MIS oferece cursos relacionados ao universo hq


O MIS – instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – está com inscrições abertas para diversos cursos relacionados ao universo dos quadrinhos. Os cursos integram a programação paralela da mais nova exposição do MIS, Quadrinhos, em cartaz no museu até 31 de março de 2019. Clique aqui e conheça a programação.

Entre as opções estão Criação de personagens, Folclore e identidade nos quadrinhos, História em quadrinhos: gênero e representação, A história do século XX pela perspectiva, A sua história em quadrinhos e Literatura, HQ e a complexidade humana: diálogos possíveis. Os cursos são de curta duração e o investimento a partir de R$ 80,00. As inscrições para estes e outros cursos podem ser feitas diretamente no site do MIS.

BH recebe Mini Feira da HQ


Nos próximos dias 14/12 (16:00H às 20:00H) e 15/12 (14:00H às 18:00H), será realizada na Casa dos Quadrinhos, a segunda edição Mini Feira da HQ BH. O evento é gratuito e consta como parte da Temporada FIQ 2019.

A Mini Feira conta com a presença de quadrinistas e ilustradores mineiros, com o intuito de divulgar suas obras e permitir que o público conheça o trabalho local e possa comprar direto dos próprios autores. Além de quadrinhos, estarão disponíveis prints, scketbooks, pôsteres e originais.Nuna-Universe

Artistas e lançamentos confirmados para venda e autógrafos:

Vitor Cafaggi: Com o Jogo do Valente, na sexta, dia 14;

Eddie Vieira: Estátuas do Universo dos Quadrinhos;

Cristiano Seixas, André Melo, Cristiano Bolson e Júlio Ferreira: Quadrinho Os Caras do Fahrenheit, no sábado dia 15;

Flávia Carvalho: “O Monstruário, a apavorante coleção de selos” e o quadrinho “Sereinha”;

Alexandre Tso: Quadrinhos  “CURVA DE RIO” e “EMBATE”;

Nuna Universe: Com o Card Game Sashira;

Felipe Assumpção: Gibi – Genô vs Gertrú #01, Sketchbook Eu Desenho Vacas #01, hqs e coletânea de tiras do Bota e prints autorais;

Júlia Oliveira: HQ “DOR”;

Alec Drummond: Quadrinho “Pela Última Vez”;

Ryot: Hq “EMBATE”;

Jane Oliveira: Zine “Memórias de Acesso Remoto” e o quadrinho “Antologia Grimório”;

Senhoritas de Patins: Quadrinhos “Ada e Love” , “DiAHrio de Viagem” e “Gibi de Menininha”;

Valdo Alves: Hq “My Soul 2”;

Bella Santana: Hq “Francisco”;

Carol Cunha e Nanako Nagase: Quadrinho “Catrinomicon”;

Bruna Lima e Bruno Wolf, do Studio Mootant: Livro de tirinhas “O Aprendiz e o Feiticeiro”;

Droom: Quadrinho de mesmo nome “Droom”;

Lucas Libanio,

Ivo Esteves e mais convidados a serem divulgados

 Entrada franca. Sujeito à lotação do espaço.

Dias: 14 e 15 de dezembro de 2018 Horário:  14/12 (16:00H às 20:00H) e 15/12 (14:00H às 18:00H)

Local: Espaço Cultural Casa dos Quadrinhos – Av. João Pinheiro, 277 – Funcionários Informações: 31- 3224 0040

Site: http://www.casadosquadrinhos.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/escoladeartesvisuais/

Anatel vai cobrar R$ 500 por celular importado


A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai cobrar R$ 500 de cada celular importado por empresas via Correios. Segundo a agência reguladora, o valor se refere à homologação do aparelho para revenda. Mas o uso pessoal de produtos eletrônicos importados também é passível de cobrança. Neste caso, o pagamento será de R$ 200.

A Anatel explica, no entanto, que a importação, via Correios, de celulares para uso próprio não é permitida. Os aparelhos podem ser trazidos quando o cidadão retorna de viagem ao exterior, mas não pode ser remetido em correspondência.celular-importado-

Além dos celulares, não podem ser homologados para uso próprio “tablets, TV boxes, roteadores sem fio e demais equipamentos emissores de sinais eletromagnéticos”, de acordo com a agência. Nestes casos, diz, o produto é devolvido para o país de origem.

Procurada, a agência explicou que “o uso de aparelhos homologados previne acidentes como explosões de baterias, exposição do usuário a radiações nocivas à saúde e interferências em outros serviços de telecomunicações” e que, por isso “realiza ações de fiscalização a fim de coibir a venda e o uso de produtos irregulares”.

