Ilhéus: primeira feira de adoção de animais filhotes será realizada no dia 6


O Instituto Planeta dos Bichos, em parceria com a Prefeitura de Ilhéus realiza, no próximo domingo (6), a primeira de adoção de animais filhotes de 2019. A ação vai acontecer entre 10h e 16h, na praça central do bairro Hernani Sá. No local será possível adotar, escolher exatamente o pet que desejar, bem como se informar sobre as necessidades gerais que o mesmo possa ter em seus primeiros meses.

Segundo a presidente da ONG, Maria da Conceição Barbosa (Ceiça), cerca de 20 filhotes de cães e alguns gatinhos estarão à disposição para adoção. “Todos os animais já estão vacinados e vermifugados, prontos para encontrar um novo lar. É preciso salientar que o pet não é um brinquedo, é um animal que tem sentimentos, precisa ser bem tratado e receber muito carinho”, orienta.

Donos responsáveis

Com dez anos de existência, o Instituto Planeta dos Bichos já cuidou de muitos animais na cidade. Pessoas que doam o seu tempo e esforços para combater o abancaesegatosdono e maus-tratos aos animais. Naturalmente, estes voluntários não podem ficar com todos os animais que encontram. Por isso, um de seus maiores esforços é justamente encontrar donos responsáveis para os bichinhos.

A adoção é gratuita e os interessados passarão por uma entrevista com voluntários da ONG. Para adotar, basta apresentar documento de identidade com foto e ser maior de idade. Precisa ter residência fixa, manter contato e receber visita da instituição, além de preencher um termo de compromisso. Os interessados em doar ração ou medicamentos, podem entrar em contato através dos números: 73 99119-2105 ou 99169-3405.

PM treina cães para busca de pessoas desaparecidas e foragidas


A busca de pessoas desaparecidas e foragidas terá um reforço. Cães de detecção das polícias Civil e Militar passaram por treinamento realizado por Ana Albernaiz e Ricardo Cardoso, instrutores fundadores do Grupamento de Busca e Resgate Brasil. O Seminário de Mantrailing – termo que resume a busca através do cheiro – foi realizado na sede do Batalhão de Polícia de Choque, em Lauro de Freitas, entre os dias 10 e 14 deste mês.

Treinamento de cães Fotos: divulgação
Treinamento de cães Fotos: divulgação

O treinamento, que é pioneiro na Bahia para este tipo de busca, foi oferecido para os animais dos canis da Coordenação de Operações Especiais (COE) da Polícia Civil, do Batalhão de Polícia de Choque, da Rondesp Leste, 33ª Companhia Independente da Polícia Militar (Valença), além da Guarda Civil de Salvador.

Ong promove feira de adoção


A última feira de adoção do ano será realizada no próximo dia 16 de dezembro, na praça central do Hernani Sá, zona sul, das 10 às 16 horas. A exposição é idealizada pelo Instituto Planeta dos Bichos, em parceria com a Prefeitura de Ilhéus, que irá disponibilizar para adoção cerca de 20 cães e muitos gatos entre filhotes e adultos saudáveis, à procura de um novo lar e prontinhos para dar muito amor e carinho ao novo dono.

A presidente da ONG, Maria da Conceição Barbosa (Ceiça), explica que o intuito da feira é proporcionar não apenas um lar aos bichos, mas, a chance de promover um fim de ano ainda mais feliz também para quem adota. “Esses animais já estão vacinados, ou seja, só precisam mesmo é de atenção, companhia e cuidados. No dia da feira, a Clínica Casa do Bicho estará com um estande, onde médicos veterinários irão fornecer orientações de como adotar e cuidar de um amigo de quatro patas”, informou.

Todos os animais que se encontram na instituição foram submetidos ao procedimento de castração. Antes da cirurgia, passam por uma triagem que define suas condições físicas e, em seguida, são encaminhados para intervenção cirúrgica. A castração acontece apenas em animais com idade a partir de oito meses. Ceiça ressalta que os animais recebem avaliação médica e depois são vermifugados. No início deste mês, todos os animais foram vacinados contra viroses.

Para adoção de um animal, o interessado deve ser maior de 18 anos, apresentar um documento de identidade com foto, comprovante de residência e participar de uma orientação sobre o bem e posse responsável do animal, e lembrar que cachorro ou gatinho não é brinquedo, é um animal que tem sentimentos, e por isso, precisa ser bem tratado e receber muito carinho. Os interessados em adotar ou doar ração ou medicamentos, podem entrar em contato através dos números: 73 99119-2105 ou 99169-3405.

Cuidado com a micose nos gatos


A doença cresce 400% em um ano no Rio

Você já ouviu falar em esporotricose? Ela é uma moléstia que ataca felinos, cães e até seres humanos. O número de gatos atingidos por ela cresceu 400% no Rio em 2016, de acordo com a Vigilância Sanitária. A esporotricose é causada por fungos da varieda Sporothrix, sendo o Sporothrix brasiliensis o mais comum no Brasil. Ao todo, a cidade teve 13.536 casos notificados em gatos e 580 em humanos somente no ano passado.

Raramente grave em humanos, a esporotricose pode gerar lesões severas nos gatos, especialmente na cabeça, atacando progressimente a pele, os músculos, os ossos e até órgãos internos do animal, resultando em mortes. Ela se alastra principalmente por meio da arranhadura de animais infectados, o que é acentuado pelo tratamento ser caro e prolongado (de ao menos seis meses). Por isso, a maior parte dos casos se concentra em bairros de periferia e comunidades carentes.

Histórico. Até ser identificado o aumento no Rio, o número de casos desse tipo de micose eram considerados esporádicos no País. O motivo para a infestação ainda não foi identificado, embora o fungo seja normalmente encontrado no solo. De 2013 a 2015, somente o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fundação Oswaldo Cruz (INI/Fiocruz), na capital fluminense, atendeu 5 mil casos em pessoas e 4.703 em gatos, sendo 3.253 em 2015.

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Felinos também podem desenvolver a doença

Do Rio de Janeiro, a doença teria se espalhado por outras cidades e Estados. Na Região Metropolitana de São Paulo, 1.093 casos foram identicados nos últimos anos pela Unifest e o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). “A doença tradicionalmente acometia uma a duas pessoas ao ano. Mas em 1998 o total de casos no Rio de Janeiro começou a crescer”, disse o professor Zoilo Pires de Camargo, chefe do Laboratório de Micologia Médica e Molecular da Unifesp.

De acordo com o pesquisador, a epidemia carioca é única por envolver a transmissão a humanos em número expressivo. “Nos anais da medicina, o maior surto de esporotricose teria ocorrido nos anos 1940 entre mineiros na África do Sul. A origem da infecção nos 3 mil casos relatados estava no madeiramento de sustentação das galerias das minas, onde havia colônias de Sporothrix. Uma vez identificados os focos, a madeira foi tratada e a epidemia acabou”, disse Camargo.

Fonte: Agência Fapesp