Itabuna lança aplicativo de proteção à mulher e empossa novos inspetores da GCM


Marcelo Carvalho

No último dia 29, a Prefeitura de Itabuna realizou o lançamento do aplicativo “Está Acontecendo”. O evento foi realizado no Teatro Municipal Candinha Dórea. A ferramenta é mais um apoio às mulheres vítimas de violência e será gerido pela Guarda Civil Municipal.

Durante o discurso, a secretária municipal de Segurança e Ordem Pública, Mariana Alcântara afirmou que o aplicativo chega para unir forças à rede de proteção à mulher. “Inicialmente, a ferramenta vai atender a 74 mulheres. Mas, em breve vamos expandir para mais vítimas da violência”, disse.

Mariana destacou ainda o pioneirismo de Itabuna com o serviço de proteção que não para. “Nosso trabalho é ininterrupto. Por isso, somos referência no Brasil”, frisou. Na oportunidade, foi entregue uma nova viatura para a Patrulha, o que vai dar celeridade ao atendimento às mulheres que sofrem violência doméstica.

A cerimônia teve as presenças da presidente da Comissão dos Direitos da Mulher da subsecção da OAB de Itabuna, Andreia Peixoto, da Comandante da Guarda Civil Municipal, Roseane Santos Silva, e da comandante da Ronda Maria da Penha do 15º Batalhão de Polícia Militar, Nalígia Feitosa.

A coordenadora de Área da Patrulha Maria da Penha da GCM, Débora Santos, acredita que o aplicativo vai salvar muitas vidas. “A ferramenta quebra o ciclo da violência, pois, a Patrulha recebe a localização da residência da vítima e sai imediatamente em diligência”, explicou.

Posse de Inspetores

O prefeito Augusto Castro deu posse a 19 novos inspetores da Guarda Civil Municipal. “Temos uma Guarda Civil Municipal diferenciada e comprometida com a segurança”, destacou. Na área externa do Teatro Candinha Dórea, o Chefe do Executivo Municipal passou em revista à tropa, formada pelos novos inspetores e assistiu a uma apresentação da Rondas Ostensivas Municipais (ROMU), um grupo especial da GCM.

1. Prefeito Augusto Castro e a titular da SESOP, Maria Alcântara, com autoridades – Foto Roberto Santos

2. GCM Débora Santos, coordenadora de Àrea da Patrulha Guardiã Maria da Penha.

3. Prefeito Augusto Castro destaca trabalho da GCM com a Patrulha Guardiã Maria da Penha – Foto Roberto Santos.

4. Prefeito Augusto Castro e a secretária Mariana Alcântara frente a tropa da GCM – Foto Roberto Santos.

Projeto Besouros está de volta


Fernando Moura e Carlos Malta exploram de forma criativa o repertório dos Beatles

Marcelo Carvalho

“Os Besouros” é um projeto do pianista Fernando Moura e do flautista e saxofonista Carlos Malta, que utiliza como matéria prima as músicas da banda Os Beatles. Em 2017, os dois instrumentistas gravaram um álbum com doze pérolas do quarteto inglês – entre outras, Eleanor Rigby, Yesterday e Come Together. A aposta deu tão certo que inspirou Besouros: The Beatles Songs 2, que está disponível desde ontem (25) nos aplicativos de música, através da gravadora Deck. 

O novo álbum foi produzido durante a pandemia, soando como um doce remédio para quem o fez e para quem o ouve. Grande parte do repertório de John, Paul, George e Ringo é reconhecível ao primeiro assobio. Daí que, sabiamente, o duo resiste à tentação de afogar temas conhecidos em devaneios jazzísticos e demonstrações de virtuosismo estéril. Carlos Malta e Fernando Moura jogam o fino, mas jogam simples. “O importante é dar carga na nota verdadeira, a que identifica a canção”, define Malta. “O discurso musical que adotamos é criativo, porém sintético, a intenção foi criar pequenas joias que o ouvinte vai curtir do começo ao fim”, acrescenta.

