Sem público: ato simbólico na Lapinha celebra Independência da Bahia


O tema da solenidade neste ano é “Chama da Esperança”

Thais Paim

Por conta da pandemia da Covid-19, esse é o segundo ano em que o tradicional desfile em comemoração à Independência da Bahia não acontece. Apesar do cenário atual, há um evento simbólico para celebrar a data.

Pensando no distanciamento social, não há presença de público no ato. A celebração ocorreu na Lapinha, com apresentação da Orquestra Sinfônica da Polícia Militar (PM-BA), e uma representação de Maria Quitéria, um dos símbolos da guerra que culminou em 1823 na expulsão dos portugueses de Salvador, um dos últimos redutos dos ex-colonizadores no Brasil.

O local escolhido para realizar o evento também não foi ao acaso. Na Lapinha encontra-se a imagem do caboclo, símbolo de independência baiana. O local foi um dos principais pontos de batalha entre brasileiros e lusitanos, assim como a Soledade, Pirajá e nas ilhas do Recôncavo.

Neste ano, em homenagem aos profissionais da saúde, o tema da solenidade é “Chama da Esperança”.

 

Lapinha. Foto: Bruno Concha

02 de julho 

Para os baianos, esta importante data é considerada como sendo a Independência do Brasil na Bahia. O motivo? É nela que celebramos a vitória dos brasileiros na guerra travada na então província da Bahia, por mais de 17 meses contra as tropas portuguesas. Foi através desse importante passo que consolidou-se a separação política do Brasil de Portugal.

O interesse por parte de Portugal era dividir o país em duas regiões: o sul e o sudeste permaneceriam sob a direção de Pedro; e o norte, sob o domínio português. Mas os planos não saíram como planejados após as tropas portuguesas serem expulsas definitivamente no dia 2 de julho de 1823.

Fonte: Adriana Oliveira TV Bahia

Alistamento militar obrigatório começa hoje


Se você nasceu em 2001, deve ficar bem atento pois começa hoje (12/01), o período de alistamento militar que é obrigatório. As inscrições vão até o último dia útil de junho e podem ser feitas pelo site www.alistamento.eb.mil.br ou pessoalmente na Junta de Serviço Militar.

O alistamento é obrigatório para jovens do sexo masculino, mas, constitucionalmente, as Forças Armadas (Aeronáutica, Exército e Marinha) devem atribuir serviço alternativo às atividades de caráter essencialmente militar para os candidatos que alegarem “imperativo de consciência” para não prestar serviço militar por crença religiosa ou convicção filosófica ou política.

O jovem que não se alistar pode ser punido com uma multa cujo valor varia conforme o tempo decorrido até que se apresente à Junta Militar. Além disso, quem não regulariza sua situação pode ser impedido de tirar passaporte, ser empossado em cargo público, entre outras sanções.