Transcol e o gás de cozinha mais caro


Julia Vitória

O ano mal começou e os reajustes  já estão impactando na vida do capixaba o gás de cozinha, a passagem de ônibus e o pedágio ficará mais caro. A partir de domingo dia 10 a passagem de ônus irá subir de 3,90 para 4,00 tendo um reajuste de 2,56 por cento. Aos domingos os capixabas irão pagar 3,50 ao invés de 3,40 e o aluguel das bijus também subiram o preço de 1,95 para 2,00.

O aumento pode parecer pequeno mas para os capixabas que utilizam o transporte público todos os dias o valor vai pesar no final do mês. Segundo a ceturb o reajuste foi feito para cumprir o contrato de adesão que prevê aumentos anualmente, em determinação do governador do estado o valor ficou abaixo da inflação acumulada que fechou o ano em 4,31 por cento.

O gás de cozinha passou por reajuste nesta quinta dia 7 de janeiro o aumento foi de 6 por cento e já estava em vigor e segue o calor do petróleo no mercado internacional que fechou essa semana em 54,30 dólares o barril no ano passado a alta do GLP foi de 21,9 por cento. A alta afeta tanto o gás de cozinha de treze quilos quanto o GLP a granel vendido usado nas indústrias e comércios. 

Outro valor reajustado é o do pedágio da terceira ponte e da rodovia do Sol. Definidos pela ARSP neste ano, a  tarifa para carros de passeio passou para R$ 2,20 na Terceira Ponte e R$9,40 na Praça Praia Sol (Guarapari).

Os planos de saúde não ficaram de fora, a suspensão dos reajustes  não durou muito tempo e depois de 4 meses a ANS liberou para os planos fazerem os aumentos dos valores dos planos.  A correção dos valores já começará nos boletos de janeiro  tanto nos planos com base no custo tanto para  a modalidade faixa etária o aumento será de 15 por cento.

O novo valor do salário mínimo começou a valer desde o dia primeiro de janeiro anunciado pelo presidente do Brasil o valor subiu de R$1.045 para R$1.100, era para  ter começado no final de  2020, contudo precisou ser aprovado pela Câmara  e pelo senado para ser convertido em lei.  O reajuste será de 5,26 por cento  e afetará aposentadorias, benefícios sociais e abonos salariais.