Um dos mais amados do Brasil


À primeira vista, muitos não deram muita atenção a ele, porém com o passar do tempo o Fusca foi se tornando um dos veículos mais queridos de todos os tempo

Marcelo Carvalho

No Brasil, ele surgiu em 1953, sendo considerado como um dos carros mais populares da história. Esse simpático carrinho ganhou definitivamente o coração de grande parte da população brasileira. Para se ter uma ideia, muitos o tiveram como o primeiro automóvel. E há aqueles ainda conservam o modelo como uma espécie de relíquia preciosa.

Por exemplo, o gráfico, Francisco da Silva Barbosa, morador da cidade de Capetinga, Minas Gerais. Kiko, como é conhecido, é um dos apaixonados pelo carrinho. E esse sentimento surgiu a bastante tempo. “Começou ainda quando criança nos anos 80. Eu ia com meu pai visitar meus avós em São Roque SP. Meu avô tinha um fusca 66 azul e era o xodó dele e da minha tia caçula.  Eles ficaram com o fusca até ele desmanchar por falta de recursos para reforma infelizmente”, lembra.

Segundo Barbosa, o carro fez parte da vida de seus familiares também. O primeiro carro do seu irmão mais velho também foi um fusca. E aos, 18 anos, Kiko comprou o seu primeiro fusca. “Foi um modelo 69 branco lindo novinho… depois tive um 79 marrom. Fiquei alguns anos sem ter fusca, e há 3 anos comprei um modelo 73 amarelo, caindo aos pedaços para restaurar, e graças a Deus consegui terminar a reforma há seis meses”, revela ele, que tirou sua carteira de habilitação em um fusca também..

Francisco acredita que a maior qualidade do automóvel é a sentimental. “Ele nos remete ao prazer de estar relembrando momentos felizes ao lado de pessoas especiais”, declara.  O mineiro também cita a mecânica com outra qualidade do veículo. “É uma mecânica simples”, define.

Ao lado do Fusca, o mineiro Francisco Barbosa e seu netinho Bernardo. Foto: arquivo pessoal

Uma fuskeira muito apaixonada

Roseli Guilherme Gonçalves, a Rose, também possui um sentimento totalmente especial pelo veículo. “Sou verdadeiramente apaixonada pelo Fusca”, derrete-se. Rose faz parte do Grupo Fuskeiros da Capetinga/MG.

Segundo ela, é uma relação de amor e amizade de vários anos, desde criança. “Lembro de meu saudoso pai, Antônio Bernardo, conhecido como Tõe do Bernardo, mecânico e apaixonado por veículos antigos”. Em toda sua vida ele teve vários veículos, incluindo o fusca. A oficina do meu pai era do lado da minha casa, fui criada no meio de veículos”, revela.

Roseli Gonçalves e seu saudoso pai, Antônio Bernardo Gonçalves. Foto: Arquivo pessoal

O Fusca faz parte da história da família de Rose. De acordo com a fuskeira, sua tia teve fusca e seu pai durante sua vida teve vários. Ela conta que aprendeu a dirigir em um fusca e isso me marcou muito. “Quando era moleca ainda, minha tia deixava a mim e a meus irmãos a dirigir o fusca dela. Me recordo como se fosse hoje… belas recordações de quando íamos buscar jabuticaba no sítio com o fusca verde”, lembra.

Além disso, Roseli conta que teve o prazer de conviver no meio dos automóveis que seu pai possuía. No final da década de 1990, seu pai comprou um fusca 94, que está na família até hoje.  Em 2013, ele comprou um fusca 1986, segundo dono. Segundo ela, na ocasião seu pai lhe disse “esse fusca estou passando para você porque ele é muito bom, tudo original, uma relíquia a ser guardada”. “E realmente é uma relíquia que tenho”, garante Rosi, que o apelidou de Diamante. “Não é apenas um veículo qualquer, tem um valor sentimental para mim. É minha paixão”, garante.

Cheio de qualidades

Para a fuskeira, o veículo possui várias qualidades como, por exemplo, originalidade, direção fácil, sendo um ótimo instrumento de trabalho e lazer. “Vou em qualquer lugar com ele, é um carro que encara qualquer parada… quando passo com ele nas rodovias, chama a atenção! Na estrada de chão é ótimo”, garante.

Rosi destaca que o seu fusca atende bem em qualquer situação, além de ser o mais é econômico. “O único problema talvez seja o espaço interno pequeno, mas meu fusca tem um coração gigante, já coube oito pessoas dentro”, garante rindo.

Acima de tudo, fuskeira se orgulha de ter participado de vários encontros de carros com seu pai e sua mãe. “Eu no Diamante e ele no Fusca 94, o Pratão. Até mesmo quando estava doente e debilitado fazia questão de ir e eu o acompanhei. Antes de falecer ele me disse que era para eu continuar a sua história, de levar os nossos fuscas aos encontros e passeios por esse Brasil afora. Eu continuei e continuo fazendo sua história”, revela.  

Roseli declara que faz parte de vários grupos de carros antigos, onde teve a oportunidade de conhecer vários outros apaixonados peço Fusca. “Em 2017, promovi o 1º Encontro de Carros Antigos de Capetinga. E, em 2019, o 2º Encontro, os dois em homenagem ao meu saudoso pai!  Um Sucesso”, finalizou!