Fernando Moura (E) e Carlos Malta, os Besouros Fotos: Daniele Yanes

A audição de Besouros: The Beatles Songs 2 encanta pelos caminhos abertos por Carlos Malta e Fernando Moura em terreno já tão visitado desde os anos 60. Músicos brasileiros, ambos pertencem a uma geração que cresceu ouvindo a banda. Carlos Malta lembra com carinho de um compacto de Help, seu cartão de apresentação ao Fab Four. Depois, já como profissional, participou do projeto Beatles’n Choro, comandado pelo cavaquinista Henrique Cazes, e vislumbrou o quanto músicas tão conhecidas tinham a ganhar com releituras.

Fernando Moura foi fisgado em grande estilo: em 1993, George Martin, lendário produtor musical mais conhecido como “o quinto Beatle”, veio ao Rio para comandar um grande concerto na Quinta da Boa Vista. O pianista e arranjador foi convidado a tocar no tributo ao grupo inglês, feito com banda e orquestra, e também incumbido de separar as partes musicais da apresentação. “Ali notei como aquele universo era mais complexo do que imaginava, além de legal à beça. E me encantei quando, de dentro da orquestra, ouvi os violoncelos de Eleanor Rigby”, conta. O encantamento, agora, com Besouros: The Beatles Songs 2, é nosso também.

Ouça através do link ao lado: Carlos Malta, Fernando Moura – Besouros: The Beatles Songs 2 (lnk.to)

Fonte: Batucada Comunicação

Alfa: A Primeira Ordem – Parte 2 vem ai


A espera valeu a pena! Após duas campanhas para captação de recursos no site de financiamento coletivo Catarse, o álbum Alfa: A Primeira Ordem – Parte 2 finalmente tem sua data de lançamento marcada. A HQ, que está na reta final de produção, será lançada em setembro de 2019 e a campanha de financiamento termina no dia 20 de julho.

Apesar da demora (a HQ deveria ter sido lançada no final do ano passado), o autor Elyan Lopes justifica dizendo que foi por uma boa causa: “a história foi melhorada e novas parcerias com autores nacionais foram feitas, aumentando para mais de 80 heróis participando da trama. É o maior encontro de super-heróis brasileiros já realizado. Nunca ninguém fez nada parecido no Brasil”, comemora.

O álbum está em processo de captação de recursos no Catarse (www.catarse.me/alfaparte2 ) e já atingiu boa parte da meta. Para impulsionar o que falta, Lopes adicionou alguns novos pacotes com brindes que incluem CardGames e um jogo interativo gratuito. “Essas novidades entrarão em novos pacotes até o encerramento da campanha, no dia 20 de julho”, informa o autor.

A primeira parte de Alfa – A Primeira Ordem foi lançada em dezembro de 2017 e teve uma excelente aceitação do público leitor e muitas críticas positivas da mídia especializada. A continuação traz a investida do vilão Aéris, o arqui-inimigo da equipe formada pelos heróis Capitão 7, Raio Negro, Homem-Lua, Capitão Gralha e Flama. Após enviar o General Zeta, seu mais poderoso aliado, para deter os heróis da nova geração, Aéris retorna mais forte do que nunca e entra na briga pela dominação mundial. Heróis do presente e do passado juntam forças para derrotar o vilão numa batalha épica.

A revista terá 52 páginas (48 páginas no miolo + capa), formato americano (16cm X 25cm), capa em papel couché 170g com verniz e miolo em couché brilho 115g, totalmente em cores e lombada com grampos. Entre os benefícios oferecidos para os colaboradores estão o nome impresso nos agradecimentos, revistas em quadrinhos de heróis nacionais, pôsteres dos personagens e a revista Alfa: Origens, uma publicação digital que trará a origem dos super-heróis participantes da saga. Além, é claro, dos novos pacotes que incluem os cardgames e o jogo interativo. Os interessados em financiar o projeto podem entrar no site (www.catarse.me/alfaparte2).

“A Menina que foi vento” uma autobiografia de Symona Gropper


A menina que foi vento – Memórias de uma imigrante é a autobiografia da jornalista Symona Gropper, Mais do que um relato sobre a história de uma menina arrancada de seu chão e de suas raízes culturais pela insensatez e a loucura humanas, o texto é um legado para as novas e futuras gerações, de judeus ou não, que precisam conhecer além do que, eventualmente, aprenderam nos bancos escolares.

