Programação de cursos


Cursos oferecidos no MIS

Criação de personagens
Data:
16 a 30 de janeiro de 2019
Horário: Segundas e quartas, das 18h às 21h | 5 encontros
Local: sala de interface (20 vagas)
Valor: R$ 150,00
Sinopse: Este curso visa capacitar os alunos a desenvolver personagens, com base em personagens emblemáticos de obras de linguagens diversas. Para isso, várias personagens e seus contextos culturais e de significação dentro da obra à qual pertencem serão examinados, construindo a perspectiva dos mesmos como modelos de inspiração. Parâmetros claros de apropriação e de reconstrução criativa serão fornecidos e os alunos serão estimulados a produzir conteúdos autorais.

Folclore e identidade nos quadrinhos nacionais
Data:
21 a 30 de janeiro de 2019
Horário: segundas e quartas, das 19h30 às 22h | 4 encontros
Local: Auditório LABMIS (64 vagas)
Valor: R$ 100,00
Sinopse: Quadrinhos sempre foram uma forma de expressão efervescente e poderosa do pensamento de um povo ou de uma época. No Brasil, não é diferente: há mais de um século, dividimos nossas histórias, crenças e vontades em quadrinhos para todas as idades, nas mais diversas mídias. Em quatro encontros, a professora Cláudia Fusco explora a natureza do folclore e da identidade nacional embutida nas HQs que fizeram história no nosso país e representaram, de forma inteligente, sarcástica e bem-humorada, o que é, afinal de contas, ser brasileiro.

Literatura, HQ e a complexidade humana: diálogos possíveis
Data:
22 a 31 de janeiro de 2019
Horário: Terças a quintas, das 19h às 22h | 4 encontros
Local: Auditório LABMIS (64 vagas)
Valor: R$ 80,00
Sinopse: A partir da discussão de obras artísticas no formato de História em Quadrinhos (HQ) e de suas adaptações para o cinema, o curso tem como objetivo estimular reflexões, sobre a complexidade da realidade humana, bem como expor aspectos literários do HQ. Nesse contexto, serão abordadas duas obras: Meu amigo Dahmer, de Derf Backdevf, e O corvo, de James O’Barr. As obras trazem personagens com perfis psicológicos marcantes, narrando o humano de maneira ímpar. Cada uma, com sua motivação, segue uma trajetória no limiar da sanidade e loucura que, em certa medida, todos nós já experienciamos.

Histórias em quadrinhos: gênero e representação
Data:
4 a 27 de fevereiro 2019
Horário: Segundas e quartas, das 19h às 22h | 08 encontros
Local: Auditório LABMIS (64 vagas)
Valor: R$180,00
Sinopse: O objetivo desse curso é discutir a representação de gênero nas histórias em quadrinhos, o impacto da representatividade nesse mercado, e como as HQs podem ser uma ferramenta potente no debate sobre igualdade e equidade de gênero. Convidadas: Helô D’Ângelo, Lila Cruz e Daniela Cantuaria (Ugra Press). Professora: Gabriela Borges.

A história do século XX pela perspectiva dos quadrinhos
Data:
19 a 28 de fevereiro de 2019
Horário: terças e quintas, das 19h às 22h (04 encontros)
Local: Auditório LABMIS (64 vagas)
Valor: R$100,00
Sinopse: Através de seis obras centrais apontando os principais fatos do século XX, divididas em 04 encontros, o professor Eduardo Molina introduz os alunos ao mundo das histórias em quadrinhos e seus principais conceitos, o imperialismo e o neocolonialismo europeu no século XIX, resultando nas causas da I Guerra Mundial, as duas grandes guerras, a guerra fria e a política americana na segunda metade do século e o atentado do 11 de setembro, que define a nova forma de se ver o mundo no início do século XXI.

A sua história em quadrinhos
Data:
12 a 28 de março de 2019
Horário:
Terças e quintas, das 19h às 22h (06 encontros)
Local: sala de interface (15 vagas)
Valor: R$180,00
Sinopse: O curso aborda os aspectos estruturais e definidores das histórias em quadrinhos, apresentando técnicas fundamentais para o desenvolvimento de uma narrativa gráfica. Os alunos serão motivados a explorar diversas possiblidades de criação para suas HQs, a fim de encontrar e amadurecer seu próprio processo criativo. Isso os levará ao debate de ideias, promovendo uma troca de informações que será mediada pelo professor, que também apresentará minúcias de seu processo de criação para estabelecer um referencial ao aluno.

CURSOS MIS: QUADRINHOS
Mais informações e inscrições acesso o site do MIS

Museu da Imagem e do Som – MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br
Valet: R$ 18. Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.

