“A verdade está lá fora”


Você acredita na existência de extraterrestres? Já viu algum óvni ou disco voador? O assunto ufologia é envolto em mistério e desperta emoções diversas. Uns levam a serio e outros fazem chacota. Entretanto, uma coisa deve ser levada em consideração: há pessoas de credibilidade estudando esses fenômenos e muita coisa estranha já foi descoberta. A reportagem do Blog Carvalho News decidiu se aprofundar um pouco mais neste tema no mínimo interessante. Afinal, já dizia o famoso escritor inglês William Shakespeare: “há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha a sua vã filosofia”.

Muitos especialistas defendem que o primeiro relato “oficial” de aparição de óvni foi feito pelo piloto americano Kenneth Arnold, que teria avistado nove objetos em formação, semelhantes a discos, movendo-se velozmente. Esse fato ocorreu em 24 de junho de 1947, enquanto, Arnold sobrevoava o monte Rainier, em Washington (EUA). Coincidentemente, neste mesmo ano, mas especificamente, em 23 de julho, um suposto óvni teria descido na colônia “Goio-Bang, município de Pitanga, atualmente comunidade de Campina do Amoral, município de Luiziana, na região do Campo Mourão, Paraná.

alberto francisco do carmo
Ufólogo Alberto Francisco do Carmo Foto: divulgação

De acordo com informações do CUB (Centro de Ufologia Brasileiro), ocorreram relatos de um objeto voador estranho que teria descido próximo a uma estrada à luz do dia. O fato foi testemunhado por uma equipe de topógrafos, liderados pelo agrimensor José Higgins que, ao contrário de seus colegas que fugiram, permaneceu no local e viu três seres bizarros com aproximadamente dois metros de altura, que manifestaram sinais, sons agudos e altos. Dois deles teriam vasculhado a área, retirando amostras do solo.

Recentemente, o governo federal disponibilizou relatórios sigilosos para consulta no Arquivo Nacional, em Brasília. Nesses documentos há revelações interessantes sobre anos de investigação envolvendo a ação de extraterrestres em terras brasileiras. Para se ter uma ideia, a Aeronáutica teve um departamento específico de estudos sobre UFOs entre 1969 e 1972. Denominado Sioani (Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados) funcionava nas instalações do IV Comar, em São Paulo. Era composto por pesquisadores civis e autoridades militares. O Sioani saía à procura de casos pelo País.

Discos voadores
Ovnis Foto: divulgação

Você já ouviu falar da Operação Prato? Ela ocorreu em plena floresta amazônica, no Pará. Dezenas de oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB) fizeram parte de uma investigação de óvnis (objetos voadores não identificados). A Prato foi realizada secretamente nos quatro últimos meses de 1977. Na época os envolvidos garantiram ter presenciado – mais de uma vez – UFOs cruzando o céu da Amazônia.Leia também: mais surpresas estão por vir

De acordo com o pesquisador e autor, Alberto Francisco do Carmo, no passado era muito mais fácil avistar um óvni. Nos dias de hoje, há uma espécie de escassez de aparições que, na opinião do especialista, comprova a capacidade destes seres evoluírem. “A atitude principal desse fenômeno sempre foi a furtividade”, ressalta o pesquisador que participou do grupo pioneiro na Ufologia de Minas Gerais, o CICOANI de Belo Horizonte, dirigido pelo ufologista mineiro Húlvio Brant Aleixo.

Histórias de ETs


Conheça alguns relatos de aparições que ocorrem em terras brasileiros.

Pânico no céu

“Um tripulante de um avião comercial brasileiro, em voo noturno, rota São Paulo/Teresina relatou que a tripulação passou um tremendo aperto diante da súbita aparição de algo do formato de uma arraia gigante ( mais de 100 m de envergadura) que chegou a menos de 100m de teto do avião. O Centro Integrado de Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA) não detectou o objeto e a tripulação foi aconselhada a ficar de boca fechada. Ele então desabafou num blogspot onde sua identificação não é clara. Identifiquei de forma detetivesca o nome completo do tripulante, companhia, horário e tudo mais, mas ele morre de medo de perder o emprego e o CMA, certificado médico aeronáutico”

 Antônio Francisco do Carmo

ilustração disco voador
Fotos ilustrativas

 

Olhem para o céu

“Numa tarde de verão de 1998, estava numa praça da localidade de Mar Grande na Ilha de Itaparica, na Bahia. Era por volta de umas 16h30, talvez mais um pouco, quando meu irmão Ricardo, que estava comigo e alguns amigos sentados nesta praça e, de repente, meu irmão se levantou e me chamou sorrateiro e falando baixo no meu ouvido: ‘André, eu acho que estou vendo um disco voador’. No momento não me preocupei, mas como ele tinha me chamado reservadamente, então lhe perguntei: onde?. Ele apontou para o horizonte sobre a copa de vários Iotizeiros gigantes, e lá ao fundo, bem distante havia algo que se assemelhava há uma nuvem solitária. Considerando a distância que a aparente nuvem se encontrava então considerávamos algo realmente gigantesco. Pois bem, eu olhava, olhava, olhava e aquela aparente nuvem não se mexia mas de repente ela começou a se movimentar lentamente em diversas direções, o que me fez realmente crer ser um OVNI. O que me chamou atenção também é que acontecia um fenômeno engraçado quando observávamos, simplesmente quando olhávamos direto para o objeto, ele sumia, mas quando olhávamos levemente para os lados, víamos claramente o seu contorno, e não mais uma aparente nuvem. Eu fiquei em êxtase com meu irmão e até chamei alguns dos amigos para ver também, mas eles acharam que se tratava de uma brincadeira e não se importaram. Esta observação durou aproximadamente uns 2 minutos, quando de repente o objeto veio numa velocidade incrível na nossa direção passando por cima da gente, e neste momento, até os nossos amigos viraram rapidamente a cabeça tentando acompanhar o movimento por ter percebido um vulto passar pelo céu de Mar Grande em uma velocidade que nem sei mensurar ou comparar com algo da terra. Foi uma grande experiência, mas não foi a única.”.

André Rocha      

disco voador gigante

 

 O dourado reluzente

“Tive muitos aviltamentos. O primeiro deles é um dos mais interessantes que presenciei. Foi a curta distância quando vi um objeto no formato esférico todo dourado reluzente com alguns metros de diâmetro flutuando bem silenciosamente o sobre à casa da minha vó na época no interior do Paraná era uma região sem luz sem energia elétrica em nada então era tudo escuro e eu tinha saído de casa para urinar na frente de casa aquela casinha longe da casa principal. Quando me virei para voltar para casa, avistei um objeto que estava em cima da casa de minha vó e ficou um tempo parado, depois sumiu numa velocidade muito alta em direção ao céu e daí desapareceu”.

Jackson Luiz Camargo