Xanddy afirma que empresário e gravadora queriam separá-lo de Carla Perez


Xanddy, vocalista do grupo Harmonia do Samba, fez um post em comemoração aos seus 15 anos de casamento com Carla Perez. No texto, o cantor revelou que no inicio de sua carreira, seu empresário e a gravadora tentaram separá-lo de Carla. Mas ele preferiu assumir o romance, contrariando a todos.

“No começo do meu namoro com Carla, auge da minha carreira com o Harmonia, empresário e gravadora me aconselharam a não continuar meu relacionamento, alegando que ser solteiro ‘vendia mais’ pois eu era um ‘sexy símbolo’! E me envolver com alguém, principalmente a Carla, ia acabar com minha carreira! Obviamente não aceitei a intromissão deles numa questão tão pessoal, fui educado e continuei vivendo a minha vida”, escreveu Xanddy.

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Xanddy e Carla               Foto: divulgação

“Mas os caras foram tão ousados, que resolveram falar diretamente com a Carla, pedindo a ela para se afastar de mim, porque ela estaria me prejudicando profissionalmente! De certa forma, foi bom eles terem sido ousados, porque a ação deles provocou em mim uma reação, que foi assumir dias depois, nacionalmente (publicamente), meu relacionamento, contrariando eles, é claro, e fazendo também todos eles engolirem nossa alegria!”

Criador do Capitão R.E.D., lança novos projetos em quadrinhos nacionais


Reunião de super-heróis brasileiros e superequipe sombria estão entre os planos futuros.

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O roteirista Elenildo Lopes não para. Depois de criar o herói brasileiro Capitão R.E.D. em 2012 e lançar neste ano o projeto inédito Protocolo: A Ordem, que reúne mais de 20 super-heróis nacionais numa mesma história, o autor lança novos projetos para balançar o mercado nacional de quadrinhos.

Lopes aproveitou as Olimpíadas realizadas no Rio de Janeiro para anunciar seu mais novo super-herói, Velox, que também é um atleta olímpico. A novidade no personagem é que ele é o primeiro personagem solo assumidamente homossexual nos quadrinhos brasileiros. Passado o furor esportivo, o criador arregaça as mangas e anuncia seus planos futuros.

Para começar, ele retoma o antigo projeto A Ordem, que esteve em captação de recursos no Catarse no ano de 2014, mas não alcançou o valor estipulado. “Mesmo não atingindo a quantia proposta, tivemos um bom alcance midiático em todo o Brasil. Por isso, o projeto foi reformulado e relançado em 2015 como a HQ Protocolo: A Ordem. Desta vez, superamos a meta”, relembra Lopes.

Com a boa aceitação da revista, o autor decidiu tirar sua ideia original da gaveta, rebatizando-a como A Primeira Ordem. “Novamente, a revista trará a reunião dos maiores e mais clássicos super-heróis brasileiros atuando em conjunto numa novíssima saga cósmica. Mas a história se passará após os eventos em Protocolo: A Ordem” explica ele. Inicialmente, a publicação terá 80 páginas, mas esse número pode subir para 100, dependendo da arrecadação atingida.

A revista será impressa em formato americano (16 cm x 25 cm), capa cartonada com brilho e papel com gramatura de 170g. Dependendo do valor arrecadado, o miolo pode ser colorido ou em preto e branco. O editor e idealizador do projeto será o próprio Elenildo Lopes e contará com diversos autores e seus respectivos personagens (Veja lista em anexo).

A previsão é que A Primeira Ordem seja lançada para captação de recursos em novembro deste ano no site Catarse (www.catarse.me) e, caso a meta seja atingida, a distribuição acontecerá no segundo semestre de 2017. Em um segundo momento, também estão previstos o lançamento de um jogo RPG (Role-playing Game) de A Primeira Ordem, bem como a tradução da HQ para a língua inglesa.

Um segundo projeto do autor é o lançamento da superequipe Liga Apocalíptica, que reúne alguns dos maiores e mais clássicos super-heróis sobrenaturais brasileiros. “Seria algo semelhante à Primeira Ordem, mas bem mais sombria e sobrenatural. São projetos diferentes”, define Lopes. A Liga Apocalíptica está prevista para 2017.

