Cabelos bonitos e saudáveis e uma estima alta


Marcelo Carvalho

Primeiramente, no “vale tudo” para manter a auto estima em dia, cuidar da saúde e do bem estar dos cabelos é essencial para homens e mulheres. Nessa tarefa um bom cabeleireiro pode ajudar e muito.

Além disso, o profissional capilar, que pode atuar em salões de beleza ou mesmo de forma autônoma, alia talento, criatividade, bons produtos, simpatia para literalmente dar “um tapa” no visual da clientela.

Porém, engana-se quem acredita que a vida deste “artista” não possui desafios. “A carreira requer muito comprometimento e dedicação, além de um olhar atento às tendências”, esclarece o cabeleireiro Fábio Silva.

O amazonense revela que aprendeu a profissão aos 13 anos. ” Foi minha primeira profissão”, conta ele que após um período decidiu atuar como modelo e dançarino, indo trabalhar na distante China. “Fiquei lá por dois anos”, lembra.

Ao retornar ao Brasil, Silva decide voltar a retomar a profissão que tanto amava e monta o seu próprio negócio. “Estou há 13 anos na profissão, auxiliando os clientes a manterem sua estima elevada”, comemora.

Nesse interim, o profissional garante que esse trabalho lhe traz uma sensação muito boa. “É gratificante fazer o que se gosta e conseguir tirar dali o seu próprio sustento”, afirma.

O empresário, Fábio Silva, em frente ao seu salão Lufaro Studio Hair. Foto: arquivo pessoal

O Sucesso na Profissão

Celso Kamura, Anh Cotran, Marco Antonio de Braggi, Marcos Proença, bem como, Rodrigo Cintra são algumas das nossas referências quando o assunto é cabelos. Eles são os famosos hair stylists, que além de fazer os mesmos cortes e procedimentos que o cabeleireiro, trabalham como consultores de imagem.

Nesse sentido, os cabeleireiros conhecem os cortes e procedimentos existentes e os aplicam nos clientes, normalmente, como são solicitados.

Por isso. mesmo é importante buscar inovações e aperfeiçoamento profissional para ficar sempre a par das novas técnicas e produtos lançados e produtos lançados. “Tem que amar verdadeiramente a profissão, pois o cabeleireiro cria arte e trabalha com a sensibilidade, a autoestima e até mesmo os sonhos das pessoas”, finaliza Silva.

Uma das “obras” do cabeleireiro Fábio Silva. Foto: arquivo pessoal

Saiba Mais

Origem do Dia do Barbeiro

Essa data comemorativa foi instituída através da Lei nº 12.592, de 18 de janeiro de 2012. No seu artigo 5º, consta que a mesma deve ser comemorada no dia da promulgação da lei.

Acontece que a lei foi promulgada no dia 18, mas se tornou comum considerá-la no dia seguinte. Isso porque no artigo 6º consta que a lei entra em vigor na data da sua publicação, o que aconteceu em 19 de janeiro.

Enfim, o mesmo acontece com as comemorações relativas aos dias do barbeiro, esteticista, manicure, pedicure, depilador e maquiador.

Cursos de Cabeleireiro

https://www.institutoloreal.com.br/curso/curso-de-cabeleireiro-intensivo/

https://www.institutomix.com.br/cursos/cursos-de-beleza

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Concurso da Marinha oferece 60 vagas


A diretoria de ensino da Marinha (DEnsM) abre mais um concurso público de nível superior. As oportunidades são para engenheiros, de ambos os sexos e com menos de 36 anos de idade. A inscrição para ingresso no corpo de engenheiros começou nesta terça-feira, 4, e vai até 28 de abril.

São 64 vagas distribuídas nas seguintes áreas: arquitetura e urbanismo, engenharia cartográfica, engenharia civil, engenharia de materiais, engenharia de produção, engenharia de sistemas de computação, engenharia de telecomunicações, engenharia elétrica, engenharia mecânica, engenharia mecatrônica, engenharia naval, engenharia nuclear, engenharia química e engenharia eletrônica.

Os interessados devem fazer sua inscrição no site da DEnsM (www.ingressonamarinha.mar.mil.br) ou em um dos postos de inscrição, distribuídos por todo o país (ver endereços no edital). O valor é de R$ 110 e o pagamento será aceito até o dia 8 de maio. Feito isso, o candidato deverá verificar a confirmação de sua inscrição na página da DEnsM, a partir do 5º dia útil subsequente ao pagamento.

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Remuneração

As provas serão realizadas em duas fases. A primeira é composta por uma prova escrita objetiva de conhecimentos profissionais, com 20 questões e uma redação. Os aprovados nesta primeira etapa poderão participar da segunda fase e farão prova escrita discursiva de conhecimentos profissionais e uma tradução de texto. Os conteúdos das provas estão disponíveis no Anexo III do edital. Os aprovados farão o Curso de Formação de Oficiais (CFO) no Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW), no Rio.

Após aprovação no curso de formação, no final de 2018, os militares serão nomeados oficiais da Marinha do Brasil no posto de primeiro-tenente e passarão a receber remuneração de cerca de R$ 10.500.

