“Quando tudo isso passou”: Curta metragem de animação integra a “Força Tarefa – Unicamp contra Covid-19”


O Instituto de Artes da Unicamp e o Núcleo de Cinema de Animação de Campinas (NCAC) se juntaram à “Força Tarefa – Unicamp contra Covid-19” e produziram o curta-metragem “Quando tudo isso passou”, um desenho animado com reflexões sobre a pandemia do coronavírus.

O curta-metragem traz a história de uma cientista que busca o remédio para doença, mas que, além da pesquisa e das questões ligadas à saúde física e hábitos de higiene, reflete sobre como a solidariedade, compreensão e o amor são essenciais em tempos de pandemia. O filme está disponível no canal da TV Unicamp no Youtube, neste link: https://youtu.be/9a4QI7aTq4Y.

O texto é do próprio diretor, Wilson Lazaretti, professor do Instituto de Artes da Unicamp, com contribuições de oito ex-alunos do animador, estudantes principalmente do curso de Artes Plásticas da Unicamp, com cada um trabalhando remotamente de sua casa. A produção é de Maurício Squarisi, do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas. Uma das envolvidas é a jovem Isabella Brum, 20 anos, estudante do segundo ano de Artes Visuais da Unicamp. “A gente trata deste tema do coronavírus de uma forma um pouco mais lúdica. É um vídeo com um caráter mais esperançoso, para levar uma luz para as pessoas”, comenta ela, que vê no projeto também uma oportunidade de evoluir e aprender mais a técnica da animação.

Força Tarefa – Unicamp contra Covid-19

A Força Tarefa Unicamp contra a Covid-19 é uma iniciativa da Universidade Estadual de Campinas que coloca a serviço da sociedade sua infraestrutura e todo o recurso humano e financeiro na luta contra um dos maiores males da história da humanidade. Hoje, a Força Tarefa Unicamp contra a Covid-19 trabalha arduamente junto aos governos municipal, estadual e federal para conseguir os recursos necessários para ampliar cada vez mais sua capacidade de atuação. Para saber mais: http://www.ftcovid19.unicamp.br/index.html

TJ do Rio pode anular decisões do juiz do caso Flávio Bolsonaro


A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) vai julgar, no próximo dia 25. um pedido de habeas corpus feito pela defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) em março. Nesse recurso, o senador questiona a competência do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, para determinar as medidas cautelares do caso da “rachadinha”, a prática ilegal da devolução dos salários dos assessores.

Desde abril do ano passado, Itabaiana já determinou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Flávio e outras 103 pessoas e empresas, além de mandados de busca e apreensão. Na quinta-feira, o juiz também decretou a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio, e de sua mulher Márcia Oliveira de Aguiar, que está foragida.

O HC foi apresentado pela advogada Luciana Pires e a defesa sustenta que, como Flávio era deputado estadual no período dos fatos investigados, entre 2007 e 2018, o juízo competente para o caso seria o Órgão Especial do TJ do Rio. Caso a defesa tenha o pedido atendido pelos três desembargadores que julgarão o HC, as decisões de Itabaiana podem ser consideradas nulas. No entanto, os promotores que investigam o caso apontam que há jurisprudência em tribunais superiores garantindo que o direito a foro se encerra quando o mandato termina. Procurada, Luciana Pires disse que não se pronunciará até o julgamento.

Desenhista Daniel Azulay é uma das vítimas fatais do coronavírus


O desenhista, pintor e cartunista Daniel Azulay, de 72 anos, morreu na tarde desta sexta-feira (27), no Rio de Janeiro. Segundo divulgou seu perfil no Facebook, ele estava com leucemia e contraiu o coronavírus, que acabou causando a morte. Azulay estava

Desenhista Daniel Azulay Fotos: divulgação
Desenhista Daniel Azulay Fotos: divulgação

internado havia duas semanas no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Clínica São Vicente, na Gávea (zona sul do Rio).

Azulay criou a Turma do Lambe-Lambe, lançada como tirinha no jornal “Correio da Manhã”. Além de artista plástico, Azulay foi empresário, apresentador e compositor. Durante mais de 15 anos apresentou “Turma do Lambe-Lambe”, programa de TV educativo para o público infantil, transmitido pela extinta TVE e pela TV Bandeirantes.