Como surgiu o Fusca

No ano de 1932, o alemão Ferdinand Porsche iniciou os esboços de projeto de um novo carro que se chamaria “Volkswagen”, que em alemão significa “carro do povo”. O governo alemão se interessou pelo projeto, investindo 200 mil marcos para a fabricação de três protótipos.

Curiosidades sobre o Fusca

  • O apelido Fusca foi dado pelos brasileiros. O nome original do veículo é Volkswagen Sedan;
  • O veículo completa em 2021, 62 anos;
  • Foi o carro utilizado pela Polícia Militar do Estado de São Paulo, recebendo o nome de ‘baratinha”;
  • No dia 3 de janeiro de 1959, nascia o primeiro fusca com 54% de peças nacionais;
  • O Fusca tinha nomes diferentes em mais de 40 países por conta de seu design inovador. Entre eles, os mais conhecidos são o Beetle (Inglaterra e Estados Unidos), Käfer (Alemanha), Maggiolino (Itália), Vocho (México), Coccinelle (França), Escarabajo (Espanha) e Bug (Estados Unidos). Aqui no Brasil, o modelo foi oficialmente batizado em 1983 e ganhou junto os apelidos de Fuca, Fuqui ou Fusquinha;
  • O carro foi produzido até 2003. O último exemplar marcou o fim da longa produção de 65 anos. Para se ter uma ideia foram fabricados 21;529.464 unidades. Essa marca torna o modelo único mais produzido do mundo em todos os tempos.

Foto de chamada: Renato Capeleti/Divulgação

ENEM 2021: maior abstenção da história


Coordenadores citam medo e falta de preparo para explicar o alto índice de faltas

André Lucas

O ENEM ( Exame Nacional do Ensino Médio) registrou a maior taxa de desistência da história, mas 50 % dos candidatos não foram fazer o exame esse ano. A principal justificativa é o medo do Covid 19, que fez com que muitos alunos evitassem fazer a prova esse ano para não se colocar em aglomeração. 

A taxa de desistência nessa primeira fase foi a maior da história, no ano passado por exemplo o registro foi de 27% de candidatos que optaram por não ir fazer a prova. 

Segundo o coordenador do curso Anglo, Madson Molina, a ausência dos candidatos inscritos pode ser explicada por basicamente três fatores: a insegurança provocada pelas mudanças impostas pela pandemia, o receio dos estudantes em contrair a covid-19 e o fato de que algumas instituições de ensino optaram por não utilizar a nota do Enem como entrada para seus vestibulares específicos. 

Efeitos da pandemia de covid-19

O coordenador explicou  que o fato dos estudantes principalmente do 3° ano no ensino médio terem sido muito impactados pela crise do covid 19 e consequentemente as aulas paralisadas durante a pandemia. Os alunos desistiram da prova por não se sentirem seguros e preparados para  o grande dia.  

Outro motivo é a insegurança em relação a uma possível exposição ao novo coronavírus. Além de os estudantes terem que ficar na mesma sala com outros candidatos durante várias horas, há ainda a questão do deslocamento, que também implica um risco.  

Madson esclarece que na prática o que muda é o aumento da chance na hora de concorrer as vagas. Através do vestibular o sistema usa as notas dos participantes para construir um Ranking e as maiores notas ficam no topo. 

Os primeiros colocados conseguem as vagas, e os últimos são de certa forma desclassificados (apesar de poder usar a nota para conseguir bolsas em faculdades privadas). 

Com poucas pessoas participando o Ranking fica menor e assim menos competitivos permitindo que alunos com notas mais baixas que a comum conquiste a tão sonhada vaga na faculdade. 

“Pode ocorrer, por exemplo, de alguma instituição não impor uma nota mínima para um determinado curso. Nesse caso, como a quantidade de vagas é fixa e tem-se uma população menor, é muito provável que a nota de corte abaixe”, afirma o pedagogo. 

A denúncia dos alunos que ficaram barrados no corredor

Alunos denunciaram as medidas de segurança que barravam alunos das salas por superlotação. Na internet são diversos os posts de alunos frustrados e revoltados por conta da situação. 

Para o pesquisador Fernando Cassio, houve um subdimensionamento das estruturas dos locais de prova pelo Inep e instituições aplicadoras como Cesgranrio e Fundação Getúlio Vargas. “Foi um erro gravíssimo.” 

Na análise de Fernando a Medida de segurança foi no mínimo amadora, e colocou em risco a lisura do exame,  “Eles mandaram gente pra casa e não têm registros formais para a ação, já que tudo foi feito no improviso. Qual a garantia de que eles conseguirão diferenciar quem de fato se ausentou, de quem se atrasou, ou de quem foi e voltou?

STF emite nota desmentindo Bolsonaro


No texto o supremo esclarece que não proibiu nenhuma medida do governo federal contra a covid 19

André Lucas

O STF informou, na última segunda-feira, que é mentira que é mentira que o supremo tenha vetado as ações de Bolsonaro contra a covid 19. 

Em nota, o STF informa que “não é verdadeira a afirmação que circula em redes sociais” nesse sentido. Apoiadores do governo, além do próprio presidente Jair Bolsonaro, vêm fazendo afirmações do tipo para rebater cobranças sobre a atuação da União no combate à pandemia. 

