Turismo espacial: saiba o que esperar dessa nova era


Primeiros bilhetes para viagem espacial custaram US$ 20 milhões

Thais Paim

O desejo do homem de sair da terra firme e ultrapassar os limites da atmosfera do planeta é bastante antigo e, até hoje, esse sonho foi realidade para mais de 700 pessoas — a grande maioria, astronautas e cosmonautas em missão. Porém, em 2001, a era do turismo no espaço foi inaugurada, com a viagem do empresário norte-americano Denis Tito à Estação Espacial Internacional, a bordo da nave russa Soyuz TM32. O bilhete custou US$ 20 milhões.

De lá até o ano passado, sete pessoas pagaram para ver o planeta do alto. O mais recente foi Richard Branson, CEO da Virgin Galactic, que inaugurou uma nova era nesse tipo de tour ao voar em um avião espacial desenvolvido para fins civis — as incursões anteriores foram realizadas em naves do programa espacial russo.

Já foi dada a largada para essa corrida e agora é a vez do bilionário Jeff Bezos, dono da Amazon e fundador da Blue Origin, ultrapassar a linha de Kármán, a última fronteira antes do espaço.

Bezos embarca em sua cápsula autônoma na terça-feira, acompanhado do irmão, Mark, e de Oliver Daeme, um jovem de 18 anos cujo pai pagou US$ 28 milhões em um leilão para garantir a passagem. A tripulação vai além de Branson, que chega a 89km de altitude — 11km a menos da linha de Kármán. O magnata da Blue Origin fará um voo orbital, ultrapassando 100km de altitude, o que justifica o preço bem mais alto do que o cobrado pela Virgin Galactic (US$ 250 mil, com lista de espera e todas as vagas preenchidas até 2024).

O professor da Universidade Mundial Aeronáutica Embry-Riddle, Robert Goehlich, avalia que as reservas desses voos não são garantia de que o turismo espacial realmente decole em grande escala. “Um acidente pode desacelerar qualquer planejamento”, pontua ele. 

Além de segura, segundo Goehlich, para se consolidar, a modalidade precisa ser lucrativa. Apesar da longa lista de gente interessada na viagem, só com o tempo será possível avaliar se os ganhos ultrapassarão os custos altíssimos de se investir no ramo — estima-se que Bezos gaste US$ 1 bilhão por ano com a Blue Origin. 

Produção de filmes 

Ao que tudo indica, a indústria do turismo espacial está disposta a correr riscos financeiros, de segurança e de sustentabilidade. Há um sólido calendário de viagens próximas, sendo algumas das mais caras organizadas pela Space X, do magnata Elon Musk. A empresa fundada em 2002 presta serviços à Nasa, enviando materiais e astronautas à Estação Espacial Internacional. Agora, se nada der errado, também vai mandar para a estação tripulações compostas 100% por civis.

Os tours organizados por Musk, que também têm como destino a Estação Espacial Russa, são os mais caros até agora. A passagem custa US$ 55 milhões, e não falta quem esteja disposto a pagar. Um deles, o diretor de cinema russo Klim Shipenko, já está com data marcada para conhecer o polo de exploração espacial de Moscou. 

Benefícios

Se o espaço parece o novo playground dos bilionários, a verdade é que a aviação civil espacial traz uma série de benefícios para os terráqueos. A tecnologia empregada na projeção e na construção das naves e foguetes poderá inspirar aviões mais seguros e eficientes, por exemplo. Além disso, assim como ocorreu com a missão Apollo, que mandou o homem à Lua, equipamentos como satélites, câmeras e computadores de bordo também terão impactos diretos no dia a dia da Terra.

Fonte: Estado de Minas 

Governo oferta curso gratuito para guias de turismo e condutores


As vagas são para quem deseja adquirir conhecimento em idiomas

Thais Paim

Através de uma parceria entre o Ministério do Turismo e Instituto Federal do Tocantins (IFTO), está sendo ofertado um curso gratuito de idiomas para guias de turismo e condutores interessados em adquirir conhecimento nos idiomas inglês ou espanhol. 

