Pele negra também requer atenção especial


Quem possui pele negra ganhou uma ajudinha da genética, já que esse tipo de cútis apresenta um alto nível de melanina e colágeno, deixando-a mais resistente ao sol e ao envelhecimento. No entanto, essa pele merece atenção especial para que não sofra com problemas como manchas no rosto, excesso de oleosidade e foliculite. O Blog Carvalho News conversou com a dermatologista Suzy Sheyla Oliveira, especialista no assunto, do Rio de Janeiro. A profissional deu dicas e falou da importância do uso do filtro solar.

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Quais as características da pele negra?

Segundo Dra. Suzy, a pele negra possui um nível alto de melanina, o que promove uma proteção natural ao sol. Além disso, possui mais colágeno que as outras cútis, deixando-a mais elástica e resistente aos efeitos do tempo, como rugas e linhas de expressão. E, por ser mais espessa e firme, demora mais a ficar flácida e, dificilmente, apresenta celulite. “No entanto, o diferencial da pele negra pode ser, também, o seu maior mal. Devido a hiperpigmentação, há mais propensão à manchas de pele, como melasma. Já o alto nível de colágeno, por exemplo, pode resultar em queloides”, explicou.

A pele negra é, necessariamente, oleosa?

De acordo com a médica, a pele negra pode apresentar todos os tipos: normal, mista, seca e oleosa. No entanto, a oleosa é a mais comum, já que a secreção das glândulas sudoríparas é maior nesse tipo de pele, tornando-a assim por natureza. Sendo assim, favorece o surgimento de acne e foliculite.

Proteção solar é essencial para a pele negra

Apesar de ser mais resistente ao sol, apresentando um fator de proteção natural de 13.4, a médica recomenda o uso do filtro solardiariamente, inclusive em dias nublados ou em ambientes fechados. “Normalmente, indico sabonete específico para a pele do paciente e o filtro solar com FPS 15, no mínimo, com reaplicação a cada três horas”, recomendou. Outros produtos, como anti-idade, serum antioxidante e tônicos faciais, também podem ser indicados pelo dermatologista.

Manchas: um problema comum em peles negras. Descubra o motivo

A abundância de melanina pode acelerar o surgimento de manchas, pois durante a cicatrização a pigmentação é ativada. “Qualquer processo inflamatório ou que cause irritação pode gerar o escurecimento da pele”, comentou a Dra. Suzy, usando como exemplo as marcas causadas pela acne.

Como evitar as manchas na pele negra?

Para evitar as manchas, o paciente deve buscar tratamento preventivo. “Primeiro, é preciso evitar que a pessoa tenha a alteração cutânea e, consequentemente, uma inflamação que pode causar o escurecimento”, comentou. Para os pacientes que já possuem espinhas, as substâncias clareadoras e antiacne são aliadas ao tratamento. Além do protetor solar, a médica recomenda produtos compostas por vitamina C, kojico, ácido fítico e alfa-hidroxiácidos para a prevenção de manchinhas. Já para o tratamento na clínica dermatológica, uma das escolhas da médica é o laser fracionado.

Confira dicas para evitar a foliculite após a depilação

Outra dica da dermatologista é hidratar a pele após a depilação com cera ou lâmina de barbear, já que, assim, ela fica mais protegido contra agressões ambientais e a foliculite. A escolha de um sabonete esfoliante também contribui para o desaparecimento dos pelos encravados. Caso o problema persista, a depilação a laser pode resolver, definitivamente, o problema.

Por que algumas despedidas doem tanto?


Deveria existir uma forma menos dolorosa de dizer adeus

Hoje a gatinha de um casal amigo faleceu! A bichinha era idosa, estava debilitada em virtude da operação a qual foi submetida, mas vinha lutando como uma guerreira pela vida. Seus donos não pouparam esforços para ajudá-la nesse período. Entretanto, não houve jeito. Após idas e vindas ao veterinário, a Kit (vou chamá-la assim) se foi. Eles ficaram tão tristes, arrasados mesmo. Deu dó vê-los daquele jeito.