Desde que o STF analisou ações que discutiam a competência de estados e municípios para tomar providências para combater a Covid-19, no ano passado, o presidente Bolsonaro tem dito que foi impedido pelo tribunal de tomar ações mais efetivas contra a pandemia. A alegação também tem sido veiculada por parlamentares bolsonaristas e apoiadores do presidente.

Na última semana, quando a crise do oxigênio em Manaus se acentuou, o presidente voltou a usar o argumento. Em uma entrevista à Rádio Jovem Pan, voltou a dizer que as decisões do STF o impedem de tomar outras providências contra a pandemia. 

Na entrevista o presidente da República Jair Bolsonaro, diz que o aumento de casos em Manaus tem relações com a temperatura na região, e que apesar do STF o governo estar focado em atuar na recuperação do sistema de saúde da região, e estar enviando cilindro de oxigênio.  

Na rede bandeirante o presidente deu entrevista ao Datena na última sexta feira dia 15 de janeiro, o presidente disse , “Vou repetir aqui: que moral tem João Doria e Rodrigo Maia em falar em impeachment se eu fui impedido pelo STF de fazer qualquer ação contra a pandemia?”  

O discurso do presidente reverberou na sua base. Diante da discussão sobre o colapso de saúde em Manaus na semana passada, bolsonaristas passaram a eximir o presidente de culpa sob o argumento de que o Supremo o proibiu de agir contra a doença.

O STF, porém, afirma que esse discurso não é verdadeiro. Na nota, a corte menciona “afirmação que circula nas redes sociais” sobre o tema. 

A decisão descrita por Bolsonaro como medida que proíbe o governo federal de agir, na verdade apenas permite que estados e municípios possam tomar decisões de forma autônoma, na luta contra o covid 19. 

Na prática isso não interfere em nada nas decisões vindas do Planalto, que continua tendo sua autoridade intacta como um dos três poderes fundamentais para a existência da república e democracia. 

Empatia e fim da intolerância em instituições


Júlia Vitória

Há vinte anos um atentado contra o terreiro de candomblé Ilê Axé Abassá de Ogum, localizado nas imediações da Lagoa do Abaeté, em Salvador na Bahia, por causa da intolerância religiosa provocou um ataque cardíaco na ialorixá Gildásia dos Santos, conhecida como Mãe Gilda de Ogum que acabou falecendo em decorrência deste ato.

No dia 21 de janeiro, dois meses depois do ataque a idosa de 65 anos teve um ataque cardíaco fulminante e não resistiu. Essa data foi estabelecida como Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, que foi instaurada em 2007, mais de dez anos depois da data ser instituída os ataques a pessoas de diferentes religiões de matrizes africanas ainda continuam.

Pura Intolerância

O professor de história e babalorixá do Ilê Asè Omo Odé Láíláí, Vagner de Jesus Santos de 39 anos, afirma que a intolerância religiosa contra as pessoas de matrizes africanas é algo diário. Ele também compara a intolerância religiosa ao racismo, que está enraizado na sociedade. “É bem sutil que quase não se percebe mas se olhar atentamente, pode se perceber que sofre de intolerância”, garante.

Santos declara que isso nasce apenas de um olhar, que quando veem com algum adereço que representa a religião ou vestido de branco, querem mostrar como prêmio, ou converter.

Para o babalorixá o grande motivo da intolerância e a falta de conhecimento que em grande parte vem dos líderes religiosos. Ele acredita que para não obterem o conhecimento eles fazem o discurso de ódio muita das vezes baseado em achismos. Ele também completa que o conhecimento e a informação são as melhores ferramentas para o combate à Intolerância.

Antissemitismo é a aversão aos semitas, ou seja, contra judeus. Ele se sustenta principalmente com estereótipos e preconceitos que mesmo sem fundamentos vai se fixando em culturas diferentes, espalhando efeitos maléficos como o discurso de ódio e até a hostilidade e violência. 

Para a diretora voluntária da Associação Cultural Israelita de Brasília (ACIB), Kelita Cohen de 43 anos quase todo o preconceito que o judeu recebe no Brasil é de viés positivo, ela explica que essa visão pode ser preconceituosa pelo sentindo de ser um conceito formado, como falar, por exemplo, que todo judeu é rico e próspero, mesmo assim com esse viés positivo também vem o negativo que fala que são avarentos e frio e calculistas.

Uma barreira chamada preconceito

O preconceito também faz com que uma barreira seja criada impedindo  a pessoa judia de ter uma relação com pessoas não judias. Ela também ressalta o ápice da intolerância quando os judeus foram levados para os campos de concentração na segunda guerra mundial.

Segundo o monge Sato Ademar Kyotoshi, 78, regente do Templo Shin Budista de Brasília no Brasil não tem intolerância e sim ignorância, ele fala que o budismo expandiu os passes ocidentais, Estados Unidos, Europa e África. Ele fala que o budismo aceitou as universalização dos valores humanos e as tradições locais mantendo a não violência, a paz social e o bem estar emocional e espiritual, o monge relembra quando tinha sete anos e os meninos de sua rua corriam atrás dele falando para voltar para sua terra ele fala ainda que a intolerância com as pessoas amarelas continuou por toda a infância contundido foi se apaziguado com o fim da ignorância. Para o fim da violência é preciso esclarecimento, fala o monge.