Educação a distância cresce mais que presencial


Uma pesquisa divulgada, recentemente, pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) – que representa grande parte do ensino superior particular do país – mostra que 44% dos entrevistados optariam por essa modalidade, enquanto 56% dizem que preferem o ensino presencial. Nesse ritmo de crescimento, o Brasil terá mais alunos estudando a distância que nas salas de aula tradicionais, em 2023. A educação a distância cresce em ritmo mais acelerado que o ensino presencial e já é opção para quase metade das pessoas que buscam uma graduação.

O estudo mostra ainda que, se informados de que os cursos a distância podem ter etapas presenciais, a aceitação aumenta para 93% dos estudantes pesquisados. Para os 7% restantes, ainda há um desconforto em ter a maior parte das aulas pela internet. Outro ponto destacado por esses alunos que não optariam pela EaD é a percepção de que o mercado de trabalho ainda não valoriza adequadamente a qualidade desses cursos.

A pesquisa inédita Um ano do Decreto EAD – O impacto da educação a distância foi feita pela ABMES em conjunto com a empresa de pesquisas educacionais Educa Insights. Ao todo, foram entrevistados 1.012 homens e mulheres de 18 a 50 anos, sendo 256 alunos e 756 potenciais candidatos a educação superior em março deste ano.

São Paulo: prefeitura vai oferecer curso de português para 300 venezuelanos


 Uma parceria entre a Prefeitura de São Paulo e o Centro Universitário Ítalo-Brasileiro vai oferecer curso de português a refugiados. Serão disponibilizadas 50 vagas no campus da instituição em Santo Amaro, na zona sul. A cidade deve receber 300 estrangeiros como parte do programa de interiorização dos imigrantes que cruzaram a fronteira em Roraima para escapar da crise econômica e política na Venezuela. Até o momento, 161 venezuelanos estão na capital paulista.

Segundo o secretário municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Felipe Sabará, os participantes do curso serão selecionados a partir do processo de documentação. Aqueles que tiverem a situação resolvida poderão participar das aulas. “Todos terão direito a cursos, mas nesse primeiro momento, a triagem vai ser baseada naqueles que tem a documentação mais finalizada”, disse após o anúncio. O curso de português terá uma carga total de 30 horas.

Além das aulas, o prefeito Bruno Covas ressaltou que a administração municipal está tentando forma de incluir os imigrantes no mercado de trabalho. “A prefeitura está buscando espaço no mercado de trabalho com empresas de call center que, inclusive, precisam de pessoas que falem o espanhol para poder atender em espanhol”. Os venezuelanos estão sendo abrigados em Centros Temporários de Acolhimento, voltados para o atendimento da população em situação de rua.

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Venezuelanos entrando no Brasil Foto: divulgação

Processo de aprendizagem

Para o fundador do Instituto Adus, organização não governamental que trabalha com integração de refugiados, Marcelo Haydu, o processo com os venezuelanos tem sido melhor do que com os haitianos, durante a crise migratória de 2014. “Diferente do que foi feito com os haitianos, que praticamente foram escorraçados lá do Acre. Dessa vez, teve uma ação um pouco mais bem estruturada”, avaliou.

A ideia de trazer os estrangeiros, atualmente concentrados em Roraima, para São Paulo também é acertada na opinião de Haydu. “Eu acho que São Paulo deveria acolher a maior parte dessas pessoas. Não sei se, na prática, isso vai se concretizar, mas eles deveriam ir para as cidades e estados mais bem estruturados. E São Paulo, dentro do Brasil, é o estado mais bem estruturado para receber refugiados e imigrantes”.

Sobre o curso de português oferecido pela parceria da prefeitura, o diretor da ONG disse não ter condições de fazer uma análise específica, por não conhecer a metodologia.  Ele comparou com os resultados obtidos pelo Adus. “Geralmente, em um módulo de três meses com quatro horas por semana, essas pessoas saem com um nível razoável. As pessoas conseguem entender bem o que está sendo dito, se comunicar”.

O domínio da língua costuma chegar, no entanto, segundo Haydu, com um pouco mais de estudo. “Em seis meses, a pessoa estando no país em contato com brasileiro, sai com nível, pelo menos de audição e oral, bem satisfatório”, disse ao explicar o método de trabalho da ONG. O instituto tem uma metodologia voltada para o aprendizado de pessoas em situação de refúgio com dois módulos de três meses de aulas.

Haydu disse que as condições de aprendizagem variam muito para cada pessoa, dependendo da dedicação e do contato com a língua. “O desenvolvimento dessas pessoas que aprendem um idioma, vai muito de cada um, depende da situação que essa pessoa se encontra”.