Symona Gropper nasceu na Romênia e mora em Salvador. Foi editora coordenadora do Caderno 2 do jornal A Tarde e repórter especial do carioca Jornal do Brasil e já publicou dois perfis biográficos, dos arquitetos baianos Sílvio Robatto e Diógenes Rebouças.

O livro foi publicado pela Assembleia Cultural, selo da Assembleia Legislativa da Bahia. A sessão de autógrafos será no próximo dia 27 de março (segunda-feira), às 17 horas, no restaurante Casa de Teresa, no Rio Vermelho.

RESENHA

Uma experiência humana incomum

Magda de Almeida

Não é livro para se ler de vez em quando. Decididamente, não. É pegar e não largar. Esqueça o sono e o relógio.

Mais do que um relato sobre a história de uma menina arrancada de seu chão e de suas raízes culturais pela insensatez e loucura humanas, A menina que foi vento – Memórias de uma imigrante, da jornalista Symona Gropper, é um legado para as novas e futuras gerações, de judeus ou não, que precisam conhecer além do que, eventualmente, aprenderam nos bancos escolares.

Symona ainda não tinha nascido quando o nazismo mostrou sua verdadeira face. O terror se instalou na Romênia, atingindo a família Gropper, amigos, parentes próximos e distantes, espalhando-se por toda a comunidade judaica de Bucareste, onde nasceram e sempre viveram seus ancestrais, todos forçados a deixar para trás, depois da Segunda Guerra Mundial, o próprio país e tudo que ele representou na vida de gerações.

Foto Symona
Symona Gropper Foto: divulgação

A Menina que foi vento é uma narrativa intensa e comovente de uma história real de venturas e desventuras, sonhos, medos, encontros, desencontros e coragem, muita coragem. Symona Gropper desnuda-se para seus leitores nas 250 páginas de suas memórias, que não se esgotam em si mesma, mas nos conduzem para bem dentro de um dos mais dramáticos momentos da História da humanidade e seus efeitos sobre a vida física e emocional de centenas de milhares de judeus expulsos de suas terras e de suas referências.

A Menina que foi vento não poderia chegar em momento mais oportuno, quando  o mundo assiste, em tempo real, ao calvário de milhões de refugiados que fogem das guerras, ou por causa delas são expulsos, em diversos pontos do planeta. Symona Gropper sabe o que é isso, por ter sido ela própria parte da leva de refugiados que, expulsos de sua Romênia, partiram para Israel. Ela estava com apenas cinco anos.

Originária de uma família de empresários mercantis, Symona nos fala do forte impacto dessa brusca mudança socioeconômica na vida domestica e profissional de sua família,  na difícil adaptação a esses novos tempos, àquele entorno multicultural, tão instigante quanto assustador, aquela infância, inicialmente  passada nos toscos abrigos que o recém-criado Estado de Israel reservara para os refugiados que chegavam em grandes levas ao país em busca de um acolhimento que parte do mundo negava. Não era coisa para os mais fracos.

A ser verdade que o sofrimento pode ser transformador, foi uma adolescente  disposta a enfrentar seus traumas, medos e fantasmas, e o que mais o destino lhe reservasse,  que o Brasil recebeu e onde ela cresceu disposta a abrir todas as portas que lhe aparecessem. E encarar de frente o que encontraria do outro lado. A leitura de A menina que foi vento às vezes nos faz achar que não é um livro que estamos lendo, mas um filme bem estruturado, roteiro de primeira, com princípio, meio e fim impecáveis. Tudo está ali, até o comovente reencontro, muitas décadas depois, com sua Bucareste, especialmente com o nunca esquecido parque que ilustra a capa do livro e onde passara o que, talvez, tenham sido os melhores momentos de sua vida enquanto criança.