A solução

Adilson Mariz de Morais de  55 anos, é presidente da Comunhão Espírita e relata que com o educador dentro da evangelização espírita já ouviu diferentes situações de intolerância religiosa, ele fala que os alunos relataram uma prevenção contrariedade por ser espírita nas escolas que frequentavam e a maioria deles passou por isso em escolas particulares.

Ele acredita que quando você só olha o seu ponto de vista, seja da religião ou qualquer outro assunto, está inclinado a ter um posicionamento parcial, e que isso leva a ignorância e extremismo. Ele também defende o conhecimento como o principal instrumento de Combate à Intolerância. O presidente também relata já para se tornar um espírita é preciso estudar e que a doutrina espírita foca na filosofia, na ciência e na religião, e que deve se buscar o esclarecimento que sentem pelas mídias sociais. 

A data é um convite para que as religiões tenham uma convivência fraterna e pacífica, um incentivo a reflexão sobre as tradições e crenças e sobre o quanto cada uma pode colaborar para um mundo melhor.

Para o professor de filosofia da religião da Universidade de Brasília (UnB) Agnaldo Cuoco Portugal a religião é uma realidade muito diversa tanto no contexto histórico quanto no atual é uma busca comum que se manifesta de diferentes maneiras. Para o especialista as religiões por muito tempo, foram relacionadas com os termos geográficos elas se estabeleceram em diferentes territórios.

As religiões não tinham problema historicamente por se restringir a um território, a dificuldade começa com as guerras em nome da religião e a partir daí surge a associação entre política e religião os primeiros pontos de intolerância religiosa acontecem no século 17 A relação entre grupos políticos e religiosos querendo o poder.

Para o professor hoje a intolerância religiosa no Brasil acontece porque alguns grupos religiosos veem a religião como mercadoria e que eles veem outras como uma ameaça a isto. Para em a solução é que o estado proteja os grupos que sofrem de violência além de de apuração de responsabilidade aqueles que cometem a intolerância, ele também afirma que precisa aumentar o espaço de convivência religiosa e que o ensino religioso pode ajudar essa convivência positiva e ampliar o conhecimento do outro. 

Os benefícios de sorrir


Julia Vitoria

Em primeiro lugar, rir é o melhor remédio. Estudos comprovam que essa simples ação ajuda a amenizar o estresse e aumentar a imunidade. Contudo, você sabia que rindo 15 minutos por dia pode emagrecer até dois quilos? Alguns ainda dizem que rir por um longo tempo faz com que ganhamos mais um dia de vida.

Além disso, quando sorrimos liberamos o hormônio da felicidade. Em outras palavras, é por isso que quando estamos alegres temos tendência a sorrir mais. Para esconder uma lágrima ou demonstrar alegria, esse ato é altamente importante e tem um dia especial.

A celebração do riso

O Dia Internacional do Riso é comemorado em 18 de janeiro. Esse dia foi criado pelo médico  indiano Madan Kataria, no ano de 1995. Ele também criou um movimento terapêutico para tratar a depressão sem precisar de remédios. O método também  começou a ser comemorado para celebrar a paz mundial, sendo levado para o mundo através de mensagens de irmandade e amizade por causa  da risada.  Esse movimento foi chamado de Yoga do Riso.

Médico  indiano Madan Kataria criador do movimento Yoga do Riso. Foto: divulgação

Esse processo é realizado através de respirações de risadas incontroláveis porém não reais/ Porém isso só acontece porque o cérebro  não  consegue distinguir as risadas verdadeiras das falsas e isso ajuda no tratamento. 

Benefícios comprovados

A risada pode trazer muitos benefícios. Ela auxilia na prevenção de doenças, promove um bem-estar, ajuda também o organismo a realizar algumas atividades do dia a dia, a psicóloga Roberta Luchi dos Santos declara que é comprovado cientificamente que rir libera endorfina e serotonina, que nos trazem sensação de bem estar.

Além disso, também comprovado que quando sorrimos o mesmo procedimento que libera endorfina, diminui o hormônio cortisol. Que é responsável pelos sentimentos negativos. “Consequentemente, rir nos deixa mais felizes e dispostos a lidar com desafios da vida” afirma a psicóloga. 

Uma boa risada pode diminuir o estresse, queimar calorias e ajudar na circulação sanguínea, além de melhorar dores, a qualidade do sono, fortalecer o sistema imunológico e melhorar a autoestima. O ser humano se depara com diversas situações que o deixam para baixo e o riso e a alegria são fundamentais para  uma vida saudável,o bom humor pode transformar situações e até mesmo melhorar a qualidade de vida de toda a família. Quando a pessoa sorrir ela movimenta 12 músculos faciais, e dar uma gargalhada exercita até 22 músculos, o que contribui e muito para o rejuvenescimento facial

.

O riso é muito importante, ainda mais nas emoções, mas hoje em dia as pessoas estão agindo mais com a lógica. Vivemos em um mundo de muita informação ao mesmo tempo, o que acaba não tendo um equilíbrio no dia a dia, contudo quando sorrimos podemos voltar a ter esse equilíbrio isso porque ao realizar este ano ativam os o lado direito do cérebro e acabamos tendo uma libertação emocional o que ajuda a ter novamente um equilíbrio e no bem estar de cada um.

