Bahia Meio Dia está a cara do Cidade Alerta


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Vanessa Merendolinna Barcellos

Ai gente! Eu estava cheia de saudades! Mas sem enrolação, vamos falar de televisão! Olha tem novela chegando ao fim, outra ambientada na Bahia iniciando, telejornal baiano mudando de formato para se adequar ao público, Silvio Santos correndo de sua conta no Twitter… Ufa! Vamos começar pelo Homem do Baú, o melhor da Jequiti. Essa informação é da Coluna do Ricardo Feltrin da Uol. Seu Silvio tava todo animadinho com sua continha no Twitter, que só crescia de seguidores a cada minutinho.

Ele havia até designado um assessor para cuidar do perfil e também autorizado o envio de mensagens diretas para a sua conta. Tudo mudou quando SS passou a receber 15 mil mensagens por dia! Tinha de tudo gente. Gente, sem noção, pedindo empregos, empréstimos, favores um horror! Com isso Sílvio tratou de arrumar outro brinquedinho e nem acessa mais sua rede social. Tadinho!

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Silvio Santos beija sua esposa Iris Abravanel Foto: divulgação

Na última segunda-feira, estava eu toda animada em frente à televisão para assistir ao Bahia Meio Dia na TV Bahia, afiliada da TV Globo no estado. Sempre achei interessante o formato desse noticioso com apresentadores mais informais, rindo e brincando na maioria das vezes. Claro, volta e meia exagerando um pouco, mas tudo bem. Para minha surpresa, dou de cara com a apresentadora Jéssica Senra e, me dei conta que o jornal mudou radicalmente de formato, mas parecendo aquele noticiosos sensacionalistas da Record e da Band. Me senti assistindo o Cidade Alerta ou o Brasil Urgente.

Tudo bem, Jéssica é linda, segura, equilibrada, competente e co um tom de voz que encanta a gente. Isso não há o que discutir. Minha reclamação é que mais um programa passa a seguir a linha “mundo cão”. Gente é hora do almoço e dá-lhe misérias, choradeiras, matérias lacrimejosas, com direito a repórteres colocando palavras na boca dos entrevistados e fazendo até o impossível para alguém derramar uma lágrima. Detalhe,  tenho amigos que também não curtiram esse novo formato, mandaram mensagens pelo Whatsapp da emissora. E adivinhem meus queridos! Elas nem sequer foram lidas.

A briga pela audiência está cada dia mais cruel! Há pesquisas que atestam a perda de espaço da Globo nos domicílios baianos. Segundos esses estudos, a Tv dos  bispos vem crescendo e assustando. Aparentemente, os executivos da Poderosa resolveram contra atacar utilizando armas similares as da concorrente. Mas a pergunta é: isso não seria nivelar por baixo? Lamentável!

Ai cansei! Falei demais. Um beijão e até a próxima!

Já não fazem mais Macgyver como antigamente


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Critica de TV com Vivi Merendolinna

Ai gente, estamos na semana do Natal! É época de ser generoso, distribuir amor, presentes e perdoar nossos desafetos. E falando em perdoar, as emissoras continuam castigando a gente com uma programação para lá de chinfrim!  Outra coisa, que pode ser ótima e ao mesmo tempo péssima. A onda dos remakes chegou e parece para ficar. Um seriado que fez um enorme sucesso nas décadas de 1980 e 1990 voltou, mas sem o mesmo vigor. Estou falando do “Profissão Perigo”, que agora é apenas: Macgyver. O enredo é o seguinte: também chamado de Mac, Angus MacGyver, é um agente secreto de uma organização do governo dos EUA, que usa seu talento extraordinário para resolver o problema e seu amplo conhecimento da ciência para salvar vidas. Com habilidades que são limitadas apenas pela sua criatividade, Mac salva o dia usando clipes de papel em vez de pistolas, velas de aniversário em vez de bombas, e goma de mascar, em vez de armas.

