McCartney III é o novo disco de Paul McCartney


Músicos e críticos avaliam o novo disco do cantor que gravou sozinho num estúdio caseiro durante a pandemia

Julia Vitoria

Em 1990 o cantor Paul McCartney se apresentou pela primeira vez no Brasil. Nessa época o cantor já tinha duas décadas de carreira depois de sair do que foi considerado o fim da mais importante banda de rock os Beatles, o cantor também já tinha lançado dois discos com seu sobrenome e este ano lançou o terceiro McCartney III, esse é o 18° disco individual do artista. Os discos McCartney saiu em 1970, logo depois de deixar os Beatles; e McCartney II é de 1980, quando desfez a Wings, sua segunda banda. 

O artista não tinha planos de gravar ano passado, pois iria sair em turnê, contudo devido a pandemia teve que ficar em casa com a família no sul da Inglaterra em quarentena, e para passar o tempo acabou com as novas canções, algumas delas baseadas em canções antigas. Que nunca tinham sido lançadas. O disco compõe 11 faixas variando entre o rock e baladas que foram gravadas em um estúdio caseiro. E em maior parte gravou ao vivo os vocais, guitarra  e piano também completou com baixo e bateria.

Em declaração ele disse que começou a gravar com o instrumento que compôs a canção e depois foi adicionando o demais, na abertura do novo cd tem um instrumental Long tailed winter bird à qual adicionou as falas: “Você sente a minha falta?/ Você consegue me sentir?/ Você confia em mim?” Entre as outras faixas do set list estão: Find may way, Petty boys, Women and wives, Deep deep felling, Seize the day e Winter bird/ When winter comes, que fecha o set list.

O Guitarrista e fundador da Let it Beatle, banda brasiliense cover dos Beatles, Rodrigo Karashima só elogia o novo disco de Paul McCartney ele fala que o cantor poderia está apenas colhendo os frutos de seu gigantesco sucesso e legado pelo mundo mas que ao compor é gravar novas músicas aos 78 anos mostra que suas habilidades de compositor continuam afiadas. E assim como os outros discos McCartney (1970) e McCartney II (1980) ele adotou um conceito instrumental livre de padrões.

Ele ainda completa falando que só de abrir o disco em uma faixa de 5 minutos como Long tailed winter bird já se ouve o instrumental e já não tem qualquer padrão de música pop atual Assim como Deep deep feeling, com mais de oito minutos de climas dark e melancólico. Ele também fala que novo álbum segue as pegadas dos anteriores, e mesmo a voz não sendo a mesma ele fala que se tem alguém que ele queira que continue fazendo música é  Paul McCartney. 

O vocalista e guitarrista da Friends,Sergei Quintas é fã dos Beatles e lembra do lançamento do disco Help e ao ouvir a música Yesterday se encantou com a beleza melancólica e rica com o instrumental tendo violinos, violas e violoncelos em arranjo de George Martin, ele fala que ali ele viu que tinha um fenômeno musical que duraria por anos,  Quintas fala que cantou as músicas por cinquenta anos com o grupo Friends e depois os Beatles acabaram.

Ao ouvir o disco de Paul ele ficou surpreendido pois para ele nada supera o anos dourados dos Beatles ou a carreira solo de McCartney,  mas que o trabalho com melhor qualidade e o melhor atual da tecnologia onde o artista foi cantor, compositor maestro e Tudo mais exibindo um talento que transborda.

Banda capixaba de rock lança trabalhos autorais


A banda Capitão  Morgan assina contrato com a midas music  e coloca canções nos streamings

Julia Vitória

Formado há sete anos na região de Santa Teresa a banda capixaba Capitão Morgan, tem se empenhado bastante para que o rock nacional volte aos holofotes isso move o grupo capixaba, que assinou o Midas Music, gravadora do produtor musical Rick Bonadio, os integrantes Rodson Rudio (guitarra e vocal), Bruno Novelli (baixo) e Anderson Marques (bateria), agarraram a oportunidade.

