitou para atacar o “Estado mínimo”, defender impostos para programas sociais e contabilizar feitos dos dois mandatos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva às metas do seu próprio governo. Ignorando a possibilidade de ser afastada pelo Senado do cargo de presidente nos próximos dias, disse que, até 2018, um em cada oito brasileiros será beneficiário do Minha Casa Minha Vida – contando as moradias feitas por Lula desde 2003.
— Eles são contra os direitos sociais, contra a capacidade da senzala levantar e dizer: “Casa Grande nunca mais” — disse Evanisa Rodrigues, coordenadora da União Nacional por Moradia Popular.
— O jogo não está jogado. Uma coisa é o jogo jogado no carpete da Câmara e Senado. Outra coisa é o jogo jogado nas ruas desse país. E aí o papo é outro — disse Guilherme Boulos, coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).
Inês Magalhães, que foi nomeada ministra das Cidades depois que Gilberto Kassab deixou o posto às vésperas da votação do impeachment de Dilma pelo plenário da Câmara, falou que querem “depor” a presidente.

Fonte: Jornal Extra

Tânia Britto é afastada da Prefeitura de Jequie


O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia caçou a liminar que mantinha Tânia Britto (PP) no cargo de prefeita de Jequié. A decisão foi publicada no início da manhã desta sexta-feira (06/.05) na edição do Diário Oficial do TJBA. A prefeita, que está na sede do 19º Batalhão da Polícia Militar, recepcionando o governador Rui Costa, que está em visita oficial a nossa cidade, ainda não foi notificada.
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Foto: divulgação
O vice-prefeito Sérgio da Gameleira (PSB) assume a prefeitura hoje. Segundo o blog Jequié e Região, em razão da visita do governador a cidade as notificações a ambos deverão ser feitas somente após a visita do governador, o que deverá ocorrer logo depois do meio-dia. A queda de Tânia Britto está relacionada as graves denúncias relacionadas a área da educação. Ela o então secretário de educação, João Magno Chaves chegaram a ser afastados de suas funções no fim de dezembro de 2015, mas a prefeita retornou ao cargo via justiça.