Luiz Caldas


Ele nasceu em Feira de Santana (BA), participa de shows desde os 10 anos e é considerado um dos grandes divulgadores da música baiana. Estamos falando de Luiz Caldas, cantor e compositor, que atravessa décadas sempre apresentando músicas que agitam multidões. O “Pai do Axé”, como é carinhosamente reconhecido, falou com a reportagem do Carvalho News sobre carreira, vida pessoal e outros temas interessantes. Quer saber mais? Então não perca tempo e leia a entrevista abaixo.

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Fotos: Divulgação

 

Carvalho News – Nas últimas décadas, temos observado o surgimento de muitos cantores (as) e bandas, mas também notamos o desaparecimento de muitos desses artistas. Por que isso ocorre?

Luiz Caldas – É o fenômeno da indústria cultural, que tem que lançar novidades para se movimentar. Isso é uma questão histórica

CN – O povo do Sudeste sentiu muito a sua falta durante algum tempo. O que houve?

Luiz Caldas – Eu me recolhi para reconstruir a minha produção musical e hoje me orgulho de lançar um disco por mês, e já são mais de três anos lançando canções inéditas. A prova está no meu site www.luizcaldas.com.br  Nesse período eu continuei trabalhando em outras regiões do Brasil, que é um país continental.

CN – Em 2010, você lançou o álbum “Tupi – Nheengara Recé Taba. Qual o seu vínculo com a nação indígena brasileira?

Luiz Caldas – Os índios são os verdadeiros descobridores do Brasil. Este disco em tupi é para dizer que aqui já existia um Brasil, bem antes da chegada dos portugueses. O meu vínculo com os índios é de reconhecimento e de gratidão por tudo que eles semearam, como as palavras que estão presentes na nossa língua corrente.

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CN – Você é um artista antenado com o cenário musical brasileiro. Qual sua avaliação do nosso atual momento, em relação às possibilidades de surgirem novas estrelas e astros da nossa música?

Luiz Caldas – Um Brasil é um país aberto às novas possibilidades porque somos musicais desde sempre. A avaliação é das mais positivas, porque temos as ferramentas tecnológicas para desaguar as novíssimas produções, por conta da Internet e das redes sociais, por exemplo. Além do mais, o público espera pelo novo e o novo existe em cada um de nós.

CN – O que significa para você ser o “Pai do Axé”?

Luiz Caldas – Reconhecimento por tudo que fiz para a música gerada na Bahia.

CN – Você é de origem pobre e teve que se esforçar muito para chegar onde está. Qual a melhor lembrança que guarda de sua infância?

Luiz Caldas – Brincar com a imaginação, transformando objetos em instrumentos musicais, como latas e cabo de vassoura.

CN – Quais os momentos mais marcantes da sua carreira?

Luiz Caldas – Todos os momentos valem para sempre, mas as apresentações no programa do Chacrinha, por exemplo, continuam presentes, pois Chacrinha além de acolher a minha musicalidade me disse, no camarim, que eu estava reinventando a música baiana. Ele estava fazendo uma premunição que terminou acontecendo.

CN – O que é sucesso para você?

Luiz Caldas – Sucesso é estar feliz com o que se faz. Eu faço um disco por mês e em estilo diferente e já são mais de 15 milhões de downloads desses discos. O sucesso, para mim, é isso, e passa pela minha felicidade.

CN – Fale-nos um pouco sobre o seu projeto atual: Malê no Mali.

Luiz Caldas – Malê no Mali é um disco de Axé Music que mostra que a alegria da Axé Music reina dentro de mim, desde sempre. Esta canção que batiza o disco é uma parceria com o poeta e escritor César Rasec, que também faz as capas dos meus discos mensais. Malê no Mali é um caminho para mostrar que a música não tem fronteiras e que a Bahia e a África estão unidas desde sempre.

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CN – O Luiz Caldas é politizado? O que tem achado das descobertas feitas pela Polícia Federal em relação à Operação Lava Jato, por exemplo?

Luiz Caldas – Sou totalmente politizado, mas deixo essa politização silenciosa dentro de mim.

CN -Como você tem encarado todo esse movimento de “moralização” do Brasil, que vem ocorrendo nos últimos anos?

Luiz Caldas – São etapas da democracia. São avanços que se consumam gradualmente.

CN – Quais seus projetos futuros?

Luiz Caldas – Manter a produção de um disco por mês, e não tenho prazo para dar um ponto final neste projeto musical, que é um projeto de vida. Creio que, no mundo, não tenha um artista com tantos lançamentos de canções inéditas como eu e em estilos diferentes. A cada dia, é fato, este projeto atinge outras pessoas e mais outras pessoas e o mundo saberá que um brasileiro se doou à música por amar a música e por ser música. O tempo está se encarregando de tudo. Vem agora em março um disco experimental com canções sensoriais ligadas aos elementos da natureza. Eu fico me reinventando a cada mês e agradeço a Deus por me dar essa capacidade de reinvenção.