O produtor musical midas tem o apelido inspirado no personagem da mitologia grega onde tudo que tocava virava outro, Rodson Rudio ficou surpreso e emocionado com a atenção que obtiveram do produtor, para ele o Bonadio tem um olhar especial para o mercado. Quatro músicas já estão nas plataformas de streaming, São elas: Descompasso, vícios, o agora e olhos fechados, trazem como tema a beleza da mulher a superação, o recomeço e despedidas e encontro dos casais. 

Rick Bonadio, produtor musical da Banda Capitão Morgan. Foto: divulgação

Ao mandarem seu trabalhos para gravadora foram recebidos pelo braço direito do produtor que gostou bastante do som do capitão Morgan, a banda começou a compor músicas autorais a pouco tempo mais especificamente em 2017, antes só tocavam os clássicos de artistas dos anos 80 e 90, e algumas de grupos modernos como  Kings of Leon e Colplay. Parando vocalista esse tempo tocando músicas não autorais ajudou no desenvolvimento da banda e a descobrir o que o público gosta de escutar.

A banda está em fase de lançamento porém com a pandemia isso atrasou um pouco, o segmento musical. Esse tempo ajudaram a trabalhar mais concentrados, em setembro lançaram a primeira música e em novembro lançaram a última. A gravadora os ajudou muito com o novo projeto, ganhando um novo público e conhecendo mais a banda.

Banda capixaba, Capitão Morgan. Foto: divulgação

Com uma breve turnê pela Europa eles conheceram a Itália, Inglaterra e Holanda, eles fizeram intercâmbio com as bandas desses países e apesar de terem sido  apresentações pequenas ajudaram a banda a adquirir mais experiência. Ainda quando tocavam músicas cover nos shows eles colocavam algumas de suas autorias que foram bem aceitas pelo público, e quando deram por conta tinham o mesmo números de covers e músicas autorais.

Tendo uma boa relação com os produtores eles se reúnem para  contar histórias das composições, e analisam que o sol ganhou qualidade. para a banda o artista deve confiar no produtor e uma liberdade para ter músicas de qualidades desejáveis. Para o futuro eles continuarão  produzindo novas músicas voltarão  a São Paulo para gravarem novas músicas e levar show para o público.

Capitão Morgan é uma banda de rock diferenciada, reunindo alguns elementos da música eletrônica eles acreditam que isso chamou a atenção dos produtores. Eles tocam a 15 anos a noite, tiveram alguns outros projetos autorais e isso faz diferença no mercado. Mesmo tocando rock eles não tem um estilo mas ainda sim conseguem  manter a essência do rock.

Harry Styles, sucesso para todas as idades


O cantor Harry Styles, que fez parte da ex-banda One Direction, hoje faz sucesso com sua carreira solo

Julia Vitória

Sendo de família modesta e cresceu tendo  como influência musical Fred Mercury, nasceu em Redditch, um município da Inglaterra, sua família não tinha nenhuma característica artística, mesmo assim Harry faz a alegria dos fãs hoje com suas músicas. O cantor de 26 anos nasceu em 1 de fevereiro de 1994, e aos 15 anos começou a trabalhar em uma padaria, contudo logo se inscreveu num programa de talentos chamado: The x Factor, e isso mudou sua vida. Com um apresentação a capela da música Isn’t She Lovely, impressionou os jurados, porém só foi até a segunda fase do programa. 

One Direction esteve no Brasil no ano de 2014. Foto divulgação.

Depois de ser eliminado, a jurada do programa  Nicole Scherzinger deu a ideia de montar uma banda com os cinco garotos eliminados nascendo assim a One Direction. A boyband teve um sucesso estrondoso e chegou a final do programa em terceiro lugar, em dois mil e cinco eles resolveram dar uma pausa por tempo indeterminado. Até o ano da pausa a banda fazia sucesso por onde passa chegando a lançar um disco por ano.  Alguns dos integrantes como Zayn e Harry começaram suas carreiras solos.