Perguntado sobre quantos celulares são enviados para o país via Correios, a empresa respondeu que “não possui conhecimento prévio das mercadorias que serão requisitadas para análise e nem realiza o registro do tipo de produto retido”.

A respeito do papel de seu papel no novo processo da Anatel, a estatal explicou que é “o de encaminhar, para análise do instituição anuente, as mercadorias identificadas no fluxo postal de importação que atendem aos requisitos estabelecidos pelo órgão”.

Formas diferentes de celebrar o Dia de Finados


É curioso como uma tradição ou celebração pode assumir contornos diferentes, dependendo de qual país ela ocorra. O Dia dos Mortos é um bom exemplo disso. Aqui em nosso país, a data é dedicada a homenagear aos que já partiram. Apesar do esforço de muitas religiões, que ressalta a importância de encarar esse momento mais como saudade do que tristeza. Esse segundo sentimento insiste em permanecer na maioria das vezes.

Entretanto, há locais onde o Dia de Finados ganha contornos bem diferentes. No México, eles demonstram respeito pelos que já partiram com festa. Lá, a data é conhecida como Dia de Mortos e tem festas nas ruas durante dias, com muitas cores, banquetes, estampas e máscaras de caveira.

No Japão, Finados é em julho Foto: divulgação
No Japão, Finados é em julho Fotos: divulgação

O Dia de Mortos acontece oficialmente entre 31 de outubro e 2 de novembro, embora as festividades iniciem antes e durem quase uma semana, a partir de 28 de outubro. Em cada dia são lembradas pessoas que morreram por causas ou circunstâncias diferentes, como por exemplo, como doenças, acidentes ou crianças que morreram pouco após o nascimento.

famílias fazem oferendas, com altares decorados e fartura de comida, a fim de que as almas sejam bem- recebidas, reencontrem os familiares em paz e possam regressar para o mundo dos mortos. É comum enfeitar os cemitérios, para acolher bem as almas, que então regressam para seus túmulos. Também se colocam pétalas e velas no caminho entre a casa e o cemitério, para “guiar” os mortos. São feitos desfiles com música nos quais muitas pessoas vão fantasiadas e pintadas. As máscaras e desenhos de caveira estão por toda parte, assim como indumentárias de origem indígena.

Existem singularidades sobre como a festa se manifesta nas diferentes partes do México, tanto de significado quanto de tradições, mas uma das crenças é que as almas das crianças voltam para casa no dia 1º de novembro, e as dos adultos, no dia 2.

Nas festas predomina uma visão da morte não como ausência ou dor, mas como memória dos que já se foram e dos laços afetivos que estão além do mundo material. Portanto faz sentido ser um dia de festa e não de luto.

Apesar da origem pré-colombiana da celebração, as datas coincidem com o calendário católico. No catolicismo, o primeiro dia de novembro é o Dia de Todos os Santos, seguido pelo Dia de Finados. Essa união de datas é resultado de uma mistura, durante o período colonial, entre as tradições indígenas do México e a tradição católica da Espanha. Vale lembrar que, a celebração mexicana do Dia de Mortos é considerada patrimônio imaterial da humanidade, desde 2008, pela Unesco (agência da ONU para a educação, ciência e cultura).

México homenageia os mortos com festa
México homenageia os mortos com festa

Os japoneses também celebram o Finados de forma bem peculiar. A data recebe o nome de Obon e ocorre por volta do dia 15 de julho. Nesta data, muitas famílias visitam os túmulos de parentes para orar pela felicidade das almas dos seus ancestrais. Esse costume origina-se do Urabonkyou, uma escritura budista que conta a história de Mokuren, um aprendiz de Shaka, o fundador do budismo. Conta a história que Mokuren, não aguentando ver o sofrimento da sua mãe que caiu no inferno, passa a orar, no dia 15 de julho, pela ascensão de sua mãe para o céu, seguindo o conselho de Shaka.

Na terra do sol nascente, no dia 13 de julho, as pessoas instalam um altar chamado de Seirei-tana e colocam velas, frutas e verduras, numa oferenda às almas dos ancestrais que retornam a seus lares. Quando chega a noite, acende-se uma fogueira chamada mukaebi na frente da casa para guiar as almas dos mortos para suas residências.

Entre os dias 14 e 15 de julho, os japoneses costumam visitar os túmulos e pedem ao monge para fazer uma oração. Ao visitar aos túmulos, as pessoas lavam lápide e tiram capim que nascem em volta dele.