Para quem deseja participar é só acessar o site do Ministério do Turismo e realizar a inscrição. Ao todo serão ofertadas 3,8 mil vagas e se o número de inscritos ultrapassar a quantidade de vagas, será realizado um processo seletivo.

O curso conta com uma carga horária total de 200 horas e traz uma matriz curricular inovadora, com temas transversais que serão adaptados aos idiomas, aproximando-se assim da realidade profissional dos estudantes. 

O objetivo da iniciativa é capacitar a categoria desse segmento do turismo, oferecendo qualificação necessária, por meio de novos idiomas, de modo a gerar benefícios para esses profissionais, bem como valorizar o potencial de cada trabalhador e suas comunidades locais.

“Sabemos que o Brasil ocupará um lugar de destaque no cenário do pós-pandemia com seu enorme potencial de turismo de natureza que será a grande tendência dos viajantes. Ao saber atender o turista estrangeiro, ganhamos competitividade no cenário internacional e garantimos uma experiência ainda melhor para quem nos visita”, afirmou o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, por meio de nota. 

O curso e seu alcance 

A iniciativa atende profissionais de todas as regiões brasileiras, através da parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Federação Nacional dos Guias de Turismo (Fenagtur) e o Conselho Municipal de Turismo (Comtur) de Alto Paraíso-GO.

As aulas que forem gravadas serão disponibilizadas na plataforma Moodle do IFTO e as ao vivo serão ministradas uma vez por semana por meio de webconferências, facilitando o acesso dos alunos ao conteúdo ministrado. 
Fonte: Mercado e Eventos 

Brasileiros passam a valorizar o turismo regional durante a pandemia


Segundo da FecomercioSP, o turismo brasileiro perdeu mais de R$ 50 bilhões

Thais Paim

Com o cenário de pandemia e a adoção de diversas restrições, o turismo foi um dos segmentos que mais registrou quedas. Segundo a Organização Mundial do Turismo, a crise ainda persiste em 2021: vários destinos ao redor do mundo receberam 180 milhões a menos de turistas entre janeiro e março, se comparado ao primeiro trimestre de 2020, quando a pandemia ainda não tinha ganhado forças. 

Os dados apontam que os prejuízos ao longo dos últimos meses foram muitos: a perda total de receitas de exportação do turismo internacional, incluindo o transporte de passageiros, totalizou quase US$ 1,1 trilhão.

Quando falamos do Brasil, um estudo realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) apontou que o turismo brasileiro perdeu mais de R$ 50 bilhões.

Foto: JL Rosa

Adaptação e novas oportunidades 

Mas um outro lado da crise que pôde ser observado após a flexibilização do isolamento é de que o turismo nacional registrou um crescimento, um movimento específico: as pessoas estão viajando mais pelo brasil. Isso porque, há mais de um ano, os brasileiros não podem entrar em vários países ao redor do mundo.

Um outro motivo para essa mudança é o fato de que o isolamento aumentou a quantidade de pessoas trabalhando em regime home office e, consequentemente, mais gente está em busca de lugares fora dos centros urbanos para descansar e trabalhar.

Levantamos já apontam que essa nova onda pode ter chegado para ficar. Segundo o Booking.com, 55% das pessoas pretendem conhecer um destino novo na região em que moram.

Dados do Portal do Empreendedor de 2020 revelaram que de março a dezembro de 2020 houve um aumento de 13,23% de MEIs registrados, resultando um total de 1,49 milhão de novas formalizações. Isso somado às mais de 7,5 milhões de micro e pequenas empresas que também nasceram nesse período.

Diante deste cenário, foi graças às tendências que surgiram e ao desejo de promover experiências que atendessem às novas necessidades dos brasileiros, que pequenos empreendedores da área de turismo começaram a enxergar uma oportunidade em meio à crise da Covid-19. 