 

Autores participantes da HQ A Primeira Ordem com seus respectivos personagens

A seguir, uma lista dos autores confirmados no projeto A Primeira Ordem e suas respectivas criações (lista sujeita a alterações):

Rodrigo Dos Santos e Alan Pavan – Anjo Urbano
Denilson Reis – Bruce
Pedro Campos – Capitão 7
Gian Danton – Capitão Gralha
Elenildo Lopes – Capitão R.E.D
Jorge Araujo – Ciclone
Alcivan Gameleira – Corcel Negro
Daniell Abrew – Corrupião
Eloyr Pacheco – Escorpião de Prata
Mike Deodato Jr. – Flama
Heraldo Wilson – Ginasta
João Luiz Vital – Homem Trator
Altemar Domingos – Jaguara
Lincoln Nery – Jou Ventania
Gabriel Rocha – Lagarto Negro
Alan Yango – Maximus

Gedeone Malagola – Raio Negro
Luís Carlos Nunes – Supraion
Emir Ribeiro – Velta
Wellington Santos – Vulto
Equipe técnica:
Editor: Elenildo Lopes

Selo editorial: MeuHerói
Argumentos: Elenildo Lopes e Gian Danton
Roteiristas: Gian Danton e Alexandre Magno
Desenhista: Marcio Abreu

Cores: Daniel de Oliveira

Eli Alcântara deixa Cobra Kriada


A notícia pegou de surpresa boa parte dos fãs do grupo! O cantor Eli Alcântara, um dos vocalistas, da banda de forró Cobra Kriada, decidiu após um ano e meio dar outros rumos em sua vida profissional e partirá para carreira solo. O músico fará seus últimos shows ao lado de seus companheiros de Cobra Kriada durante o mês de outubro.

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Eli Alcântara        Foto: divulgação

Lapa Acústico é opção de música com qualidade


A Concessionária Nova Lapa lançou, ontem (21), a primeira edição do Lapa Acústico, que oferecerá aos usuários apresentações musicais gratuitas com artistas baianos no horário de pico. A primeira convidada é a ex-vocalista da banda Cheiro de Amor Carla Visi, que subiu ao palco a partir das 18h30.

O Lapa Acústico é um projeto piloto, que segundo o presidente da Nova Lapa, Zilney Campello, vai integrar as ações do Beco das Artes – espaço cultural reservado na estação para apresentações diversas direcionadas ao  público circulante. “A expectativa é sempre oferecer boas condições aos usuários do sistema, principalmente nos momentos de grande fluxo de pessoas, como nos horários de pico, geralmente mais estressantes”, explicou.

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Carla Visi                                Foto: divulgação

Ainda na quarta-feira, a Nova Lapa também inaugura os equipamentos de mídia interativa digital da estação, dentre eles um videowall de 20 telas, dois de quatro telas, além de 18 monitores individuais, que exibirão informações de sites parceiros e publicidade dos lojistas que integram o espaço. (www.varjao.com)

Polícia dos EUA investiga Brad Pitt


O ator Brad Pitt está sendo investigado pela polícia de Los Angeles, nos Estados Unidos, e agentes do serviço social da região, após relatos de que ele supostamente “abusou verbalmente e fisicamente de seus filhos”, informou o site “TMZ”. O caso aconteceu na última quarta-feira, quando o astro estava em um jatinho particular com a família, incluindo sua mulher, a atriz Angelina Jolie, e, bêbado, começou a gritar e teria batido nos filhos. A confusão continuou até a aeronave pousar e seguiu para a pista de pouso, de onde ele, então, tentou fugir em um caminhão de combustíveis. No dia seguinte, irritada com o comportamento do marido, a atriz decidiu se divorciar.

Para a “CNN”, no entanto, um porta-voz da Polícia de Los Angeles negou que haja uma investigação de abuso contra os filhos envolvendo o ator. “A Polícia de Los Angeles não está ligando com nenhuma alegação de abuso infantil do Sr. Brad Pitt”, dusse Jenny Houser, representante da corporação.

Ainda de acordo com o “TMZ”, uma testemunha da confusão – não se sabe se da equipe de bordo ou da pista de pouso – teria denunciado Brad Pitt às autoridades, o que deu início às investigações do caso. A publicação afirma ainda que tanto o ator quanto a mulher já teriam, inclusive, sido ouvidos por agentes do Departamento de Serviço Social de Los Angeles.

Uma fonte do “TMZ”, no entanto, afirmou que Pitt “está levando a situação muito a sério e não cometeu nenhum tipo de abuso contra os filhos” e lamentou ainda que as pessoas “o vejam da pior forma”.