Como resultado, precisamos sorrir pelo menos dez minutos por dia porque o cérebro precisa deste tempo para ser ativado e liberar os hormônios que nos trazem felicidade. De fato rir é o melhor remédio mesmo, além de nos proporcionar uma ótima sensação ele ainda ajuda na nossa saúde. Então fica a dica ria cada vez mais.  

Estudos mostram que as ameaças virtuais aumentaram bastante


Só no ano passado o vazamento de CPFs e cartões internacionais e internacionais cresceram exponencialmente

Julia Vitoria

Dados da Apura Cybersecurity Intelligence, empresa especializada em segurança digital mostram uma alta nas ameaças eletrônicas em relação ao ano passado, isso aconteceu pelo uso intenso da internet durante a pandemia e acabou subentendido no número de fraudes. Em 2021 os usuários deverão ficar atentos por causa do 5g e do pix. Um relatório das empresas mostrou que em 2020 o número se CPFs e cartões de créditos vazados tiveram uma aumento considerável, senhas e credenciais de acessos também estão nesta lista, a pesquisa vasculha todos os dados da internet para chegar a uma conclusão.

Uma das grandes preocupações deste ano é sobre a implantação do pix e do do 5g que terá um impacto mundial, com isso o aumento de pessoas e dispositivos conectados aumentam e isso pode gerar mais ameaças virtuais. Os hackers usam  para formação de botnets, redes de dispositivos “zumbis” usadas para ataques de sobrecarga é uma tecnologia vulnerável. Esse equipamento foi implantado no Brasil, EUA e Nova Zelândia para dar uma estabilidade no serviços do TSE.

O diretor de operações da Apura Maurício Paranhos a relação do PIX é a mesma da pandemia com mais gente conectada mais chances de fraudes e eles estão de olho nos grupos que cometem esse delito. Brasil foi consolidado como um dos países com mais ocorrência de phishing no mundo, o golpe implica em enganar as pessoas para que elas revelem seus dados confidenciais como senhas números de cartão de crédito entre outros, esse tipos de golpes costuma  chegar através de emails e links de sites falsos.

O Brasil se tornou um alvo no ano passado dos ataques com alta repercussão contra TSE, Superior Tribunal de Justiça (STJ), Embraer e outros órgãos, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência e órgãos públicos cresceram em relação a 2019. Com altos lucros  para cibercriminosos, os ataques causam grandes transtornos aos usuários da internet, de acordo com a Apurar esses cibercriminosos tiveram um lucro de mais de um bilhão de dólares só em 2020.

No início de novembro, um  ataque de hacker paralisou o julgamento de pelo  menos 12 mil processos do Supremo Tribunal de Justiça durante uma semana, dados e processos sigilosos foram acessados pelos criminosos eles pediram um resgate para devolver  dados, e foi  considerado o pior ataque cibernético  uma instituição pública brasileira, mas esses crimes não passam de um ano de detenção. A informações sobre os impactos sofridos só serão reveladas após a conclusão do inquérito.

A redação do Enem pode ser o diferencial


Com regras bem específicas a redação do Enem pode ser o terror dos candidatos

Julia Vitoria

Além das perguntas que serão respondidas os candidatos que farão a prova do Enem  neste domingo dia 17 os estudantes também irão encarar a redação, que com critérios de correção bem específicos pode ser o diferencial na nota dos alunos. O professor e fundador do Laboratório de Redação, Adriano Chan fala que não terá grandes mudanças na redação, os estudantes devem partir do tema pressuposto junto aos textos motivadores que não poderão ser copiados e então fazer uma redação dissertativa argumentativa, com uma proposta de intervenção para o problema apresentado no texto.

O professor  fala que é um equívoco o estudante pensar que precisa saber bem o tema, para ele o aluno deve saber ler bem e intérpretar o que está sendo pedido nos textos motivadores e na proposta principal do tema. 

Segundo a professora Tatiana Nunes Câmara, de língua portuguesa e produção textual do Colégio Mopi, a estrutura não altera, o que muda são os argumentos que o estudante usará para compor o texto, ela acredita que quando o estudante sabe a estrutura do texto ele consegue condiz melhor com a redação.

Alguns professores ressalta a importância dos estudantes treinaram a redação de de forma manuscrita, devido a pandemia do coronavírus, este ano as aulas foram onlines e os alunos entregaram a redação de forma digitada não treinando a função motora, é importante que o estudante treine bastante para conseguir administrar o tempo, este ano também os estudantes deverão usar máscaras, um dos itens obrigatórios para fazer a prova devido às condições do país. Para a professora  Tatiana escrever de máscara é diferente e os estudantes devem revisar as redações já feitas e pesquisar sobre os temas que estão sendo comentados. 

Os estudantes podem acessar a cartilha de redação do Enem 2020 publicada pelo Inep, nesta cartilha estão os critérios de correção e exemplos de degradação que tiraram nota mil no exame de 2019. As relações passam por cinco competências na hora de serem corrigidas elas são: demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa; compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa; selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista; demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação; e elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos. 

Cada prova é avaliada por todos corretores e se a diferença de pontos for muito alta um terceiro corretor é acionado caso ainda haja muita diferença uma banca de corretores avaliam o texto.