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Romance também não falta nesta biografia. Ela nos fala de suas paixões, as reais e as “recolhidas”. O impacto da chegada ao Rio de Janeiro, seu primeiro pouso no Brasil, a liberdade e o conforto conquistados após um longo período de privação, o primeiro beijo, a primeira  decepção amorosa, as diferenças culturais e seus múltiplos desafios, por fim, “aquele” casamento, os filhos e os netos que vieram para lhe mostrar que, apesar de tudo, tudo valeu.

Aquela menina  que um dia foi vento cresceu, batalhou como poucos para ser uma jornalista com passagem por importantes jornais do país, como repórter e editora. São dela, também, as biografias Silvio Robatto – Um homem feliz e Diógenes Rebouças – O arquiteto da Bahia.

* A jornalista carioca Magda Almeida foi repórter especial do Jornal do Brasil e do Estadão

LANÇAMENTO: “A menina que foi vento – Memórias de uma imigrante”, de Symona Gropper

DATA: Segunda-feira, 27 de março de 2017

HORÁRIO: 17h

LOCAL:  Restaurante Casa de Teresa

Rua Odilon Santos, 45 – Rio Vermelho

Tel: 3329-3016

 

Itapé: lançamento de “Sou uma pessoa bonita” movimenta Câmara de Vereadores


Nem mesmo o clima preguiçoso, com direito a uma chuva moderada, do último sábado, (08/10), conseguiu ofuscar o brilho do lançamento de “Sou uma pessoa bonita”, da geógrafa e professora de Ensino Médio, Eliana Trindade.

O evento foi realizado entre 15h e 16h, nas dependências da Câmara de Vereadores de Itapé, com a presença do vice-prefeito eleito e atual presidente da Câmara de Vereadores, Júlio Borges e sua esposa Luisa, do presidente do Conselho de Educação de Itapé, Sandro Lyra, da coordenadora da Associação dos Professores de Itapé (API), Tilda Tamar, da secretaria da API, Maria Gorete Santos, da coordenadora do Pacto Jucivane Alves, da missionária Lígia Freire, do vereador Jorge Costa Cruz (Jorge de Jó), além de alunos, ex-alunos, professores e outros participantes.

Segundo a escritora, um dos grandes diferenciais da obra é sua abordagem diferenciada (toda baseada na Bíblia). “O livro é composto por oito capítulos baseados em versículos bíblicos que tratam de imagem, aparência, corpo, beleza, satisfação pessoal e comparação, dentre outros”, explicou, agradecendo aos presentes pelo carinho. De acordo com ela, o “Sou uma pessoa bonita” levou um certo tempo para ficar pronto pois precisou convencer as editoras da viabilidade comercial do produto. (Fotos: Marcelo Carvalho)

 

 

Criador do Capitão R.E.D., lança novos projetos em quadrinhos nacionais


Reunião de super-heróis brasileiros e superequipe sombria estão entre os planos futuros.

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O roteirista Elenildo Lopes não para. Depois de criar o herói brasileiro Capitão R.E.D. em 2012 e lançar neste ano o projeto inédito Protocolo: A Ordem, que reúne mais de 20 super-heróis nacionais numa mesma história, o autor lança novos projetos para balançar o mercado nacional de quadrinhos.

Lopes aproveitou as Olimpíadas realizadas no Rio de Janeiro para anunciar seu mais novo super-herói, Velox, que também é um atleta olímpico. A novidade no personagem é que ele é o primeiro personagem solo assumidamente homossexual nos quadrinhos brasileiros. Passado o furor esportivo, o criador arregaça as mangas e anuncia seus planos futuros.

Para começar, ele retoma o antigo projeto A Ordem, que esteve em captação de recursos no Catarse no ano de 2014, mas não alcançou o valor estipulado. “Mesmo não atingindo a quantia proposta, tivemos um bom alcance midiático em todo o Brasil. Por isso, o projeto foi reformulado e relançado em 2015 como a HQ Protocolo: A Ordem. Desta vez, superamos a meta”, relembra Lopes.