Seus amigos mais chegados também sentiram o abalo. Todos gostavam muito daquela bolinha de pelos amarela e branca, e sabiam da sua importância para o casal e sua filha. Tenho certeza que a Kit foi para o céu dos gatinhos. Ah sim! Acredito que Deus em sua infinita bondade reservou um lugarzinho especial para eles despois que cumprem sua missão aqui na Terra. Afinal, também são filhos do Pai!

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Esse fato me fez pensar em uma coisa: não estamos preparados para algumas despedidas. A morte é algo que vamos enfrentar querendo ou não. Ela tem ou deve ter a sua função, mas na maioria das vezes é tão dolorosa, cruel, implacável e, por isso, quase nunca é vista como uma amiga.

Você pode até pensar que estou exagerando, pois essa reflexão iniciou a partir do falecimento de um animal de estimação. Tudo bem, não vou censurá-lo por isso. Entretanto, poderia ter acontecido com um pai, um irmão, uma avó, uma mãe, filho… Não importa. O sofrimento iria existir e seria complicado digeri-lo.

Por isso, é tão importante dar o carinho e o valor merecido a quem amamos enquanto temos essa possibilidade. De nada adianta chorar, se descabelar e culpar a sorte depois que aquela pessoa partiu. Faça hoje, agora, diga você é muito importante para mim ou eu te amo. Valorize que é importante em sua vida. Assim ambos terão um incentivo a mais para serem mais felizes.

Marcelo Carvalho é jornalista profissional especializado em Marketing Empresarial e Comunicação Corporativa.

A missão de combater o núcleo jurídico das organizações criminosas


Polícias Judiciárias
A missão de combater o núcleo jurídico das organizações criminosas

Claudio Marques Rolin e Silva

 

No ano de 1988, o Ministério Público brasileiro conquistou grande parcela de poderes, alegando que exerceria uma rigorosa fiscalização dos atos do  poder público para combater a corrupção. Quase 30 anos depois, a corrupção tornou-se endêmica e como um ‘câncer em fase de metástase’,  corroendo   a esperança de toda uma nação. O Ministério Público não só falhou em sua missão, mas desavergonhadamente juntou-se aos que promoviam verdadeiras farras com verbas públicas. De um lado, políticos sem escrúpulos se enriqueciam com os “pixulecos” e de outro, os “fiscais da lei” se enriqueciam com os “penduricalhos”,  tornando-se uma espécie de “fiscal do pudor com as nádegas de fora” . O Conselho Nacional do Ministério Público como órgão de controle é uma verdadeira piada. Pune um procurador de justiça que pronunciou a palavra “merda” em uma palestra e arquiva denúncias graves de corrupção, desvios de verbas públicas e homicídios, tais como a Operação Derrama no Espírito Santo, a CPI do Ministério Público de Santa Catarina e o caso João Marcos, no Paraná.

O tal Conselho Nacional do Ministério Público, presidido por Rodrigo Janot é tão “respeitado” que, ao proibir o pagamento de auxílio moradia retroativo aos promotores de justiça do Rio de Janeiro (o Procurador Geral de “Justiça”) compensou a perda corrigindo o valor do auxílio transporte. Uma aberração, um abuso contra a sociedade que vive em um estado em que os servidores públicos comuns estão com salários atrasados e sem perspectivas de recebimento, somado ao fato inédito da decretação de estado de calamidade “financeira”. Com fiscais da lei se comportando desta maneira, o mais correto seria o governador ter decretado estado de calamidade moral.

Um juiz de Santa Catarina, ao adotar medidas contra corruptos e denunciar atos de corrupção jurídica no âmbito do Ministério Público, foi afastado por insanidade. Considero insanos os promotores de justiça, fiscais da lei, que alheios ao cenário de crise, recebem salários maiores que o Ministro da Suprema Corte da Suécia e ainda se julgam no direito de receber auxílios moradia, saúde, alimentação, educação, creche e outros. Prova incontestável de insanidade é processar  repórteres pelo simples fato de divulgar salários que constam no portal da transparência. A Ministra Carmem Lúcia afirma taxativamente que os auxílios são “penduricalhos” incompatíveis com a regra dos subsídios que deve ser parcela única. Não basta cessar os pagamentos, tais valores devem ser devolvidos  com incidência de juros e correção monetária, em uma espécie de “Acordo de Devolução  Premiada, pois trata-se de corrupção na modalidade jurídica, conforme narro no livro Operação Sepulcros Caiados I- Desvendando a “face oculta” do Ministério Público Brasileiro. Normalmente as  Polícias investigativas do resto do mundo quando buscam desmantelar organizações criminosas,  procuram  atingir o núcleo operacional, o núcleo econômico e o núcleo ´político.