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Brad Pitt e Angelina Jolie                 Fotos: divulgação

Pego de supresa

Brad Pitt ainda é apaixonado por Angelina Jolie e foi pego de surpresa pela notícia de que ela queria terminar o casamento, diz a coluna “Page Six”, do jornal americano “New York Post”.

Segundo o veículo, Jolie pediu o divórcio a Pitt um dia antes de dar entrada nos documentos, o que teria ocorrido na última segunda-feira. De acordo com fontes ouvidas pelo “NY Post”, o casal tinha acabado de voltar da Europa e o ator relutou para que o casamento não terminasse. “Brad não queria que isso acontecesse, ele ainda ama Angelina”, revelou uma fonte próxima ao casal.

Pitt, além de precisar lidar com o divórcio, também estaria atordoado pela forma agressiva com que a equipe de assessores da mulher vem tratando o caso, espalhando rumores negativos sobre o galã.

“Seu primeiro instinto foi pensar como proteger as crianças durante o divórcio. Então, histórias começaram a surgir sobre seu suposto vício em maconha e álcool, além dos ataques de fúria”, comentou a fonte ao “NY Post”.

“Ele não tem problemas com drogas ou comportamento agressivo. Sim, ele fuma um pouco de maconha e bebe socialmente, mas nada fora de controle”, teria dito a fonte ao jornal, também pontuando a os distintos momentos nas carreiras do casal.

“Ele ainda é uma das principais estrelas de Hollywood, ama Hollywood e adora atuar. Ela tem tido uma série de fracassos e quer se concentrar em seu trabalho político-humanitário, que é admirável”, analisa a fonte.

Segundo o “NY Post”, Pitt teria se surpreendido tanto com a notícia, que mal teve tempo de procurar um advogado antes dos rumores se tornarem realidade. Por fim, a fonte consultada pelo jornal afirma que o ator fará de tudo para que o divórcio saia da forma mais tranquila possível, mas ressalta que Pitt lutará pela guarda compartilhada dos seis filhos.

Daniela Albuquerque pode ter problemas


O bicho pode pegar para Daniela Albuquerque, mulher de Amilcare Dallevo, dono da Rede TV (a quem ela chama carinhosamente de Shrek e Garfield).

A nova determinação da direção da emissora é que os programas da casa registrem no mínimo dois pontos no Ibope de média (e não picos).

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Quem der menos que isso será tirado do ar.

O problema é que Daniela Albuquerque dá traço (menos que um) com o programa Sensacional (é esse o nome da atração…), aos domingos.

Será que a regra vai valer para ela também, gente?

Disc jockey: uma profissão que exige respeito


Entre uma balada e outra, uma categoria que luta para conquistar mais dignidade

Podemos afirmar que eles são a alma de qualquer balada. Sim, estamos falando dos DJs, que são responsáveis pelo repertório musical em boates, discotecas, festas, shows etc. Mas, como é o dia a dia desses profissionais? Como se tornar um DJ de sucesso? Saiba as respostas para essas e outras perguntas lendo a reportagem a seguir.

O termo DJ é a abreviação de disc jockey. Ele é o artista que seleciona e reproduz as mais diferentes composições, previamente gravadas ou produzidas na hora para um determinado público, trabalhando seu conteúdo e diversificando seu trabalho em frequências moduladas (FMs), pistas de danças de bailes, clubes, boates e danceterias.

O DJ Alexandre Figueiredo revela que desde a infância preferia ouvir música e fazer sets, ao invés de assistir a desenhos animados. “Nunca tive muito talento para dançar, mas adorava frequentar festas. Então, comecei a comandar o som animando e tendo a oportunidade de passar meus sets lists, para todos ouvirem e dançarem. Isto me deixava extremamente feliz e era prazeroso. Assim descobri a minha vocação para ser DJ e com o tempo passei a atuar profissionalmente”, lembra o profissional de São Paulo.

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DJ Alexandre Figueiredo

Com o DJ Marcos Taskila, também de São Paulo, o início não foi muito diferente. Seus pais sempre compravam vinis e promoviam festas em casa. Taskila acredita que isso tenha colaborado bastante para que se tornado um DJ. “Lembro-me quando ganhei de presente do meu pai um aparelho dois em um. Na época era uma sonata. Recebi também uns compactos do John Lennon, Nikka Costa, Michael Jackson e isso só fez aumentar o meu gosto por musica”, acredita ele, que logo decidiria se tornar um disque jóquei.

