Chega ao fim o período de sinal aberto dos canais por assinatura


Essa informação é da Coluna do Ricardo Feltrin. A partir de hoje, 13/05, os assinantes que possuem pacote básico da TV por assinatura deixarão de ter acesso a boa parte dos canais que estavam liberados para todos desde o início da quarentena social causada pela pandemia de coronavírus.

Vale destacar que, os sinais da maioria dos canais de filmes, séries e esportes já está fechado. Esse conteúdo volta a ser acessível apenas aos respectivos pacotes de seus assinantes. Para compensar, as operadoras decidiram manter liberados os sinais de todos os canais de notícias e os infantis até o próximo dia 31.

Então seguem liberados por mais 18 dias: GloboNews, CNN Brasil, Bandnews, Bloomberg, RecordNews e CNN Internacional. O mesmo vale para Discovery Kids, Cartoon Network, Gloob, NatGeo Kids, Disney, Disney Jr., Disney XD, Nickelodeon. Nick Jr., Tooncast, ZooMoo, TV Rá Tim Bum, Boomerang e Baby TV. Canais premium como HBO e Telecine já haviam Canais premium como HBO e Telecine já haviam deixado o “pool” de livre acesso no início do mês passado.

Os Anjinhos estão voltando


Lembra dos “Rugrats: Os Anjinhos”? O desenho que fez e ainda faz muito sucesso completa 28 anos. Para quem não lembra deles, o programa, criado por Arlene Klasky, Gábor Csupó e Paul Germain, foi exibido originalmente por aqui de 1998 até 2005 e influenciou uma geração de crianças apaixonadas por Tommy, Angélica, Chuck e os demais. A boa notícia é que a Nickelodeon e os estúdios Paramount Pictures decidiram retomar o programa!

Serão produzidos 26 episódios inéditos e também um longa metragem com atores reais e alguns efeitos de computação. De acordo com a Entertainment Weekly, o projeto reunirá antigos e novos personagens, e roteiro de David Goodman, responsável por outras séries de animadas de sucesso, como “Uma Família da Pesada” e “Futurama“.

O próximo filme dos “Rugrats”, bem como a nova leva de episódios, têm previsão de estrear em novembro de 2020 nos EUA.

É necessário cautela ao realizar uma tatuagem


Você já pensou em fazer uma tatuagem? Não. Tudo bem, há quem não goste e há os que amam esses desenhos corporais. Tanto que esse mercado cresceu 30%, indo na contra mão da crise econômica que o Brasil vive.

Podemos dizer que por aqui, tudo começou com o dinamarquês Knud Harald Lucky Gegersen. Ele é o pioneiro da tatuagem moderna no Brasil, tanto que os tatuadores atribuem a ele a popularização da arte. Mr. Tattoo ou Lucky, como era conhecido, chegou em Santos (SP) em 1959, mantendo-se financeiramente utilizando seu talento e suas técnicas de escola

Com o passar de tempo o interesse das pessoas pelos tatoo foi aumentando. E aos poucos a arte foi que sofria preconceito foi conquistando o seu espaço. Um estudo elaborado, recentemente, pela Revista Superinteressante, revelou que mulheres, jovens e com alta escolaridade são os que mais se tatuam. A recepcionista maranhense, Pamela Carvalho, é um bom exemplo disso. Ela acredita que as tatuagens definem um estilo. “Sempre achei legal e através delas vou criar uma imagem em mim”, acredita.

Pamela já possui três desenhos pelo corpo e confessa ter sentido medo ao se submeter ao processo pela primeira vez. “A partir da segunda, me senti mais segura por confiar no tatuador”, revela a jovem, que pretende fazer mais tattoos.

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Renan Montezano: talento artístico Foto: divulgação

Tatuar não é uma mera brincadeira. É necessário aprimoramento, dedicação e uma boa dose de talento artístico. “Para abraçar essa carreira é necessário ter noções de desenho, criatividade, conhecimentos em assepsia além de ética profissional”, alerta o tatuador Renan Montezano, exerce a profissão desde 2009. Montezano, que também é youtuber (Canal Montezando), comemora o fato de nunca ter tido problemas com clientes insatisfeitos. “Sempre fui até onde eu sabia que conseguiria. Nunca peguei um trabalho se me sentia inseguro em relação ao resultado final”, afirma.

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Pamela: mais tatuagens no futuro Foto: arquivo pessoal

Entretanto, há os que se arrependem e desejam retirar alguma tatuagem do corpo. Uma recente pesquisa realizada pela IBISWorld aponta aumento acelerado do procedimento para remover a tatuagem em 440% nos Esta-dos Unidos.

A modernidade trouxe recursos tecnológicos que são capazes de retirar esses desenhos: o laser, por exemplo. De acordo com o dermatologista, Sérgio Medeiros (GO), os lasers não causam danos ao tecido da pele. “É natural ficar uma cicatriz bem leve, que sai no mesmo dia”, o especialista também acrescenta que é necessário evitar o contato com o sol durante o tratamento. “Para realizar esse procedimento é preciso consultar um dermatologista de sua confiança”, aconselha.

 Anote algumas dicas úteis para quem pretende tatuar o corpo
Observe:

– Se o local está limpo e organizado;
– Se há aviso por escrito quanto aos riscos causados pelo material e/ou substâncias;
– Se o profissional lava as mãos com água e sabão, seguido de aplicação de álcool a 70%;
– Se é realizada a limpeza da pele do cliente com água potável e sabão líquido, seguida de aplicação de antisséptico (álcool a       70%, PVPI), entre outros;
– Se o profissional utiliza luvas descartáveis e máscara no momento da realização do serviço.

Obs: Tatuagem e colocação de piercing somente poderão ser feitos em menores de idade com autorização dos pais

Materiais a serem utilizados :
– As agulhas para colocação do piercing ou aplicação da tinta de tatuagem, lâminas ou aparelhos para raspagem de pêlos devem ser descartáveis
– Outros materiais que não são descartáveis deverão estar limpos e desinfetados com álcool 70%
– A tinta utilizada na tatuagem não pode ser tóxica e deve ser registrada na Anvisa
– Os materiais utilizados devem estar guardados em local limpo, organizado, fechado e sem umidade

Antes de fazer a tatuagem peça ao seu médico testes de :
– Aids
– Hepatites B e C
– Tétano
– Sífilis

Não devem fazer tatuagens pessoas que têm:

– Sangramentos intensos (hemorragias)
– Infecções graves
– Comprometimento das vias aéreas superiores (dificultando a respiração e a fala)
– Fratura dental com traumas na mucosa, gengiva e céu da boca
– Inflamações crônicas e queloides.

Fonte: Anvisa e Ministério da Justiça.