A corrupção no Brasil atingiu níveis tão alarmantes, que entidades que representam a Polícia Judiciária do Paraná, promoverão um curso avançado de combate às organizações criminosas para desenvolver mecanismos legais e estratégias que possibilitem o desmantelamento do núcleo jurídico da organização criminosa. Um dos primeiros passos será dar efetividade ao princípio constitucional de que todos são iguais perante a lei, buscando acabar com qualquer tipo de foro privilegiado. No  Brasil, o Ministério  Público que detém foro privilegiado vitalício, acumula também o poder de escolher o que investigar, escolher a quem investigar, sustentar a acusação e ainda arquivar procedimentos contra detentores de foros privilegiados, sem nenhum remédio jurídico para contestar o arquivamento. A soma destes “poderes”, além de permitir uma perseguição pessoal, é tão salutar para ampliar a capacidade operacional da corrupção jurídica, que pela primeira vez na história do Brasil os magistrados estão prevendo em sua nova lei orgânica a “simetria” com os membros do Ministério Público.

A nova lei é tão abusiva e exagerada em penduricalhos, que a chamo de “Programa meu Auxílio Minha vida”. O sistema de investigação no Brasil é um dos mais seguros do mundo contra erros judiciários, pois copiado do modelo inglês, foi ainda mais aperfeiçoado ao não permitir que a Polícia Judiciária ofereça a denúncia, separando rigorosamente os profissionais que buscam a verdade e os profissionais que promovem a acusação. Infelizmente, na busca insana por mais penduricalhos e garantia total de impunidade, esta rigorosa divisão de atribuições foi violada, permitindo assim o alastramento da corrupção jurídica. As Polícias Judiciárias do Brasil serão as primeiras polícias investigativas do mundo a propor alterações na legislação e desenvolver técnicas para combater o núcleo jurídico das organizações criminosas. Conforme já citado, dentre estas alterações está o fim do foro privilegiado, que previsto inicialmente nas 10 medidas de combate à corrupção, foi ardilosamente retirada pelo Ministério Público, um dos principais “beneficiados” da corrupção jurídica.

 

 

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O autor: Claudio Marques Rolin e Silva

Delegado de Polícia do Paraná, professor de Ética, Liderança e Direitos  Humanos da  Escola Superior de Polícia Judiciária. Graduado em Direito e Teologia, Especialista em gestão de segurança pública, pós graduado em  Direito Público .

Autor do livro Operação Sepulcros Caiados I- Desvendando a “face oculta” do Ministério `´Público brasileiro

Lidera uma campanha pelo fim do foro privilegiado e combate à corrupção jurídica.

Apoie a campanha, acesse os sites:

www.operacaosepulcroscaiados.com.br

www.fimdoforoprivilegiado.com.br

O valor de um professor


O valor de um professor

Professora Fernanda Belarmino

O professor é considerado pela sociedade, em muitos casos, como alguém que não conseguiu fazer outra coisa. Esquecem que o mesmo, para exercer tal função, graduou-se em uma área específica e, portanto, possui capacidade para lecionar. A relação entre professor e aluno se encontra comprometida em razão de vários fatores, dentre eles a perda do respeito pelo professor, pois é notável a desvalorização por parte da sociedade e dos alunos. 

Em muitos casos, os próprios alunos não acham importante o trabalho do professor: corrigir centenas ou até milhares de provas, trabalhos  bimestrais e anuais, elaborar diversos planos de aulas, projetos, participar de frequentes reuniões, manter-se  atualizado tanto com o conteúdo quanto  às novas tecnologias e as novas formas de ensinar, tudo faz parte das tarefas da profissão de professor.

Além disso, o professor ainda precisa trabalhar como psicólogo para tratar das diferentes personalidades de seus alunos e de conflitos que influenciam no aprendizado; lidar com crianças,  adolescentes e jovens sem nenhuma ou pouca educação,sem modos , sem limites pois, muitos pais transferem a incumbência de ensinar boas maneiras para a escola. Com isso o professor enfrenta o desafio de ensinar, em muitos casos,  quem não quer ou não se interessa em aprender.