Para participar dos programas do governo com a nota da prova os alunos não podem zerar a redação, os critérios que podem anular a nota são: 

fuga total ao tema;

não obediência ao tipo dissertativo-argumentativo;

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Enem: conheça os critérios de correção da redação

Com regras específicas de correção, redação pode ser o diferencial

Redação Folha Vitória

13 de Janeiro de 2021 às 06:06

Atualizado 13/01/2021 06:06:33

Foto: Divulgação

No domingo (17), milhões de estudantes de todo o país farão a primeira prova da edição impressa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Além de responder às questões objetivas de linguagens e ciências humanas, os participantes farão a prova de redação, a única parte subjetiva do exame. Com critérios específicos de correção, a redação pode ser o diferencial na nota dos estudantes.

“A primeira coisa é que a prova não vai ter grandes mudanças na redação”, diz o professor e fundador do Laboratório de Redação, Adriano Chan. Na prova, os estudantes devem, a partir do tema proposto e dos textos motivadores – que não podem ser copiados – escrever um texto em prosa do tipo dissertativo-argumentativo. Os participantes devem defender uma tese, ou seja, uma opinião a respeito do tema proposto, apoiada em argumentos consistentes. Devem também elaborar uma proposta de intervenção social para o problema apresentado no desenvolvimento do texto.

“É um equívoco o aluno acreditar que precisa saber bem do tema. Tem que saber ler bem o que está na proposta, identificar os desafios que estão na proposta em relação ao tema principal. Isso é muito importante. Não é achar qualquer problema, mas um problema dentro do universo proposto e relacionar esse desafio com o conteúdo adquirido e aprendido”, afirma Chan.

“A estrutura não muda, o que vai alterar é a argumentação que o estudante vai ter que construir em função do tema. Eu acredito que quando o aluno conhece bem a estrutura da redação, o tema que vier ele vai conseguir fazer”, diz a professora Tatiana Nunes Câmara, de língua portuguesa e produção textual do Colégio Mopi.

Para os professores, os estudantes devem, na reta final para a aplicação do exame, treinar a escrita, em papel, como será feito no dia da prova, usando máscara de proteção facial, item obrigatório este ano por causa da pandemia do novo coronavírus. “[Com as aulas sendo realizadas de forma remota], geralmente o estudante tem de entregar a redação digitada e não está treinando a questão do exercício motor de escrever a redação. É importante que o aluno faça o treino da escrita no papel, até para que não seja pego de surpresa em relação ao tempo”.

“Escrever de máscara é diferente. Recomendo treinar a redação de máscara, contando o tempo”, acrescenta Tatiana. “Seria interessante agora revistar as redações que fizeram e foram corrigidas pelos professores, para que possam dar uma olhada na estrutura e nas orientações. Acho que também vale a pena observar temas que as pessoas têm falado ou assuntos que estão mais em voga, fazer uma espécie de retomada desses enfoques temáticos”, sugere.

Correção

Para ajudar no preparo para a prova, os estudantes podem acessar a cartilha da redação do Enem 2020, divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Na cartilha, estão detalhados os critérios de correção da redação e como é feita essa correção. Estão disponíveis também exemplos de redação que tiraram a nota máxima, nota 1 mil, na edição do Enem de 2019.

Este ano, o Inep divulgou também, de forma inédita, as apostilas de capacitação dos corretores de redação, elaboradas para a edição de 2019. Assim, é possível saber o que os corretores levam em consideração na hora de atribuir notas às provas.

As redações do Enem são avaliadas em cinco competências, cada uma vale 200 pontos: demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa; compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa; selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista; demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação; e elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Cada prova passa por dois corretores. Caso haja uma diferença de mais de 100 pontos em relação à nota total da prova ou de mais de 80 pontos em relação a alguma das competências, o texto passa, então, por um terceiro corretor. Se a diferença persistir, a prova é avaliada por uma banca composta por três professores, que atribuiu a nota final do participante.

Motivos para nota zero

Para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior, e o Programa Universidade para Todos (ProUni), que concede bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior, é necessário não ter tirado zero na redação. A redação receberá nota zero se apresentar uma das características a seguir:

 fuga total ao tema;

não obediência ao tipo dissertativo-argumentativo;

extensão de até sete linhas manuscritas, qualquer que seja o conteúdo, ou extensão de até dez linhas escritas no sistema Braille;

cópia de texto(s) da Prova de Redação e/ou do Caderno de Questões sem que haja pelo menos oito linhas de produção própria do participante;

impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação, em qualquer parte da folha de redação;

números ou sinais gráficos sem função clara em qualquer parte do texto ou da folha de redação;

parte deliberadamente desconectada do tema proposto;

assinatura, nome, iniciais, apelido, codinome ou rubrica fora do local devidamente designado para a assinatura do participante;

 texto predominante ou integralmente escrito em língua estrangeira;

folha de redação em branco, mesmo que haja texto escrito na folha de rascunho; e texto ilegível, que impossibilite sua leitura por dois avaliadores independentes.

Neste ano, cerca de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos para realizar a prova, devido a pandemia foram criadas duas provas, impressas e digitais, impressas serão aplicadas nos dias 17 e 24 de janeiro e as digitais nos dias 31 e 7 de fevereiro.

As medidas de segurança para a prova contará com o número reduzido se estudante por sala isso de máscaras obrigatórias sendo que o estudante pode ter risco de ser eliminado caso não use e o álcool em gel ficará disponível em todos os ambientes de aplicação da provas.