Também existem os nipônicos que acreditam numa superstição de que não devem eliminar o musgo e a sujeira encontradas na lápide. Depois da limpeza, a família o decora com flores e dispõe um feixe de incenso. Além disso, durante esse festejo, as pessoas se divertem com Bon-Odori, um tipo de dança folclórica japonesa.

No dia 16, ao encerrar o festejo, acende-se uma outra fogueira conhecida como okuribi para as almas dos mortos retornarem ao céu com segurança. Normalmente, nessa fogueira é utilizado o caule do linho. No interior do país as pessoas costumam jogar as frutas e verduras no rio, oferecidas durante Obon. Essa cerimônia é conhecida como Seirei-nagashi.

Quando morre um dos membros de uma família, o primeiro Obon após a sua morte é chamado Niibon. A família dispõe uma lanterna chamada de bon-chouchin na casa e convida os amigos para jantar. Normalmente os convidados levam os artigos que serão oferecidos para as almas dos mortos e acendem um incenso.

Instituto Quilombola Ilha lança campanha da casa própria


São 12 anos de fundação. E de pra cá o Instituto Quilombo Ilha já colaborou, de forma direta, com a inserção de mais de 800 jovens nas Universidades – muitos dos quais já ingressaram no mercado de trabalho, outros estão formando, além de alguns já estarem no mestrado – e mais de 5 mil pessoas de forma indireta.

Através do projeto esses jovens vibraram o sonho de ter o nível superior e recuperaram a coragem e a esperança na vida.

Oferecer um espaço para futuros estudantes é o objetivo do Instituto.  E para isso diversas ações estão sendo realizadas. Entre elas o lançamento de uma campanha online de arrecadação de fundos.

Esse sonho de ter uma sede própria ajudará ainda mais os alunos dos municípios de Vera Cruz, Itaparica e Região. Esta é a pauta principal do Instituto, pois sem o espaço a dificuldade de manter o projeto é ainda maior.

Como funciona a campanha?

Para ajudar a construir a Sede Própria do Instituto Quilombo Ilha, qualquer pessoa ou entidade pode contribuir. Basta fazer sua doação de forma voluntária na conta jurídica, AG: 3785, Operação: 003, Conta Jurídica: 624-8, Caixa Econômica Federal, Instituto Quilombo Ilha.

É possível contribuir também por meio de arrecadação online, para isso acesse: www.vakinha.com.br/vaquinha/projeto-sede-propria o valor da doação pode ser R$ 25, R$ 50, R$ 60, R$ 70, R$ 100, R$ 500, R$ 2 mil… Nessa plataforma online você também pode acompanhar o andamento da campanha e pelo site do Instituto ficará sabendo de todas as etapas do que será feito com o dinheiro arrecadado. Para esse sonho se tornar realidade é preciso a contribuição de todos. Colabore com essa causa e compartilhe essa iniciativa!

LDO 2019 recebe vetos do governo


A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019, que havia sido aprovada pelo Congresso Nacional, sofreu veto do governo em 18 dos seus dispositivos. Entre os trechos vetados está o que corrigia despesas da educação pela inflação e da saúde, pela inflação e evolução da população. Também ficou de fora um parágrafo que tratava de gastos de instituições de ensino com fontes próprias de recursos e o trecho que cobrava um Projeto de Emenda à Constituição (PEC) para alterar a regra de ouro.

Entre os vetos estão os trechos que previam que despesas do Ministério da Educação e gastos com assistência social deveriam ser corrigidos conforme a inflação. Também foi vetado trecho que previa que ações e serviços públicos de saúde deveriam ser atualizados em 2019 pela inflação acrescida da taxa de crescimento populacional estimada pelo IBGE para o ano de 2018.

Outro veto está no polêmico trecho da LDO que poderia cortar recursos de programas com financiamento próprio de instituições de ensino. Na prática, isso permitira que as universidades públicas usassem receitas próprias para bancar gastos fora do teto.

Nesse tema, o trecho vetado diz que “não serão consideradas” as “despesas financiadas por meio de receitas próprias, de convênios ou de doações, quando forem relacionadas à execução de projetos ou atividades, contratos ou convênios direcionados ao apoio e desenvolvimento de pesquisa científica e tecnológica; à manutenção e ao desenvolvimento do ensino; a programas de pós-graduação e extensão; à realização de exames educacionais; bem como à avaliação, ao monitoramento e à realização de estudos e pesquisas para o desenvolvimento de políticas educacionais”.