Sobre o seu primeiro single, ele revelou que não queria que não soasse como nada que a One Direction pudesse gravar. Seu segundo álbum também arrancou críticas positivas, de um trabalho nostálgico, mas com personalidade. Tendo uma sonoridade mais animada que seu Primeiro trabalho  

O cantor Harry Styles, carreira solo vitoriosa. Foto: divulgação.

Harry passou um responde dedicando a família e amigos, mas em dois mil e dezesseis começou seu primeiro projeto solo, gerando várias críticas positivas e recebendo certificado de platina em seu Primeiro  single solo, Harry também se aventurou nos cinemas estreitando em um filme de guerra chamado: dunkirk. Seu segundo álbum lançado em dois mil e dezenove, estreou no topo do Billboard sendo a maior estreia de um cantor inglês masculino nos EUA. Em dois mil e vinte com seu quarto single alcançou o topo novamente.

Estando no melhor momento de sua carreira, ele lançou no final de novembro o clipe da música golden uma das favoritas dos fãs sendo  gravada na Itália, apesar do lançamento ter sido em novembro o clipe foi gravado no final de setembro sendo dois dias de gravações os moradores aproveitaram para tirar fotos do cantor. O clipe era esperado pelo público e no dia 26 a espera acabou, o cantor revelou em entrevista que a música sempre foi uma fonte de alegria para  ele e que o clipe era para animar algumas pessoas.

Mesmo com o fim da banda Harold continua sendo o queridinho dos fãs, fazendo sucesso arrasando corações.

Vale Música completa vinte anos de valorização de jovens músicos


Em duas décadas de história, projeto foi o primeiro contato com a arte para alguns músicos consagrados, como o fagotista Mauro Junior

Júlia Vitoria

Um instrumento de cinco quilos de madeira e com um nome peculiar o fagote encantou o jovem Mauro Sergio Nunes de Oliveira. O primeiro contato com o instrumento musical foi em dois mil e dezesseis quando ele entrou para o projeto vale musica. O universo da musica clássica encantou o rapaz, e aos 16 anos já fzia parte da banda marcial da escola estadual Clovis Borges Miguel na serra sede. O primeiro instrumento dominado foi um de sopro, o saxofone. 

Com muitas aspirações o jovem passava horas treinando e pesquisando. Assim encontrou os colibris, uma renomada família de instrumentistas capixabas, o apreço pela musica era tanto que todos em sua volta notavam. Seus amigos incentivaram o rapaz a se inscrever no projeto Vale Música, Mario Junior agarrou a oportunidade e fez sua inscrição. Realizado a prova com êxito ganhou destaque no projeto em 2016. 

Sua vida mudou completamente, o projeto foi seu ponto de partida. Hoje aos 22 anos é estudante e especializado em fagote, o instrumento estranho de uma das universidades mais renomadas do país, a USP, ele ainda participa do conservatório Dramático e musical Dr. Carlos, do de Tatuí, um das mais respeitadas escolas de musica da America latina.

O rapaz de sorriso largo tem orgulho de participar deste projeto de musica da vale que este ano de dois mil e vinte completa 20 anos. Atualmente o projeto tem pessoas 200 com idades entre os 7 e 29 anos na estação de conhecimento na serra,  em jardim camburi no núcleo da vale musica tem hoje  70 crianças de 7 a 11 anos. A vale também tem projetos em outros estados como minas gerais e mato grosso do sul.

O rapaz desde pequeno traz consigo uma responsabilidade enorme, nascido em uma família simples, o menino viveu escolhas difíceis, e fala que seus pais foram seu maior incentivo. Sendo um pouco difícil entender a escolha do filho eles sempre o apoiaram. Em dois mil e dezessete, Mauro conquistou uma vaga no curso de física na universidade federal do espírito santo(Ufes)e também no instituto federal do espírito santo (Ifes), e uma vaga e musica na univrsidade de são Paulo (USP).

Seguindo seu sonho decidiu ser musico, mas aos olhos dos pais não era algo bom, Mauro fala que eles não sabiam como era essa carreira, porque não fazia parte da vivencia deles, e se preocupavam com o futuro do filho. Mesmo assim eles apoiaram o filho e Mauro foi para São Paulo ser musico fagotista. 