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Lucas Till é o novo MacGyver Foto: divulgação

Bom, a empolgação para por ai gente! Na versão antiga, quem dava vida ao MacGyver era o formidável Richard Dean Anderson, o mesmo que fez Stargate e outros filmes. Agora o ator Lucas Till que assumiu o papel, e, sinceramente, não agrada nem um pouco. Outro dia, coloquei no Universal Chanel para assistir a serie. Fiquei decepcionada. A história beira o humor pastelão, com o personagem principal em cenas para lá de ridículas. Os atores não passam nenhuma credibilidade. Aventura é fraca, me senti como se eles estivessem maculando a memória do primeiro Macgyver. Fiquei louquinha de vontade de ir ao Procon! Quem quiser ver para crer a serie vai ao ar todas as quintas- feiras, as 22h, no Universal Chanel.

Patricia Abravanel ajuda a baixar o nível do Jogo dos Pontinhos


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Crítica de TV com Vivi Merendolinna

 

Meus amores estou de volta! Já  estava com muitas saudades de vocês! Bom, muitas coisas rolaram nessas semanas. Algumas sem tanta importância, mas outras merecem destaque aqui na seção. Lembram daquele episódio estranho envolvendo a Patrícia Abravanel e a Helen Ganzaroli. A filha do homem do Baú quis bancar à engraçada mais uma vez, jogando um pedaço de bolo no rosto da morena. A cena foi escrota, ridícula, independente de ter sido uma ‘brincadeira’ armada ou não. E, por falar nisso, aquele Jogo dos Pontinhos já foi interessante. Mas, atualmente, não passa de um amontoado e agressões verbais sem o menor sentido. Chega ser grosseiro. Não se espantem se literalmente o pau cantou entre aquela mulherada como ego inflamado.

Mudando de assunto. A nova trama das 21h, O Outro Lado do Paraíso começou bem, e tem tudo para atingir os índices de audiência similares aos da fantástica Força do Querer. Walcyr Carrasco acertou em cheio ao ambientar a trama no Estado do Tocantins. Estou impressionada com a atuação de Sérgio Guize. O ator está fantástico na pele do problemático Gael, esposo da doce e bela Clara, interpretada por Bianca Bim. Claro que há os famosos clichês, como aquela cena que a personagem Sophia da atriz Marieta Severo pega um maço de dinheiro para subornar a futura noiva do filho. Mas isso não tira o mérito da trama que possui os ingredientes para ser um sucesso. É esperar para ver!

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Foto: reprodução de internet

Um horror de programa


Oi gente bonita! Euzinha, Vanessa Merendolinna Barcellos, Vivi para os mais íntimos, estou na área para falar um pouco de televisão, cinema ou teatro. Desta vez quero focar em um dos programas da Rede Brasil de Televisão. Sim, aquela emissora paulista que não respeita os horários da própria programação e que não gosta nem um pouco quando seus telespectadores a criticam.

Mas deixemos essa “grande” rede para lá. Nosso tema é o Programa da Lucimara Parisi, que vai ao ar toda quarta-feira, às 21h. E posso resumi-lo com uma simples pergunta: “O que é aquilo?”. Lucimara é uma profissional experiente. Já trabalhou anos na produção do Fausto Silva, é atriz, jornalista e diretora de tv. A loira atualmente faz parte da equipe vitoriosa do Programa do Ratinho.

A apresentadora é talentosa, muito experiente, bonita, carismática e agradável. Mas, infelizmente, não podemos dizer o mesmo da atração que comanda há um ano. A primeira vez que assisti ao seu programa foi por acidente. Zapeando pelos canais dei de cara com a senhora em uma espécie de terraço rodeada de “amigos”. Lu, toda sorridente, se revezava entre um convidado ou outro para ouvir amenidades. A impressão que tive é que ela não sabia o que perguntar e os convidados o que dizer. Xi!