Mesmo com tantas responsabilidades e afazeres o professor não é devidamente  valorizado. Seu trabalho de formador não é reconhecido. O declínio da profissão se deve pelos baixos salários praticados pela maioria das secretarias municipais e estaduais, além das particulares; aliada ao desprovimento de meios de trabalho e  da devida valorização por parte do governo e da sociedade. 
Professor está sempre errado

(Jô Soares)

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!

Se É jovem, não tem experiência.

Se É velho, está superado.

Se Não tem automóvel, é um pobre coitado.

Se Tem automóvel, chora de “barriga cheia’.

 Se Fala em voz alta, vive gritando.

Se Fala em tom normal, ninguém escuta.

Se Não falta ao colégio, é um ‘caxias’.

Se Precisa faltar, é um ‘turista’.

 Se Conversa com os outros professores, está ‘malhando’ os alunos.

Se Não conversa, é um desligado.

Se Dá muita matéria, não tem dó do aluno.

Se Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Se Brinca com a turma, é metido a engraçado.

Se Não brinca com a turma, é um chato.

Se Chama a atenção, é um grosso.

Se Não chama a atenção, não sabe se impor.

 Se A prova é longa, não dá tempo.

Se A prova é curta, tira as chances do aluno.

Se Escreve muito, não explica.

Se Explica muito, o caderno não tem nada.

 Se Fala corretamente, ninguém entende.

Se Fala a ‘língua’ do aluno, não tem vocabulário.

Se Exige, é rude.

Se Elogia, é debochado.

 Se O aluno é reprovado, é perseguição.

Se O aluno é aprovado, deu ‘mole’.

É …….. o professor está sempre errado, mas se conseguiu ler até aqui,

agradeça a ele!

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A autora: Fernanda Belarmino é licenciada em Língua Portuguesa e Inglesa.

E ministra aulas de Inglês no Colégio Irmão Lucas (MG).

Amizade não correspondida existe?


Outro dia, um colega me perguntou se pode existir uma amizade mesmo quando a outra pessoa não corresponda ao sentimento, e justificou explicando que seria um tipo de amigo virtual ou platônico. Eu nem pensei no assunto, imediatamente disse que “não”, porque acredito que a amizade é, antes de tudo, um sentimento partilhado. É o amigo que nos ajuda a ser quem realmente somos porque nos conhece profundamente e o conhecimento é fruto da partilha e companheirismo, o qual não se dá de uma hora para outra, muito menos se a segunda pessoa em questão não está disposta a viver a experiência.

Amigo é alguém que dar mais brilho e cor para tudo que vivemos, porque conhece nossas capacidades e limites e nos faz ir além do que imaginamos conseguir. Faz-nos rir e, às vezes, chorar; diz o que gostaríamos de ouvir e também o que não gostaríamos, mas está sempre conosco e é isso que o torna tão importante. Para o amigo não exitem segredos nem mistérios, somos livres e, portanto, plenos e felizes ao seu lado. Estão aí algumas das razões pelas quais eu não posso afirmar que uma amizade não correspondida seja real. Entre os milhares que nos seguem pelas redes sociais, por exemplo, alguns são amigos, mas não posso afirmar que todos o são, pois amizade é coisa séria e exigente, necessita de cultivo e dedicação, vai além do virtual, tem suas raízes na realidade do que sou. Em Eclesiático 6, 6, lemos: “Dá-te bem com muitos, mas escolhe para conselheiro um entre mil. Se adquirires um amigo, adquire-o na provação, não confies nele tão depressa… Um amigo fiel é uma poderosa proteção: quem o achou, descobriu um tesouro”.

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Quando comparo a amizade com uma árvore, consigo definir melhor este sentimento, pois ambas necessitam de cuidados especiais para lançar raízes, crescer, florescer e dar frutos.

Observo que, com o passar do tempo e o desenrolar dos acontecimentos, as raízes que traçam o chão da minha história e me sustentam firme durante os ventos e vendavais da vida são provas de que verdadeiros amigos, ao passarem por mim, deixam marcas que nem o tempo nem a distância conseguem apagar. Quem não se lembra, por exemplo, daquele amiguinho da escola, cúmplice em todas as horas? Ou da turma do bairro, aqueles com os quais dividíamos sonhos, lanches, brinquedos, lágrimas e sorrisos?