Qualificação e diversidade de funcionários


Empresas investem cada vez mais em qualificações para os funcionários um dos setores que mais sofrem pela falta de mão de obra é o industrial

Julia Vitoria

Por causa da crise que se arrastou devido a pandemia, vários brasileiros ainda buscam oportunidades de trabalho, com o início da pandemia diversos setores de produtividade tiveram que parar, isso acabou gerando uma crise, que afetou a todos. Contudo apesar do desemprego está alto as empresas ainda encontram dificuldades para contratar isso devido a falta de mão demora qualificada.

De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal, que foi publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística, o desemprego no Brasil já atinge mais de 14 milhões de pessoas com uma estatística de 14,6% no último trimestre de 2020 essa é a maior estatística registrada  pesquisa desde que começou em 2012.

Se por um lado o desemprego está em alta a falta de mão de obra especializada também bate recordes, se destacar no mercado de trabalho está cada vez mais difícil. Segundo especialista o caminho a seguir é o da qualificação profissional, pois apesar do desemprego as vagas não estão sendo preenchidas, fazendo as empresas não completarem o quadro de funcionários e perdendo em competitividade, como consequência a falta de qualificação faz com que o tempo do trabalhador no mesmo emprego seja pequena.

Segundo dados que integram um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o setor mais afetado pela falta de mão de obra qualificada  é o industrial, num país com milhões de pessoas desempregadas, metade das fábricas têm dificuldades de contratar. Uma pesquisa realizada pelo Fórum Econômico Mundial em 2015 colocou o Brasil em 78º de qualificação profissional dentre 124 países. Com isso, muitas empresas estão investindo na capacitação do profissional, fortalecendo sua qualificação profissional, conseguindo se destacar em um se for profissional. 

Um exemplo disto é a Suzano, uma empresa de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis na América Latina, a empresa está construindo uma nova fábrica no Sul do estado e buscando na região mão de obra soube a importância de investir na qualificação profissional. Para preencher algumas vagas fez uma parceria com o Senai para a qualificação dos trabalhadores, segundo a empresa mais de 300 pessoas trabalham na construção da fábrica e mais de 200 irão atuar na área quando já estiver pronta.

 O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) é o  responsável pela formação técnica e profissional de grande parte dos jovens e trabalhadores brasileiros para vários setores da indústria. A coordenadora da instituição de Cachoeiro de Itapemirim ressalta a importância das empresas entenderem o desenvolvimento profissional dos jovens alunos. No processo de qualificação em parceria com a Suzano o Senai percebeu o interesse da empresa em qualificar os funcionários e a possibilidade de novas qualificações futuras. 

A coordenadora fala que o que se percebe é que muitas empresas já buscam o profissional totalmente qualificado, mas neste caso específico a empresa buscou qualificar e ficar no desenvolvimento das pessoas dando um novo sentido profissional a eles.

Lara Sathler,  diretora executiva da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Espírito Santo (ABRH-ES) relata que o profissional se qualifica com cursos preparatórios e livres e dessa forma tem uma visão teórica e também prática e deve acompanhar as tendências do mercado para se perdoar para novos desafios.  O secretário de Estado de Desenvolvimento, Marcos Kneip Navarro, disse que o estado deve ter um bom ano no mercado de trabalho devido aos novos empreendimentos e grandes obras. Ele ressalta que grandes instalações estão sendo feitas no espírito santo e que está confiante com as obras que serão realizadas e que o setor empresarial vê o estado com bons olhos.

As empresas buscam vai vez mais apostar na diversidade do profissional além da recolocação e qualificação profissional ao abrir 90 vagas para empregar nossos funcionários a empresa Suzano focou na diversidade abrindo a seleção para todos, em relação a diversidade profissional  uma das metas da empresa é que até 2025 cerca de 30% dos cargos de liderança da empresa sejam ocupados por mulheres além de melhorar a imagem da empresa, a diversidade pode ajudar na produção e em diversos outros pontos e fazer com que as pessoas queria fazer parceria com ela. Isso facilita a atração de novos talentos, uma vez que  as opções de candidatos para preencher as vagas são abundantes e qualificadas.

2021 só começará depois da vacinação


Fiocruz já pediu o uso emergencial das vacinas feitas pela Oxford e pela AstraZeneca

Julia Vitória

O ano de 2021 só começa depois da vacina contra o novo coronavírus, por este motivo a instituição está trabalhando para que todos sejam vacinados logo segundo Nísia Trindade Doutora em sociologia e presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Ela fala que o primeiro passo foi dado pois solicitaram o uso emergencial do imunizante produzido pela Oxford e AstraZeneca  para Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e logo logo será reproduzida em solo nacional.

Para ela todos poderão ser vacinados o mais rápido possível seguindo os requisitos da Anvisa. Ela foi nomeada presidente da Fiocruz mestra segunda e ficará no cargo por mais três anos.

Em entrevista ela disse que muito tem sido feito para que a vacina seja trazido para o Brasil em pouco tempo, fizeram aquisições com as doses estão analisando em laboratório do Instituto Serum, da Índia. E a possibilidade de essas doses chegarem aqui rapidamente é bem alta, tem previsão para o dia 20. Ela também relata que estavam programando trazer a vacina para o país antes da aprovação, e a partir desse ponto tudo vai depender dos movimentos do Ministério da Saúde, que coordena o Programa Nacional de Imunização (PNI) e ora distribuir de acordo  com o grupo prioritário como já foi apresentado. 

