Operação contra quadrilha suspeita de fraudes bancárias acontece no DF, Bahia e mais quatro estados


Polícia Federal é responsável pela ação

Thais Paim

Operação desenvolvida pela Polícia Federal, nesta quarta-feira (16), resultou no cumprimento de 28 mandados, sendo 11 de prisão e 17 de busca e apreensão. As ações ocorreram na Bahia, Distrito Federal e mais quatro estados. 

A polícia do Mato Grosso está sendo responsável por coordenar a ação e tem como objetivo desarticular uma organização criminosa suspeita de cometer fraudes bancárias através da internet. Segundo informações, prefeituras estavam entre os alvos da quadrilha que desviava dinheiro das contas mantidas na Caixa Econômica Federal.

A organização tinha integrantes espalhados em várias partes do país e contava com a participação de hackers e de funcionários de empresas de telefonia, de acordo com informações divulgadas pela polícia. 

Segundo as investigações, o grupo já causou prejuízos superiores a R$ 18 milhões. Em Pontes e Lacerda o desvio foi de cerca de R$ 2 milhões. Em outros munícipios, o furto dos recursos públicos provocou atrasos nos salários de funcionários e no pagamento de fornecedores.

Os alvos da operação nesta quarta foram no DF, Goiás, Pará, São Paulo, Maranhão e Bahia. De acordo com o G1, os dados dos envolvidos não foram divulgados. Os responsáveis vão responder pelos crimes de invasão de dispositivo informático mediante fraude e furto qualificado.

Gusttavo Lima é indiciado por crime ambiental


O cantor Gusttavo Lima foi indiciado hoje (28/02) pela Polícia Civil de Goiás, por aumentar a represa da sua fazenda em Bela Vista de Goiás, Região Metropolitana de Goiânia, sem possuir licença, configurando um crime ambiental, segundo informações do G1.

O delegado Luziano de Carvalho, titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), o projeto estava sendo realizado sem a devida autorização a Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima).

“O Batalhão Ambiental foi ao local por duas vezes, uma no fim de 2017 e outra já neste ano, e, em ambas, encontrou máquinas trabalhando no local. Foram feitas duas ocorrências e, apesar de terem um protocolo com o pedido da licença, o documento não havia sido expedido”, disse Luziano.

O delegado argumentou, ainda, que a ampliação pode ter sido motivada para lazer, considerando que não há criação de gado na fazenda.