MEC apresenta ao Congresso proposta com novas regras para o Fundeb


O governo federal encaminhará, em breve, ao Congresso Nacional, uma proposta de mudança nas regras de financiamento do ensino básico. Hoje (9), ao apresentar as realizações do Ministério da Educação (MEC) em 2019, o ministro Abraham Weintraub disse que o governo não desistiu de ver aprovada sua própria proposta de aumento da contribuição da União para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O debate sobre transformar o fundo, com previsão para ser extinto este ano, em permanente, e de elevar, gradualmente, o percentual de recursos repassados pela União, já ocorre na Câmara dos Deputados, onde uma comissão especial foi criada para discutir a PEC 15/2015 e também no Senado, onde tramita a PEC 33/2019. Além disso, o próprio ministro da Educação defende a proposta do governo.

 

O governo federal discorda da minuta que a relatora do projeto que tramita em comissão especial na Câmara, deputada federal Professora Dorinha (DEM-TO), apresentou em setembro de 2019. No texto, a relatora propôs que o percentual da contribuição da União para o Fundeb passe dos atuais 10% para 15% em 2021, com acréscimos anuais de 2,5 pontos percentuais até chegar a 40% em 2031.

Já o ministro Abraham Weintraub defende que o percentual dos recursos que a União repassa a estados e municípios aumente dos atuais 10% para 15%.

“É um aumento expressivo. Além de aumentar o volume de recursos, cobraremos resultados para receber esses recursos. Estados e municípios terão que adotar critérios de desempenho e mostrar resultados”, disse Weintraub.

Demarcação de terras indígenas volta a ser de competência da Funai


O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu liminarmente trecho de Medida Provisória do governo Jair Bolsonaro (PSL) que transferiu a demarcação de terras indígenas para a competência do Ministério da Agricultura, comandado pela ministra Tereza Cristina.

O ministro acolheu pedidos em ações movidas pela Rede Sustentabilidade, pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT). A decisão faz com que a função volte, provisoriamente, à Fundação Nacional do Índio (Funai).

O texto da MP agora suspenso pela decisão do ministro prevê que a competência da Agricultura compreende a identificação, o reconhecimento, a delimitação, a demarcação e a titulação das terras ocupadas pelos remanescentes das comunidades dos quilombos “e das terras tradicionalmente ocupadas por indígenas”. A mudança é um pedido da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), maior bancada do Congresso.

Segundo Barroso, a “transferência da competência para a demarcação das terras indígenas foi igualmente rejeitada na atual sessão legislativa”. “Por conseguinte, o debate, quanto ao ponto, não pode ser reaberto por nova medida provisória. A se admitir tal situação, não se chegaria jamais a uma decisão definitiva e haveria clara situação de violação ao princípio da separação dos poderes”.

“A palavra final sobre o conteúdo da lei de conversão compete ao Congresso Nacional, que atua, no caso, em sua função típica e precípua de legislador. Está, portanto, inequivocamente configurada a plausibilidade jurídica do pedido, uma vez que, de fato, a edição da MP 886/2019 conflita com o art. 62, §10, CF”, escreve.

“Está presente, ainda, o perigo na demora, tendo em vista que a indefinição da atribuição para demarcar as terras indígenas já se arrasta há 6 (seis) meses, o que pode, por si só, frustrar o mandamento constitucional que assegura aos povos indígenas o direito à demarcação das áreas que ocupam (art. 231, CF) e comprometer a subsistência das suas respectivas comunidades”, anotou.

Moro teria blindado FHC afirma mensagem vazada pelo Intercept


Uma nova leva de mensagens envolvendo o Ministro Sérgio Moro e a Operação Lava Jato. O site The Intercept divulgou, hoje, 18/06, mais um trecho das possíveis conversas entre Moro, então juiz Lava Jato e hoje ministro da Justiça e Segurança Pública, e procuradores da Força-Tarefa, especialmente o coordenador do grupo em Curitiba, Deltan Dallagnol.

De acordo com o veículo on-line, Moro chegou a repreender Dallagnol por dar andamento a uma investigação contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O procurador fala em “passar recado de imparcialidade” no trecho atribuído pelo The Intercept, e o juiz discorda: “Ah, nâo sei. Acho questionável pois melindra alguém cujo apoio é importante”.Justiça

Segundo Intercept, “à época, a Lava Jato vinha sofrendo uma série de ataques, sobretudo de petistas e outros grupos de esquerda, que a acusavam de ser seletiva e de poupar políticos do PSDB. As discussões haviam sido inflamadas meses antes, quando o então juiz Moro aparecera sorrindo em um evento público ao lado de Aécio Neves e Michel Temer, apesar das acusações pendentes de corrupção contra ambos”.