Com a boa aceitação da revista, o autor decidiu tirar sua ideia original da gaveta, rebatizando-a como A Primeira Ordem. “Novamente, a revista trará a reunião dos maiores e mais clássicos super-heróis brasileiros atuando em conjunto numa novíssima saga cósmica. Mas a história se passará após os eventos em Protocolo: A Ordem” explica ele. Inicialmente, a publicação terá 80 páginas, mas esse número pode subir para 100, dependendo da arrecadação atingida.

A revista será impressa em formato americano (16 cm x 25 cm), capa cartonada com brilho e papel com gramatura de 170g. Dependendo do valor arrecadado, o miolo pode ser colorido ou em preto e branco. O editor e idealizador do projeto será o próprio Elenildo Lopes e contará com diversos autores e seus respectivos personagens (Veja lista em anexo).

A previsão é que A Primeira Ordem seja lançada para captação de recursos em novembro deste ano no site Catarse (www.catarse.me) e, caso a meta seja atingida, a distribuição acontecerá no segundo semestre de 2017. Em um segundo momento, também estão previstos o lançamento de um jogo RPG (Role-playing Game) de A Primeira Ordem, bem como a tradução da HQ para a língua inglesa.

Um segundo projeto do autor é o lançamento da superequipe Liga Apocalíptica, que reúne alguns dos maiores e mais clássicos super-heróis sobrenaturais brasileiros. “Seria algo semelhante à Primeira Ordem, mas bem mais sombria e sobrenatural. São projetos diferentes”, define Lopes. A Liga Apocalíptica está prevista para 2017.

 

Autores participantes da HQ A Primeira Ordem com seus respectivos personagens

A seguir, uma lista dos autores confirmados no projeto A Primeira Ordem e suas respectivas criações (lista sujeita a alterações):

Rodrigo Dos Santos e Alan Pavan – Anjo Urbano
Denilson Reis – Bruce
Pedro Campos – Capitão 7
Gian Danton – Capitão Gralha
Elenildo Lopes – Capitão R.E.D
Jorge Araujo – Ciclone
Alcivan Gameleira – Corcel Negro
Daniell Abrew – Corrupião
Eloyr Pacheco – Escorpião de Prata
Mike Deodato Jr. – Flama
Heraldo Wilson – Ginasta
João Luiz Vital – Homem Trator
Altemar Domingos – Jaguara
Lincoln Nery – Jou Ventania
Gabriel Rocha – Lagarto Negro
Alan Yango – Maximus

Gedeone Malagola – Raio Negro
Luís Carlos Nunes – Supraion
Emir Ribeiro – Velta
Wellington Santos – Vulto
Equipe técnica:
Editor: Elenildo Lopes

Selo editorial: MeuHerói
Argumentos: Elenildo Lopes e Gian Danton
Roteiristas: Gian Danton e Alexandre Magno
Desenhista: Marcio Abreu

Cores: Daniel de Oliveira

Itapé: Eliana Trindade lança livro que ensina você a reconhecer sua própria beleza


O objetivo da obra é ajudar as pessoas, principalmente as cristãs, a se perceberem bonitas em suas singularidades.

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A autora Eliana Trindade     Foto: divulgação

O livro “Sou uma pessoa bonita” nasceu da necessidade de comunicar as pessoas o quanto elas são bonitas em suas particularidades. Nele, a autora Eliana Trindade destaca que a certeza da própria beleza se apresenta como um desafio na atualidade, pois a sociedade prega o contrário.

Um dos grandes diferenciais desta bela obra é sua abordagem diferenciada (toda baseada na Bíblia). Sou uma pessoa bonita é composto por oito capítulos baseados em versículos bíblicos que tratam de imagem, aparência, corpo, beleza, satisfação pessoal e comparação, dentre outros.

De acordo com Eliana Trindade, o objetivo é ajudar, principalmente aos cristãos, a se perceberem bonitos em suas singularidades. “Não escrevo para pessoas que se acham belas por uma questão de simetria, peso, tamanho ou cor, mas para as que são bonitas, de fato, porque são filhas amadas de Deus”, garante.

Sou uma pessoa bonita

Lançamento: dia 08 de outubro

Horário: 15h às 17h

Local: Câmara de Vereadores de Itapé

Entrada: um quilo de alimento não perecível