De duque a 007


O protagonista da série Os Bridgertons  está sendo cotado para interpretar o famoso agente 007 James Bond

Julia Vitoria

O ano de 2021 começou bem para o ator Regé-Jean Page. Após ter interpretado Duque de Hastings em os Bridgertons seu nome está entre os cotados nas casas de aposta inglesa como a Ladbrokes, para interpretar o famoso agente James Bond do filme 007. O ator tem 31 anos e ficou conhecido por fazer par romântico com Phoebe Dynevor, na série da Netflix lançada no dia de Natal. Baseada nos livros mais famosos da autora Julia Quinn a primeira temporada é adaptação do livro o Duque e eu.

Depois que Daniel Craig deixou o papel em 007 sem tempo  para morrer que teve sua estreia adiada devido a pandemia, nomes de atores começaram a ser cogitados antes da série Bridgertons o nome de Regé-Jean Page após ter interpretado Duque de Hastings nem aparecia na Ladbrokes. Contudo hoje está em quarto lugar ficando atrás de Tom Hardy, James Norton e Idris Elba, os favoritos para interpretar o papel, mas Page também está na frente de nomes como: Sam Heughan, Richard Madden, Jack Lowden e Cillian Murphy.

Com uma publicação em suas redes sociais Page levantou especulações sobre a possibilidade de interpretar o agente James Bond, em dezembro ele publicou a frase “shaken and stirred” e os internautas pensaram que ele poderia está fazendo uma referência a famosa frase dita por Bond “shaken, not stirred”.

Regé-Jean Page nasceu em Harare, no Zimbábaue e se mudou para Londres ainda na adolescência, ele se formou em drama e começou a atuar em peças de teatro, no ano de dois mil e quatro ele ele estreou no cinema com o curta metragem Troublemaker, no ano seguinte fez uma participação na série Casualty.

Ele ganhou projeção mundial ao participar da minissérie raízes em que um adolescente africano é levado para os Estados Unidos para ser escravizado a série aconteceu em dois mil e dezesseis, dois anos depois ele fez parte do elenco da série americana For the people de Shonda Rhimes, também produtora da série  Bridgertons, na série For the people Page interpretou um dos advogados da trama.

Antes de estreiar na série queridinha dos fãs Bridgertons o ator fez participação do drama Sylvie’s love ao lado de Tessa Thompson, Nnamdi Asomugha, Ryan Michelle Bathe, Aja Naomi King e Eva Longoria, o filme acompanha uma história de amor em meio a época de jazz nos Estados Unidos não anos de mil novecentos e cinquenta e mil  novecentos e sessenta, o filme teve estreia mundial no festival de cinema de Sundance.

Batwoman terá série própria na CW


O projeto Batwoman está muito próximo de sair do papel. Depois de fazer sua estréia durante o crossover “Elseworlds” Arrow-verse, a heroína está pronta para alcançar o status de estrela. A Channel Warner (CW) encomendou oficialmente um piloto para a potencial série de spin-off, que fará com que Ruby Rose, modelo e atriz australiana (The Meg) volte mais uma vez no papel-título de Batwoman / Kate Kane.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o piloto da Batwoman será dirigido por David Nutter, que já dirigiu episódios de Arrow, The Flash e Game of Thrones. Caroline Dries atua como showrunner no projeto com Greg Berlanti, Sarah Schechter e Geoff Johns, produtores executivos.ruby-rose

A estréia de Batwoman em Arrow-verse em “Elseworlds” também introduziu Gotham City pela primeira vez no The CW, bem como Arkham Asylum e alguns personagens interessantes que poderiam retornar em algum momento. No momento, no entanto, apenas Rose foi confirmada como aparecendo no piloto.

Em Arrow-verse, Kate Kane foi revelada como a prima de Bruce Wayne. Depois que Wayne / Batman deixou Gotham, ela se levantou com um capuz como Batwoman em uma tentativa de salvar sua cidade do colapso. O crossover “Elseworlds” plantou sementes para o que poderia eventualmente trazer detalhes para a série, incluindo a revelação de Kane de que ela está lançando sua própria empresa de desenvolvimento imobiliário. Batwoman será a primeira série protagonizada por uma super heroína lésbica.

Cheo Yong vale uma boa conferida


Engraçado. Eu ainda não havia assistido a nenhuma série coreana. Há algumas que já foram apresentadas na Rede Brasil e uma, se não me engano, que foi ao ar na Band. Mas nunca bateu aquela vontade de ver. Claro, que, como a maioria dos brasileiros, já assisti a várias séries japonesas e até alguns filmes de terror indonésios. E não é que outro dia me deparei com “Cheo Yong” e decidi avaliar.

Oh Ji Ho é Cheo Yong Foto: divulgação
Oh Ji Ho é Cheo Yong Foto: divulgação

A trama é bem legalzinha. Um policial, Cheo Yong, interpretado pelo ator sul coreano Oh Ji-ho, nasceu com a habilidade de ver e ouvir fantasmas que ainda vagam pela terra. Esses seres costumam ter assuntos inacabados. Yong também enfrenta dramas pessoais. Ao seguir esses fantasmas ele acaba perdendo seu parceiro. Por isso, desiste de atuar como detetive, passando a trabalhar como uma policial normal. Alguns anos depois Cheo Yong, que é meio pavio curto, diga-se de passagem, volta a atuar como um detetive, agora com uma nova parceira, a doce e intuitiva detetive Ha Sun Woo, interpretada pela atriz Oh Ji-eun.