“Com nove anos, já tinha a minha boate”, diverte-se o DJ Cacharrel Werner. Como desde pequeno se sentia atraído por equipamentos eletrônicos, ele juntou um toca fitas e duas caixas de som e pronto, “jurava que era uma boate”, declara. Segundo ele, assim começou sua admiração por música, e em especial a eletrônica. “Acredito que nasci para ser DJ, pois ninguém vira algo, mas sim já nasce para ser”, afirma Werner, que é de Santa Catarina. Saiba Mais sobre a carreira de DJ

O DJ Dan Victor não esconde que buscou atuar no ramo musical de diversas formas. “Toquei teclado, tentei tocar violão, cheguei até a compor algumas canções, e ainda componho, mas não me encaixava como imaginava”, admite. O primeiro contato com o universo dos disque jóqueis foi aos 17 anos através de um amigo DJ. “Há três anos sou residente da Bubalooo Produções (produtora de eventos) e em agosto deste ano completo cinco anos de carreira”, comemora o baiano.

Mas, o que é necessário para se tornar um disque jóquei? Na opinião de Cacharrel, depende de qual tipo de DJ se almeja ser.  Caso o objetivo for ser artista de um estilo só, por exemplo, é necessário ouvir e conhecer o que há de novo especificamente no estilo que adotou.  Para ser especialista em casamentos é preciso ter uma boa bagagem, conhecer e ouvir de tudo (preferencialmente o melhor de cada estilo), ter um repertório aberto e, também, após cada contratação, buscar conhecer (estudar) o público alvo. “Porém, continuo afirmando: você nasce para ser DJ e isso ninguém ensina! O talento tem que estar dentro de você”, garante.

Como qualquer profissão, a de DJ também tem seus desafios. Segundo Dan Victor, o assédio é um deles. “Lidar com o público é a parte mais gostosa e também mais complicada do ‘ser DJ’. Algumas pessoas nos tratam como técnicos de som, que apenas estão ali para não deixar que a festa pare. Já outros tratam como um grande artista, idolatram, beijam, pedem foto, pelo simples fato da pessoa que está atrás da mesa de som ter tocado uma música que marcou a vida deles de alguma forma. Manter esse equilíbrio exige muito mais da gente do que se imagina”, garante.

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DJ Dan Victor

Para o DJ Alexandre Figueiredo, o maior desafio é agradar a todos em uma festa. “Em celebrações particulares tais como festas de casamentos, aniversários, debutantes, temos que ter um repertório bem eclético por tratar-se de público que atravessa todas as faixas etárias, diferente de tocar em uma balada (ex. casas noturnas) onde o set list é determinado, voltado para um perfil de público, geralmente um só estilo, neste caso o desafio é consolidar minha identidade dentro perfil musical escolhido”, explica.

Já Cacharrel Werner defende que o desafio é mudar a imagem que muitos têm do disque jóquei. “Muitos julgam o DJ como um desocupado ou fanfarrão. Percebi que poucas pessoas acreditavam que se pode vencer na vida sendo um DJ. Meu desafio foi mostrar que se pode. Eu pude”, garante.

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DJ Cacharrel Werner

Para o presidente da Associação dos DJs do Paraná, Sandro Tanck, uma das dificuldades que o disque jóquei enfrenta é a transição de ser artista para ser trabalhador CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).  “Agora o DJ tem que ter a carteira assinada”, alerta o líder da categoria. Tanck destaca que, atualmente, não há um nivelamento no que é pago para que esse artista faça sua apresentação. “Vemos DJs famosos ganhando 10 mil dólares e outros recebendo R$150,00 por duas horas de apresentação. Essa é a realidade de nosso país”, denuncia.

Considerada cidade modelo, Curitiba também é conhecida como a capital da música eletrônica. Segundo Tanck a ideia é que a associação se torne um sindicato. “Assim poderemos atender aos nossos DJs com mais austeridade”, acredita. Entre as conquistas da entidade, Tanck cita os projetos de lei que criaram e a Semana do Fomento da Música Eletrônica, a Semana do Skate, a Semana do Surf, e a Semana da Moda. “Todos esses eventos entraram no calendário oficial do Paraná”, declara.

Tramitando no Congresso já há algum tempo, o Projeto de Lei nº2081/15, propõe a regulamentação ofício de disque jóquei. De acordo com a proposta, para exercer a profissão será necessário um curso técnico aprovado pelo MEC com carga horário mínima de 800 horas. Ou, que o interessado esteja executando esse trabalho há pelo menos cinco anos. O documento também trata das relações trabalhistas. A lei já foi vetada pelo poder executivo e sua aprovação neste momento encontra-se pendente.