O governo também vetou a exigência de que seja enviada uma PEC para ser alterada a regra de ouro. Na Câmara, já existe uma PEC em tramitação, apresentada pelo deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), sobre o tema.

Mostra DeAaZ Decor apresenta Quarto Montessoriano


Um quarto Montessoriano está em exposição na Mostra DeAaZ Decor, no Paço Alfândega, até o dia 27 de maio. Quem assina o ambiente são as arquitetas Malu Carvalho, Cyntia Luna, Almides Mendes e Vanessa Almeida.

O ambiente foi preparado para crianças desde o nascimento e durante a primeira infância. A proposta é permitir que o espaço seja vivenciado com liberdade. O principal objetivo é proporcionar acesso livre às descobertas, onde tudo esteja ao alcance, dando oportunidades adequadas para desenvolver a independência e autonomia.

Tudo acessível com aconchego e muita segurança. Um dos aspectos primordiais é a ausência do berço ou camas altas. Assim, as arquitetas utilizaram colchões num tablado no chão para que a criança possa se deitar e se levantar quando quiser.

Há um cantinho de atividades com uma árvore em Madeira Pinus, sustentável, elemento lúdico que permite a interação da criança, além da mesa e banquinhos e quadro negro com papel de parede que escreve com giz de cera. Há ainda o cantinho de leitura, com cabaninha e livros pendurados ao alcance da criança.

A proposta traz ainda nichos com brinquedos dispostos de forma que a criança possa pegá-los à vontade, uma cômoda que serve também como trocador e armário para pendurar as roupinhas. Nas paredes, um papel de parede pintável, onde a criança pode colorir e exercitar sua criatividade.

O espelho em forma de casinha serve para que a criança possa se conhecer e entender que é uma pessoa distinta da mãe. Assim, ao se enxergar, começa a se reconhecer como indivíduo, auxiliando no desenvolvimento da autonomia e da força de vontade.

Fixada abraçando o espelho temos a barra montessoriana com objetivo que o bebê se apoie para ficar de pé e começar a andar.

O Quarto Montessoriano foi totalmente pensado para a criança e não para o adulto. Onde o objetivo é oferecer um lugar com móveis e objetos na altura dos olhos da criança para que possa desenvolver a autonomia e liberdade com segurança para que ela sinta-se a vontade para explorar o espaço.

Rio recebe o Japan Festival Rio Matsuri


Um festival de cultura japonesa, que já passou por São Paulo, Distrito Federal e Paraná, acontece pela primeira vez no Rio de Janeiro neste fim de semana. O Japan Festival Rio Matsuri terá stands de gastronomia, exposição de artes marciais e objetos de decoração, concurso de miss, apresentação de cantores e desfiles de cosplay.

O evento ocorre no Pavilhão 4 do Riocentro, na Barra da Tijuca, e a entrada custa R$ 25. O evento se estende até as 23h hoje (10), e começa amanhã às 10h, com encerramento às 21h.riojapao

Uma das grandes atrações deste sábado foi a palestra de Eduardo Miranda, considerado “o pai dos animes no Brasil”. Está prevista para 16h uma palestra com o chef Shin Koike, embaixador da culinária japonesa no Brasil pelo governo Japonês. Às 18h, será realizado o concurso Miss Nikey Rio 2018.

Para amanhã (11), está previsto o show de Rodrigo Rossi, cantor oficial dos animes famosos no Brasil Dragon Ball Cavaleiros do Zodíaco. Às 16h30 está previsto um desfile de cosplay e a cantora Pamela Yuri se apresenta logo depois.

Além de comida japonesa, nos stands também é possível encontrar produtos típicos como quimonos, porcelanas e artigos de decoração.

Fonte: Vinicius Lisboa/Agência Brasil

Professores e Sintepe contra a retirada do espanhol da Matriz Curricular


Pernambuco – No próximo dia 14 de março, às 9h, a Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa promoverá uma audiência pública para discutir a retira da obrigatoriedade do ensino de Espanhol da Matriz Curricular das Escolas de Referência e Escolas Técnicas Estaduais. O Sintepe vem denunciando na imprensa e entre a comunidade escolar esse retrocesso que afeta tanto estudantes quando professores.

No último sábado (03), O Sindicato realizou uma plenária com representantes dos professores e professoras de espanhol, estudantes, acadêmicos para discutir estratégias para reverter a Portaria SEE 637, de 29 de janeiro de 2018, que trata do tema.