Ele hoje é uma referencia para os jovens que participam do projeto Vale Musica, e acredita que muitos sairão do projeto direto para as diversas faculdades no Brasil. Hoje ele é professor voluntario do projeto e ex-aluno. O professor apesar de estudar e ensinar musica com um instrumento clássico ouve diversos tipos de musicas brasileiras e é apaixonado pelo grupo de pagode, Katinguelê, e ouve sempre que pode.

Ilhéus: prefeitura abre inscrições para credenciamento de bandas e artistas


A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria Municipal da Cultura e do Turismo (Secult) publicou o edital de chamamento público para o credenciamento de serviços artístico-culturais, no biênio 2019-2020. As inscrições tiveram início em 25 de novembro e se estenderão até 4 de setembro 2020. Contudo, os interessados em participar do calendário de eventos ainda deste ano devem se inscrever até o dia 15 de dezembro.

O chamamento visa credenciar Grupos Artísticos e Culturais, Bandas e Blocos Afro para compor a programação artística-cultural do Réveillon, Puxada do Mastro, Lavagem da Escadaria da Catedral, Carnaval Cultural, Aniversário da Cidade, São João dos Bairros, Semana Jorge Amado de Cultura e Arte, Projeto Seis e Meia e projetos e atividades apoiados pela Prefeitura.

Baixe Aqui os Documentos e Edital

Ilhéus: turnê d’O grande encontro chega a cidade em abril


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Alceu, Elba e Geraldo farão show em Ilhéus Fotos: divulgação

Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença vão se apresentar na Concha Acústica de Ilhéus, para celebrar a turnê d’O grande encontro. O show acontece no dia 13 de abril, em comemoração às duas décadas do projeto encabeçado pelos artistas nordestinos. Em entrevista a um programa de rádio local, o ex-secretário de Turismo de Ilhéus e produtor de eventos, Roberto Lobão, disse o show será um grande presente não apenas para Ilhéus, mas para todo o sul da Bahia. “Este evento tem um porte que a cidade há muito tempo não recebe. Quando esses três artistas se reúnem é garantia de sucesso”, elogia.

O produtor frisa ainda que “quando fizemos o lançamento do show durante o carnaval deste ano através das redes sociais, a procura foi muito grande. Ilhéus realmente abraça quando o produto é de qualidade. Intensificamos a divulgação, as parcerias, os planos de mídia, de maneira que o primeiro lote está todo vendido”, comemora. Lobão ressalta que para a realização do evento, a organização vai trabalhar o conceito de sustentabilidade, com a utilização de equipamentos que não emitem gases poluentes, por meio de produção e parceria com catadores de latinhas que farão a destinação correta das mesmas.

Queridas pelo público – Durante os anos da turnê, o cancioneiro, por exemplo, era apresentado de forma mais acústica, característica mudada na nova fase, tida como mais “elétrica” e “percussiva”. Entre as músicas mais queridas pelo público: “Anunciação”, “Banho de Cheiro”, “Dia Branco”, “Tropicana”, “Moça Bonita”, “Caravana”, “Belle de Jour”, “Canção da Despedida”, “Coração Bobo”, “Táxi Lunar” e “Bicho de Sete Cabeças”. Dentre as surpresas estão “Papagaio do Futuro” (apresentada por Alceu, Geraldo e Jackson do Pandeiro no Festival Internacional da Canção de 72) e “Me Dá um Beijo”, parceria de Alceu e Geraldo, do primeiro disco da dupla, recriada com Elba no vocais.

Ilhéus: município terá show da Caravana da Música Africania


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Africânia Foto: divulgação

Ilhéus será palco este mês do projeto Caravana da Música que faz apresentação única no dia 19 deste mês, a partir das 19 horas, na praça Castro Alves, situada em frente ao prédio onde funciona a Biblioteca Pública Municipal Adonias Filho. Mesclado do instrumental baiano ao som dos atabaques, indo ao som dos trompetes para os atabaques, o grupo Africania faz mais uma parada na região.