De acordo com a Casa Civil da Presidência da República, cerca de 32 mil venezuelanos já pediram refúgio ou residência temporária no Brasil desde 2015, quando começou o fluxo migratório para o país. Mas o fluxo na fronteira é ainda maior, já que muitos deles voltam à Venezuela para buscar parentes ou levar dinheiro para quem ficou. Por dia, entram de 600 a 800 venezuelanos no Brasil, mas eles não necessariamente se estabelecem no Brasil.

Ilhéus: profissionais se atualizam sobre dengue, zika e chikungunya


Curso atualização no manejo clinico da dengue, zika e chikungunya, em Ilheus-foto Gidelzo Silva Secom Ilheus (3)
Curso de atualização no manejo clínico Foto: Gidelzo Silva

 

A Secretaria de Saúde (Sesau) de Ilhéus, por meio do Departamento de Vigilância à Saúde, promove curso sobre manejos clínicos em pacientes com Arbovirose, grupo de infecções virais, relacionado à febre chikungunya, dengue e zika vírus, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. A atividade foi iniciada nesta quarta-feira, 16, e segue até esta quinta, 17, e tem como público alvo os profissionais que trabalham diretamente no atendimento aos pacientes.
 O curso é ministrado pelos médicos infectologistas Júlio Guzmán e Edmundo Patury.  De acordo com o chefe da Vigilância à Saúde, Antônio Firmo, vão assistir às aulas médicos e enfermeiras da atenção básica, profissionais de alta e média complexidades e aqueles que estão atendendo nos Pronto Atendimentos, localizados no Nae (Núcleo de Assistência Especializada) e na antiga clínica Sacro, ambos no bairro Cidade Nova.
Firmo ainda ressalta que os profissionais já possuíam prática nos manejos em relação à dengue, mas com a atual situação, foi necessária a capacitação desse público para os cuidados relacionados à chikungunya e zika vírus. “Essa é uma das demandas determinadas pelo Plano de Contingência do Município”, explica.

Reitoria da UFBA promete reforçar segurança do campus


A falta de iluminação e a insegurança fazem com que a estudante Mariana Mascarenhas, de 19 anos, entre ligeiro no carro toda vez que suas aulas noturnas do bacharelado interdisciplinar de saúde chegam ao fim no campus de Ondina da Universidade Federal da Bahia.

“Não posso parar, já saio correndo, porque o estacionamento é escuro e a gente fica com medo de assaltos”, conta ela, reclamando da livre circulação de não alunos no pavilhão de aulas.

UFBA Foto: Margarida Neide
UFBA               Foto: Margarida Neide

 

A sensação de medo pela qual Mariana passa atinge também a estudante Stephanie Luyse, 23, do curso de medicina veterinária.

Ela lembra que a reivindicação de segurança pessoal para a comunidade acadêmica é histórica, já que a Ufba só oferece proteção patrimonial em seus campi.

“O que podemos fazer é evitar os locais onde sabemos que não tem iluminação, como a Politécnica, no bairro da Federação e o Instituto de Química, em Ondina”, afirma a estudante.

Reforço

Justamente por causa desses relatos, a Reitoria da Ufba informou esta semana a estudantes, funcionários e professores que colocará em prática um conjunto de medidas para reforçar a segurança da comunidade acadêmica. As ações, segundo comunicado da universidade, serão conduzidas por uma força-tarefa da Pró-Reitoria de Administração e da Superintendência de Meio Ambiente e Infraestrutura.

Entre as medidas estão a intensificação das rondas em motocicletas, o reforço e a manutenção da iluminação dos pavilhões e a instalação de guaritas nos campi de Ondina, Canela e São Lázaro. A Ufba solicitou, ainda, o aumento da patrulha da Polícia Militar e da Polícia Civil nas áreas externas da universidade, onde ocorrências de assalto aumentam.

Em nota, a PM informou à equipe de A TARDE que o policiamento da área externa dos campi é realizado pela 11ª CIPM (faculdades de Administração, Direito e Educação) e pelo 18º Batalhão (Faculdade de Medicina e Hospital das Clínicas).

“Com o retorno das aulas, a 11ª CIPM disponibilizou uma viatura para reforçar a segurança nos horários de entrada e saída, enquanto o 18º Batalhão intensificou as rondas no local”, diz comunicado do órgão.

A pós-graduanda em ciências sociais Rutte Andrade, 31, afirma que a principal necessidade dos campi é o controle do acesso. Ela considera o local seguro, mas se incomoda com a falta de identificação dos transeuntes nas portarias. “Aqui é tranquilo, já estive à noite, mas não há identificação de quem entra e sai”, afirma.