O presidente do Brasil enviou um pedido à índia para que a vacina chegue o mais rápido possível. Para Nísia esse procedimento só ressalta a importância de que o imunizante chegue rápido ao Brasil, contudo a previsão continua sendo dia 20 de janeiro. Todos estão preocupados com os prazos, contudo apesar de ser importante vacinar a todos de uma forma rápida também tem que ter uma sustentação da vacina, somente sendo possível com a produção nacional. Ela ressalta também que precisamos aprender com a pandemia pois nem todas as doenças têm vacinas e por este motivo as pesquisas devem ser contínuas e laboratórios nacionais como Fiocruz e Butantan são extremamente importantes.

Muita gente tem dúvida da eficácia da vacina pelo rápido período que ela foi feita. A presidente da Fiocruz fala que há alguns pontos que precisam ser considerados como as vacinas não estão vindo do nada, existe um processo de pesquisa que eram desenvolvidas contra o coronavírus, e que existe um histórico de novas  doenças que podem ameaçam a humanidade há pelo menos 20 anos. O Brasil é um país que tem avançado muito na pesquisa de prevenção dessas doenças com grupos excelentes que desenvolvem isto. Além disso, o país tem instituições experientes que são indicadas para participar da fase 3.

Para Nísia o que se pode esperar da produção o Brasil é a tecnologia que estão dominando a partir do segundo semestre, outro ponto é que a vacina se mostra muito adequada , se for pensar pela política da saúde pública ela se mostrou bem  eficaz e de baixo custo, um elemento crucial não só para o Brasil mas para outros países que estão se desenvolvendo também. Esta vacina é a que mais tem acordos firmados com uma eficácia de 73% tendo uma melhor resposta com um intervalo de 8 a 12 semanas que é o tempo dos anticorpos e células imunes se criarem. De acordo com a presidente, mais de 200 milhões de doses estão previstas para este ano, a expectativa é que as primeiras entregas aconteçam em fevereiro e que até abril já tenham entregado 50 milhões de doses.

Missão em Wuhan: China volta atrás e diz que foi tudo um “mal entendido”


Após impedir a entrada de uma equipe especializada da OMS, a China anunciou, sem nenhum detalhe, que a equipe vai ao país essa semana

André Lucas

Uma equipe especializada da organização mundial dos médicos, chegará em Wuhan com voo vindo de Cingapura nesta quinta-feira, segundo informações do governo chinês. 

O chefe da OMS, Tedros Adhanom, disse que quer trabalhar junto com a China na missão de entender a origem do vírus e como ele chegou ao corpo humano. 

Anteriormente, Tedros Adhanom disse estar “ desapontado” com a China, isso porque o governo proibiu a entrada dos agentes no país asiático. A declaração teve efeito e autoridades Chinesas voltaram atrás, e afirmaram que foi tudo um grande mal entendido. 

“De acordo com o plano atual, eles voarão de Cingapura a Wuhan em 14 de janeiro”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores Zhao Lijian em uma entrevista coletiva regular em Pequim na terça-feira.   

O porta-voz se negou a responder se o a agentes ficaram de quarentena assim que chegasse, e não deu mais nenhuma informação de detalhes sobre a missão. 

O coronavírus foi detectado pela primeira vez na cidade central de Wuhan no final de 2019 e desde então se espalhou pelo mundo, infectando mais de 90.500.000 pessoas e matando quase 2 milhões até agora. 

Muito pouco se sabe sobre a origem, evolução e propagação do vírus, a China se mostra muito sensível sobre a suspeita de acobertar o vírus, e consequentemente facilitar a disseminação da Covid 19. 

Os primeiros casos de Covid-19 no mundo foram reportados pelas autoridades chinesas à OMS em 31 de dezembro de 2019. Esses registros vieram da cidade de Wuhan, a primeira a sofrer um surto do coronavírus. Todos os primeiros diagnósticos estavam relacionados, inicialmente, a um mercado que vende animais selvagens mortos para o consumo humano. 

No entanto, os cientistas ainda não conseguiram confirmar se realmente o coronavírus “saltou” de um animal para o homem nesse estabelecimento ou se o patógeno já circulava antes a partir de outra origem — o mercado, nessa hipótese, teria servido como um superdisseminador da Covid-19 pela aglomeração de pessoas. 

Após meses de impasse, Uma equipe de especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) recebeu permissão para viajar à China nesta semana para realizar uma investigação sobre as origens do coronavírus Sars-Cov-2, o causador da covid-19. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (11/01) pela Comissão Nacional de Saúde Chinesa.  

A decisão veio após dias de negociações, entre a Organização Mundial da Saúde e o governo chinês, que primeiramente se frustrou com as proibições da China. 

Nos primeiros dias de janeiro os membros da comissão já tinha saído de seus Países em direção a China, porém foram atrasados porque segundo o chefe da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, a China não entregou os documentos dando permissão a equipe para entrar no país. 

A missão, considerada como prioritária para a OMS, é formada por especialistas ligados à entidade e à Organização da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO) e à Organização Mundial da Saúde Animal, com integrantes de Estados Unidos, Japão, Rússia, Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Austrália, Vietnã, Alemanha e Catar.