As primeiras mensagens divulgadas pelo site The Intercept, na noite do dia 9 de junho, mostraram a suposta interferência do então juiz da Operação Lava Jato, Sergio Moro, nas investigações da força-tarefa. O atual ministro da Justiça e Dallagnol teriam trocado colaborações durante as investigações.

Senadores querem anular decisão do STF sobre homofobia


Tudo indica que parte do Senado não ficou nada satisfeito com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de enquadrar a homofobia e a transfobia como racismo. Senadores se movimentam para tentar anular o julgamento. Parlamentares reagiram ao julgamento do STF, que avaliou omissão do Congresso por não ter aprovado até hoje uma lei sobre o tema.

Aliado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o senador Marcos Rogério (DEM-RO) protocolou um projeto de decreto legislativo para derrubar os efeitos da decisão do STF. O argumento do parlamentar não é contra o mérito do julgamento, mas contra o papel de o Supremo “legislar” enquanto o Parlamento discute o tema.

A proposta foi encaminhada para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Para que um decreto seja anulado pelo Congresso, um projeto como esse precisa passar pelo Senado e pela Câmara.

Um projeto que enquadra a discriminação por orientação sexual ou de identidade de gênero ao crime de racismo está pendente de votação na CCJ do Senado e, depois do colegiado, deverá seguir diretamente para a Câmara dos Deputados. O Senado chegou a encaminhar um parecer ao STF para informar a aprovação da proposta na CCJ. Outra votação, no entanto, deve ser feita no colegiado por emendas terem sido apresentadas.

Veja descobre avó de Michelle Bolsonaro em favela


Uma reportagem da Revista Veja desta semana apresenta Maria Aparecida Firmo Ferreira de 79 anos. A senhora vem a ser avó da primeira-dama Michelle Bolsonaro, e mora em uma favela nos arredores de Brasília. De acordo com a reportagem, a idosa não vê a neta que ajudou a criar.

Aposentada, Maria Aparecida é cardíaca, sofre de Parkinson, locomove-se com dificuldade e mora num casebre na favela Sol Nascente, dominada pelo tráfico de drogas.

Ela divide seu tempo entre cuidar de um filho deficiente auditivo, ir ao posto de saúde buscar remédios e conversar com os vizinhos.

Segundo a Veja, ninguém, ou quase ninguém da vizinhança, sabe que ela é avó de Michelle Bolsonaro. Aparecida, como é conhecida no bairro, diz que faz mais de seis anos que ela não vê a neta que ajudou a criar. A avó não foi convidada para a posse, nem ela nem sua filha, mãe de Michelle, Maria das Graças.

Um pastor da igreja que frequenta tentou intermediar um encontro com o presidente Bolsonaro, mas ela rejeitou. “Aprendi que só vamos a pessoas importantes quando somos convidados. É minha neta, cresceu lá em casa, mas agora ela é a primeira-dama.”

“Além disso, se eu chegar assim (diz apontando para as próprias roupas), posso ser destratada, e isso vai me magoar. Eu não tenho roupa, sapato, nada disso, para frequentar esses lugares”.

Bolsonaro quer resolver os problemas da Educação


Através de sua conta pessoal no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro reafirmou hoje (04), que há “fortes” indícios de que recursos públicos destinados à educação são usados para objetivos que não interessam ao país. Bolsonaro disse que sua equipe anunciará medidas para solucionar o problema nos próximos dias.

Há quase um mês, o governo anunciou o início da operação Lava-Jato da Educação para investigar possíveis desvios como favorecimentos indevidos no Programa Universidade para Todos (ProUni), desvios no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), envolvendo o sistema S, concessão ilegal de bolsas de ensino a distância e irregularidades em universidades federais.

“Há algo de muito errado acontecendo: as prioridades a serem ensinadas e os recursos aplicados. Para investigar isso, o Ministério da Educação junto com o Ministério da Justiça, Polícia Federal, Advocacia e Controladoria Geral da União, criaram a Lava-Jato da Educação”, afirmou o presidente.

Ricardo Boechat morre em acidente de helicópitero em SP


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Ricardo Boechat Foto: divulgação

O jornalismo brasileiro perde, no dia de hoje, Ricardo Boechat de 66 anos. O jornalista morreu na queda de helicóptero em São Paulo. Boechat era âncora do Jornal da Band e apresentador da rádio BandNews FM. A aeronave bateu na parte dianteira de um caminhão que transitava pela Rodovia Anhanguera.