Amigo de verdade é uma espécie de irmão! Ao seu lado é fácil ser feliz. Mesmo em momentos difíceis, o amigo tem o dom de trazer leveza aos nossos sentimentos. É alguém que dá e não espera retorno, ou melhor, se dá sem esperar recompensas. Sente o que sentimos, compreende o que pensamos, mesmo quando nem nós conseguimos expressar. O amigo é o sol que enxuga nossas lágrimas. É aquele que percebe, pelo olhar, nossos desejos, disfarces, alegrias e medos. Tem a palavra certa na hora certa, ou o silêncio certo na hora certa. Além disso, tem também o dom de nos fazer ser quem somos, nos conhece tanto que nos leva sempre de volta à nossa essência.

É difícil continuar definindo a amizade, mas isso não vem ao caso agora. Basta saber que cada amigo é um dom de Deus em qualquer tempo e lugar. Quando viajo e conheço lugares bonitos, por exemplo, em fração de segundos, vou identificando, em algum recanto das minhas lembranças, a presença de meus amigos. Lembro-me dos que se identificariam com aquele lugar, aquele clima, entre outros. Sinto vontade de tê-los ao meu lado nas diversas fases da vida e vou procurando um jeito para isso, já que a vida segue seu rumo. De vez em quando alguma cena, música, flor, fase da lua, mar, comida, paisagem tornam-se meios para avivar a lembrança de meus amigos.

E você gosta de cultivar suas amizades? Que lugar este sentimento ocupa em suas lembranças?

Hoje talvez seja um dia propício para identificar as raízes da verdadeira amizade que estão dentro de cada um de nós. É dia de agradecer a Deus por cada amigo que temos, e agradecer a cada amigo por tornar nossa vida melhor. Expressar nosso afeto, quebrar a distância, reavivar a chama do amor puro e sincero, próprio da amizade.

Conquistar novos amigos é bom e importante; ter muitos seguidores virtuais nas redes sociais e cultivar um relacionamento sadio com cada um também tem seus méritos, porém, amizade, como dom de Deus, vai além disso. É arvore que um dia era semente e germinou no solo do nosso coração, foi cultivada e cresceu. Lançou raízes no solo da nossa história, por isso, faz parte de nós.

Aproveite este dia para fortalecer os laços de amizade que fazem parte da sua história, agradeça aos seus amigos pelo bem que lhe fazem sem se esquecer de lhes dizer o quanto são importantes.

Edson Henrique é enfermeiro e ministra palestras sobre comportamento humano.

Sempre é hora de ajudar ao próximo


Hoje, 19 de julho, comemoramos o Dia da Caridade. Há quem a considere um sentimento, outros uma virtude. Para falar a verdade, não estou muito preocupado com a definição da palavra. O mais importante é descobrir como podemos exercitar a nossa benevolência diariamente.

Acredito que todas as religiões estimulem atos de solidariedade. E não poderia ser de outra forma. É dever moral de todos os indivíduos compartilhar o bem aos que precisam de nossa ajuda. Sem esperar qualquer tipo de reconhecimento ou retribuição pela ação. Afinal, temos tanto a agradecer a Deus pelas graças que recebemos a todo o momento, mas nem sempre nos damos conta disso.

Artigo Caridade

Irmã Dulce, Madre Thereza de Calcutá, Chico Xavier são algumas referências quando o assunto é caridade, seguindo o exemplo de Jesus. Essas pessoas dedicaram suas vidas ao próximo literalmente e tudo por amor. Isso só vem comprovar a máxima de que o desejo de amar o próximo deve vir de dentro do coração.

De acordo com informações da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), ainda existem 20 milhões de brasileiros que vivem na mais extrema pobreza. Sendo uma oportunidade para por em pratica projetos assistenciais.

Então, que tal exercitar sua solidariedade?  Voce pode começar com pequenas ações. Há um mundo de possibilidades para escolher. Pode ser, por exemplo, visitas a asilos para conversar um pouco com idosos, a hospitais e orfanatos. Garanto que em todos esses lugares, haverá os que aguardam ansiosos por um pouco carinho e atenção. E uma coisa é certa quem ganha é você.

