Segunda vacina aprovada contra o covid 19


Julia Vitoria

Mais uma vacina contra o coronavírus  foi aprovada pela agência reguladora de medicamentos da Europa, a vacina moderna. As autoridades estão acelerando a disponibilização de doses para conter a pandemia em meio a preocupação com novas variantes do vírus. O órgão regulador europeu deu um comunicado falando que chegaram num consenso sobre a recomendação da vacina da moderna logo após o Comité de Medicamentos para Uso Humano da EMA (CHMP) ter avaliado ter avaliado os dados sobre a segurança da vacina.

Emer Cook, diretor executivo da EMA, fala que a vacina fornece outra ferramenta para passar por essa crise atual. Para ele a vacina é uma uma prova de empenho e esforço de todos e que tem essa segunda recomendação é vacinado desde que a pandemia começou.

30 mil pessoas contribuíram para o estudo clínico que ocorreu, e a vacina da moderna foi considerada, mostrando um número bem notável de 94,1% de eficácia. A vacina é aplicada em duas doses com 28 dias de intervalo cada uma. 

A vacina teve 90,9 por cento de eficácia também naquelas pessoas que pertencem ao grupo de risco, como as que têm doenças crônicas no pulmão, ansiedade, diabetes e doenças cardíacas. Ursula von der Leyen presidente da comissão europeia reagiu ao anúncio comemorando em seu Twitter falando sobre os esforços para criar mais vacinas contra a covid 19.

O presidente também ressaltou que estão trabalhando em máxima velocidade para aproveitar e tornar disponível a vacina na União  Europeia.

À eficácia da vacina moderna e a da Pfizer são semelhantes, o que muda é o armazenamento. A vacina Pfizer precisa ser guardada pelo menos a menos 80 graus Celsius, enquanto a moderna pode ser armazenada em temperatura de congelamento e ficar entre 2° a 8° graus num período de 30 dias o que facilita todo o transporte e distribuição.

O diretor executivo da EMA em comunicado Disse que vai monitorar de perto os dados sobre a eficácia da vacina para garantir o uso e a proteção continua na União Europeia, ele também ressalta que os trabalhos são orientados pelas provas científicas  pelo compromisso de salvar vidas.

Desfile das escolas de samba este ano pode ocorrer em julho


O Carnaval de Vitória pode  ser realizado em julho devido a situação do país.

Julia Vitoria

Para a segurança de todos a proposta está sendo, esperar a vacina para depois ter o carnaval de Vitória. Sem as condições sanitárias desejáveis as agremiações não querem arriscar as vidas dos foliões. Uma proposta para que os desfiles aconteçam somente em julho.

As agremiações que fazem parte da Liga independente  das Escolas de Samba (LIESEGE) e a Liga Independente das Escolas de Samba do Espírito Santo ( LIESES) chegaram a um consenso que os desfiles podem acontecer durante a pandemia.

Edson Neto presidente das duas ligas fala que eles optaram pelo caminho mais seguro, as escolas já estão com os enredos prontos, faltando apenas a parte do barracão, mas que esse trabalho só pode ser feito mediante a vacinação. Ele também fala que é importante ter um prazo para as escolas se organizarem e planejarem.

À data escolhida ainda manteria a tradição de ser uma semana antes do Carnaval do Rio que ocorrerá dos dias 11 e 12 de julho. Contudo no Rio também esperam a imunização da população.  Uma reunião das ligas das escolas e a Prefeitura  de Vitória deve ocorrer semana que vem. A Secretaria Municipal de Cultura contou que o tema carnaval está sendo discutido e analisado  de acordo com a situação do país de modo a garantir a segurança de todos.

O presidente da Escola de Samba Unidos de Jucutuquara, Rogério Sarmento, afirma que primeiro precisa forcar na imunização de todos e só depois pensar nos desfiles. Ele também fala que se houver a vacinação e com o consentimento do governo e recursos financeiro eles fazem um desfile de qualidade em quarenta dias.

O presidente da Mocidade Unidos  da Glória (MUG) declara que a escola tem se planejado para que o desfile ocorra com segurança para os integrantes da escola e o público. Ele também ressalta que para ter um carnaval de qualidade precisa de quatro vertentes: vacinação, financiamento, material e o tempo.

O Carnaval de Vitória seria este ano dos dias 4 a 6, mas devido a pandemia foram adiados, as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Belo Horizonte adiarão  As festividades no mês de julho. 

Dia 1 de julho serão as escolas do Grupo (B) a desfilar. No dia 2 ,as do Grupo (A) e as escolas do Grupo Especial desfilarão no sábado dia 3 de julho. A apresentações s serão por ordem de sorteio.

Vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford começa a ser testada no Brasil


No último fim de semana, iniciaram os testes em voluntários brasileiros, com uma vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, contra a Covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus. O estudo vem sendo promovido na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A informação foi, através de nota, divulgada na noite de segunda-feira pela Fundação Lemann, que financia o projeto.

Os testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 no Brasil foram anunciados no início do mês e deverão contar, de acordo com a Unifesp, com 2 mil voluntários em São Paulo e com outros mil no Rio de Janeiro, onde os testes serão realizados pela Rede D’Or. Os resultados devem ser concluídos até setembro, segundo informou a AstraZeneca, farmacêutica que conduz o desenvolvimento da vacina em parceria com Oxford, no início deste mês.vacinacovid2020

De acordo com a Unifesp, os voluntários em São Paulo serão profissionais de saúde de entre 18 e 55 anos e outros funcionários que atuam no Hospital São Paulo, ligado à Escola Paulista Medicina, da Unifesp. No início do mês, a Unifesp informou que os testes com voluntários brasileiros contribuirão para o registro da vacina no Reino Unido, previsto para o final deste ano. O registro formal, entretanto, só ocorrerá após o fim dos estudos em todos os países participantes, disse a universidade.

A vacina, cujo pedido de testes no Brasil foi feito à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela farmacêutica AstraZeneca, está atualmente na Fase 3 de testes, “o que significa que a vacina encontra-se entre os estágios mais avançados de desenvolvimento”, disse a Unifesp.

O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país.

Outra vacina contra a Covid-19, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, deverá começar a ser testada no Brasil no mês que vem em parceria com o Instituto Butantan, vinculado ao governo do Estado de São Paulo. Este teste, de acordo com o instituto, será financiado pelo governo paulista e deverá contar com 9 mil voluntários. Caso a vacina seja bem-sucedida, o acordo prevê a possibilidade ser produzida localmente pelo Butantan.