O projeto promete contribuir para a difusão da produção artística da Bahia, permitindo o deslocamento e interiorização dos artistas, chegando a praças em que nunca se apresentaram. A chamada pública contou com a participação de 250 bandas e músicos que foram avaliados por curadoria formada pelo jornalista Luciano Matos, os produtores culturais Luizão Pereira e Ivanna Souto.

Em seu segundo ano, o Caravana da Música recebe, além de outros cinco artistas que já passaram nesta edição, Bando Velho Chico, Dão e a Caravana Black, Grupo Botequim, Lucas Santtana e Samba Chula de João do Boi, que circularão por outros cinco municípios. Realizado pela Maré Produções Culturais, o evento conta com o patrocínio da Vivo, através do Programa Fazcultura e das secretarias da Fazenda e de Cultura da Bahia, como o apoio da secretaria municipal de Cultura (Secult).

CCBB possui ótimas atrações


Você já conhece o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)? Os CCBBs são espaços culturais geridos e mantidos pelo Banco do Brasil cujo objetivo é disseminar a cultura pela população. Eles estão presentes nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. No CCBB você encontra teatro, cinema, artes visuais, musica e muito mais. Vale a pena uma visita.

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Escolha o mais próximo:

Belo Horizonte – Praça da Liberdade, 450 – Funcionários – CEP: 30140-010 | Belo Horizonte – MG(31) 3431-9400 – [email protected]. Funcionamento: de quarta a segunda das 9h às 21 horas Brasília – SCES, Trecho 02, lote 22CEP: 70200-002 | Brasília (DF)(61) 3108-7600 – [email protected] – Funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 21h.

Rio de Janeiro – Rua Primeiro de Março, 66 – CentroCEP: 20010-000 / Rio de Janeiro (RJ)(21) 3808-2020 – [email protected] – Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 21h. São Paulo – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – CEP: 01012-000 | São Paulo (SP)(11) 3113-3651- [email protected] – Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 21h.   Mais informações: http://culturabancodobrasil.com.br/portal/  Fotos: CCBB São Paulo, Belo Horizonte e Brasília respectivamente.

 

 

Banda Pholhas


Eles são como o vinho: melhores a cada ano que passa. O Grupo Pholhas está a todo vapor e com planos de lançar seu novo cd em breve. “Temos a pretensão de realizá-lo e lançá-lo ainda em 2017”, garantem. Sobre o atual cenário musical, os músicos acreditam que não mudou muito: “o mais difícil é repetir o sucesso mais de uma vez, mas na verdade, sempre foi assim, realizar um novo hit é raro, e isso também depende de mídia adquirida e mais outros ‘n’ fatores”, avaliam. A banda recebeu a reportagem do Blog Carvalho News para falar sobre sucesso, projetos, fãs e muito mais. Quer saber das novidades deste talentoso grupo? Então, não perca tempo! Boa leitura!

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Banda Pholhas Fotos: divulgação

Blog Carvalho News – Quanto tempo a Banda Pholhas tem de estrada?

Banda Pholhas – Os Pholhas completaram 48 anos de atividade em fevereiro de 2017, sendo assim uma das mais longevas no cenário artístico musical brasileiro.

CN – Há alguma banda ou cantor que serve de inspiração para vocês?

Banda Pholhas – primeiras influências vêm da década de 1960, com Beatles, Rolling Stones, The Who, Steppen Wolf, Bloodrock, Grand Funk Railroad,  falando dos roqueiros e Bee Gees,  Classics IV, B.J.Thomaz, Johnny Rivers, dos baladeiros.

CN – Como vocês avaliam o nosso atual cenário musical?

Banda Pholhas – O cenário musical não só brasileiro, mas mundial, atualmente é muito dinâmico devido ao tipo de comunicação existente, absurdamente frenética, que conduz os artistas a uma produção desenfreada e em função de um filtro cada vez mais exigente produz sucessos fugazes, porém popularíssimos. O mais difícil é repetir o sucesso mais de uma vez, mas na verdade, sempre foi assim, realizar um novo hit é raro, e isso também depende de mídia adquirida e mais outros ‘n’ fatores.