E a trama se desenvolve a partir dai. Ah! Tem também uma fantasminha engraçada, Han Na-young, interpretada pela cantora sul coreana, Jun Hyo-seong. O programa foi produzido em duas temporadas com 10 episódios cada, com aproximadamente 60min. Trata-se de um ótimo entretenimento, principalmente para quem gosta dessa ‘mistura’, drama, policial e sobrenatural. Não chega a ser terror, digo isso para não espantar os que não curtem esse estilo.  A série está disponível na web e também no catálogo da Netflix. Se você for lá conferir, me diz depois o que achou.

 

A Sabrina voltou


O mundo sombrio de sabrinaNova série da Netflix e Warner dá uma

repaginada numa personagem

bem conhecida da gente

É incrível como a programação da TV Aberta está ruim e desinteressante. Poucos programas se salvam, o que nos leva a procurar refúgio nas tvs por assinatura, que também deixam a desejar em vários aspectos e na Netflix. Está última tem nos oferecido várias opções, a maioria delas bem interessantes. E, felizmente, é isso que tem salvado os que não têm condições de fazer um programinha fora de casa.

Algumas séries estrearam nesta plataforma esta semana, entre elas: “Chilling Adventures of Sabrina” ou no português “O mundo sombrio de Sabrina”. Podemos dizer que este programa é um remake de “Sabrina, the Teeenage Wich”, para nós “Sabrina, aprendiz de feiticeira”, que teve como estrela a atriz americana Melissa Joan Hart. A bruxinha já havia sido retratada na telinha, através do desenho produzido pela Filmation, Sabrina. Essa produção fez um enorme sucesso na década de 1970 e é considerada um spin-off do seriado de Melissa.

Mas, vamos ao “O mundo sombrio de Sabrina”, que é, desculpe a expressão, ‘trevoso mesmo’. A atração foi idealizada para ser uma espécie de irmã da elogiada Riverdale. A personagem principal ganha traços mais realistas, bem diferente das suas antecessoras. Temas como bullying, discriminação, adultério e segredos familiares são utilizados como ingredientes para enriquecer o já denso enredo. O perfil psicológico dos personagens também chama a atenção. Em especial os das tias de Sabrina, Hilda e Zelda, sendo a primeira doce e quase infantil. Já a segunda, dominadora e um tanto cruel. Há também o primo afro americano, Ambrose, que é bissexual. E o gato Salem, que abandonou de vez aquele ar fofinho. A série vale com certeza uma conferida, entretanto, pode chocar um pouco aos religiosos de plantão. Fotos: divulgação

 

Já não fazem mais Macgyver como antigamente


merendolina
Critica de TV com Vivi Merendolinna

Ai gente, estamos na semana do Natal! É época de ser generoso, distribuir amor, presentes e perdoar nossos desafetos. E falando em perdoar, as emissoras continuam castigando a gente com uma programação para lá de chinfrim!  Outra coisa, que pode ser ótima e ao mesmo tempo péssima. A onda dos remakes chegou e parece para ficar. Um seriado que fez um enorme sucesso nas décadas de 1980 e 1990 voltou, mas sem o mesmo vigor. Estou falando do “Profissão Perigo”, que agora é apenas: Macgyver. O enredo é o seguinte: também chamado de Mac, Angus MacGyver, é um agente secreto de uma organização do governo dos EUA, que usa seu talento extraordinário para resolver o problema e seu amplo conhecimento da ciência para salvar vidas. Com habilidades que são limitadas apenas pela sua criatividade, Mac salva o dia usando clipes de papel em vez de pistolas, velas de aniversário em vez de bombas, e goma de mascar, em vez de armas.

MacGyver
Lucas Till é o novo MacGyver Foto: divulgação

Bom, a empolgação para por ai gente! Na versão antiga, quem dava vida ao MacGyver era o formidável Richard Dean Anderson, o mesmo que fez Stargate e outros filmes. Agora o ator Lucas Till que assumiu o papel, e, sinceramente, não agrada nem um pouco. Outro dia, coloquei no Universal Chanel para assistir a serie. Fiquei decepcionada. A história beira o humor pastelão, com o personagem principal em cenas para lá de ridículas. Os atores não passam nenhuma credibilidade. Aventura é fraca, me senti como se eles estivessem maculando a memória do primeiro Macgyver. Fiquei louquinha de vontade de ir ao Procon! Quem quiser ver para crer a serie vai ao ar todas as quintas- feiras, as 22h, no Universal Chanel.

Que venham “os Defensores”


 

A Marvel definitivamente decidiu investir em séries com seus fantásticos super-heróis. Em 2017, mais uma produção será lançada: “Os Defensores”. Uma equipe formada pelos já conhecidos Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Punhos de Ferro (Finn Jones).

Há poucas informações sobre a nova série, que está sendo produzida em parceria com a Netflix. Para se ter uma ideia, a atriz Sigourney Weaver interpretará uma vilã cujo o nove ainda não foi divulgado. Tudo indica que serão oito ou 13 episódios ao todo. Uma aura de sigilo paira sobre a atração, resta aguardar a estreia.