Novo cenário 

Com esse “novo normal” veio uma nova maneira de se fazer turismo também e as inovações e adaptações fazem toda a diferença na hora de implementar um negócio de sucesso. Empresas como a Travelum, que iniciaram as atividades durante a pandemia, já nasceram com passeios pensados e projetados de acordo com os protocolos de segurança para que a saúde e o conforto dos turistas venham em primeiro lugar. Isso significa o uso obrigatório de máscaras e passeios apenas com grupos reduzidos para evitar aglomerações.

Com a alta do dólar e restrições para brasileiros viajarem para destinos internacionais, é bem provável que a tendência do turismo nacional continue em alta mesmo após o fim da pandemia. 

Empresário lança marketplace para viagens curtas no Brasil


Cenário de pandemia auxiliou nessa decisão

Thais Paim

Foi pensando em encontrar uma solução para aproximar viajantes e destinos em viagens de fim de semana, que  o empresário Rodrigo Rocha criou o meufindi. Atualmente, a plataforma conta com mais de 100 destinos até 300 quilômetros de São Paulo, que também se ampliam entre Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

A inspiração para criar o projeto veio após observar que existiam muitos outros lugares a serem explorados, principalmente próximo à capital de São Paulo e que o cenário atual torna essas possibilidades mais próximas muito mais atrativas. 

Rodrigo conta um pouco de como foi o seu processo de decisão e análise do mercado e explica: “O meufindi surgiu em um momento em que as viagens curtas e próximas ao endereço residencial estão muito em evidência, devido às restrições referentes à covid-19, já que as viagens de avião para outros estados e países foram muito prejudicadas”.

Foto: Tadeu_Bianconi

Além disso, ele também destacou a dificuldade atual para o turismo em outros países. “Alguns países, por exemplo, estão fechados para brasileiros (sem prazo de abertura). Por outro lado, o Turismo de viagens curtas no fim de semana ao redor das capitais sempre foi a grande fatia do Turismo doméstico”, destacou ele. 

Além da hospedagem, o cliente também pode já programar todo o roteiro do fim de semana no destino dentro do site, que inclui pousadas, resorts, bares, restaurantes, passeios, Turismo rural e experiências locais. Segundo o fundador, a meta para este ano é ampliar o site para toda a região Sudeste.

Turismo: saiba quais são os cinco destinos mais seguros para as mulheres


Mulheres buscam países que garantam viagens tranquilas

Thais Paim

Uma famosa e conhecida cena dos quadrinhos demonstra uma realidade que não é a da maioria das mulheres no cotidiano. Na saga Homem-Aranha, o herói Peter Parker se depara com um grupo de homens assediando uma mulher em um beco. Enraivecido, o justiceiro ataca os criminosos e salva a amada, Mary Jane.

Para longe da ficção, a violência contra a mulher continua sendo uma realidade mundo afora, e, além de causar medo e angústia nas vítimas, também as priva de conhecer diversos lugares por todo o globo. Visando tal situação, trouxemos os 5 países mais seguros para mulheres viajarem sozinhas e, o mais importante, tranquilas:

1 – NOVA ZELÂNDIA  

Para gostos diversos, o arquipélago é formado por um conjunto de ilhas localizadas no sul do Oceano Pacífico, a Nova Zelândia ocupa uma das primeiras posições no Índice Global da paz e é o destino ideal para as turistas mais aventureiras, e também para aquelas mais tranquilas. 

Além de ser conhecido como a capital mundial dos esportes radicais, por conta das práticas de rafting, trekking, escalada, alpinismo, esqui e balonismo, o país também conta com uma opção incrível para quem procura por mais uma dose de relaxamento.

Rotorua é uma cidade famosa por suas águas naturalmente aquecidas. Isso faz com que estabelecimentos, como spas e piscinas a céu aberto, existam em abundância no local, alguns deles oferecendo até tratamento, como o banho de lama. 

2- ISLÂNDIA  

No segundo da lista é um país com um baixíssimo índice de criminalidade e a alta expectativa de vida. A visita ao país é um prato cheio para aquelas que gostam do frio, além de contar com a vista imperdível da famosa aurora boreal. 