As condições de trabalho é outro assunto que preocupa os disque jóqueis. Segundo Alexandre Figueiredo, “Por ter uma agenda bem cotada, a maioria das vezes não é possível fazer uma visita técnica prévia ao local. Acabando sendo obrigados a nos adequarmos no momento em que acontecerá o evento”, afirma.

Dan Victor lamenta o fato de ocorrerem casos de produtores que não tratam o DJ profissional como ele realmente merece. “Não digo só por mim, quase todos os disque jóqueis que conheço já sofreram algum tipo de negligencia”, revela.

 

A busca diária por novos trabalhos


Conquistar clientes é uma luta diária. O DJ Taskila lança mão das redes sociais para auxilia-lo nessa tarefa. “Uma boa discotecagem também ajuda bastante, além dos flyers de festas”. Aposta.  O DJ Cacharrel Werner também utiliza a internet como ferramenta para divulgar seu trabalho. “Trabalho há 10 anos no segmento casamentos, já fiz um bom nome, o que ajuda muito! A internet é algo também que atrai muitos clientes, pois Santa Catarina, especialmente o litoral, é um destino de casamentos e por isso realizamos casamentos de pessoas de todo o Brasil e até de fora”, declara.

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DJ Taskila
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Sandro Tanck, presidente da Associação de DJs do Paraná

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando o assunto são projetos, a paixão pelo que se faz é ainda mais evidente. Cacharrel Werner pretende alcançar o reconhecimento similar a de seus ídolos (Djs Irai Campos, Memê, Patife, Andre Werneck, Milton Chucker, Avicci, Calvin Harris e Bob Sinclair). “Com um bom trabalho (como o que faço) espero ‘chegar lá’, pois sempre trabalho de forma diferenciada, unindo o talento de DJ com atrações em conjunto, estudo,  me dedico e ofereço sempre o que for de melhor. Tudo para ser reconhecido como pioneiro em casamentos aqui ! Espero ter saúde pra continuar fazendo isso por muitos anos”, torce.

Alexandre Figueiredo garante que pretende permanecer muitos anos atuando. “Quero continuar tocando nas festas e baladas por pelo menos uns 20 anos. Amo muito o que faço e não pretendo parar”, derrete-se. Já Marco Taskila pretende levar sua arte à Europa. “Quero discotecar pelo mundo”, garante.

Dan Victor tem muitos planos para por em prática. “Muita coisa mudou na minha agenda profissional, desde que foi lançado o clipe “Miga Sua Loka”, há dois meses, no YouTube”, garante. No clip, o dj faz uma participação como o Divo dos Paredões, o que serviu para abrir-lhe várias portas. “Estou com eventos fechados até fevereiro do ano que vem”, comemora. O artista adianta que seus fãs, carinhosamente conhecidos como lovers podem prestigiar seu trabalho em dois eventos que acontecerão em Itabuna (BA). “Dia 13, toco na Bubalooo Birthday, edição de 10 anos da produtora de eventos LGBT. No dia 20, toco na Electroland, uma rave que divido as pick-ups com mais dois profissionais da região e outros dois de Salvador”, finaliza.

Resta torcer para que os disc jockeys consigam o reconhecimento e o respeito que tanto almejam. E que o Projeto de Lei nº 2081/15, seja enfim aprovado para que esses profissionais obtenham os direitos e obrigações a eles devidos.

Saiba mais

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DJ Dan Victor

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Wesley Safadão quer cuidar da imagem


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Foto: divulgação

Ninguém duvida que o nome do momento na música no Brasil é de Wesley Safadão. Ele continua cobrando o mais alto cachê da atualidade (R$ 600 mil) e sendo o nome mais requisitado pelos programas de TV. Mas justamente por conta de todo esse sucesso, os empresários da Luan Promoções, escritório do cantor, decidiram colocar um pé no freio para preservar a imagem de Wesley e para que o público não se canse de vê-lo. E ficou decidido: Safadão novamente na TV só em 2017. Com uma exceção, se for confirmado o convite, Wesley fará apenas uma participação no especial de fim de ano de Roberto Carlos. Até mesmo a divulgação do DVD do Safadão, gravado na semana retrasada em Fortaleza, não terá uma divulgação estrondosa, como no DVD gravado em Brasília. A estratégia é dar um passo pra trás, para depois dar muitos passos adiante.