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Lucimara tenta tirar leite de pedra em atração desinteressante Foto: divulgação

Outra coisa que me chamou a atenção foram os participantes, que eram divididos em dois grupos: um composto por estrelas do sexto escalão do SBT, como por exemplo, Carlinhos Aguiar. E, o outro por meros desconhecidos com muito pouco de interessante a revelar. Nesse dia, algo muito constrangedor ocorreu: os microfones dos convidados não funcionavam e só a apresentadora ouvia as respostas às suas perguntas.

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Ratinho Foto: divulgação

Para não ser injusta, sintonizei o canal na outra semana para fazer uma nova tentativa com a atração. Não consegui permanecer lá nem por 20 minutos. Lu estava alegre e simpática como sempre. À sua volta convidados insignificantes, alguns do SBT para variar, perdoem-me a franqueza. Um dos donos de uma grande empresa, que deveria ser patrocinador, pois falou durante um longo tempo sobre suas novidades empresariais alimentado pelas perguntas da apresentadora. Ou seja, jabá puro. Nada contra a Lucimara,mas tudo em seu programa é um tédio sem fim. O cenário meu Deus é de uma pobreza sem limites! Tudo se limita há uma mesa grande paupérrima, com uma toalha cafonérrima de dar dó!Havia também um garçom que trazia na bandeja uma bebida que mais parecia àqueles refrescos de pozinho, Ki Suco de uva se não me engano.

Resumindo, não perca tempo assistindo a esse programa. A menos que você sofra de insônia.

Casos de Família, um programa sem noção


Oi gente bonita! Tudo bem? Sou Vanessa Merendolinna Barcellos, Vivi para os mais íntimos. E, toda semana estarei aqui no Blog Carvalho News para falar um pouco de televisão, cinema ou teatro. Não sou exatamente uma crítica, mas aprecio esses veículos e entendo um pouco desse tipo de entretenimento.

Minha primeira análise aqui no Blog é sobre o programa Casos de Família, que vai ao ar nas tardes de segunda a sexta-feira, no SBT, tendo como apresentadora a singular Cristina Rocha, e a psicóloga Anahy fazendo a análise psicológica dos convidados. A loira está à frente da atração desde 2009, obtendo entre 6 e 8 pontos de audiência em capitais como Rio de Janeiro e São Paulo.

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Cristina Rocha costuma pegar pesado na condução de seu programa. Fotos: divulgação

O que eu posso dizer sobre esse programa que todos já não saibam? A apresentadora expõe sem dó ou piedade as misérias dos seus convidados com a desculpa de os estar ajudando. Mas na verdade, a loira só quer mesmo audiência e os participantes que tentem resolver seus problemas em casa e sozinhos, de preferência.

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Dra. Anahy: sempre disposta a concordar com tudo que Cris fala

Os temas são todos sensacionalistas e a participação de mulheres espancadas, gays, travestis e lésbicas é praticamente certa. A produção até seleciona casos com personagens interessantes, mas a forma que a apresentadora conduz as conversações é no mínimo questionável. A bela Cristina faz “fofocas” entre os participantes, sempre se descontrola com homens inconvenientes e, como uma típica feminista dos anos de 1950, defende as mulheres com unhas, dentes e seguranças, independentes se estas estejam com a razão ou não. Clube da Luluzinha perde para isso.

Outra coisa bizarra que ocorre é o fato de nem todos os programas contarem com a participação da “Dra. Anahy”. Eu pergunto a vocês: para que ir a um programa expor suas misérias via satélite, se a pessoa que poderia propor algum tipo de terapia que poderia ajudar na solução não está presente? Que eu saiba a Cristina não está qualificada para substituí-la.

Resumindo, a atração poderia realmente fazer a diferença na programação das tvs abertas. Entretanto, por seguir um formato adquirido no exterior, pega pesado demais no sensacionalismo, expondo muitas vezes os participantes ao ridículo total. Meu conselho: vá ler um livro.