Além das geleiras, a Islândia também é conhecida como a terra dos vulcões, por ser localizada na zona de encontro das placas tectônicas Eurástica e Norte-Americana.  

3- SUÍÇA 

As boas avalições não param! Sendo o sétimo país no ranking do US News & World report quanto aos melhores países para as mulheres, Suíça marca nove pontos em uma escala de dez, a favor delas, sendo um país que valoriza muito a independência feminina. 

Entretanto, além do país ser requisitado por tamanha segurança, a Suíça também não fica atrás no quesito beleza e pontos turísticos. Por conta da arquitetura diversificada, dependendo do lugar que você visitar, poderá conhecer características da arquitetura alemã, italiana e francesa, bastante conservadas e históricas.

Berna é a cidade com a arquitetura mais medieval de todo o país. É de tirar o fôlego!

4- CANADÁ 

De acordo com o Índice Global da Paz de 2018, este é o sexto país mais seguro do mundo, em especial, é claro, para as mulheres, e o primeiro mais seguro entre as Américas. Também, em 2019, o Banco Mundial divulgou um estudo avaliando as leis e garantias oferecidas às mulheres em todos os países do mundo, atingindo o Canadá 97,5 dos 100 pontos atribuídos.  

Entre as suas cidades mais visitadas estão Toronto, Quebec e Montreal. Citando, é claro, a visita às Cataratas do Niágara e o Parque Nacional Banff, sendo essas imperdíveis no seu roteiro natural.  

5- PORTUGAL 

Por último na lista, mas não sendo menos importante, temos a terra do vinho e do azeite: Portugal! O país sul-europeu, que já vivera uma grande crise em seu passado, hoje é de notável recuperação econômica. Por conta do índice de desenvolvimento humano considerado alto e por ser uma das nações mais globalizadas e pacíficas do mundo, o país vira referência entre as viajantes.

Lisboa, Algarve e Ilha da Madeira são as principais cidades turísticas, mas, por todo o território português, são presentes lindos castelos e paisagens encantadoras.   

Fonte: Fala Universidades

Vai Turismo: programa pretende desenvolver destinos nacionais


Lançamento oficial foi realizado através webinar on-line

Thais Paim

Acreditando que desenvolver os destinos turísticos brasileiros de forma sustentável é desenvolver toda a indústria, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) criou o Vai Turismo – Rumo ao Futuro, que pretende “valorizar, apoiar e impulsionar” esse setor essencial para a economia do Brasil.

O programa teve seu lançamento oficial nesta terça-feira (22), por meio de webinar on-line com a participação de especialistas em destinos. A ideia é unir experiência e conhecimento de diversos setores para sugerir políticas públicas e impulsionar o segmento. 

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, e o coordenador do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da mesma, Alexandre Sampaio, prometem levar as questões levantados pelo Vai Turismo aos presidenciáveis e aos candidatos aos governos estaduais em 2022.

Sobre o programa 

Dentre os comprometimentos do programa está o compromisso em compreender o Turismo de uma forma ampliada e desenvolver destinos brasileiros como um todo. A GKS Inteligência Territorial e a Strategia Consultoria se unem em um consórcio ao lado de todas as Fecomercio estaduais, Sesc, Senac, CNC e outras instituições em prol do Turismo.

A professora e sócia da Strategia Consultoria, Gleice Guerra, avaliou a situação atual e afirmou: “Se tem alguma coisa de positiva da pandemia no Turismo é a profusão de iniciativas que vem acontecendo para discutirmos o setor. A intenção da CNC ao criar esse projeto é que essa não seja mais uma iniciativa, mas seja diferente. A intenção é oferecer uma oportunidade diferenciada de integrar propostas. Por isso esse projeto articulado, participativo, com diálogos. Queremos que esse projeto abrigue outros projetos, que se conectem”. 

Projetos técnicos já em produção, com as demandas de cada Estado, ações serão estudados e, a partir de outubro, o Vai Turismo dará inícios a oficinas e capacitações gratuitas.