Marcelo Carvalho é jornalista profissional especializado em Marketing Empresarial e Comunicação Corporativa.

A violência psicológica e afetiva e algumas das suas consequências


Violência psicológica é um tipo de agressão que, em vez de machucar o corpo da vítima, traz danos a seu psíquico e emocional, fere o equilíbrio afetivo, a capacidade de tomar decisões e o estado de bem-estar necessário que para que o indivíduo possa viver com dignidade.Esse tipo de hostilidade não deixa sinais físicos, por isso não é tão perceptível, mas, por vezes, imprime marcas negativas tão profundas em quem a sofre, que abalam e traumatizam pelo resto da vida.

Um fator que está geralmente ligado à violência psicológica é a dependência afetiva da vítima. De alguma forma, o agredido vê, na brutalidade do agressor, um tipo de segurança para ele. A carência afetiva o faz manter uma certa cumplicidade com tais sofrimentos, associa que o parceiro com temperamento explosivo é o protetor, o ciume patológico como demonstração de quem quer manter o relacionamento a todo custo e as ameaças como que gestos desesperados de amor.

Outro ponto é que a pessoa dominada, na maioria das vezes, tem baixa autoestima, um provável reflexo de opressões e angústias vivenciados em seu histórico.

A violência psicológica é crime, está lá no artigo 7º da lei Maria da Penha: “Constrangimentos, ridicularização e perseguição, entre outras ações causadoras de danos emocionais”. Contudo, a complexidade em definir, por exemplo, o que é uma crise de relacionamento da agressão moral e psíquica, torna difícil trazer à tona provas que a identifiquem.

Não somente os casais vivem esse tipo de problema, mas crianças, pessoas deficientes e idosos que dependem dos cuidados de outros. Estes, não raramente, sofrem por negligência, impaciência e intolerância dos seus responsáveis. Também eles podem sofrer os tipos de violência abaixo relatados.

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Fotos: divulgação

Agressões

– Violência verbal: caracteriza-se por proferir xingamentos, obscenidades ou palavras que desclassificam e julgam o outro incapaz.

– Indiferença: é o comportamento neutro, a omissão ou o descaso com a vida e as necessidades do outro, o que, por vezes, machuca mais do que o ódio declarado.

– Intolerância ou discriminação: despreza as características, a cultura, os valores e a crença do outro.

– Perseguição: disposição em causar dano ou mesmo só o escárnio a alguém de forma sequencial, quando não basta agredir ou ridicularizar apenas uma vez. Numa palavra mais moderna, é o famoso bullying.

– Chantagem: condicionar o bem que se pode fazer ao outro, isentá-lo de punição ou suprir uma de suas necessidades mediante uma retribuição ou satisfação imoral para o agressor.

– Causar dependência do outro: acontece quando uma pessoa identifica (ainda que inconscientemente) a carência afetiva do outro e usa disso para oprimir, sufocar e impor suas vontades na vida dele. Não esqueçamos que angustia termina quando partimos para a ação.

Partir para a ação ou não só depende de você

Edson Henrique é enfermeiro e ministra palestras sobre comportamento humano.

Você quer morar sozinho?


Com disciplina, força de vontade e organização tudo fica bem mais fácil

Já pensou em ter seu próprio espaço? Não estou falando do seu quarto não meus amigos (as) leitores (as). Refiro-me a um apartamento ou casa que seja só sua. Independente de ser própria ou não. Onde você ficará responsável pelas despesas, manutenção etc. Bem, acho que poucos são os que não sonham ou já pensaram em morar só. Mas, essa inciativa é tão simples como se pensa? Podem ter certeza que não meus caros leitores.solteiro

 

Quando o assunto é morar sozinho, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nos mostra que, em 2014, eram 70 milhões de brasileiros, detalhe 43,4% dessas pessoas tem mais de 60 anos. Em 2004, eram 56,2 milhões de brasileiros que moravam sós. Ainda segundo o Instituto, ao longo de dez anos, a proporção de jovens entre 20 e 29 que mora só caiu de 1,4% para 9,6% em 2014. Já na faixa etária, entre 25 e 34 anos, essa proporção subiu ao passar de 21,2% em 2004, para 24,3% em 2014.