CN -My Mistake e She Made Me Cry são alguns de seus hits. O que é necessário para que uma canção caia no gosto popular?

Banda Pholhas – Quando se consegue emplacar um primeiro sucesso, a mídia e o público se preparam para a próxima novidade, facilitando assim sua divulgação inicial, porém o produto tem que ser bom e de acordo com a expectativa. No caso dos Pholhas, assim ocorreu com os seguidos sucessos ‘She made me cry’ e ‘Forever’ – foram 3 discos de ouro na sequência, praticamente um a cada ano de 1973 a 1975.

CN – O que os membros do grupo costumam ouvir e apreciar?

Banda Pholhas – Cada um com seu gosto individual em função de suas experiências musicais, o Paulinho Fernandes(bateria) ouve muito Jazz Contemporâneo, Fusion(JazzRock) e algumas pérolas da MPB tais como Ivan Lins, Djavan, Dori Caimmy, Milton Nascimento e Elis Regina;   Bitão(guitarra) curte Rockn’Roll, MPB e World Music;  João Alberto(contrabaixo) ouve Jazz em todas suas nuances, e Elias Jó(teclados)curte também muito Jazz, MPB em suas variadas modalidades e Rockn’Roll.

CN – Sobre o repertório. Como é feito esse processo de composição e escolha das melodias?

Banda Pholhas – Os Pholhas em toda sua carreira sempre trabalharam juntos, e as principais canções foram assim compostas, normalmente durante os ensaios e trabalhos em estúdio com as contribuições individuais que ao final redundavam no ‘jeito’ ou ‘estilo’ Pholhas. Dessa forma foi feito o último produto, as 4 músicas do novo EP – Pholhas cantam as músicas do Rei Roberto Carlos – nova roupagem às canções originais dos anos 1960.

CN -“Pholhas 45”. O que esse cd representa para vocês?

Banda Pholhas – Pholhas 45 anos – possibilitou-nos, em algumas músicas, agregar detalhes tanto instrumentais como vocais que trouxeram uma sonoridade atualizada e, em outras, novos arranjos que satisfizeram nossos planos antes da gravação em si. Trouxe um envolvimento bom e genuíno entre os componentes, e também com os técnicos de gravação como há muito não se via na banda. A colaboração foi total e o resultado muito nos satisfez, motivando-nos a novos trabalhos.

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CN – Como anda os preparativos para o novo cd?

Banda Pholhas – Estamos na fase de pesquisa, composição e algumas decisões sobre o formato desse novo trabalho, e temos a pretensão de realizá-lo e lançá-lo ainda em 2017.

CN – O Pholhas já levou sua música para fora do país. Qual a melhor lembrança que vocês guardam dessas turnês?

Banda Pholhas – HOJAS – êsse é o nome do LP que a gravadora RCA lançou na Espanha e países de língua espanhola da América Latina. Para isso, os principais sucessos My mistake e She made me cry foram regravados em espanhol na época. Apesar de não ter sido lançado nos EUA, a comunidade hispânica tomou conhecimento do disco em vinil, o que nos possibilitou realizar um belo show em New Jersey em fevereiro de 1975.

CN – Quais os projetos da banda? Há alguma novidade que possa nos adiantar?

Banda Pholhas – Os projetos não param e a banda Pholhas investe em novidades frequentes para as apresentações ao vivo com um moderno audiovisual e as gravações com novas canções que devem ser realizadas ainda êste ano. Além disso, existe o trabalho junto ao seu grande número de fãs, utilizando as ferramentas da internet, imprescindíveis hoje para comunicação rápida e criativa.

CN – Vocês muitos fãs. Qual a mensagem que gostaria de deixar para eles?

Banda Pholhas – A mensagem que toda comunidade ‘Pholhas’ espera é “o show não pode parar” e novidades estarão por aí para muito breve.  Uma banda com todo êsse sucesso alcançado ao longo dessas décadas todas não tem como ser brecada pois já atingiu velocidade de cruzeiro. E assim continuará.