Turismo LGBTQIA+: conheça os 5 melhores destinos que acolhem a diversidade


Apesar do preconceito existente na sociedade, diversos lugares investem e incentivam um turismo de inclusão e diversidade

Thais Paim

No mês de junho é celebrado Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, mas você sabe o que significa essa sigla? O termo agrega Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queers, Intersexuais, Assexuados e as demais classificações de orientação sexual e identidade de gênero.

Com tanto preconceito e discriminação, o turismo voltado para esse público vem sendo fomentado nas últimas décadas como consequência dos avanços dos direitos LGBT ao redor do mundo e tem como objetivo proporcionar experiências inclusivas.

O Turismo LGBTQIA+

O viajante LGBTQIA+ busca destinos em que vá se sentir acolhido, respeitado e, principalmente, seguro. Mesmo que para muitos pareça algo óbvio, ainda existem lugares que não garantem esses princípios básicos para todo mundo.

Mas quais lugares são esses que possuem destinos e serviços que abraçam o público LGBTQIA+ sem preconceitos? Onde ficam e quais experiências eles oferecem? Confira agora uma lista com os cinco melhores destinos no Brasil e no exterior.

A maior cidade da América Latina possui a maios Parada LGBTQIA+ Foto: divulgação

1 – São Paulo (SP): a capital da maior Parada LGBT do mundo

Além de ter uma vida noturna agitada e mundialmente conhecida, a capital paulista também é famosa por ser um dos melhores destinos LGBT friendly. São muitos os bares e boates LGBT+, além de farta hospitalidade com muito respeito e cortesia. É válido lembrar também que São Paulo tem a maior Parada do Orgulho LGBT do mundo.

Museu da Diversidade Sexual

Diversas são as atrações em São Paulo, mas uma que merece destaque é o Museu da Diversidade Sexual (MDS), no Largo do Arouche, coração LGBT da cidade.

Criado em 2012, o MDS fica próximo à estação de metrô República e é o primeiro equipamento cultural da América Latina relacionado à temática LGBT.

2 – Belo Horizonte (MG) desponta no turismo LGBT

Em 2014, juntamente com Rio de Janeiro e Brasília, Belo Horizonte lançou na Espanha o projeto “¡Trae Tus Colores!” (traga suas cores!) para promover as cidades brasileiras. Além disso, a Associação de Turismo LGBT e a Câmara de Comércio LGBT, também foram criadas especialmente para pensar o cenário LGBT na cidade.

Se você se interessou por essas características, o bairro Savassi é uma ótima opção de hospedagem. Além de super bem localizado, o lugar é repleto de hotéis, academias, baladas e muitos bares com ótima acolhida.

3 – Salvador (BA): diversidade, carnaval e calor

Salvador é conhecida internacionalmente por sua diversidade e acolhimento e não seria diferente na hora de oferecer excelentes condições para o turismo LGBTQIA+. A capital da Bahia conta com praias, bairros que concentram a cena LGBTQIA+ local e outros pontos turísticos imperdíveis. O Centro e os bairros de Rio Vermelho, por exemplo, são paradas obrigatórias com muita diversão e uma vida noturna agitada.

Não podemos deixar de citar que a cidade é destaque no mês de fevereiro, por sediar uma das mais tradicionais e calorosas festas do país. O Carnaval em Salvador recebe turistas de vários países e é uma atração à parte para o público LGBT.

4 – São Francisco (Estados Unidos)

Se você deseja viajar para fora e busca um lugar acolhedor, São Francisco pode ser o lugar certo. Bastante popular entre o público LGBT, é considerada por muitos como a capital LGBT do mundo. É possível encontrar bandeiras arco-íris por todos os lados! O bairro Castro talvez seja o local mais LGBT friendly de todos, com comércios e bares voltados para o público.

O bairro é tão atrativo que sedia o GLBT History Museum, um incrível museu localizado na 18th Street e que reúne mais de 100 anos da trajetória LGBT em São Francisco.