Estatísticas a parte, ao decidir pela moradia solitária é importante se preparar tanto financeiramente como psicologicamente. Uma pessoa oriunda de uma família relativamente grande vai estranhar com certeza uma casa vazia. Se com o passar do tempo, ela vai se adaptar a nova realidade aí já é outra história.

Falando no campo monetário é importante se organizar para conseguir arcar com os gastos com aluguel e até de condomínio. Lembre-se que também haverá gastos com alimentação e até com diarista, isso se você não gostar muito de serviços domésticos. Ou seja, você terá que manter as finanças bem controladas.

Para colaborar com esse divisor de águas, separamos algumas dicas que serão bem úteis. Veja abaixo:

  • Respeite seu lar – cuide bem do seu cantinho e reserve um tempo na sua agenda para se dedicar a ele, ou seja, mantenha-o sempre limpo, arejado e bem iluminado;
  • Cuidado com estranhos – não convém levar pessoas estranhas para a sua casa. Lembre-se que a violência está maior a cada dia e nunca se sabe o que vai ao coração e na mente dos outros;
  • Não abuse dos fast foods da vida – esses alimentos são extremamente gordurosos, não alimentam e podem gerar doenças como úlceras, gastrites etc. Dê preferência a comidas mais saudáveis como, por exemplo, saladas, bifes grelhados e sopas;
  • Evite se isolar – morar sozinho (a) não precisa ser sinônimo de abandono e solidão. Você pode, por exemplo, escolher um dia da semana para convidar os para um almoço ou jantar em sua casa. Ou, então, tirar um dia para ir até a casa dos seus pais, por exemplo, para matar a saudade e por os assuntos em dia. O que acha da ideia?
  • Cuide da saúde – Estipule horários para alimentação, descanso, passeios, estudos etc. Essa rotina ajuda muito ao organismo manter-se saudável.

Seja por pura necessidade ou apenas por opção, morar sozinho pode ser uma experiência enriquecedora. Basta criar algumas regras básicas e agir com disciplina. Assim as possibilidades de êxito são maiores.

 

Marcelo Carvalho é jornalista profissional especializado em Marketing Empresarial e Comunicação Corporativa.

Traição: um dos flagelos de toda relação


Ah, o amor está no ar! E, principalmente quando o Dia dos Namorados está próximo. Sentir-se apaixonado (a) é mesmo uma das melhores sensações da vida. Tanto que, quem ainda não está geralmente sonha em ficar. Mas, nem tudo são flores numa relação, pois existem alguns flagelos que podem ofuscar seu brilho. A traição talvez seja um dos mais cruéis. E como podemos evitar que ela ocorra? Se comprovada como devemos agir? Trair e ser traído (a) é normal? Muitos são os questionamentos.

A traição é mesmo um assunto atemporal.  Segundo especialistas em relacionamentos, 60% dos casais atravessam uma crise que podem estimular uma famosa “pulada de cerca” de um deles ou até de ambos. Essa situação é um tanto complicada. Afinal, quem trai uma vez pode gostar experiência e decidir incluí-la em suas atividades rotineiras.

Enganar o parceiro (a) é uma ação pouco louvável, para a maioria das pessoas. Entretanto, dificilmente tenta-se descobrir o que leva uma alguém a ser infiel. Normalmente, as justificativas são, perdoe-me a sinceridade, um tanto absurdas. Entre elas, destaca-se: curiosidade, busca por aventura, autoafirmação, oportunidade, impulso, carência, para dar o troco, variar e chamar a atenção.

Além dos prejuízos à relação, uma “pulada de cerca” também pode trazer consequências negativas à saúde. Há muitos casos de contaminação com (DST) doenças sexualmente transmissíveis originados por encontros extraconjugais. Sem falar nos crimes passionais motivados pela desconfiança ou pela comprovação de traições.

Portrait of young woman and man outdoor on street having relationship problems

Fui traído (a) e agora?

O importante é manter a calma. Não dá para imaginar qual o impacto que tal acontecimento causará a sua relação. Há casos que a união pode ficar tão desgastada que o único remédio seja realmente cada um seguir o seu caminho. Há quem garanta que tal descoberta pode servir de incentivo para que a relação melhore.

