Dicas para uma eleição mais tranquila


As eleições deste ano serão realizadas, no dia 15 de novembro em todo o Brasil! Se você vai utilizar a urna eletrônica pela primeira vez e tem dúvidas, não se preocupe pois separamos algumas dicas que podem ser uteis para esse momento decisivo para a sua cidade e também para o seu futuro como cidadão!

Prepare-se para as eleições 2020

Como votar na urna eletrônica? Digite primeiro o número de seu candidato a vereador ou da legenda de um partido. Vão aparecer a foto, o número e o nome do candidato e/ou a sigla do partido. Confira a informação e aperte “Confirma”.

Na sequência, o voto será para prefeito. Basta digitar o número do candidato. Confira novamente os dados do candidato e aperte “Confirma”. Se um dos números estiver incorreto, aperte o botão “Corrige” e reinicie o processo.

Como votar em branco na urna eletrônica? Basta apertar o botão “Branco” e depois “Confirma”.

Como votar nulo na urna eletrônica? Basta escolher um número que não existe, como “00”, por exemplo, e apertar “Confirma”.

Quais são as principais datas do calendário eleitoral de 2020? Por causa da pandemia da Covid-19, as eleições acontecerão mais tarde neste ano. O primeiro turno foi transferido de 4 outubro para 15 de novembro. Nas cidades em que houver segundo turno, ele ocorrerá em 29 de novembro.

O que devo levar na hora de votar? Está valendo a identificação por digital? O eleitor deve levar o título de eleitor e um documento oficial com foto.

Em razão da pandemia, a Justiça Eleitoral descartou a utilização de dados biométricos, pois a superfície do equipamento que identifica as impressões digitais não pode ser higienizada com frequência. Também haveria mais filas e aglomerações, pois o sistema de biometria é mais demorado do que o de assinaturas.

Faltosos devem procurar cartório eleitoral para regularizar situação eleitoral


O prazo para quem não votou nem justificou a falta em pelo menos três votações seguidas regularizar sua situação começa nesta quinta-feira (7). Para isso, é preciso pagar as multas referentes às ausências, bem como comparecer a um Cartório Eleitoral para apresentar, além do título, um documento com foto e um comprovante de residência.

Para somar as três faltas, são contados também os turnos de votação. Também são contadas as eleições suplementares, convocadas quando o pleito oficial é anulado devido a irregularidades. Segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais de 2,6 milhões de pessoas podem ter o título cancelado caso não resolvam a situação.

Os nomes dos faltosos começaram a ser divulgados em 20 de fevereiro e podem ser consultados nos cartórios eleitorais de todo o país. O prazo para a regularização vai até 6 de maio.

O cancelamento do título pode acarretar uma série de problemas. A pessoa fica, por exemplo, impedida de obter passaporte e carteira de identidade, de receber salário de função ou emprego público e/ou de participar de concorrência pública ou administrativa estatal.

O faltoso fica ainda impossibilitado de obter empréstimos em instituições públicas, de se matricular em instituições de ensino e de ser nomeado em concurso público.

Não terão os títulos cancelados aqueles que não são obrigados a votar, sendo seu comparecimento às urnas facultativo, como as pessoas entre 16 e 18 anos e acima de 70 anos. Também não estão sujeitos à medida os portadores de deficiência a quem seja impossível ou extremamente oneroso o cumprimento das obrigações eleitorais.