5 – Sydney (Austrália)

Além de toda a sua beleza, marcada por lindas praias e muito sol, a cidade australiana é conhecida por ser um local bastante LGBT friendly. Isso porque Sydney é um lugar muito acolhedor, com visitantes do mundo todo.

A cidade sedia, anualmente, um dos maiores eventos turísticos do país: o Mardi Gras LGBT Sydney, com desfiles e diversas atrações, o evento recebe pessoas de vários países.

Programa Live Tour Salvador é iniciado e promete promover o turismo na capital


Primeiro episódio foi ao ar nesse domingo (13)

Thais Paim

Que Salvador é repleta de belezas naturais, riqueza cultural e história, muitos já sabem. Tendo como objetivo divulgar ainda mais as belezas da capital baiana, foi assim que o programa Live Tour Salvador surgiu e contou com sua primeira apresentação ontem (13).

A transmissão do projeto foi feita pelo jornalista José Raimundo e exibida ao vivo na manhã a partir da Praça Municipal. O vídeo, com duração média de 30 minutos, está disponível para acesso no canal Visit Salvador da Bahia no YouTube, Facebook e Instagram.

Programação

O jornalista José Raimundo falou um pouco sobre a iniciativa desenvolvida pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), em parceria com a Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav). Além disso, o bate-papo contou com a participação de Louti Bahia, urbanista e publicitário responsável pelo perfil das redes sociais Amo a História de Salvador.

Bahia comentou sobre diversas curiosidades da capital, incluindo um pouco da história da sede do governo-geral do país, situada na Praça Municipal, a construção das muralhas da cidade e suas ruínas ainda presentes, o surgimento do Forte São Marcelo e um pouco da história da alfândega e do porto da cidade, que até o século 19 foi o maior porto da América do Sul.

Como a intenção é aproximar as pessoas do valor histórico e riquezas da região, o público também teve a oportunidade de interagir ao vivo com perguntas direcionadas aos participantes.

O jornalista comentou sobre a sensação de participar do projeto e reconheceu o valor que ele representa para capital. “Eu me sinto muito honrado em apresentar essas lives. Eu, que sempre passei a vida inteira fazendo reportagens pelo Brasil, agora estou tendo a oportunidade de aprender, interagir e perceber a reação das pessoas de uma forma descontraída. Eu não tenho dúvidas de que esse é um projeto que vai revolucionar e vai ser copiado por muitas outras cidades”, concluiu ele.

Importância do turismo

O urbanista Louti Bahia ressaltou alguns dos motivos pelos quais o turista interno não deve deixar de vivenciar a cidade. “Quem vem a Salvador conhece o começo da história. É claro que temos Porto Seguro, mas o Brasil começa a se desenhar do ponto de vista político e urbano a partir de 1549, com o governo geral. Foi a partir desse momento que o Brasil realmente ganhou a cara de Brasil e quando a história embalou de fato. Então, Salvador é um ponto essencial para compreender todo o processo da história do país”, relatou.

Conteúdo e diversidade

Os programas vão contar sempre com um guia turístico, cadastrado no Ministério do Turismo (MTur), um historiador e um apresentador mostrando atrações e opções de roteiros sugeridos por agências de receptivo filiadas à Abav e contam com a curadoria da Secult.

Inicialmente, estão previstas a realização de 11 lives com o pouco da história, curiosidades de alguns dos lugares mais marcantes da cidade, roteiros e atrações turísticas. É importante lembrar que as apresentações ocorrerão sempre às 16h das terças e sextas-feiras e a próxima será realizada dia 15, tendo como cenário o bairro de Itapuã.

Além disso, o público que acompanhar a programação vai poder vivenciar as experiências da capital soteropolitana durante uma hora, com passeios e atrações turísticas da cidade, contemplando os segmentos de sol e praia, história e cultura, gastronomia e esportes náuticos.

Se você assistir algum dos episódios e quiser ter mais informações sobre as experiências e roteiros turísticos apresentados, pode entrar em contato com a agência de receptivo para adquirir sua viagem para a cidade. É só acessar salvadordabahia.com.

