Festival sem aglomeração


Julia Vitoria

Nesta semana começa o festival de verão sem aglomeração. A emissora TVE integrante do Sistema de Rádio e  Televisão do Espírito Santo e a TVE Bahia apresentam a nova programação com estilos de músicas e shows bem variados sempre às 20 Horas.

Hoje, 18/01,  acontece o lançamento do do single deixa sossegar em formato de live do cantor Vitor Lucarelli, ele começou a carreira como vocalista e guitarrista da banda Moreati, e hoje inicia sua carreira solo sob um universo mais íntimo e silencioso entre  o MPB e o Folk, na apresentação ele traz versões acústicas das músicas de Moreati além de apresentar dois single de carreira solo lançado ano passado, ele ainda outras referências a canções contemporâneas que conversam com sua nova proposta.

 Bernardo Mesquita, conhecido no meio musical como “Bernardo John” trás toda sua personalidade e estilo na apresentação de terça feira, um estilo diferenciado entre o MPB e o rock ele já tocou em bandas Domingo a Fevereiro, Auria, Lordose Pra Leão, Crivo, Rajar, Confeito da Mafalda, Super Combo e banda 2ois ele também se apresentou em shows e gravações no estúdio com vozes famosas da música brasileira  como Dead Fish, Sidney Magal, Badauí (CPM 22), o single por aqui já ultrapassou mais de 80 mil visualizações e o vídeoclip mais de 70 mil visualizações no YouTube.

Na quarta-feira dia 20 de janeiro  têm Brazil Afro Symphonic com Armandinho Macêdo e Olodum New Generation e a Orquestra St. Petersburg Studio”. Eles apresentam uma mistura de música baiana com a tradicional orquestra Russa que tem 24 músicos de instrumentos de corda, feito dentro da igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, no Pelourinho, em Salvador a apresentação aparecerá no Espírito Santo por causa da parceria com a TVE Bahia.

Sarau do Léo Marzé”, apresentado no Cultura Conecta (Secult), será exibido na TVE na quinta-feira dia 21 de janeiro, o músico e compositor Leomar Miranda faz parte da banda Macucos e tá em fase de gravação do álbum Léo Marzé em um trabalho autoral cantando histórias do cotidiano

Na sexta feira dia 22 de janeiro Nara Couto trás sua estreia em carreira solo o espetáculo Outras Áfricas a apresentação  faz parte do seu projeto Voltando aos palcos Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador. 

No último dia de apresentação no sábado dia 23 de janeiro André Prando se apresenta com o repertório de todos os seus discos Vão (2014), Estranho Sutil (2015), Voador (2018) e Calmas Canções do Apocalipse (2020). Ele ainda conta algumas histórias de sua  carreira e também de como tem trabalhado durante a pandemia. 

Para saber mais detalhes sobre o Festival de Verão sem Aglomeração, acesse: https://rtv.es.gov.br/Not%C3%ADcia/festival-divulga-os-multiplos-sons-de-artistas-capixabas-e-nacionais

Banda Pholhas


Eles são como o vinho: melhores a cada ano que passa. O Grupo Pholhas está a todo vapor e com planos de lançar seu novo cd em breve. “Temos a pretensão de realizá-lo e lançá-lo ainda em 2017”, garantem. Sobre o atual cenário musical, os músicos acreditam que não mudou muito: “o mais difícil é repetir o sucesso mais de uma vez, mas na verdade, sempre foi assim, realizar um novo hit é raro, e isso também depende de mídia adquirida e mais outros ‘n’ fatores”, avaliam. A banda recebeu a reportagem do Blog Carvalho News para falar sobre sucesso, projetos, fãs e muito mais. Quer saber das novidades deste talentoso grupo? Então, não perca tempo! Boa leitura!

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Banda Pholhas Fotos: divulgação

Blog Carvalho News – Quanto tempo a Banda Pholhas tem de estrada?

Banda Pholhas – Os Pholhas completaram 48 anos de atividade em fevereiro de 2017, sendo assim uma das mais longevas no cenário artístico musical brasileiro.

CN – Há alguma banda ou cantor que serve de inspiração para vocês?

Banda Pholhas – primeiras influências vêm da década de 1960, com Beatles, Rolling Stones, The Who, Steppen Wolf, Bloodrock, Grand Funk Railroad,  falando dos roqueiros e Bee Gees,  Classics IV, B.J.Thomaz, Johnny Rivers, dos baladeiros.

CN – Como vocês avaliam o nosso atual cenário musical?

