Veja como os pratos típicos são oportunidade de negócio durante todo o ano


Senai está oferecendo minicursos on-line 

Thais Paim

Se você está sem uma fonte de renda ou já tem um negócio do setor de alimentos, o São João em casa pode representar uma oportunidade para todo o ano. Em 2020, foi registrado recorde no número de novos Microempreendedores Individuais (MEIs) em cinco anos: 2,6 milhões. Desses, 106 mil são do setor Fornecimento de Alimentos para Consumo Domiciliar, o terceiro setor com maior crescimento em comparação com 2019. 

Pensando em ajudar os empreendedores de todas as regiões do país a se profissionalizarem e não perderem a ocasião, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) está com minicursos on-line e gratuitos de comidas típicas em uma nova plataforma de capacitação em vídeos, chamada SENAI Play.

Sobre a plataforma 

Além das receitas, o aluno também aprende boas práticas de fabricação e mise en place – etapa importantíssima do preparo, de organização dos ingredientes nas quantidades corretas. Os cursos têm de duas a 19 horas de duração e incluem até um momento de perguntas e respostas para garantir que o futuro chef esteja preparado.

Na lista dos cursos oferecidos na plataforma do SENAI Play, também aparecem ingredientes e pratos dignos de polêmica. Quem nunca entrou em uma discussão “é macaxeira, mandioca ou aipim?”, que também tem o nome de castelinha, uaipi, mandioca-doce, mandioca-mansa, maniva, maniveira, pão-de-pobre, mandioca-brava e mandioca-amarga. E se apresenta como um ingrediente versátil e capaz de render diversos pratos.

O milho, por exemplo, é ingrediente obrigatório no cardápio junino. E tem uma explicação: junho é o mês da colheita de cereal – e quem ajuda nessa missão, garantindo as chuvas no período que antecede, é São Pedro, um dos três santos homenageados no período, ao lado de São João e Santo Antônio. Pamonha, canjica, cuscuz, pipoca, milho cozido e bolo de milho são alguns dos doces e salgados mais consumidos.

Símbolo da cultura nordestina, o forrozeiro Genival Lacerda cantava sobre “o mungunzá bom danado”, uma das iguarias que migrou da região e recebeu outros nomes, como manguzá, mukunza, mucunzá, canjica e chá de burro.

Fonte: Portal da Indústria 

Qualificação e diversidade de funcionários


Empresas investem cada vez mais em qualificações para os funcionários um dos setores que mais sofrem pela falta de mão de obra é o industrial

Julia Vitoria

Por causa da crise que se arrastou devido a pandemia, vários brasileiros ainda buscam oportunidades de trabalho, com o início da pandemia diversos setores de produtividade tiveram que parar, isso acabou gerando uma crise, que afetou a todos. Contudo apesar do desemprego está alto as empresas ainda encontram dificuldades para contratar isso devido a falta de mão demora qualificada.

De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal, que foi publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística, o desemprego no Brasil já atinge mais de 14 milhões de pessoas com uma estatística de 14,6% no último trimestre de 2020 essa é a maior estatística registrada  pesquisa desde que começou em 2012.

Se por um lado o desemprego está em alta a falta de mão de obra especializada também bate recordes, se destacar no mercado de trabalho está cada vez mais difícil. Segundo especialista o caminho a seguir é o da qualificação profissional, pois apesar do desemprego as vagas não estão sendo preenchidas, fazendo as empresas não completarem o quadro de funcionários e perdendo em competitividade, como consequência a falta de qualificação faz com que o tempo do trabalhador no mesmo emprego seja pequena.

Segundo dados que integram um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o setor mais afetado pela falta de mão de obra qualificada  é o industrial, num país com milhões de pessoas desempregadas, metade das fábricas têm dificuldades de contratar. Uma pesquisa realizada pelo Fórum Econômico Mundial em 2015 colocou o Brasil em 78º de qualificação profissional dentre 124 países. Com isso, muitas empresas estão investindo na capacitação do profissional, fortalecendo sua qualificação profissional, conseguindo se destacar em um se for profissional. 

Um exemplo disto é a Suzano, uma empresa de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis na América Latina, a empresa está construindo uma nova fábrica no Sul do estado e buscando na região mão de obra soube a importância de investir na qualificação profissional. Para preencher algumas vagas fez uma parceria com o Senai para a qualificação dos trabalhadores, segundo a empresa mais de 300 pessoas trabalham na construção da fábrica e mais de 200 irão atuar na área quando já estiver pronta.

 O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) é o  responsável pela formação técnica e profissional de grande parte dos jovens e trabalhadores brasileiros para vários setores da indústria. A coordenadora da instituição de Cachoeiro de Itapemirim ressalta a importância das empresas entenderem o desenvolvimento profissional dos jovens alunos. No processo de qualificação em parceria com a Suzano o Senai percebeu o interesse da empresa em qualificar os funcionários e a possibilidade de novas qualificações futuras. 

A coordenadora fala que o que se percebe é que muitas empresas já buscam o profissional totalmente qualificado, mas neste caso específico a empresa buscou qualificar e ficar no desenvolvimento das pessoas dando um novo sentido profissional a eles.

Lara Sathler,  diretora executiva da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Espírito Santo (ABRH-ES) relata que o profissional se qualifica com cursos preparatórios e livres e dessa forma tem uma visão teórica e também prática e deve acompanhar as tendências do mercado para se perdoar para novos desafios.  O secretário de Estado de Desenvolvimento, Marcos Kneip Navarro, disse que o estado deve ter um bom ano no mercado de trabalho devido aos novos empreendimentos e grandes obras. Ele ressalta que grandes instalações estão sendo feitas no espírito santo e que está confiante com as obras que serão realizadas e que o setor empresarial vê o estado com bons olhos.

As empresas buscam vai vez mais apostar na diversidade do profissional além da recolocação e qualificação profissional ao abrir 90 vagas para empregar nossos funcionários a empresa Suzano focou na diversidade abrindo a seleção para todos, em relação a diversidade profissional  uma das metas da empresa é que até 2025 cerca de 30% dos cargos de liderança da empresa sejam ocupados por mulheres além de melhorar a imagem da empresa, a diversidade pode ajudar na produção e em diversos outros pontos e fazer com que as pessoas queria fazer parceria com ela. Isso facilita a atração de novos talentos, uma vez que  as opções de candidatos para preencher as vagas são abundantes e qualificadas.