Lado místico do turismo religioso


Júlia Vitoria

Religiosos ou não, os turistas do Estado do Espírito Santo (ES) buscam o lado místico da vivência humana. ES possui conventos, igrejas e terreiros e até um  dos maiores mosteiros zen-budistas do Brasil.

O cartão postal capixaba mais famoso é o convento de Nossa Senhora da Penha que fica  localizado  em Vila Velha. As homenagens à padroeira do estado trazem visitantes e devotos de todas as partes do Brasil.A maioria se impressiona com quadros a capela,  imagens e a vista privilegiada do templo que tira o fôlego de muita gente. 

O branco das paredes sobre a luz natural harmoniza com o azul das portas e janelas, o convento da Penha traz uma leveza e sensação de refúgio das coisas que acontecem fora dali. Mas ele é somente um dos refúgios que tem no estado, no norte do Espírito Santo tem a igreja dos Reis Magos  no século 16, localizado no bairro de NoVa Almeida na Serra, ele recebe os visitantes com uma praça com palmeiras imperiais, e um mirante que permite ver as ondas do mar, dando uma harmonia a tudo. 

Santuário da Virgem

Santuário Nossa Senhora das Lágrimas tem uma história repleta de reviravolta. Ela está ligada às aparições da Virgem Maria, além de ocorrências de fenômenos sobrenaturais, uma dessas ocorrências e as chamadas formigas bordadeiras que até então começaram a desempenhar mensagens cifradas e desenhos religiosos até frases legíveis, na árvore que pertence a casa, isso tudo estaria alertando sobre um tempo onde  discórdia entre homens e mulheres traria guerra a humanidade.

Dentro do santuário existe uma exposição das folhas que já foram desenhadas pelas formigas mensagens formadas por pontos quase invisíveis a olho nu ou informações e imagens perfeitamente legíveis desenhadas por elas, o fato é que o museu é o lugar ideal para investigar o enigma: é ver para crer, como diz o ditado  popular.

Rede hoteleira dá desconto para atrair turistas


O valor das diárias estão sendo reduzido em 50% por causa da baixa no verão devido à pandemia

Julia Vitoria

As diárias em hotéis e pousadas este ano estão mais baratas por causa da Pandemia do coronavírus. Os empresários não tiveram outra opção a não ser baixar o preço. No Espírito Santo não foi diferente, alguns hotéis deram promoção de até 50 % de desconto para atrair os turistas novamente para o estado.

Mesmo com os descontos, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Espírito Santo calcula que a queda no faturamento dos hotéis pode ser nem maior do que em janeiro do ano passado.

Gustavo Guimarães, presidente da ABIH-ES destaca que os preços dos hotéis estão acessíveis para atrair os clientes e que a queda não é esperada. Guarapari sempre é bastante movimentada pelos turistas, contudo esse ano teve uma queda bem considerável de pessoas. Contudo não é somente o preço que impede as pessoas de viajarem o risco de contaminação e as restrições também contam para isso ocorrer. Mesmo com um ano ruim, era esperado que no verão o número de pessoas aumentassem. O Que impactou também foi os novos horários de restaurantes e bares, e a suspensão dos shows.

O hoteleiro Fernando Otávio Campos, Membro do Conselho Estadual do Turismo fala que a época do verão responde a 70% dos lucros dos hotéis. Ele  ressalta que antes os hotéis tinham tinham 100% de ocupação, e hoje estão na locação normal,  depois de um ano com pouquíssima ocupação os hotéis neste verão estão sendo obrigadas a fazer descontos, com diárias grátis e 30% de descontos no final de semana, os hotéis não fazem isso a décadas,se por um lado isso é bom para os turistas por outro pode prejudicar os empreendedores.

Devido aos aumentos que tiveram no início deste ano como como o gás, impostos e energia, e  somado a pouca  procura de estadia e os descontos que as hotelarias estão oferecendo, o empregos dos funcionários pode estar em risco também.