O clima da plenária era de indignação, pois a medida é uma contradição com os últimos investimentos na língua feitos pelos/as trabalhadores/as em educação da rede estadual e com o crescente interesse pelo idioma, falado por todos os países que fazem fronteira com o Brasil (exceto Suriname e Guianas). “Muitos dos presentes se emocionaram, pois anos de dedicação e investimento podem ser destruídos com apenas uma canetada do governador”, lembrou o presidente do Sintepe, Fernando Melo.

Fernando Melo também confirmou que o tema será colocado na Mesa com o Governo do Estado, em negociação marcada para 8 de março entre o Sintepe e as secretarias de Educação e de Administração. “Passa a fazer parte da pauta de reivindicações e passa a ser uma questão coletiva de interesse de toda a categoria”, disse.

Para Imara Benfica, coordenadora do Curso de Espanhol da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), a retirada o idioma da Matriz Curricular é uma ação ideológica e contrária a integração dos povos da América Latina. “Existe o reconhecimento da relevância do nosso trabalho, se não fosse importante, não seríamos alvo de ataque. Trata-se de uma reforma de cunho político, não se trata de novas concepções pedagógicas, mas concepções de mundo, retirar a formação crítica para gerar mão-de-obra barata”, disse. “Levar o Espanhol para as escolas não é só levar o idioma, mas uma perspectiva mais ampla de integração”, concluiu a professora.

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Fotos: Agência JCMazella / Tempus Comunicação

Janaina Vanina, professora de espanhol da Escola de Referência Porto Digital, já teve parte de sua carga horária preenchida com aulas de Empreendedorismo e Direitos Humanos e Cidadania. Para ela, “uma frustração”, pois não é especialista nas disciplinas. Janaina é uma das organizadoras do movimento de professores de espanhol e acredita que os docentes participarão mais ativamente das próximas atividades. “Eu não me sinto uma derrotada. Sinto-me mais forte para buscar aquilo no que acreditamos, investimos e nos dedicamos. Não adianta apenas reclamar, e sim, clamar. Desesperar jamais, acreditar na esperança que não vem do ‘esperar’, mas sim do ‘esperançar'”, disse, referindo a célebre frase do educador Paulo Freire.

Estiveram presentes representantes dos cursos de Espanhol da UFPE, do Departamento de Letras da UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco), do Conselho Estadual de Educação, da Associação dos Professores de Espanhol, da UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), Sinpro (Sindicato dos Professores), dentre outras instituições.

Ao final da reunião, os presentes deliberaram por crescer as mobilizações nas escolas envolvendo toda a comunidade escolar; participar da reunião do Conselho Estadual de Educação em 12 de março, buscando um diálogo com os conselheiros; buscar formas jurídicas de se contrapor à portaria; denunciar o sucateamento do Núcleo de Idiomas e participar da audiência pública. Após essas atividades, outra plenária será convocada para avaliação de resultados.

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Corpo celeste chama a atenção dos baianos


Um clarão misterioso foi visto por dezenas de moradores de Salvador, Lauro de Freitas e Simões Filho, na noite desta terça-feira (20). Assustadas, algumas pessoas usaram as redes sociais para relatar a experiência. Mas a situação também gerou memes, que circularam pelas redes sociais ontem à noite. Blogs de cidades do interior da Bahia, como Ubaíra, também relatam que moradores avistaram um clarão no céu.

O fenômeno também pode ser visto pelos moradores de cidades do sul baiano. O presidente do Conselho Municipal de Educação de Itapé, Sandro Lyra, foi um dos que presenciaram o ocorrido. “Foi até um pouco assustador… Uma bola vermelha com uma espécie de calda…”, lembra o professor.

Em entrevista ao portal G1, o astrônomo Fernando Munaretto diz ter visto o fenômeno no bairro do Costa Azul, na capital baiana, e acredita que pode ter sido causado por um meteoro. “Meteoro é um fenômeno meteorológico causado por uma entrada de um corpo na atmosfera. Então, dependendo da constituição desse corpo, pode apresentar cores. Foi o que aconteceu com esse meteoro ontem, o final dele foi laranja. Mas em grupo de astrônomos teve gente que viu azulado”, relata.

Munaretto afirma que o que ocorreu foi provavelmente um corpo que entrou na atmosfera em velocidade e se queimou no ar. “Normalmente se desintegram, mas eventualmente um pedaço dele caiu. Não foi ouvido barulho, só clarão. Eu vi o clarão sobre o mar. Provavelmente é um meteoro. Agora, causado a gente não sabe pelo que. Mas deve ser de um corpo proveniente do espaço”.

O astrônomo alerta que os moradores não devem temer o fenômeno. “A chance de cair um corpo na terra com proporções catastróficas é pequena”, avalia.