Governo Bolsonaro gasta R$ 47 milhões em carnes nobres para militares do Exercito e Marinha


A JBS volta a ficar em evidência. O frigorífico fechou 30 novos negócios com o Ministério da Defesa desde o início de 2019, quando Bolsonaro foi empossado. Entre os fornecimentos, estão mais de R$ 47 milhões em carnes nobres, como maminha, picanha e filé mignon, para fornecer alimentos congelados para os militares do Exército e da Marinha. As informações, que constam no  Portal da Transparência.

A assinatura dos contratos estaria relacionada à tentativa de salvar acordo de delação premiada da JBS na PGR (Procuradoria-Geral de República) em escândalo revelado pela Crusoé e que envolveu os nomes do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido); de seu advogado Frederick Wassef; e do procurador-geral da República, Augusto Aras. A revista Crusoé apontou, ainda,  que a JBS pagou R$ 9 milhões ao advogado do presidente, Frederick Wassef, nos últimos cinco anos.

Neta e avô são um casal


Uma recém-casada de 24 anos, que mora em Miami, na Florida, Estados Unidos, descobriu três meses depois de casar que o homem de 68 anos com quem havia se unido é seu avô paterno. A descoberta ocorreu ao olhar álbuns da família do marido e “dar de cara” com o próprio pai nas fotos, segundo o “The Sun”.

O casal se conheceu através de um site de namoro. O homem, que não quis se identificar, é milionário e buscava uma companheira. “Eu senti algo estranho quando vi as fotos. Foi como um deja vu, mas naquele momento não identifiquei por que ela parecia tão familiar”, disse ele ao “Florida Sun Post”.

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Imagem da internet

Segundo o homem, os dois não pretendem se separar, mas fazer a relação dar certo, já que ele “fracassou” em outros dois casamentos.

Ele contou que perdeu o contato com os filhos do primeiro casamento após a separação. Já no segundo casamento, teve outros herdeiros, mas se separou em 2009 depois de ganhar na loteria.