Uma coisa é certa: o casal precisa conversar francamente sobre o ocorrido. Quem errou precisa assumir o engano e a outra parte perdoar se for do seu interesse. Sem isso, não é possível seguir em frente.

Algumas dicas para quem decidiu superar uma traição

  • Não jogue a culpa no outro;
  • Questione a responsabilidade;
  • Descarte a amnésia;
  • Não se vitimize;
  • Filtre a opinião dos amigos;
  • Fuja do efeito chiclete;
  • Evite a paranoia;
  • Fuja de filmes românticos;
  • Preserve-se;
  • Não se baseie em experiências alheias;
  • Cuide da própria vida;
  • Aposte em mudanças;
  • Invista na autoestima,
  • Acredite no amor.

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Lembre-se que perdoar pode não ser o suficiente para superar uma traição. Entretanto, talvez seja o ponto de partida para virar a página, elevando seu relacionamento para um patamar ainda mais digno e feliz. Cabe a vocês decidirem se vale a pena tentar.

Fotos: divulgação

Corretor de imóveis: saiba escolher o seu


Apesar a crise econômica  que afeta o nosso país, o número de pessoas em busca da casa própria cresce cada vez mais. Mesmo com todas as estatísticas positivas, a compra de um imóvel é uma realização que, na maioria das vezes, acontece apenas uma vez na vida de um brasileiro, e para que este momento tão sonhado não se transforme em pesadelo, é necessário tomar uma série de cuidados antes de fechar um negócio.

Vários fatores influenciam na escolha do imóvel no momento da compra. Preço, região e tamanho são algumas das preocupações da maioria da população, mas todas elas podem ser compartilhadas e facilitadas com uma ajuda fundamental: do corretor de imóveis.

Escolher o profissional que vai acompanhar esse momento é importante para ter a melhor assistência e evitar transtornos com os trâmites das negociações. Um bom corretor vai além do processo de compra e venda do imóvel: ele defende o interesse do comprador, facilita a negociação e oferece a maior tranquilidade para que este importante momento seja o mais prazeroso possível.

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Ao buscar pelo profissional ideal neste processo, tenha em mente alguns requisitos:

  • Especialista na região: um corretor que conhece profundamente a região onde o imóvel está localizado estará apto a esclarecer todas as questões relevantes, tanto sobre o preço de mercado da região, a arquitetura do prédio e localização de pontos estratégicos, como mercados, farmácias e hospitais;
  • Disponibilidade e experiência: cada pessoa tem necessidades diferentes. É dever do corretor entendê-las e ter disponibilidade para ajudar em qualquer dúvida. Um bom corretor irá perguntar, por exemplo: Porque você precisa vender seu imóvel? Qual o seu tempo para a negociação? Quanto você tem para investir? O que está motivando a locar um imóvel?;
  • Acesso a tecnologias avançadas: um software de gestão oferece organização, agilidade e estatísticas, que otimizam as tarefas do bom corretor de imóveis e influenciam diretamente na qualidade de seu trabalho. Quanto mais recursos o profissional tiver, melhores serviços serão oferecidos aos seus clientes;
  • Certificação e referências: o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) promove cursos que certificam os profissionais. Educação e experiência são recomendações preciosas. Se informe se o profissional possui o número de inscrição do Creci e busque referências;
  • Relação de confiança: transparência das informações, tanto sobre os imóveis tanto quanto sobre a metodologia de seu trabalho, é a palavra chave para conduzir o processo sem estresse e ter certeza que as boas decisões serão tomadas;
  • Consultoria completa: um bom profissional dever ter a capacidade de fornecer atendimento personalizado, envio de feedbacks, produtos financeiros e apoio jurídico, entre outros;
  • Atendimento pós-venda: a função de um bom consultor é de também obter a certeza que seus negócios acontecem de uma maneira eficaz, desde o primeiro contato até a conclusão da venda. É importante que o corretor esteja disponível para ajudar com detalhes sobre como e onde encontrar determinados serviços após a mudança.

 

Tomar certos cuidados pode reduzir e muito as chances de ter dores de cabeças e prejuízos futuros com a contratação de uma pessoa mal intencionada para auxiliá-lo na sua transação imobiliária. Boa sorte!