Banda Pholhas – O cenário musical não só brasileiro, mas mundial, atualmente é muito dinâmico devido ao tipo de comunicação existente, absurdamente frenética, que conduz os artistas a uma produção desenfreada e em função de um filtro cada vez mais exigente produz sucessos fugazes, porém popularíssimos. O mais difícil é repetir o sucesso mais de uma vez, mas na verdade, sempre foi assim, realizar um novo hit é raro, e isso também depende de mídia adquirida e mais outros ‘n’ fatores.

CN -My Mistake e She Made Me Cry são alguns de seus hits. O que é necessário para que uma canção caia no gosto popular?

Banda Pholhas – Quando se consegue emplacar um primeiro sucesso, a mídia e o público se preparam para a próxima novidade, facilitando assim sua divulgação inicial, porém o produto tem que ser bom e de acordo com a expectativa. No caso dos Pholhas, assim ocorreu com os seguidos sucessos ‘She made me cry’ e ‘Forever’ – foram 3 discos de ouro na sequência, praticamente um a cada ano de 1973 a 1975.

CN – O que os membros do grupo costumam ouvir e apreciar?

Banda Pholhas – Cada um com seu gosto individual em função de suas experiências musicais, o Paulinho Fernandes(bateria) ouve muito Jazz Contemporâneo, Fusion(JazzRock) e algumas pérolas da MPB tais como Ivan Lins, Djavan, Dori Caimmy, Milton Nascimento e Elis Regina;   Bitão(guitarra) curte Rockn’Roll, MPB e World Music;  João Alberto(contrabaixo) ouve Jazz em todas suas nuances, e Elias Jó(teclados)curte também muito Jazz, MPB em suas variadas modalidades e Rockn’Roll.

CN – Sobre o repertório. Como é feito esse processo de composição e escolha das melodias?

Banda Pholhas – Os Pholhas em toda sua carreira sempre trabalharam juntos, e as principais canções foram assim compostas, normalmente durante os ensaios e trabalhos em estúdio com as contribuições individuais que ao final redundavam no ‘jeito’ ou ‘estilo’ Pholhas. Dessa forma foi feito o último produto, as 4 músicas do novo EP – Pholhas cantam as músicas do Rei Roberto Carlos – nova roupagem às canções originais dos anos 1960.

CN -“Pholhas 45”. O que esse cd representa para vocês?

Banda Pholhas – Pholhas 45 anos – possibilitou-nos, em algumas músicas, agregar detalhes tanto instrumentais como vocais que trouxeram uma sonoridade atualizada e, em outras, novos arranjos que satisfizeram nossos planos antes da gravação em si. Trouxe um envolvimento bom e genuíno entre os componentes, e também com os técnicos de gravação como há muito não se via na banda. A colaboração foi total e o resultado muito nos satisfez, motivando-nos a novos trabalhos.

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CN – Como anda os preparativos para o novo cd?

Banda Pholhas – Estamos na fase de pesquisa, composição e algumas decisões sobre o formato desse novo trabalho, e temos a pretensão de realizá-lo e lançá-lo ainda em 2017.

CN – O Pholhas já levou sua música para fora do país. Qual a melhor lembrança que vocês guardam dessas turnês?

Banda Pholhas – HOJAS – êsse é o nome do LP que a gravadora RCA lançou na Espanha e países de língua espanhola da América Latina. Para isso, os principais sucessos My mistake e She made me cry foram regravados em espanhol na época. Apesar de não ter sido lançado nos EUA, a comunidade hispânica tomou conhecimento do disco em vinil, o que nos possibilitou realizar um belo show em New Jersey em fevereiro de 1975.

CN – Quais os projetos da banda? Há alguma novidade que possa nos adiantar?

Banda Pholhas – Os projetos não param e a banda Pholhas investe em novidades frequentes para as apresentações ao vivo com um moderno audiovisual e as gravações com novas canções que devem ser realizadas ainda êste ano. Além disso, existe o trabalho junto ao seu grande número de fãs, utilizando as ferramentas da internet, imprescindíveis hoje para comunicação rápida e criativa.

CN – Vocês muitos fãs. Qual a mensagem que gostaria de deixar para eles?

Banda Pholhas – A mensagem que toda comunidade ‘Pholhas’ espera é “o show não pode parar” e novidades estarão por aí para muito breve.  Uma banda com todo êsse sucesso alcançado ao longo dessas décadas todas não tem como ser brecada pois já atingiu velocidade de cruzeiro. E assim continuará.