Karol Conká de “Super Bonita” a insuportável do BBB21


Rapper cria inúmeras polêmicas e ganha destaque negativo dentro e fora do reality

Marcelo Carvalho

E mais uma edição do Big Brother Brasil tem início. A TV Globo não mediu esforços para reunir um grupo de peso, misturando gente famosa, influenciadores de destaque e, é claro, anônimos. Vou ser bem franco com você: acho esses reality shows um saco. Se você curte, pelo amor de Deus não me leve a mal. Mas, sinceramente não me identifico mesmo com esse tipo de programa.

Mas não estou aqui para falar do BBB em si, mas sim sobre o que acontece com alguns dos seus participantes. Tem uma galerinha que no afã de conquistar o prêmio máximo ou ganhar notoriedade, acaba errando a mão. Quer um exemplo? Théo Becker, Mara Maravilha e por último, a mais recente: Luíza Ambiel. Lembra?

A “protagonista” da vez, ao que parece é a apresentadora, rapper, atriz, produtora, compositora e barraqueira, Karol Conká. A moça tem aprontado horrores dentro da casa mais vigiada do Brasil. Tudo com direito a muita arrogância, prepotência, grosseria, antipatia, falta de educação e pitadas bem generosas de desrespeito com outros participantes.

Tudo bem, sabemos que aquilo é uma disputa. Cada um tem sua estratégia para atingir seus objetivos. É lobo comendo lobo. E como diz Jojo Todynho: “Não estou na Disney”. Mas a pergunta é: “a que ponto vale a pena se expor dessa maneira”? Principalmente, se você depende do público para sobreviver.

Comportamento tóxico

A Karol, por exemplo, está recebendo pedradas de todos os lados. Sua participação é considerada uma das mais tóxicas de todas as edições. Entretanto, ela afirma que não tem medo de cancelamento.

Mas, será que ela tem consciência do que isso pode causar a sua carreira e ao seu emocional a longo prazo? Às vezes, tenho a impressão que ela está meio que querendo imitar o estilo Jojo (vencedora da Fazenda).

Porém, se essa for mesmo a sua intenção, não está dando muito certo. E já que citamos a Jojo, vale destacar que a mesma é uma das maiores críticas do comportamento da “mamancita” dentro da casa, chegando inclusive a deixar de segui-la nas redes sociais.

Contudo, a outro aspecto que chama a atenção. Ao que parece, os outros participantes da casa não se incomodam com os rompantes da Conká.

Com exceção da Julliette, a primeira a ser perseguida pela rapper e o ator Lucas Penteado, maior alvo da cantora. Não estou afirmando que ambos são santinhos, mas com certeza não mereciam uma reação tão dura, para não dizer cruel como é possível presenciar nos episódios do programa.

Karol Conká e Lucas Penteado, convívio tóxico. Foto: reprodução da internet

Uma coisa é certa. A vida de Karol Conká não será a mesma após a edição deste BBB. E, se ela não revir suas atitudes e falas, poderá ter problemas ainda mais sérios do que já possui. Seja na esfera comercial, jurídica e pessoal.

Mas, e você? O que está achando desta edição do BBB21? E da participação da Karol Conka? Acha seu comportamento tóxico? Diz para gente!

Casos de intolerância religiosa preocupam os brasileiros


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Ser intolerante religioso é renegar outras culturas

Estátuas de Orixás quebradas na Prainha do Lago Paranoá (DF), templos de umbanda e candomblé destruídos no Mato Grosso, Mesquita muçulmana invadida e revirada em Brasília, pastores quebrando imagens de santos em São Paulo, estátua de São Sebastião no Rio de Janeiro pichada no dia de homenagem ao santo. Nos últimos anos, os casos de intolerância religiosa têm se tornado comuns. Essa situação é preocupante, pois evidencia o ódio e o desrespeito ao próximo.

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Geovana Ribeiro      Fotos: divulgação

O que leva uma pessoa a agir de forma tão extrema? Muitos podem ser os motivos. Entretanto, enfrentar o fanatismo religioso de alguns sem perder a paz interior é um grande exercício de diplomacia, equilíbrio e amor ao próximo.

Você já imaginou o mundo em que vivemos sem religião? Bem, os maiores pensadores da história defenderam a tese de que a ela é importante não somente para o entendimento metafísico, como também para a percepção social do ser humano.

Platão, por exemplo, acreditava que eliminá-la seria o mesmo que destruir todo e qualquer fundamento da sociedade humana. Já Albert Einstein afirmava que “a ciência sem a religião seria aleijada. E a mesma, sem a ciência, é cega”.

Na opinião do gerente, Moisés José do Nascimento, do Rio de Janeiro (RJ), o ser humano tem dentro de si a essência do Criador. Por esse motivo inventou varias religiões na sua busca inconsciente por Deus. “Neste processo se mistificou e se afastou da razão e da compreensão de que o amor ao próximo e a vida moral sem extremismos dogmáticos é o caminho mais certo para se chegar a Deus”, acredita o cristocentrico.

A professora Katherine Rocha Batista, de Itororó (BA), acredita que a religião é o sentido de existência do ser humano, pois estabelece uma conexão com Deus. “Ela nos encaminha para a prática do bem, da caridade e do amor ao próximo”, declara a católica praticante.

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Moisés Nascimento

Já a universitária Geovana Ribeiro, de Itapé (BA), afirma que é evangélica sem religiosidade.  Segundo ela, a religião tem a função de nos auxiliar a conviver melhor com os problemas emocionais, psíquicos, espirituais e até mesmo físicos.

O estudante Jeováh Souza, de Itapé (BA), acredita que a religião tem o poder de moldar e até mudar o caráter dos seres humanos. “Ela só não transforma a pessoa se esta não se deixa renovar”, garante o evangélico. Saiba mais: O amor ao próximo é a “arma” contra a intolerância